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Calvície atinge até 50% das mulheres

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Estatísticas apontam que 50% das mulheres de qualquer idade podem apresentar algum nível de calvície, seja de origem metabólica, hormonal ou auto-imune. Para as que têm tendência genética para o problema – estima-se que sejam 5% das mulheres – a queda pode começar a partir de 17 anos. “Além das causas genéticas, as mulheres podem perder cabelo por diversas razões como a dermatite seborréica, carência de ferro, hipotireoidismo, danos químicos nos cuidados com o cabelo, entre outros fatores”.

Atenção aos sinais

Todas as mulheres precisam ficar atentas a qualquer sinal de queda, principalmente aquelas que se submetem a tinturas, alisamentos e outras químicas capilares. “Quanto antes a paciente começar o tratamento, mais chances ela tem de prevenir a queda de outros fios. Além de loções e xampus manipulados, o especialista pode receitar vitaminas e outras substâncias que contribuem par ao tratamento”.


agosto 28th, 2010  
Tags: Alisamentos, Cabelo, Calvície, Cuidados, Ferro, Fios, hormonal, Idade, metabólica, Mulher, Mulheres, Problema, queda capilar, Queda do Cabelo, químicas capilares, sinal, Tendência Genética, testes, Tinturas, Tratamento



Cabelo em queda livre

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Queda-do-cabelo-calvicieNa avaliação da queda de cabelo é importante o conhecimento do ciclo de vida do mesmo. Cada folículo piloso tem uma fase de crescimento de 2 a 5 anos, sendo seguida por uma fase de repouso, que dura 3 meses e termina no desprendimento do cabelo.

Normalmente 15% dos folículos estão na fase de repouso, sendo estes os cabelos que causam a queda regular e diária de cerca de 60 a 100 cabelos, a qual atinge o seu máximo no final da Primavera e do Verão. Os diversos desequilíbrios deste ciclo levam à ‘’queda de cabelo anormal”, também designada alopecia, em linguagem médica.

É importante conhecer os diferentes tipos de alopécia dado que algumas são temporárias e outras justificam uma avaliação médica. Quando existe destruição dos folículos pilosos, dá-se o nome de Alopecia Cicatricial. Pode surgir após infecção, tracção, trauma ou tumor do couro cabeludo.

Nestes casos, há uma perda definitiva de cabelo nesses locais. Quando tem origem numa doença inflamatória do próprio folículo, deve realizar-se uma biopsia de pele e análises sanguíneas, que poderão ajudar ao diagnóstico.

Utilizam-se tratamentos locais e fármacos anti-inflamatórios orais que podem travar ou reduzir o avanço da doença se forem dados no seu início.

As Alopécias não Cicatriciais resultam de patologias muito variadas, podendo ser difusas ou mais usualmente localizadas. Já na Alopecia Androgenética (AA) a queda é lenta e raramente difusa.

Sob ação dos androgénios (hormônios masculinos presentes nos dois sexos embora em percentagens diferentes), em indivíduos com tendência genética, verifica-se um aumento do número de folículos em fase de queda e um afilamento dos cabelos nos ciclos de crescimento seguintes.

Aos 50 anos, afecta 50% dos homens e 20-50% das mulheres, piorando com a idade. No homem é conhecida como calvície e localiza-se na região frontotemporal e no vértex, podendo existir cabelo apenas nas áreas laterais e posteriores do couro cabeludo, onde o cabelo nunca se perde.

Na mulher afeta as zonas centrais do couro cabeludo. A história e exame clínico são habitualmente suficientes para o diagnóstico. Nas mulheres jovens se há suspeita de alterações hormonais devem ser realizado um estudo. Existem tratamentos locais e orais eficazes no atraso da evolução da doença. Nos casos severos, o transplante de cabelo, realizado em centros especializados na técnica, é uma boa opção.

Porque cai o cabelo?

A causa mais comum de queda difusa é o Eflúvio Telogénico (ET). É provocado pela passagem dos folículos, antes do tempo, da fase crescimento para a de repouso, conduzindo a uma perda diária de cabelos de 25 a 30%, em vez dos normais 15%.

Uma técnica simples de testar é passar os dedos por entre uma madeixa de cerca de 50 cabelos. O normal é desprenderem-se 1 ou 2 cabelos. Mas, no ET, desprendem entre 10 ou 15.

Os emagrecimentos rápidos, o stress, os medicamentos, as alterações hormonais (pós-parto, inicio ou interrupção da pílula, patologia da tireóide), os tumores, as infecções, as anemias, as deficiências nutricionais, as doenças inflamatórias diversas, estão entre as principais causas.

A queda surge 6 a 16 semanas após o factor desencadeante, podendo também alterar o crescimento das unhas. A necessidade de exames vai depender da sua evolução e eventuais causas. Mesmo que a razão seja resolvida pode demorar um ano até à auto-resolução. Embora não sejam obrigatórios, recomendam-se os suplementos vitamínicos.

Quando há uma interrupção súbita da fase de crescimento folicular provocada por alguns medicamentos, intoxicações e quimioterapia, chamamos Eflúvio Anagénico. O padrão de queda é idêntico ao do ET, sendo mais intenso e rápido.

A Alopecia Areata é uma forma de alopecia não cicatricial que afecta os dois sexos, habitualmente em idades jovens, na qual as células de defesa do individuo agridem os folículos pilosos impedindo o seu crescimento. Caracteriza-se por placas de alopecia (peladas) podendo afectar todo o couro cabeludo (alopecia total) e por vezes todo o corpo (alopecia universal).

Nas peladas, observa-se geralmente resposta completa com tratamento local. Nas formas mais extensas os tratamentos nem sempre são eficazes e duradouros sendo essencial avaliar a melhor opção caso a caso. A queda de cabelo é habitualmente um motivo de preocupação, devendo a necessidade de tratamento ser sempre baseado na causa associada.


agosto 29th, 2009  
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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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