CIC – Centro de Implante e Transplante Capilar
Conceito pioneiro no Transplante do Estado do Ceará
Black Green Blue Red Gold
RSS
  • Home PageHome
  • Dr. Márcio
  • Centro de Implante e Transplante Capilar

Posts Tagged ‘Remédios’

Calvície masculina – Tipos de tratamentos para queda de cabelo

Brasil, Cabelo, Calvície, Ceará, Dúvidas, Fortaleza, Queda de Cabelo, Remédio, Tratamento 0 Comment »

1 – Propecia

O Propecia é um dos remédios mais populares contra a queda de cabelo. Trata-se da finasterida, um inibidor androgênico. Atua inibindo a produção de DHT, e com isso, impedindo a queda de cabelo, e quiçá, gerando seu crescimento. A maioria dos especialistas concorda que atualmente é o medicamento mais efetivo.

É usado na forma de comprimidos, ingeridos diariamente, e costuma apresentar resultados após 3 meses. Por ser de administração sistêmica, ou seja, todo o organismo recebe a substância, pode estar associado a efeitos colaterais, como perda de desejo sexual.

Para atletas, é considerado doping (vide Marcão, jogador do Internacional, e Romário, do Vasco). Não pode ser utilizado por mulheres (se for o caso, claro).

2 – Rogaine

Rogaine é uma loção capilar à base de minoxidil, medicamento originalmente utilizado para controle de pressão arterial. Alguns medicamentos anti-hipertensivos agem por provocar vasodilatação, e o minoxidil também o faz.

Assim, seus efeitos, quando aplicado de forma tópica, se dão através da melhora da vascularização dos folículos atrofiados. Estudos mostraram que muitos pacientes, após o uso de Rogaine por 4 meses, duas vezes por dia, apresentam novo crescimento capilar.

3 – Revivogen

Ainda não aprovado pelo FDA americano, o Revivogen é uma fórmula natural que contém ingredientes comprovadamente inibidores da ação da DHT.

Diferentemente do Propecia, ele também inibe a ligação da DHT ao receptor, e com a vantagem de não afetar a produção de DHT pelo resto do organismo, pois trata-se de uma loção. Pode ser utlizado por mulheres. É medicação promissora, mas ainda necessita de aprovação científica. Porém, já pode ser conseguida no Brasil.


junho 13th, 2010  
Tags: anti-hipertensivos, Comprimidos, crescimento capilar., desejo sexual, DHT, Especialistas, Finasterida, Folículos, loção capilar, Minoxidil, pressão arterial, Propecia, Queda de Cabelo, Remédios, Revivogen, Rogaine, vasodilatação



Você só fica careca se quiser – Hábitos saudáveis e remédios são capazes de frear a calvície

Alimentos, Brasil, Cabelo, Calvície, Calvície Feminina, Ceará, Dúvidas, Fortaleza, Nutrientes, Queda de Cabelo, Remédio, Tratamento, vitaminas 0 Comment »

Se você tem certeza de que vai ficar careca só porque seu pai e seu avô foram perdendo os fios com o passar dos anos, relaxe. Hoje em dia, sabemos que a dieta e o estilo de vida têm uma influência tão importante sobre a calvície quanto os caracteres hereditários.

Viver nervoso, por exemplo, é um atalho certo rumo à queda capilar acelerada. Isso porque os músculos do alto da cabeça, nessas condições, tendem a ficar permanentemente contraídos, dificultando a circulação sangüínea e levando ao enfraquecimento do cabelo. Além disso, o estresse pode interferir no sistema imunológico e acarretar a formação de seborréia e outros problemas. Outra maneira de evitar o desconforto é cultivar uma alimentação rica em proteínas e sais minerais como cobre, ferro e zinco. Todos esses nutrientes têm relação direta com a boa nutrição capilar e incluí-los no cardápio é o mesmo que empunhar um escudo contra a perda dos cabelos.

E pare de fumar se você pretende mesmo chegar à velhice sem precisar se esconder sob um boné. Uma pesquisa recente do Departamento de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, conseguiu mapear com exatidão o tamanho do estrago causado pelas tragadas tóxicas.

Depois de analisarem amostras de tecido de 1.241 homens fumantes e não fumantes, os estudiosos constataram que o hormônio DHT, particularmente ligado à calvície, aparecia em índices até 13% superiores entre os adeptos do cigarro.

Se o seu negócio é dar uma tragada entre um problema e outro para aliviar a tensão, é hora de mudar de método. Que tal apostar nos exercícios físicos? Por um lado, você deixa de ingerir as substâncias tóxicas contidas no cigarro e, por outro, passa a usufruir dos benefícios de um bom treino.

O equilíbrio trazido pela prática de esportes restaura a saúde de todo o organismo, inclusive a dos cabelos. Os exercícios constantes favorecem a liberação de neurotransmissores como noradrenalina, serotonina e endorfina, que ajudam a baixar a ansiedade.

Mas nada de tomar nenhum comprimido sem orientação médica. A queda de cabelo tem muitas causas e a escolha do medicamento certo vai depender do diagnóstico exato. Isso sem esquecer os efeitos colaterais trazidos por algumas fórmulas. Eles vão desde uma simples (mas inconveniente) coceira até alterações na pressão e nos batimentos cardíacos, sudorese e diminuição do desejo sexual.

Fonte site www.minhavida.com.br


março 22nd, 2010  
Tags: Cabeça, Careca, DHT, Dieta, Enfraquecimento, Fios, Fumar, Hábitos, Hereditários, nutrição capilar, Perda dos Cabelos, queda capilar, Queda de Cabelo, Remédios, saudáveis, Seborréia, Velhice



Saúde capilar – Mitos dos Cabelos

Brasil, Cabelo, Calvície, Calvície Feminina, Ceará, Dúvidas, Fortaleza, Nutrientes, Queda de Cabelo, Remédio, vitaminas 0 Comment »

Queda-cabelos-Tratamentos-cuidado-prevencaoHidratar o rosto e fazer uma limpeza de pele passam por capricho na rotina da maioria das mulheres. Mas pense nos seus hábitos dos últimos dois dias: secador, xampu e condicionador especiais, além de um leave-in, provavelmente, são tão comuns à rotina quanto escovar os dentes. Os cuidados com os fios são parte importante da agenda de beleza feminina e é raro encontrar quem não tenha uma receita infalível para melhorar a saúde e a aparência do cabelo. Difícil, mesmo, é confiar numa dica que realmente funcione.

Dormir com o cabelo molhado apodrece a raiz?

Não. A raiz não apodrece, mas dormir com os cabelos molhados traz riscos para saúde. Com a região úmida e quente do couro cabeludo, podem surgir fungos e micoses, principalmente nas pessoas com tendência à formação de caspa.

Cortar o cabelo na fase certa da lua faz com que ele cresça?

Não. O cabeleireiro afirma que a lua não interfere na beleza dos fios. Apesar do misticismo em volta da Lua, até hoje ninguém conseguiu provar a verdade dele. O ideal é cortar o cabelo a cada três meses, não importa a estação do ano ou a fase da Lua.

O cabelo se acostuma com o xampu depois de 6 meses de uso?

Não. Quem causa prejuízo para o cabelo não é o xampu, mas o modo com que você lava os fios. O xampu limpa e pronto. Mas algumas pessoas não retiram totalmente os produtos do cabelo nas lavagens, ficando com a impressão de que o xampu não funciona mais.

Lavar o cabelo todos os dias causa a queda?

Não. Não existe nenhuma ligação entre lavar os cabelos todos os dias e a queda dos fios, como explica o cabeleireiro da Condor. O certo, realmente, é lavar todos os dias, a não ser que você tenha algum problema, como ferimentos no couro cabeludo.

Arrancar os fios brancos colabora com o aparecimento de outros?

Não. Se você arrancar um fio branco, pode ficar tranqüila, não vão nascer mais sete. Os fios brancos aparecem sendo arrancados ou não, o fato de arrancar um cabelo branco só vai contribuir com a dor, pois a raiz desse fio irá imediatamente produzir outro fio com as mesmas características.

Água fria deixa os fios mais bonitos e saudáveis?

Sim. A água fria não abre as cutículas dos fios, deixando uma aparência mais bonita para o cabelo. A temperatura da água fria danifica menos os fios porque ela não consegue abrir as cutículas. Com isso, o brilho fica mais evidente além de ressecar menos e de não deixar os cabelos oleosos demais.

Condicionador na raiz deixa os cabelos mais oleosos e dá caspa?

Sim. O condicionador colabora com o aumento da oleosidade e, como tampa os poros capilares, aumenta a incidência de caspa. Existem cabelos que possuem raiz oleosa e o condicionador aumenta ainda a produção de sebo. Já a caspa pode aparecer em casos avançados, já que o condicionador apenas irá fazer o couro cabeludo ficar com excesso de umidade, tampando os poros capilares.

Esfregar as pontas com shampoo faz com que elas fiquem mais ressecadas?

Não. O cabelo deve ser lavado por inteiro. Se for feito com cuidado, podemos esfregar as pontas, sem riscos de prejudicar a beleza dos fios. A lavagem deve ser feita por partes, começando pela raiz, descendo até o comprimento e, por último, chegando às pontas, mas essa esfregação deve ser feita com a palma das mãos, sem colocar as unhas.

Colocar anticoncepcional no xampu faz o cabelo crescer mais rápido?

Não. Os hormônios desses remédios são sintetizados, ou seja, precisam entrar na corrente sanguínea para serem absorvidos. Postos no xampu, isso não chega a acontecer. O máximo é ter irritação no couro cabeludo.

O stress provoca queda de cabelo?

Sim. O estresse pode levar até mesmo à calvície, já que absorve a energia do corpo, como explica o cabeleireiro oficial da condor. O stress absorve as energias que estão estocadas para outras atividades, além de liberar radicais livres que matam nossas células. Como o cabelo necessita de uma grande quantidade de vitaminas e sais minerais para permanecer em bom estado, ele sofre quando há uma queda desses nutrientes, começa a enfraquecer e a cair.

Fonte Folha OnLine


outubro 8th, 2009  
Tags: Cabelos, Cabelos Molhados, Cabelos Oleosos, Calvície, Capilar, Caspa, Células, Couro Cabeludo, Estresse, Fios, Hidratar, Hormônios, Lavar, Limpa, Mitos, Mulheres, Nutrientes, Poros Capilares, Queda, Queda dos fios, Radicais livres, Remédios, Saúde, Sebo, Stress, Xampu



Queda dos cabelos: conheça o que há de mais moderno em tratamento e diagnóstico da queda dos fios

Alimentos, Alopecia, Brasil, Cabelo, Calvície, Calvície Feminina, Ceará, Cirurgias, Dúvidas, Fortaleza, Implante Capilar, Mundo, Nutrientes, Queda de Cabelo, Remédio, Técnicas, Transplante Capilar, Transplante de Cabelo, Tratamento, vitaminas 0 Comment »

Queda-cabelos-Tratamentos-cuidado-prevencaoA força dos cabelos tem dimensão bíblica, datada de mil anos antes do nascimento de Cristo. No Antigo Testamento, é representada por Sansão, corajoso guerreiro cujas madeixas concentravam seu vigor físico. Traído pela amada Dalila, foi à derrocada depois que ela cortou a fonte de seu poder, entregando seus cachos aos inimigos. A humanidade sempre deu importância aos cabelos, como símbolo de autoestima e vitalidade. Há, é claro, exceções em que a careca — nos homens, bem entendido — tem seu charme, mas aí estamos falando daqueles casos em que a característica é uma herança de pai para filho. O problema sério é quando os fios começam a despencar, sem mais nem menos, deixando a cabeça com aquelas falhas irregulares que são motivo de constrangimento e insegurança. Sem falar que muitas vezes sinalizam doenças.

Os cabelos não têm uma função vital para o organismo — cá para nós, eles só servem para proteger o couro cabeludo de intempéries. “Daí que, diante de uma situação em que o corpo precisa economizar nutrientes e energia para se defender de uma infecção ou de uma carência nutricional, por exemplo, os fios são relegados a segundo plano”, explica o tricologista, isto é, dermatologista especializado em cabelos, Valcinir Bedin, do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele, em São Paulo. Ou seja, o organismo abre mão das madeixas, que acabam no chão.

A má notícia é que esse alarme de encrenca tem disparado com cada vez mais frequência, especialmente na ala feminina. “Há dez anos, uma mulher a cada 10 homens procurava meu consultório. Hoje, elas representam 40% dos meus pacientes”, estima o médico Luciano Barsanti, presidente da Associação Brasileira de Tricologia. Motivos não faltam. O time da Luluzinha está fumando mais, trabalha numa tripla jornada, apela para dietas radicais e até cirurgias para recuperar a silhueta. Aí, a avalanche dos fios é quase certa. Ela atende pelo nome de alopecia se mais de 100 fios despencam do couro todo santo dia.

“Os distúrbios nos hormônios da tireoide e dos ovários são os principais vilões entre as mulheres”, aponta o tricologista Ademir Junior, de São Paulo. “No sexo masculino, a predisposição genética continua com papel preponderante. Mas a ela basta associar fatores como estresse e os tufos caem depressa”, conclui. Digase: a lista de algozes da cabeleira é mais extensa do que os problemas citados até esta linha. Dela fazem parte infecções, seborreia (sinônimo de oleosidade nas alturas), doenças autoimunes, depressão e até mesmo o uso de remédios, caso de alguns antidepressivos, anti-hipertensivos, anabolizantes e antibióticos.

Novos métodos têm facilitado o diagnóstico precoce de problemas capilares. “Um exame chamado scanner do couro cabeludo fornece uma imagem aumentada em 8 mil vezes, o que permite flagrar inflamações, seborréia e alterações na circulação sanguínea local”, revela Luciano Barsanti. “A microscopia eletrônica, por sua vez, possibilita a avaliação da matriz celular do fio”, continua.

Os testes laboratoriais são igualmente indispensáveis. “Solicitamos exames de sangue para verificar a presença de infecções e distúrbios hormonais”, diz o dermatologista Arthur Tykocinski, de São Paulo. Às vezes, o simples tratamento dessas disfunções é suficiente.

O estresse é outro fator que deve ser esmiuçado. “O hormônio cortisol, liberado quando estamos sob tensão, desacelera a divisão celular na raiz”, justifica Ademir Junior. É por isso que, sob extremo nervosismo, alguns indivíduos perdem cabelo em áreas específicas, caracterizando a alopecia areata, ou pelada. Por falar em questões hormonais, mulheres com síndrome dos ovários policísticos costumam apresentar níveis mais altos de testosterona, o hormônio masculino. Isso aumenta a oleosidade da pele — o que, por si, já prejudica o ciclo dos fios. “Além disso, a testosterona é convertida em uma substância conhecida pela sigla DHT”, explica Valcinir Bedin. E esse tal de DHT provoca um estrago cabeludo: detona o bulbo capilar. “Felizmente, o problema pode ser controlado com o uso de anticoncepcionais específicos ou de remédios antiandrógenos”, tranquiliza a dermatologista Jackeline Mota, de São Paulo.

A situação é mais grave, porém, em pessoas cujos genes fazem o bulbo ter maior afinidade pelo DHT. Aí, para que não fiquem totalmente descabeladas, recorre-se ao princípio ativo minoxidil. “Ele dilata os vasos, melhorando a irrigação sanguínea e a absorção de nutrientes”, ensina Barsanti. “E uma droga clássica, a finasterida, impede a conversão de testosterona em DHT.” Mas ela só surtiria efeito em pacientes do sexo masculino.

Um dos avanços para conter a queda dos fios é o laser de baixa penetração. “Trata-se de um procedimento não invasivo que dilata os vasos, estimula a multiplicação celular e tem efeito anti-inflamatório”, explica Barsanti. Outra inovação é a infusão transiônica, que consiste na escolha de um medicamento mais adequado a cada problema. Ele é aplicado no couro cabeludo e, em seguida, os especialistas utilizam um aparelho que o empurra para dentro da pele para ser bem absorvido. Esse mesmo dispositivo é usado na infiltração de fitoterápicos e na retirada do excedente de gordura. Há ainda a eletroestimulação do bulbo, que acelera a atividade das células na região.

Uma alternativa é a tradicional mesoterapia, que injeta ativos no couro cabeludo. Mas alguns especialistas ficam com os dois pés atrás em relação a ela. Isso porque provocaria cicatrizes, arriscando levar à morte do bulbo — e o tiro sairia pela culatra. Só quando todos esses recursos não surtem efeito é que se cogita um implante. “A técnica hoje proporciona grandes densidades de cabelo, com resultado bem natural”, garante Tykocinski. “Estudamos o desenho da cabeça, retiramos fios de uma região abundante e os transplantamos.”

Apesar de tudo o que os consultórios oferecem, é imprescindível fazer a sua parte. Quem fuma deve abolir o cigarro. “A fumaça contém radicais livres que agravam inflamações no couro cabeludo”, avisa Ademir Junior. O álcool, os anabolizantes e as anfetaminas também são prejudiciais. Converse com seu médico sobre os medicamentos de que faz uso. “Muitas vezes é possível substituí-los por outros de mesmo efeito e que não induzam a queda dos fios”, diz a dermatologista Denise Steiner, de São Paulo.

Caso tenha se submetido a uma cirurgia, como lipoaspiração, ou a uma dieta rigorosa, vale caprichar na alimentação com a ajuda de um nutricionista para não faltar nenhum elemento essencial aos fios no prato do dia a dia. Quanto a xampus, os que prometem efeito antiqueda não resolvem a alopecia. “No máximo, contêm substâncias que ajudam a diminuir a oleosidade dos cabelos, prevenindo ou reduzindo a seborreia”, afirma Tykocinski. Ou seja, não revertem o quadro, mas ajudam a segurar os fios restantes.

Tinturas e alisamentos não estão proibidos. Mas, se você costuma se submeter a esses tratamentos químicos, faça um intervalo de pelo menos 30 dias entre um procedimento e outro para prevenir a sobrecarga. “E procure cabeleireiros capacitados, que utilizem produtos com o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária”, orienta Denise. Evite também elásticos, tiaras, chapinhas e pentes-finos. “Eles causam traumas e rompem o músculo que sustenta o fio, levando a uma perda definitiva”, alerta Barsanti. Siga esses conselhos e força na cabeleira!

Fonte Saúde é Vital


setembro 23rd, 2009  
Tags: 100 fios, Abolir, Álcool, Alimentação, Alisamentos, Alopecia, Alopecia Areata, Anabolizantes, anfetaminas, Anti-inflamatório, Antibióticos, Anticoncepcionais, Autoestima, Bulbo Capilar, Cabeça, Cabeleira, Cabeleiros, Cachos, Careca, Carência Nutricional, Chapinhas, Charme, Cicatrizes, Cigarro, Cirurgias, Cortisol, Couro Cabeludo, Depressão, DHT, Diagnóstico, Dieta rigorosa, Dietas radicais, Doenças, Elásticos, Estresse, Falhas irregulares, Feminina, Fios, Força dos cabelos, Fuma, Fumaça, Fumando, Homens, Implante Capilar, Infecção, Infusão Transiônica, Laser de Baixa Penetração, Lipoaspiração, Madeixas, Mesoterapia, Morte do bulbo, Mulheres, Nervosismo, Nutricionista, Nutrientes, Oleosidade da pele, Organismo, Ovários, Ovários Policísticos, Pelada, pentes-finos, Precoce, Problemas Capilares, Queda dos Cabelos, Queda dos fios, Radicais livres, Remédios, Remédios antiandrógenos, Seborréia, Silhueta, Testosterona, Tiaras, Tinturas, Tratamentos, Tripla jornada, Tufos, Vigor Físico, Vitalidade, Xampus



Cabelos em queda – Felizmente, calvície feminina tem solução, mas às vezes é preciso um trabalho multiprofissional

Alimentos, Alopecia, Brasil, Cabelo, Calvície, Calvície Feminina, Ceará, Cirurgias, Dúvidas, Entrevista, Fortaleza, Implante Capilar, Implante de Cabelo, Nutrientes, Queda de Cabelo, Remédio, Técnicas, Tratamento, vitaminas 13 Comments »

cabelo-bonito-lindo-queda-capilar-feminino-mulher

Quando o assunto é diagnóstico e cura de doenças do cabelo e do couro cabeludo, fale com um tricologista. São os médicos especializados na área. Acredite, há métodos muito precisos para diagnosticar qualquer problema capilar, seja em homens ou mulheres.

As mulheres que se deparam, frequentemente, com fios de cabelo soltos na fronha, no ralo do banheiro, na escova, etc., já devem ficar atentas. Se quando os fios caem, logo dão lugar a outros, tudo bem. “O cabelo tem um ciclo de crescimento, de estabilização, de descanso e de queda, que ocorre a cada dois anos”, explica o diretor do Instituto do Cabelo e presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia, Luciano Barsanti, autor do livro Dr. Cabelo, da editora Elevação.

Segundo Barsanti, as mulheres têm muito mais cabelo do que os homens. Por isso, só notam o problema quando já perderam cerca de 30% dos fios. “Vêm ao consultório dizendo que, ao subirem a escada rolante espelhada do shopping, repararam no couro da cabeça”, conta Barsanti.

Para identificar o problema, o médico faz uma microscopia eletrônica do bulbo capilar. Usa um aparelho que funciona como uma espécie de scanner do couro cabeludo, aumentando em 8 mil vezes o fio e o couro da cabeça. O resultado é um diagnóstico preciso, com a verificação do estágio da queda e a indicação de um tratamento personalizado.

Alterações hormonais, estresse, depressão, ovários policísticos, doenças autoimunes, deficiências nutricionais, medicamentos, drogas ilícitas e álcool, alterações psiquiátricas, quimioterapia e até anorexia são as causas mais frequentes da perda capilar nas mulheres. O problema é observado na faixa etária dos 12 aos 60, sendo mais comum entre as de 25 a 45 anos. “Isso ocorre, principalmente, nas dietas sem acompanhamento médico.”

A boa notícia é que é possível reverter o quadro em qualquer idade, desde que o bulbo capilar esteja vivo. Entre as soluções, há tratamentos não invasivos, como laser de baixa penetração e infusão transiônica, que permite a aplicação de substâncias ativadoras do bulbo sem o uso de agulhas e aplicações.

Cerca de 80% das pacientes do Instituto do Cabelo apresentam caspa e seborréia (grande quantidade de óleo produzido pelas glândulas sebácias), o que provoca uma irritação na epiderme, a dermatite seborreica. Entre os tratamentos, há substâncias fitoterápicas e orgânicas aplicadas por uma espécie de pelling do couro cabeludo.

“Há terapias sendo desenvolvidas para estimular cabelos enfraquecidos a crescerem mais fortes, e até estudos de tratamentos com uso de células-tronco e clonagem. Tem uma empresa japonesa fazendo uma investigação e gastando milhões com isso”, brevemente  será possível até realizar testes genéticos para que a mulher tenha uma estimativa da probabilidade de perda dos fios.

Vale ressaltar que, quando a queda dos fios é associada a outros problemas, o tratamento capilar deve ter assistência multiprofissional, de endocrinologista (avalia as condições da tireoide), ginecologista (verifica possíveis problemas hormonais), nutricionista (avalia a segurança alimentar) e até psiquiatra e psicólogo.

Cansada de tentar os mais diversos tratamentos para combater a queda dos fios, Glória (nome fictício) desistiu de ir a consultórios e recorreu ao tratamento sugerido pelo seu cabeleireiro, Fernando Barros, à base de algas. “Ele disse que eu notaria a diferença em três meses, mas, em menos de um, notei que meus cabelos pararam de cair, ganharam vida e ficaram mais cheios”, conta ela, que aprendeu com ele a massagear a cabeça por alguns minutos antes de lavar.

PERDA POR TRAÇÃO

Repare em quem prende muito os cabelos, amarrando-os para trás: começam a aparecer “entradas“. “São as chamadas alopecias (quedas) cosméticas, por uso excessivo de tiaras, prendedores, e de penteados como rabo-de-cavalo e apliques”, diz Barsanti.

A professora universitária Gabriela Scur, de 35 anos, sofre com a queda dos fios desde os seus 18 anos, causada por problemas emocionais. “Não posso ficar nervosa que o cabelo quebra e cai. Fiz até biópsia, mas não descobriram nada.”

Tomou remédios fortíssimos, que até deram resultado. Numa ocasião, decidiu fazer megahair para sentir o gostinho de ter cabelo comprido (o dela sempre cresceu até a altura dos ombros). “Na primeira manutenção, quando tirei as mechas, vi que meu cabelo havia ficado chanel. Chorei.”

QUANDO O FIO ATROFIA

Mais grave é o diagnóstico de dihidrotestosterona (DHT), um agente que acaba com o bulbo capilar. “Ele age discretamente. Destrói a raiz do cabelo, que muitas vezes nem cai: o fio é afinado e, com o tempo, desaparece”, explica o tricologista Barsanti.

O problema é que, na mulher, o DHT se espalha por toda a cabeça. Já no homem, o problema é localizado, possibilitando tratamentos como implantes. “É preciso saber se a área do couro cabeludo de onde esses fios vão ser retirados ainda está saudável, com bulbos vivos, para não implantar um cabelo doente”.  ”O cabelo é só a ponta do iceberg. Temos de investigar o todo.”

O QUE VOCÊ PRECISA SABER

Fatores de risco:

- Consumo excessivo de cigarro, café, açúcar, anfetamina.

- Doenças: câncer, depressão, alterações da glândula tireoide, diabetes, tuberculose, doenças infecciosas do aparelho urinário, sinusites e viroses.

- Hábitos: amarrar o cabelo com elástico.

Lendas

- Cabelo fino não é sinônimo de cabelo fraco. Fraco é cabelo que afina.

- Não há contra-indicação para tintura, nem para alisamento, desde que seja feito com produto legalizado e por profissional capacitado.

- Pode-se usar cosméticos para hidratação

Conselhos

- Evite automedicação e soluções paliativas. Se a pessoa tem alteração na tireoide, por exemplo, o problema não vai ser resolvido com tratamento para a queda.

- Atente-se aos asteriscos dos produtos cosméticos.

Fonte Estadão


setembro 7th, 2009  
Tags: Álcool, Alopecia, Alterações Hormonais, Alterações Psiquiátricas, Anorexia, Aparelho, Bases de Algas, Bulbo Capilar, Cabelo, Cabelos, Calvície Feminina, Caspa, Células-Tronco, Clonagem, Couro Cabeludo, Cura de Doenças, Deficiências Nutricionais, Depressão, DHT, Diagnóstico, Dietas, Dihidrotestosterona, Doenças Autoimunes, Drogas Ilícitas, Endocrinologista, Entradas, Estresse, Fios de Cabelo, Ginecologista, Hormônio, Infusão Transiônica, Invasivos, Laser de Baixa Penetração, Medicamentos, Médicos Especializados, Microscopia Eletrônica, Mulheres, multiprofissional, Nutricionista, Ovários Policísticos, Pelling do Couro Cabeludo, Problema Capilar, psicólogo, psiquiatra, Queda, Quimioterapia, Rabo de Cavalo, Remédios, Scanner, Seborréia, Tireóide, Tração, Tratamento, Tratamento capilar, Tricologista



Calvície masculina na adolescência, pré-18 atinge até 10% dos homens

Alimentos, Alopecia, Brasil, Cabelo, Calvície, Ceará, Dúvidas, Fortaleza, Nutrientes, Queda de Cabelo, Remédio, Tratamento, vitaminas 0 Comment »

Faz três anos que Felipe Xavier, 19, tomou um susto cabeludo ao sair do banho: o chão do box estava peludo. Ele começava a ficar calvo aos 16, poucos anos depois da puberdade. “Entrei em parafuso! Tinha algo de errado!”.

Não tinha nada de errado e nem era acontecimento único. Felipe faz parte dos 20% dos calvos (que são metade dos homens) cujos cabelos começam a cair antes da maioridade, segundo dermatologistas ouvidos pelo Folhateen.

Hoje, Felipe parou de arrancar os cabelos de nervosismo. Desistiu de achar na família quem “deu” os genes que fizeram sua franja rarear e anuncia a data de morte da cabeleira.

Acha que daqui a três anos já deve ter perdido a guerra contra as “entradas“. Mas afirma que lutou antes de desistir.

Primeiro, foi ao médico, que lhe receitou finasterida, o “remédio da vez”. A droga age nos hormônios e é usada também para combater o câncer de próstata, só que em doses cinco vezes maiores.

Os comprimidos diminuíram “um pouco” a queda, mas ele desistiu deles depois de um ano. Faltava disciplina para tomar a dose todos os dias (“era como pílula “de mulher’”).

Ele trocou, então, o remédio por uma solução cosmética. Ajeita os fios encaracolados ao redor das falhas para tapá-las.

Esse truque é chamado nos EUA de “combover” (“penteia por cima“) e tem adeptos como Donald Trump, apresentador de “O Aprendiz” americano.

Quando não der mais para disfarçar, Felipe diz que vai assumir as falhas.

Gostam mais?

Já o estagiário de publicidade Juliano Carregari, 21, conseguiu reverter a queda antes que ficasse só por alguns fios.

Assim que acordou e deu de cara com “um ratão de pelos” no travesseiro, há dois anos, correu para a dermatologista.

Na consulta, ouviu que sua queda era causada por estresse e má-alimentação e levava o nome de eflúvio telógeno.

Desde então, ele toma um complexo de vitamina E e enche o prato de legumes e de verduras. Parou com as comidas gordurosas e de usar cera no cabelo, mas não de se estressar.

Até porque foi do salário da agência de publicidade que tirou os R$ 250 gastos nas ações. Valeu a pena, garante. “Escapei de conferir, na prática, se é mesmo dos carecas de que elas gostam mais…”.

Fonte Folha Uol


julho 28th, 2009  
Tags: Adolescência, Cabelos, Calvície Masculina, Calvos, Câncer de Próstata, Carecas, Combover, Comprimidos, Dermatologistas, Eflúvio Telógeno, Entradas, Estresse, Finasterida, Fios, Genes, Homens, Hormônios, Legumes, Má-Alimentação, Maioridade, Médico, Puberdade, Queda, Remédios, Verduras, Vitamina E



Queda de Cabelo X Tireoide: conheça as causas e os sintomas

Brasil, Ceará, Fortaleza, Queda de Cabelo, Remédio 17 Comments »

Foto-tireoide-Queda-de-cabeloEssa glândula, considerada a maestrina do corpo, teima em funcionar mal especialmente nas mulheres. Os problemas da tireoide aumentaram tanto que já se fala em epidemia. Embora o tratamento seja simples, nem sempre os sintomas são identificados ou os remédios tomados na dose certa. Isso explica a via-sacra por consultórios até encontrar alívio

Há algo de errado no reino da Dinamarca, diria o príncipe Hamlet, personagem do dramaturgo inglês William Shakespeare. De fato, algo deve estar errado quando dois remédios para compensar a produção insuficiente de hormônios da tireoide aparecem na lista dos 20 medicamentos mais vendidos no Brasil em 2008. Puran T4 e Synthroid movimentaram 102,2 milhões de dólares, e a participação deles no mercado cresceu 33,9% e 28,1%, respectivamente. Divulgado pelo IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica em vários países, o ranking inclui blockbusters como Dorflex; pílulas contra disfunção erétil (Cialis e Viagra); os analgésicos Neosaldina e Tylenol; anticoncepcionais; e os fármacos para controlar colesterol, hipertensão, azia, ansiedade e depressão.

Quem poderia imaginar um remédio à base de tiroxina (hormônio da tireoide) entre pesos-pesados e com venda superior ao Hipoglós, a tradicional pomada para assaduras em bebês? Talvez um endocrinologista. O que se verifica no Brasil é a mesma tendência observada nos Estados Unidos, onde 2% da população usa um composto à base de tiroxina”, diz Laura Ward, professora da Faculdade de Medicina da Unicamp e vice-presidente do Departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem). A tireoide – glândula em formato de borboleta localizada na parte anterior do pescoço – produz os hormônios T3 (tri-iodotironina) e T4 (tiroxina), que regem o cérebro, o fígado, os rins e o coração, além de controlar a queima de gorduras, a fertilidade e a disposição. A falta ou o excesso deles repercute em todo o organismo. A medicação é indicada para repor o hormônio em caso de hipotireoidismo, quando a tireóide trabalha em câmera lenta, provocando queda de cabelo e de libido, pele seca, cansaço, intestino preso, menstruação irregular, dores articulares, redução da memória e ganho de peso. Usa-se o remédio também quando a tireoide foi removida total ou parcialmente por causa de câncer. Logo, a expressiva venda dos fármacos aponta para a crescente incidência desses distúrbios.  “Eles aparecem mais porque os métodos de diagnóstico estão melhores”, afirma a endocrinologista Zuleika Halpern, do Departamento de Obesidade da Sbem. Mas a médica assinala que, independentemente disso, houve um aumento significativo na quantidade de pessoas com hipotireoidismo no mundo: “Fico impressionada com o número de pacientes no consultório. É quase uma epidemia”. Num estudo realizado pelo endocrinologista Mário Vaisman, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e pela epidemiologista Rosely Sichieri, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, mais de 12% das 1 292 mulheres analisadas apresentaram hipotireoidismo. Entre as atingidas, 85% nem desconfiavam do problema. Por isso, é comum peregrinarem por consultórios até resolverem suas queixas.
O tumor

Os registros de câncer de tireoide também estão em alta. Em vários países, houve um aumento da incidência nos últimos 30 anos, incluindo Brasil. Nos Estados Unidos, esse é o tumor que mais cresce. Entre 1997 e 2003, ele avançou à taxa média de 6,3% ao ano. E, para ficar ainda pior, tanto uma doença quanto a outra preferem o sexo feminino. O hipotireoidismo atinge dez mulheres para cada homem. Já no caso de câncer, a proporção é de três para um. Resta saber por que a glândula tem sido alvo de tantos ataques. As pesquisas mostram que o autor das agressões, muitas vezes, é o próprio sistema de defesa.Tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo, em geral, decorrem de doenças autoimunes, em que anticorpos destroem a glândula, no primeiro caso (mal de Hashimoto), ou a estimulam além da conta, no segundo (doença de Graves). Para Laura Ward, mesmo a tireoide workaholic – que provoca aceleração dos batimentos cardíacos, ansiedade, perda de apetite e alterações menstruais – com o tempo tende a ficar preguiçosa. Os anticorpos destruidores prevalecem no final.

O principal responsável pelos ataques é a predisposição genética: as disfunções são mais frequentes em quem possui histórico familiar e, embora possam se manifestar desde os 20 anos, tornam-se mais comuns acima dos 40 anos e após a menopausa – daí a suspeita sobre o peso dos hormônios. Stress e fatores do meio ambiente também podem desregular a glândula. Por exemplo, a falta ou o excesso de iodo, matéria prima para a fabricação dos hormônios da tireoide.

Para evitar o bócio, o inchaço da tireoide pela falta do mineral, adicionou-se iodo ao sal. Há trabalhos relacionando a ingestão excessiva ao aumento dos casos de hipotireoidismo”, conta Laura Ward. Em 2005, uma pesquisa da Universidade de São Paulo mostrou que 18% das pessoas analisadas sofriam de tireoidite e 6% tinham hipotireoidismo, o dobro do que ocorria em 1994. A mudança estava relacionada ao aumento do iodo adicionado ao sal por determinação do Ministério da Saúde em 1999. A trapalhada elevou a quantidade máxima recomendada, que era de 60 miligramas por quilo de sal, para 100 miligramas. A medida tinha a intenção de ampliar a prevenção dos problemas ligados à carência do iodo. Dois anos depois, a determinação caiu. Mas o impacto foi desastroso sobre as pessoas com predisposição. Muitas desenvolveram o mal de Hashimoto.

Cientistas ainda relacionam a doença ao uso abusivo de remédios para emagrecer. O trabalho de Mário Vaisman mostrou que o risco de desenvolver hipertireoidismo era duas vezes maior entre as usuárias desses medicamentos pela provável inclusão de hormônios tireoidianos. O custo tende a ser alto: sudorese, diarreia, irritabilidade, perda óssea, risco de infarto e convulsão.
Os exames que identificam problemas

O diagnóstico de disfunções na tireoide é feito por meio da análise, no sangue, dos níveis de TSH (sigla em inglês para hormônio estimula dor da tireoide, produzido pela hipófise). Esse hormônio pode ser comparado ao termostato da geladeira, que liga e desliga automaticamente conforme a temperatura no interior do aparelho. No caso, o TSH alto indica que a tireoide trabalha aquém do esperado. “Então, institui-se o tratamento para hipotireoidismo, que é simples e produz ótimos resultados”, diz Zuleika Halpern. Mas o quadro também pode ser tratado se o exame acusar discreta alteração ou na presença de sintomas leves, medida estimulada especialmente na gravidez (para não prejudicar o desenvolvimento do bebê) ou se houver dificuldade para engravidar. A coleta de sangue deve ser feita por quem tem histórico familiar da doença, manifesta sintomas ou já passou dos 35 anos. Para o câncer de tireoide, são fatores de risco definidos hereditariedade, cigarro e obesidade. O diagnóstico envolve ultrassom e, se necessário, punção por agulha. Embora nódulos na tireóide sejam frequentes na metade da população, 90% deles são benignos. Os malignos constituem minoria. Os casos de câncer, em geral, são simples e controláveis. Na dúvida, porém, opta-se pela retirada da glândula. Depois, a pessoa precisa tomar remédio pelo resto da vida para suprir a produção hormonal. “As doses variam de 25 a 200 miligramas”, esclarece Zuleika Halpern. “Cada pessoa tem uma dose certa. A definição requer um ajuste fino.” E é aí que está o problema. Pior do que o largo uso da tiroxina – droga eficaz, barata e quase sem efeitos colaterais se bem indicada – é o mau uso dela. “Um quinto das doses é inadequado, alto ou baixo demais”, diz Laura Ward. Isso é que tira o sono de especialistas e pacientes.
Depoimentos de mulheres com problemas na tireoide

Ataque silencioso
A bibliotecária Mônica Nascimento, 47 anos, ouviu o alerta do pai, médico, numa
conversa corriqueira. “Ele achou meu pescoço inchado e disse para procurar um especialista. Descobri dois nódulos milimétricos na tireoide. A punção deu resultado negativo. Eu estava com 35 anos, envolvida com trabalho, dois filhos e acabei esquecendo dos nódulos. Sete anos depois, num checkup, o clínico leu no meu prontuário sobre eles e pediu exames. Um dos dois já era maligno. Eu não sentia nada. Fui operada para a extração da glândula. Não precisei de quimioterapia, mas passei a tomar o hormônio da tireoide diariamente. Aí começou o mal-estar. Tinha insônia, calor, brigava por tudo. Demorou um ano e meio até o médico acertar a dose.”

Às voltas com a exaustão
Há oito anos, após o nascimento de sua filha e o fim do longo relacionamento com o pai dela, a relações públicas Soraya Pericoco, 40 anos, começou a sentir um cansaço inexplicável. Mal tinha vontade de levantar da cama. Também apresentava inchaço, irritabilidade, pele seca e queda de cabelo. “Achei que fosse depressão. O tratamento com fluoxetina (antidepressivo) melhorou o meu humor, mas não acabou com a falta de energia. Quase dois anos depois um médico sugeriu avaliar a tireóide. Foi quando eu descobri que tenho hipotiroidismo. Comecei a tomar o hormônio da tireóide toda manhã em jejum e aquele cansaço desapareceu. Minha pele e meus cabelos melhoraram. O que me incomoda hoje são dez quilos a mais que eu não consigo eliminar de jeito nenhum”.

Fonte Revista Claudia


julho 13th, 2009  
Tags: Causas, Hormônio, Queda de Cabelo, Remédios, Tireóide, Tiroxina



Entenda a biologia do cabelo e saiba como a calvície pode ser tratada

Alopecia, Brasil, Cabelo, Calvície, Calvície Feminina, Ceará, Cirurgias, Dúvidas, Entrevista, Fortaleza, Implante Capilar, Implante de Cabelo, Mundo, Queda de Cabelo, Remédio, Técnicas, Tratamento 3 Comments »

foto-calvicie-transplante-de-cabeloA cabeça contém cerca de 100 mil fios de cabelo e mais de 90% deles estão em crescimento. Quem explica é o professor de dermatologia Jerry Shapiro, chefe da Clínica de Doenças do Cabelo e do Couro Cabeludo da Universidade de Nova York. “O cabelo está em constante regeneração no couro cabeludo e cada fio permanece ali de três a sete anos, antes de cair e ser reposto por um novo.”

Conforme o especialista, essa fase de crescimento (chamada de anagênica), que se mantém na maior parte do ciclo, é acompanhada por outra fase que dura duas semanas (catagênica), durante a qual acontece uma morte celular programada.

Depois disso, vem a fase telogênica, um momento de repouso que dura três meses. Comparado ao cabelo anagênico, o telogênico se situa no alto da pele e pode ser arrancado facilmente e, por isso, é normal que percamos 100 deles por dia.

O dermatologista especializado em tricologia (estudo do cabelo) Valcinir Bedin esclarece que a queda de cabelos nos homens, em 95% dos casos, está associada a causas genéticas. Nos demais 5%, relaciona-se a problemas hormonais ou metabólicos.

Nas mulheres, acrescenta Shapiro, as causas são variadas, e abrangem genética, hormônios, perda abrupta de vários fios e, em geral, ocorre após grave doença ou estresse, tratamentos quimioterápicos, uso de certos medicamentos ou tração(cabelos presos por muito tempo).

Diagnóstico

Nos homens, o diagnóstico é feito por meio de exame clínico para avaliação da aparência da queda e do histórico familiar. O especialista deve analisar o grau de diminuição dos folículos capilares e decidir qual é a melhor forma de tratamento.

Nas mulheres, como as causas abrangem várias possibilidades, além do exame clínico e do histórico, vários testes podem ser solicitados: níveis hormonais, metabolismo, ferro, zinco, cobre, hemograma e, se necessário, biópsia do couro cabeludo, assim como densitometria.

Tratamento

Após a análise da causa da queda, o tratamento pode ser farmacológico, que compreende o uso de remédios tópicos como o minoxidil, cuja função é estimular o crescimento. Outra substância usada é o avicis (17-alfa-estradiol). Há também no mercado um medicamento fitoterápico, um extrato de palmito (Serenoa repens). Injeções no couro cabeludo também podem ser indicadas.

Por via oral, a opção é a finasterida, que transforma a testosterona (T) em dihidrotestosterona (DHT), que é a responsável pela miniaturização dos pelos. A flutamida é também usada para a alopécia feminina, pois bloqueia a ação dos hormônios masculinos, impedindo que ajam na pele e nos cabelos.

A cirurgia para transplante de cabelo (e não implante, porque este pressupõe o uso de algo estranho ao corpo) é indicada nos casos em que outros medicamentos ou tratamentos não trouxeram resultados satisfatórios.

Tratamentos com laser só podem ser realizados experimentalmente por instituições de ensino e pesquisa, pois não há estudos que comprovem sua eficácia.

Cristina Almeida
Fonte: UOL Ciência e Saúde


junho 27th, 2009  
Tags: Alfa-Estradiol, Alopecia Feminina, Anagênica, Avicis, Biologia, Biópsia, Cabeça, Cabelo, Cabelos Presos, Calvície, Catagênica, Causas Genéticas, Cobre, Couro Cabeludo, Crescimento, Densitometria, DHT, Dihidrotestosterona, Estresse, Estudo do Cabelo, Extrato de Palmito, Ferro, Finasterida, Fios de Cabelo, Folículos Capilares, Genética, Grave Doença, Hemograma, Homens, Metabólico, Minoxidil, Mulheres, Pele, Problemas Hormonais, Queda de Cabelo, Quimioterápicos, Remédios, Serenoa repens, Telogênica, Testosterona, Tópicos, Transplante de Cabelo, Tratada, Tricologia, Zinco



Conheça mitos e verdades sobre a queda de cabelo

Alopecia, Brasil, Cabelo, Calvície, Calvície Feminina, Ceará, Cirurgias, Dúvidas, Entrevista, Fortaleza, Implante Capilar, Implante de Cabelo, Queda de Cabelo, Remédio, Técnicas, Tratamento 0 Comment »

foto-mitos-verdade-calvicie-queda-de-cabeloApesar da evolução no tratamento da calvície, ainda hoje existem vários mitos sobre o assunto. Quando se ouve falar de uma solução cirúrgica, por exemplo, muitos ainda acreditam que os resultados não compensam. A opção da maioria é arranjar um jeito próprio de conviver com o problema, utilizando-se de inúmeros artifícios, sem nunca enfrentar o problema com o apoio de um especialista.

Essa é a razão pela qual muitas pessoas descuidam da higiene, porque acham que quanto mais lavam os cabelos, mais os cabelos caem. Puro mito. O dermatologista Valcinir Bedin, especialista em tricologia (estudo dos cabelos), diz que não existe relação entre as duas coisas, mas aconselha a não ir para a cama com os cabelos molhados, pois isso faz mal à saúde em geral.

Quanto aos xampus antiqueda, esclarece o especialista, “são apenas coadjuvantes do tratamento, pois é impossível reverter um quadro de queda só com esses produtos. Mas eles são bons para manter o couro cabeludo estável e limpo, especialmente quando se verifica a presença de dermatite seborréica ou caspa“.

Outro mito muito difundido é o de que a calvície, na verdade, é uma herança materna. Sim e não. Realmente, a alopécia tem causas genéticas. Entretanto, ela é o resultado de uma espécie de mix genético do tipo dominante e por isso pode ser herdada de ambos os pais, mesmo que eles não apresentem tendência à queda de cabelos. Às vezes, “na árvore genealógica da calvície, ela está ligada à pessoa por causa de um tio, um bisavô ou um tataravô”, esclarece o professor de dermatologia Jerry Shapiro, chefe da Clínica de Doenças do Cabelo e do Couro Cabeludo da Universidade de Nova York.

Mulheres não ficam carecas?

Para os que pensam que as mulheres estão livres do problema, Bedin dá uma péssima notícia: “Temos uma perspectiva de aumento de 10% ao ano no número de casos de diminuição de cabelos em mulheres“. “Não podemos chamar de calvície, uma vez que este termo só se aplica a diminuição (rarefação) capilar devido a problemas genéticos. Mas é uma perda de cabelos”.

Entre as causas, o estilo de vida moderno: o estresse provoca no corpo alterações que levam à perda de cabelos e, mesmo que indiretamente, mudanças hormonais consequentes a esse estado podem potencializar a queda. Isso acontece porque o estresse aumenta a produção de estradiol, um hormônio que impede o crescimento dos cabelos”, conclui.

Na opinião de Shapiro, porém, as situações estressantes que podem causar essa perda são “fatos drásticos como luto, divórcio ou falência“.

Efeito cabeça de boneca

Outra ideia comum no que se refere ao tratamento da calvície com transplantes é o chamado “aspecto de cabeça de boneca”. Bedin diz que para se obter um resultado estético adequado, deve-se esperar ao menos seis meses. “Apesar desse tempo de espera, quase não existe preconceito em relação à técnica, e a dúvida recorrente é fazer ou não fazer”.

“A solução cirúrgica é indicada nos casos em que outros tratamentos não foram satisfatórios, e é realizada com anestesia local sob sedação (o paciente dorme durante o procedimento)”, comenta o especialista. “Segue-se a retirada de uma porção do couro cabeludo na área da nuca; os fios são separados um a um e inseridos onde há escassez. O tempo de espera para o crescimento é de dois meses. A partir daí, os cabelos crescem um centímetro a cada mês”, conclui.

Veja o argumento dos especialistas em relação a outros mitos comuns:

Remédio para tratamento de calvície causa disfunção erétil
FALSO. Apesar de determinadas remédios apresentarem esse efeito na bula, o fato costuma ser muito raro. Os especialistas afirmam que quando o paciente é bem orientado, raramente sofre o sintoma.

Uma vez iniciada a queda, ela é permanente e irreversível
PARCIALMENTE VERDADEIRO. O cabelo pode voltar a crescer se a queda estiver relacionada ao estresse ou doenças (como câncer e lúpus). Nos casos mais comuns (para homens e mulheres), quanto mais cedo for o tratamento, melhores serão os resultados.

Homens calvos são menos viris
FALSO. A origem da crença se relaciona a Sansão, o personagem bíblico que teve sua virilidade questionada depois que Dalila lhe cortou os cabelos. Além disso, homens de sucesso, fortes e poderosos, continuam a ser representados por meio de modelos com belos cabelos. Entretanto, não existem evidências científicas que comprovem uma relação entre calvície e virilidade. O que existe é uma menor satisfação com a imagem corporal e a convicção de que aparentam ser mais velhos.

Homens calvos são mais potentes
FALSO. Queda de cabelo nos homens não tem relação com a produção de testosterona, mas com uma sensibilidade genética a uma espécie de testosterona modificada no organismo, a dihidrotestosterona (DHT).

O tipo de penteado pode pode causar queda
VERDADEIRO. Coques e rabos com o amarrado muito forte, especialmente nos casos de pessoas afro-descendentes, pode causar uma espécie de queda de cabelo denominada alopécia de tração.

A queda acontece de forma aleatória no couro cabeludo
FALSO. Normalmente ocorre no topo da cabeça e, em geral, começa na região da coroa ou frontal (pode ser nas duas ao mesmo tempo). Essa região frontal é também conhecida como região das entradas.

Não há nada que se possa fazer em relação à calvície
FALSO. Atualmente existem vários tratamentos disponíveis, incluindo medicamentos e procedimentos cirúrgicos.

Cortar ou raspar o cabelo afeta crescimento e textura dos fios
FALSO. Nada do que se faça no fio e que não interfira no couro cabeludo causará mudanças na raiz. Logo, cortar e raspar pouco influenciam.

Para se ter bom cabelo é preciso comer proteína
VERDADEIRO. De 60% a 90% da composição capilar é aminoácido. Portanto, uma alimentação rica em proteínas pode melhorar a qualidade dos fios e deixar os cabelos mais fortes.

É normal perder 100 fios de cabelos todos os dias
PARCIALMENTE VERDADEIRO. É considerado normal perder 100 fios se eles estiverem sendo repostos. Se há perda de 300 e reposição de 300, há um equilíbrio que não evolui para calvície ou rarefação capilar. Porém, se a pessoa estiver perdendo 30 e repondo 20, o balanço negativo se estabelece e a falta de cabelo começará a aparecer.

O número de folículos pode ser aumentado com tratamento ou medicamentos
PARCIALMENTE VERDADEIRO. O número de folículos é determinado na formação do indivíduo, quando na fase de feto, no útero materno. Esse número não poderá ser aumentado com tratamentos, exceção feita à terapia com células tronco que permita a proliferação dos folículos. A partir daí, poderiam ser implantados, aumentando os folículos do indivíduo em vida.

No outono os cabelos caem mais
VERDADEIRO. A explicação para esse fato é que existem em nossa pele sensores de luminosidade, que recebem mais estímulos no verão, fazendo com que os cabelos cresçam mais e caiam menos nessa estação. Com a chegada do outono, os fios que não caíram começam a cair e dão a impressão de uma queda mais intensa.

Secador e chapinha causam queda
PARCIALMENTE VERDADEIRO. Chapinha e secador aquecem os cabelos e, se não aplicados corretamente, podem danificar a haste capilar. Entretanto, uma frequência máxima compreendendo dia sim, dia não, pode ser aceita.

Cosméticos como tintura, gel, mousse, e produtos sem enxágue podem causar calvície
FALSO. Esses produtos podem ressecar ou diminuir o brilho dos fios, mas não interferem na queda de cabelos. Saber a origem, a marca e quem é o fabricante, é importante para saber quem consultar sobre a qualidade e conteúdo dos produtos em caso de acidentes.

Anabolizantes e vitaminas causam queda
VERDADEIRO. Esteroides podem causar queda de cabelo nas pessoas geneticamente predispostas. Em relação às vitaminas, em geral elas não ajudam e, em excesso, podem causar queda.

Fontes: dermatologistas Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo (SBEC); Jerry Shapiro, da Universidade de Nova York e Ademir Jr., professor de Anatomia e Fisiologia da pele do curso de pós-graduação em Cosmetologia das Faculdades Oswaldo Cruzdo Uol


junho 26th, 2009  
Tags: Alopecia, Antiqueda, Cabelos Molhados, Calvície, Cama, Caspa, Dermatite Seborréica, DHT, Dihidrotestosterona, Disfunção Erétil, Efeito Boneca, Especialista, Estudo, Genética, Herança Materna, Higiene, Lavar os cabelos, Mitos, Proteína, Queda de Cabelo, Remédios, Resultados, Saúde, Solução Cirúrgica, Tratamento da Calvície, Tricologia, Verdade, Xampus



Calvície – Uso de anabolizante sem acompanhamento médico pode causar queda de cabelo

Alopecia, Brasil, Calvície, Ceará, Fortaleza, Queda de Cabelo, Remédio, Técnicas 1 Comment »

anabolizante-foto-calvicie-medicoOs hormônios esteroides promovem o crescimento de tecidos, especialmente muscular e ósseo. As substâncias, derivadas de testosterona, o hormônio sexual masculino, despertam interesse em gente que busca uma melhora estética.

Indicação médica e acompanhamento laboratorial, especialmente da parte hepática, fazem parte da fórmula para se evitar danos. “Homens adultos, normalmente acima de 50, 55 anos, que apresentam redução na produção de testosterona, podem fazer uso como reposição hormonal”, explica o endocrinologista Felippo Pedrinolla.

O nutrólogo Thiago Volpi acrescenta à lista de problemas quadros de anemia grave, osteoporose, pacientes HIV positivos com perda importante de peso e crianças com déficit de crescimento.“É obrigatória a prescrição médica e o controle da dosagem”, alerta Volpi. “O uso indevido é realizado, em sua maioria, por atletas, profissionais ou amadores, na busca por um físico forte”, diz Pedrinolla.

Usados sem controle, no curto prazo, podem levar a efeitos colaterais como a redução da produção de esperma e da libido, impotência, calvície e aumento das mamas (ginecomastia). O uso contínuo pode levar a câncer no fígado, na próstata, elevação do colesterol, da pressão arterial e fibrose testicular. “Os hormônios funcionam como uma orquestra, qualquer mudança pode alterar tudo”, diz Pedrinolla.

Especialista em alimentação e suplementação esportiva, e atleta campeã de Body Fitness (campeã paulista, brasileira, 3ª colocada no Sul Americano e 7ª colocada no Mundial da categoria), a personal trainer Gilmara Chaves reforça os cuidados necessários para o uso de esteroides anabólicos. “Não podemos fechar os olhos. É tentador conseguir a musculatura desenvolvida com maior velocidade, mas existem diversos problemas de saúde associados ao uso excessivo.”

Fonte: IG


junho 2nd, 2009  
Tags: Calvície, Hormônios Esteroides, Medicamentos, Queda de Cabelo, Remédios, Susbtâncias



Previous Entries
  • Posts Recentes

    • Por quê meus cabelos não crescem? 5 motivos que interferem no crescimento dos seus cabelos
    • O que provoca a queda de cabelos? Tabagismo, álcool?
    • Jude Law e as suas entradas – Ator está ficando calvo
    • O cabelo: símbolo de poder e força
    • Fios em queda – Conheça as principais causas da queda de cabelos depois dos 50 e seus tratamentos
  • Categorias

    • Alimentos
    • Alopecia
    • Apresentador de TV
    • Ator
    • Atriz
    • Brasil
    • Cabelo
    • Calvície
    • Calvície Feminina
    • Calvície Infantil
    • Cantor
    • Cantora
    • Caspa
    • Ceará
    • Celebridades
    • Cirurgias
    • Cútis Seca
    • Dúvidas
    • Empresário
    • Entrevista
    • Estresse
    • Estudos
    • Ex-presidente
    • Fortaleza
    • Fue – Folicular Unit Extraction
    • GIGASESSÃO
    • Hiperidrose
    • Implante Capilar
    • Implante de Cabelo
    • Jogador de Futebol
    • Jogador de Futebol Americano
    • Modelo
    • Mundo
    • Nutrientes
    • Político
    • Presidente
    • Príncipe
    • Problemas Capilares
    • Queda de Cabelo
    • Queda dos Cabelos
    • Remédio
    • Repórter
    • Seborréia
    • Sobrancelha
    • Sobrancelhas
    • Técnicas
    • Tenista
    • Transplante Capilar
    • Transplante de Cabelo
    • Tratamento
    • Tricotilomania
    • Uncategorized
    • vitaminas
  • Tags

    Alopecia Alopecia Androgenética Alopecia Areata Auto-Estima Cabelo Cabelos Cabeça Calvos Calvície Calvície Feminina Calvície Masculina Capilar Careca Causas Cirurgia Couro Cabeludo DHT Doença Dr. Márcio Crisóstomo Estresse Ferro Finasterida Fios Folículos Capilares Folículos Pilosos Homens Implante Capilar Implante de Cabelo Medicamentos Minoxidil Mulheres Perda de Cabelo Problema Queda queda capilar Queda de Cabelo Queda de Cabelos Queda dos Cabelos Remédios Saúde Testosterona Transplante Capilar Tratamento Tratamento capilar Tratamentos
Categorias
  • Alimentos
  • Alopecia
  • Apresentador de TV
  • Ator
  • Atriz
  • Brasil
  • Cabelo
  • Calvície
  • Calvície Feminina
  • Calvície Infantil
  • Cantor
  • Cantora
  • Caspa
  • Ceará
  • Celebridades
  • Cirurgias
  • Cútis Seca
  • Dúvidas
  • Empresário
  • Entrevista
  • Estresse
  • Estudos
  • Ex-presidente
  • Fortaleza
  • Fue – Folicular Unit Extraction
  • GIGASESSÃO
  • Hiperidrose
  • Implante Capilar
  • Implante de Cabelo
  • Jogador de Futebol
  • Jogador de Futebol Americano
  • Modelo
  • Mundo
  • Nutrientes
  • Político
  • Presidente
  • Príncipe
  • Problemas Capilares
  • Queda de Cabelo
  • Queda dos Cabelos
  • Remédio
  • Repórter
  • Seborréia
  • Sobrancelha
  • Sobrancelhas
  • Técnicas
  • Tenista
  • Transplante Capilar
  • Transplante de Cabelo
  • Tratamento
  • Tricotilomania
  • Uncategorized
  • vitaminas
Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
Copyright © 2012 CIC – Centro de Implante e Transplante Capilar All Rights Reserved XHTML CSS THEME by I SOFTWARE REVIEWS