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Posts Tagged ‘Queda de Cabelos’

O que provoca a queda de cabelos? Tabagismo, álcool?

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Idade e genética têm sido tradicionalmente considerados os preditores mais confiáveis para a perda de cabelo, em mulheres e homens. No entanto, dois novos estudos, envolvendo gêmeos idênticos, apresentados durante a última conferência anual da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS), revelam novos fatores de risco para a perda de cabelo em homens e mulheres.

De acordo com dados do estudo The Relative Contribution of Endogenous and Exogenous Factors to Female Alopecia: A Study of 84 Genetically Identical Females, que examinou dados de 84 mulheres gêmeas idênticas, o mais forte preditor de perda de cabelo feminino foi o estado civil. Aquelas que eram divorciadas ou viúvas apresentaram maior perda de cabelo que as mulheres casadas. Além disso, um grande consumo semanal de álcool levou a níveis mais elevados de perda de cabelo feminino ao longo da frente da cabeça. O tabagismo pesado foi um fator significativo para a queda de cabelo feminina na área do templo. No entanto, as mulheres que bebiam moderadamente – duas doses de bebidas alcoólicas por semana – experimentaram perda de cabelo significativamente menor do que suas irmãs gêmeas.

“Os gêmeos idênticos são geneticamente programados para experimentar padrões semelhantes de envelhecimento e perda de cabelo. Se um gêmeo perde mais cabelo do que o outro, esta perda está relacionada a fatores externos”

Alopécia masculina

Um segundo estudo – The Relative Contribution of Endogenous and Exogenous Factors to Male Alopecia: A Study of 66 Genetically Identical Males – analisou dados de 66 homens gêmeos idênticos e descobriu que, embora a genética seja o mais forte preditor de perda de cabelo masculina, ao longo da frente da cabeça, o tabagismo, a exagerada exposição ao sol e um histórico de caspa também contribuem para uma maior queda de cabelo nos homens. Além disso, condições médicas – como a hipertensão, a falta de exercícios físicos regulares – e níveis de testosterona elevados contribuem também para o aumento das taxas de perda de cabelo nos homens.

“No dia a dia, não percebemos tanto interesse na prevenção e no tratamento da perda de cabelo, como em fórmulas e tratamentos para rejuvenescer. No entanto, nos deparamos com muitas mulheres e homens profundamente afetados pela perda de cabelo.

Descobrir os fatores de risco controláveis e mutáveis? que contribuem para a perda de cabelo pode nos ajudar a preveni-la com mais sucesso, pois podemos desenvolver meios mais eficazes para controlar esta condição preocupante”.


janeiro 26th, 2012  
Tags: Álcool, Homens, Mulheres, Provoca, Queda de Cabelos, tabagismo



Fumo x Calvície – Fumar aumenta risco de calvície em homens, diz estudo

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Um estudo feito por cientistas em Taiwan sugere que homens fumantes correm mais risco de ficarem carecas.

O estudo, realizado pelo Far Eastern Memorial Hospital, em Taipei, indica que homens que fumam 20 ou mais cigarros por dia têm duas vezes mais chance de ter queda de cabelos moderada ou severa do que aqueles que nunca haviam fumado.

A pesquisa observou 740 homens em Taiwan com idade entre 40 e 90 anos e analisou o histórico da calvície na família, a intensidade com a qual fumavam e a idade com a qual começaram a perder cabelo.

Os cientistas descobriram também que homens caucasianos têm chances maiores de ficarem calvos do que os de ascendência asiática.

Publicada na revista científica Archives of Dermatology, a pesquisa indica ainda que o risco de calvície permanece elevado mesmo entre os ex-fumantes.

Segundo os cientistas, fumar danifica a estrutura genética dos folículos capilares, responsável pelo crescimento dos fios. O fumo pode ainda afetar as raízes das células necessárias para a circulação de sangue e hormônios.

A calvície masculina, conhecida cientificamente como alopecia androgênica, atinge dois terços dos homens adultos e entre suas principais causas estão fatores genéticos e hormonais.


maio 9th, 2011  
Tags: Alopecia androgênica, Calvície, Calvície Masculina, Calvos, Carecas, caucasianos, Crescimento, ex-fumantes, Fumar, Fumo, Genéticos, Homens, Hormonais, Hormônios, Queda de Cabelos



Queda de cabelos em mulheres – As causas mais comuns: mudanças hormonais, genética, distúrbios como anemia e hipetireoidismo

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Queda de cabelos em mulheres

A queda de cabelos tem as causas mais diversas e, entre as mais comuns, estão as mudanças hormonais, a genética e distúrbios como a anemia e o hipotireoidismo.

Cerca de 30% das mulheres com 50 anos têm algum grau de calvície. É preciso ficar atento aos sinais, já que a queda de cabelo no sexo feminino costuma ser diferente da no masculino, sendo raras as mulheres que ficam completamente carecas. O que acontece é um afinamento progressivo dos fios, geralmente a partir dos 30 anos.

Perda de até 100 fios por dia é normal

Alerta para as mulheres que devem ficar atentas a alguns sinais especiais, já que, todo dia, as pessoas perdem cerca de 100 fios. Essa perda só preocupa se os fios começam a se acumular no ralo da pia ou do chuveiro, na escova, nas roupas ou no travesseiro.

Quando todo o cabelo fica mais ralo, caem tufos ou há um afinamento onde os fios são repartidos, é hora de procurar um médico. Os tratamentos respondem melhor quando a calvície está em fase inicial e vai variar de acordo com o tipo de queda. Para um diagnóstico completo, os médicos costumam recomendar exames clínicos e laboratoriais, como o tricograma (análise dos fios). Em alguns casos, é necessário fazer a biópsia do couro cabeludo.

Um dos tipos mais comuns de queda de cabelo é o eflúvio telógeno, caracterizado pela diminuição dos fios em toda a cabeça. A queda pode ser aguda ou crônica e geralmente é causada por febres altas, dengue, anemias (causadas por menstruações intensas ou deficiências nutricionais), dietas radicais, medicamentos e no pós-parto.

- Doenças endocrinológicas, como as da tireóide, e estresses importantes também podem fazer o cabelo cair. Em geral, o distúrbio se resolve espontaneamente ou em até seis meses quando a causa é corrigida.

Alopécia androgênica atinge 1 em cada 5 mulheres

Outra causa comum é a alopecia androgênica – a calvície hereditária – que chega a atingir uma em cada cinco mulheres, de acordo com a Academia Americana de Dermatologia, nos Estados Unidos. Rutowitsch explica que, nesses casos, os fios da linha da testa são preservados e a mulher não ganha entradas, mas o cabelo da parte de trás e no alto da cabeça vai ficando mais ralo.

A predisposição genética é que vai determinar o grau de queda, mas o excesso de hormônios masculinos, muitas vezes elevados por problemas no ovário ou nas glândulas suprarrenal e hipófise, pode contribuir para o seu agravamento.

Rutowitsch  alertam que, raramente, penteados, escovas, chapinhas e tinturas fazem o cabelo cair.

- Em geral, esses procedimentos provocam a quebra do cabelo, mas quase nunca vão provocar a queda. Mas a tração continuada de alguns processos, como os alisamentos e os penteados afros, podem provocar a perda definitiva dos fios.

Tratamento com boa taxa de sucesso

Muitos tratamentos usados para combater a calvície masculina não podem ser feitos por mulheres, já que eles agem diretamente nos hormônios. Dependendo do caso,  recomenda medicamentos por via oral ou tópica que antagonizem a ação dos hormônios masculinos.

- Os resultados são variáveis. Em geral, conseguimos a diminuição, a estabilização ou mesmo a reversão parcial do processo. Na calvície, os resultados demoram no mínimo seis meses para serem observados e o tratamento é para sempre.


novembro 28th, 2010  
Tags: anemia, Causas, comuns, Distúrbios, Genética, hipetireoidismo, mudanças hormonais, Mulheres, Queda de Cabelos



Mitos e verdades sobre a calvície

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Estresse provoca queda de cabelos.
Verdade. O estresse, seja físico ou emocional, provoca alterações hormonais que podem levar à queda dos fios.

Lavar os cabelos diariamente aumenta a queda.
Mito. A detergência do xampu pode ressecar os fios, mas jamais levar à queda.

O que leva à perda de cabelo é o excesso de testosterona; logo os carecas são mais potentes.
Mito. Infelizmente, para os calvos, a perda de cabelo não é provocada por um aumento na produção de hormônios masculinos, mas sim pela quantidade maior da enzima 5-alfa-redutase, que é determinada geneticamente e não tem nada a ver com virilidade.

Usar gel causa queda de cabelo.
Mito. Usar gel não favorece a queda dos fios, mas é bom evitar dormir com gel nos cabelos, pois ficam endurecidos e podem quebrar com mais facilidade.

Os cabelos caem mais no inverno.
Verdade. Nos meses frios, sensores de luz localizados na pele recebem menos luminosidade. Essa mudança diminui o estímulo da divisão celular, o que gera um número menor de fios e ainda enfraquece a raiz. O resultado: além de os fios caírem mais rápido, eles também nascem mais devagar. É também nessa época de mudanças climáticas que aumenta a incidência de dermatite seborréica – a caspa.

O secador e uso da “chapinha” aumentam a queda.
Mito. A queda de cabelo está relacionada a problemas no couro cabeludo. O que pode acontecer é a quebra do fio devido à alta temperatura dos aparelhos.

Alguns esportes danificam os cabelos e levam à queda.
Mito. Atletas que tiverem tendência à calvície ficarão calvos independentemente do esporte ou atividade física.

A caspa favorece a queda.
Mito. Ela pode ser um coadjuvante da queda, mas não a desencadeadora. A confusão se dá porque cerca de 70% dos calvos têm dermatite seborréica (oleosidade e descamação do couro cabeludo).

Os cabelos crescem mais rápido no verão.
Verdade. O sol estimula a atividade de alguns hormônios, como a prolactina e a melatonina, que induzem o bulbo capilar a “trabalhar” mais, acelerando o crescimento dos fios.

Cortar os cabelos interfere na queda dos fios.
Mito. Cortar o fio do cabelo não interfere em nada com o seu crescimento e nem provoca a sua alteração. As causas de queda de cabelo de origem hormonal ou hereditária abrangem apenas a parte das raízes, onde o cabeleireiro não exerce influência.

Usar boné faz cair os cabelos.
Mito. O uso do boné não faz cair os cabelos, mas pode interferir em algumas pessoas que exageram no uso do boné. Pois pode agravar doenças como a dermatite seborréica, que pode ser um coadjuvante da queda.

Perco mais cabelos se penteá-los ou escová-los.
Mito. Caem apenas os cabelos que já completaram o seu ciclo de vida. Sendo assim, não faz diferença se isso ocorre durante a escovação ou mais tarde, espontaneamente.

Condicionador pode causar a queda dos cabelos.
Mito. O condicionador não causa a queda de cabelos, o que ocorre é que os fios que já estão na fase de queda cairão com mais facilidade. Mas o ideal é que o condicionador seja utilizado apenas nos fios e não diretamente no couro cabeludo, pois pode agravar a dermatite seborréica e favorecer a queda.

Técnicas de alisamento e tingimento podem causar queda dos fios.
Mito. A tintura e alisamento agem nos fios e não na raiz dos cabelos, e quando usadas corretamente e com intervalos de 30 dias, não influenciam na queda. O que pode ocorrer é o enfraquecimento da haste dos cabelos, resultando fios mais fracos, ressecados, com pontas duplas e com tendência a quebra.

Colocar anticoncepcional no shampoo faz os cabelos crescerem mais rápido.
Mito. O uso de hormônios femininos não faz os cabelos crescerem mais rápido, muito menos desta maneira, pois a absorção dos hormônios, se ocorrer, será mínima.

Os cabelos caem mais após o parto.
Verdade. Cerca de quatro meses após o parto (ou outro tipo de estresse físico ou emocional), muitos fios de cabelo podem entrar prematuramente na fase de queda, levando à perda de mais fios por dia do que o normal. Chama-se eflúvio
telógeno e estes pêlos voltarão a crescer normalmente após algum tempo.

Cortar os cabelos os faz ganhar força.
Mito. O fato de cortar o fio do cabelo não interfere em seu bulbo capilar, responsável por seu crescimento.

Cortar os cabelos durante a lua crescente os faz crescer mais rápido.
Mito. O fato de cortar o fio do cabelo não interfere em seu bulbo capilar, responsável por seu crescimento.

Calvície tem tratamento.
Verdade. Quanto mais cedo começar o tratamento contra calvície, melhor. Somente o dermatologista poderá prescrever o tratamento mais adequado.

Fonte Terra


julho 15th, 2010  
Tags: Calvície, Calvos, Carecas, Caspa, Dermatite Seborréica, Estresse, Hormônios Masculinos, Mitos, Queda de Cabelos, Queda dos fios, raiz, ressecar, Seborréica, Testosterona, Verdades



Combata a calvície – Um drama que tem tratamento

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Se seu cabelo cai toda vez que você o penteia ou o lava, saiba que você é uma pessoa normal. Nossos cabelos estão sempre caindo e sendo repostos.

A calvície acontece quando a taxa de queda de cabelos é superior ao normal e não há a reposição desses fios. Ela é bem mais comum nos homens, mas também acomete algumas mulheres. E pode ser combatida, sim. Entenda como!

Homens
A alopécia androgenética ou calvície é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença.

A herança pode vir do lado paterno ou materno e é resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona).

Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase, e é transformada em diidrotestosterona (DHT), que vai agir sobre os folículos pilosos, promovendo a sua diminuição progressiva a cada ciclo de crescimento dos cabelos, que vão se tornando menores e mais finos.

O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície.

“A perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície”.

E nas mulheres?
A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação dos cabelos, que se tornam finos e têm seu tamanho diminuído.

Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada. O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo.

Em algumas mulheres, a alopécia só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos. Já a perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície, ok? Isso é um processo normal do organismo feminino.

Os tratamentos
A chance contra o fim da calvície se deve ao uso de finasterida, um medicamento que atua bloqueando o processo que leva à perda dos cabelos. Segundo alguns estudos, a finasterida interrompe a evolução da calvície em 86% dos homens tratados.

O medicamento era originalmente utilizado para o tratamento do aumento da próstata. A observação de seus efeitos sobre a calvície de pacientes que utilizavam o produto para esta finalidade chamou a atenção de um laboratório, que acabou produzindo um medicamento próprio para tratar a calvície.

Mas só mesmo o médico pode indicar o tratamento correto, mesmo porque, para as mulheres, a finasterida não costuma ser indicada.

Ajuda no tratamento
Mantenha uma vida saudável e uma alimentação rica em aminoácidos e proteínas; cobre, ferro, zinco, óleo de linhaça e complexo B, além de fazer exercícios físicos. Esses fatores contribuem para uma boa nutrição capilar e irrigação do couro cabeludo.

Lave sempre o cabelo com xampu de pH neutro e sem sal para remover a sujeira e o sebo em excesso sem alterar o pH do couro cabeludo.

Crie o hábito de massagear o couro cabeludo. A massagem deve começar na parte frontal da cabeça e nas têmporas, continuando na nuca e terminando no alto do crânio. Isso ativa a circulação.

Não ache que é normal
É bem comum os homens acharem que se trata de algo normal, mas vale a pena consultar um dermatologista quando sentir que os fios estão rareando.

Isso porque o grau de recuperação depende de fatores como a idade do homem, o quanto ele já perdeu de cabelo e qual o objetivo final.

Resumindo: um homem que começou a perder o cabelo agora tem mais chance de que ele volte a crescer em relação a alguém que já é calvo há vários anos. Cuide-se.

Fonte: Site Minha vida


junho 22nd, 2010  
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Tratamento Cirúrgico – Transplante capilar, cirurgia no combate a calvície

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O tratamento cirúrgico para a queda de cabelos causada pela calvície é o transplante de cabelos. Consiste na transferência das unidades foliculares (raízes) colhidas nas regiões não afetadas pela genética da calvície (área doadora), para as regiões calvas. Esse cabelo nasce, cresce normalmente e dura a vida toda.

Os cabelos são reposicionados através da transferência de áreas não acometidas pelo gene da calvície (posterior acima da nuca e laterais) para a área calva ou semicalva. Apenas uma quantidade limitada de fios pode ser doada.

Isso para não gerar alterações estéticas na área doadora. Somente cabelos da própria pessoa podem ser utilizados nesta cirurgia.

Dessa forma os cabelos permaneceram para sempre, podendo diminuir na velhice.


maio 23rd, 2010  
Tags: Área doadora, calvas, Calvície, Fios, Queda de Cabelos, Transplante Capilar, tratamento cirúrgico



Queda de Cabelos: Desnutrição é um grande causador da queda capilar

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Dietas severas ou hábitos alimentares anormais podem desenvolver deficiências importantes de proteínas, vitaminas e minerais que são importantes para a vitalidade dos cabelos. Quando puxados, os fios se desprendem facilmente da raiz. Isto pode ser revertido com a normalização da dieta e um tratamento de reposição em doses elevadas de proteínas, vitaminas, minerais e outros nutrientes.


maio 20th, 2010  
Tags: Desnutrição, Fios, Hábitos Alimentares, minerais, Nutrientes, Proteínas, queda capilar, Queda de Cabelos, raiz, Tratamento, vitalidade dos cabelos, vitaminas



Alopecia Mucinosa – Erupções dermatológicas, doença que leva à queda dos cabelos

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Informações básicas

A alopecia mucinosa, muitas vezes denominada mucinose folicular, foi relatada pela primeira vez por Pinkus em 1957. As erupções dermatológicas consistem em pápulas foliculares e/ou placas endurecidas que demonstram alterações histológicas distintas nos folículos pilosos, o que leva à queda de cabelos. O acúmulo de material mucinoso nos folículos pilosos danificados e nas glândulas sebáceas cria uma afecção inflamatória e subsequente processo degenerativo. A face, o pescoço e o couro cabeludo são os pontos mais frequentemente afetados, embora as lesões possam aparecer em qualquer parte do corpo.

Fisiopatologia

A alopecia mucinosa é um processo patológico definido histopatologicamente pela deposição de mucina nos folículos pilosos e nas glândulas sebáceas, os quais sofrem degeneração reticular epitelial. A patogênese exata é desconhecida, embora o papel dos imunocomplexos circulantes e da imunidade celular tenha sido considerado. As três variantes clínicas da doença consistem em um distúrbio primário agudo de pessoas jovens; um distúrbio primário crônico de pessoas de mais idade e um distúrbio secundário associado a doença benigna ou maligna.

O distúrbio primário de pessoas jovens consiste em lesões cutâneas focais com progressão limitada. As lesões são tipicamente limitadas a cabeça, pescoço e ombros. A maioria das lesões se resolve espontaneamente entre 2 meses e 2 anos. Os casos pediátricos compreendem a maioria desse tipo de alopecia mucinosa, estando o restante dos pacientes abaixo de 40 anos. A alopecia primária mucinosa das pessoas de idade afeta aqueles com mais de 40 anos. As lesões têm distribuição generalizada e podem persistir ou recorrer indefinidamente. Não estão identificados distúrbios associados.

A alopecia mucinosa secundária pode estar associada a doença benigna ou maligna. Estes pacientes geralmente têm entre 40 e 70 anos de idade, e as lesões são generalizadas e numerosas. A alopecia mucinosa pode ocorrer secundariamente à doença benigna, incluindo as afecções inflamatórias lúpus eritematoso, líquen simples crônico e hiperplasia angiomatóide. A alopecia mucinosa secundária também se associa á doença maligna, incluindo a micose fungóide, o sarcoma de Kaposi e a doença de Hodgkin; a micose fungóide é, de longe, a associação mais comum. Na maioria dos pacientes que exibem alopecia mucinosa e micose fungóide, estas afecções parecem desenvolver-se concomitantemente; entretanto, existe a preocupação de que os indivíduos exibindo apenas alopecia mucinosa também possam correr o risco de subsequente desenvolvimento de linfoma.

Frequência

Nos EUA. A alopecia mucinosa é afecção rara. Não existem dados precisos sobre sua frequência. Mortalidade/Morbidade. A mortalidade está relacionada à coexistência de micose fungóide na alopecia mucinosa secundária. Estima-se que entre 15% e 40% dos adultos com alopecia mucinosa desenvolverão finalmente linfoma, se é que já não estejam com a doença. O potencial maligno da alopecia mucinosa não pode ser avaliado inteiramente em razão da natureza enigmática desta e de outras anormalidades cutâneas dos linfócitos T. A morbidade da alopecia mucinosa primária, em geral, fica restrita à estética, enquanto, nos casos de alopecia mucinosa secundária, a morbidade está relacionada ao processo patológico associado.

Raça. Não há predileção racial.

Sexo. Embora ambos os sexos sejam afetados pela alopecia mucinosa, o distúrbio é mais frequente no sexo masculino. Existe apenas relato de um caso durante a gestação.
Idade. Os três subgrupos de alopecia mucinosa aparecem por idade. A doença localizada primária afeta pacientes com menos de 40 anos e primariamente na população pediátrica. A doença generalizada primária afeta pessoas com mais de 40 anos. A doença secundária com associação benigna ou maligna geralmente afeta pessoas entre a quinta e oitava décadas.

Clínica

História

Queda de pêlos nas áreas pilosas. As erupções cutâneas se apresentam como pápulas e placas foliculares amarelo-esbranquiçadas ou róseas pruriginosas. As lesões podem ser isoladas ou múltiplas. Aproximadamente 15% a 30% dos pacientes com alopecia mucinosa têm micose fungóide reconhecida no momento do diagnóstico.

Exame físico

As manifestações clínicas da alopecia mucinosa são pápulas foliculares agrupadas e alopecia. Podem existir nódulos, placas e focos de pápulas foliculares. Ocasionalmente, o material mucinoso pode ser expresso a partir de lesões ativas, e geralmente estão presentes eritema e descamação. A face e o couro cabeludo são os pontos mais comuns de envolvimento. A alopecia que se desenvolve na pele pilosa é do tipo não-cicatricial. Geralmente, a alopecia é reversível, a menos que tenha ocorrido destruição folicular devido ao excesso de mucina na bainha da raiz externa e das glândulas sebáceas. Nos pacientes com alopecia permanente, a totalidade dos folículos degenera e a cavidade cística fica bloqueada com restos queratinosos. Quando os tampões persistem, são características óbvias em focos glabros cicatrizados de alopecia mucinosa.

Causas

A alopecia mucinosa representa vários estágios de dano folicular, levando à queda de cabelos. O processo reativo é de etiologia desconhecida. Tem sido considerado o papel dos imunocomplexos circulantes e da imunidade celular.

Diagnósticos diferenciais

* Alopecia areata
* Alopecia androgênica
* Dermatite seborréica
* Eflúvio do telógeno

Investigação

Estudos laboratoriais

* História e exame físico são os primeiros passos. São necessárias múltiplas biópsias de pele na avaliação de pacientes com alopecia mucinosa, em virtude da associação com linfoma. É necessário acompanhamento próximo de todos os pacientes.

Achados histológicos

As características da alopecia mucinosa são a degeneração folicular com o acúmulo de mucina no interior dos folículos. As lesões em início contêm uma abundância de mucina entre as células da bainha radicular em decadência ou o acúmulo em grupos localizados. A degeneração mucinosa começa nas unidades pilossebáceas. Costuma existir um infiltrado misto de células inflamatórias linfocitárias, seja periapendiceal, perivascular ou intersticial. Nos pacientes com alopecia mucinosa crônica, a histologia demonstra a presença de folículos distorcidos com viabilidade variável.

A diferenciação entre variantes de alopecia mucinosa é difícil e, desta forma, existem vários critérios para diferenciar entre alopecia mucinosa benigna e alopecia mucinosa associada à micose fungóide. Embora nenhum critério isolado seja diagnóstico, a atipia citológica e um infiltrado em forma de banda são mais comuns na epiderme, e o folículo superior raramente é encontrado na alopecia mucinosa benigna, mas é comum na micose fungóide. O processo inflamatório benigno tipicamente se caracteriza por infiltrado confinado às zonas folicular, perifolicular ou perivascular, sem extensão das células à epiderme ou derme papilar/reticular. Por outro lado, o típico infiltrado associado à micose fungóide envolve a derme superior, invadindo a epiderme, e inclui células tumorais características no folículo, epiderme e/ou derme danificados.

Tratamento

Cuidados clínicos

Não existe terapia uniformemente eficaz para alopecia mucinosa, embora sejam usados, de rotina, vários tratamentos. Estes incluem corticosteróides tópicos, intralesionais e sistêmicos. Ademais, a terapia tópica e sistêmica com PUVA, mostarda nitrogenada tópica e radioterapia têm demonstrado um certo sucesso. Casos isolados documentam as respostas benéficas de dapsona, indometacina e interferons. Em virtude da evolução variável da doença e da chance de resolução espontânea, a eficácia terapêutica é difícil de comprovar.

Controle

Prognóstico

O prognóstico da alopecia mucinosa depende da variante clínica específica. A doença aguda primária geralmente desaparece em 2 anos; entretanto, a alopecia mucinosa da infância nem sempre é autolimitada e possivelmente está relacionada à doença de Hodgkin. A doença crônica primária geralmente demora por várias semanas, mas pode flutuar no grau de envolvimento cutâneo em qualquer dado tempo. A alopecia mucinosa secundária tem o prognóstico menos favorável quando associada à doença maligna coexistente. Embora exista a questão de ser ou não a alopecia mucinosa um estado transicional que evolui para micose fungóide, comprova-se que a alopecia mucinosa pode preceder o desenvolvimento desta em vários anos. Assim, o material adicional de biópsia e o acompanhamento são cruciais em todas as variantes de alopecia mucinosa.


maio 17th, 2010  
Tags: Alopecia Mucinosa, benigna, Células, Couro Cabeludo, degenerativo, Doença, erupções dermatológicas, face, Folículos Pilosos, Hodgkin, Jovens, lesões cutâneas, maligna, micose fungóide, pescoço, Pinkus, placas foliculares, PUVA, Queda de Cabelos, sarcoma de Kaposi



O estresse pode provocar queda de cabelo?

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Queda de cabelos difusa é uma das queixas mais freqüentes em consultórios de dermatologia. Entre as mulheres gera muita apreensão por medo de ficarem calvas.

Existem muitas causas de queda difusa de cabelos, chamada eflúvio telógeno pelo fato de os cabelos se apresentarem na fase telógena, ou de recesso, do ciclo normal de funcionamento do folículo piloso. No sexo masculino, certamente a mais comum é a calvície hereditária. No sexo feminino, somente 5% dos casos são devidos ao gene da calvície, que afeta separadamente os dois sexos.

Quando uma mulher sofre de calvície, o gene vem de outra mulher na família, ou seja, o fato de ter pai ou avô calvos não tem relação com a calvície de alguma mulher. Em ambos os sexos, a calvície se manifesta precocemente, surgindo os primeiros sinais antes dos 20 anos.

Outras razões para a queda de cabelos são oleosidade e caspa do couro cabeludo, distúrbios endócrinos, doenças febris ou depauperantes, tratamento com medicamentos que possam influir no ciclo de crescimento dos cabelos, como os corticosteróides e os citostáticos, aplicação de tinturas ou cosméticos nos cabelos, período pós-parto ou cistos ovarianos produtores de hormônio masculino nas mulheres, regimes para emagrecimento sem equilíbrio de macro e micronutrientes e deficiências nutricionais por dieta viciosa, como a alimentação de muitos jovens, que contém excesso de gorduras, carboidratos e proteínas e falta de vitaminas e sais minerais.

Como um número excessivo de pessoas se declara “muito estressada”, muito comum é a pergunta sobre se o estresse pode causar queda de cabelos. Essa é uma idéia muito veiculada e muita gente acredita nela. São inúmeros os pacientes, predominantemente do sexo feminino, que relacionam a queda de cabelos, que os leva à consulta, ao fato de estarem, ou terem atravessado, período de elevada tensão emocional por concursos, estudos de final de ano, dificuldades financeiras, exigências excessivas no trabalho, problemas afetivos ou familiares.

Isso sempre foi tido como verdadeiro pelas evidências clínicas, embora não houvessem provas de fenômeno orgânico capaz de realmente afetar os cabelos a partir de pensamentos ou emoções.

Experiência

Uma experiência realizada na Escola de Medicina Charité, de Berlim, pela pesquisadora Petra Clara Arck, lança luz sobre o assunto. O trabalho, publicado pelo American Journal of Pathology, em março de 2003, utilizou fêmeas de ratos de 6 a 8 semanas de idade.

Essas ratas, nessa idade, demonstram a mais confiável e profunda resposta ao estresse e estão na fase de recesso do ciclo dos folículos pilosos (fase telógena). As ratas foram expostas a estresse gerado por ultra-som na freqüência de 300 hertz em intervalos de 15 segundos durante 24 horas, iniciando-se no 14º. dia após terem o dorso depilado para estimular a fase catágena, que é a fase de crescimento dos pêlos.

Os experimentadores relacionaram os seguintes fatos observados nos pêlos das ratas:
1) término prematuro da duração normal do crescimento dos pêlos;
2) alterações das células que produzem o pêlo, que é o componente epitelial mais sensível a agressões do folículo piloso;
3) reações inflamatórias no bulbo do pêlo, o que reflete uma ativação da imunidade contra o mesmo.

Eles demonstraram, também, que esses efeitos inibidores do crescimento dos pêlos podem ser reproduzidos pela aplicação, em ratas não estressadas, de uma substância responsável por controlar respostas do organismo ao estresse. Por outro lado, essas respostas puderam ser neutralizadas pela administração de um “antídoto” desta substância.

Primeira comprovação

Esse trabalho constitui a primeira comprovação experimental de que o estresse psico-emocional tem influência efetiva sobre o ciclo de atividade do folículo piloso e realmente pode causar queda de cabelos.

Isso justifica a utilização, em conjunto com a administração de produtos fortalecedores dos cabelos e bloqueadores da queda, de medidas anti-estresse no tratamento da queda difusa de cabelos, quando podem ser excluídas causas orgânicas e esteja presente um perceptível estado de estresse psicossocial.

Todos os recursos neutralizadores dos efeitos do estresse têm validade, como medicamentos calmantes, ansiolíticos, práticas mente-corpo, como relaxamento muscular, respiração profunda, meditação, auto-hipnose e visualização, e técnicas orientais, como yoga e tai chi. Tudo o que concorrer para mudar o estado bioquímico do organismo e para a liberação de endorfinas e substâncias de relaxamento, deve ser colocado em prática.

Abre-se, desse modo, um caminho para evidenciar que a alopecia areata, conhecida como pelada, também recebe influência do estresse, como se acredita há muito tempo. Essa queda de cabelos se manifesta por áreas isoladas, redondas, sem cabelos, freqüentemente primeiro percebidas pelo barbeiro ou pela cabeleireira. Se for confirmada a existência de um eixo cérebro-folículo piloso, restará desvendar por que e como se dá a caprichosa característica clínica da pelada.


abril 19th, 2010  
Tags: calvas, Calvície, calvície hereditária, Dermatologia, distúrbios endócrinos, Eflúvio Telógeno, Folículo Piloso, Hormônio Masculino, Jovens, muito estressada, Mulheres, Precocemente, Queda de Cabelos, queixas



Calvície feminina – Tratamento

Alimentos, Brasil, Cabelo, Calvície Feminina, Ceará, Fortaleza 0 Comment »

Como tratar calvície feminina – A queda de cabelos é um dos problemas capilares mais temidos pelas mulheres, devido a importância que esse elemento exerce na estética feminina. A perda de uma pequena quantidade de cabelo é normal e faz parte do desenvolvimento fisiológico, mas quando essa queda se torna mais intenso e a mulher vai perdendo grandes volumes de cabelo, pode está ocorrendo o processo de calvície que precisa ser tratado.

A calvície feminina pode ocorrer por diversos motivos, entre eles, alterações hormonais, fatores genéticos e anemia. Esse problema mais comum do que imaginamos, estima-se que de 5 mulheres ao menos 1 manifesta ou irá manifestar em idades mais avançadas a calvície. E mais do que a queda do cabelo, a mulher que sofre de calvície, freqüentemente enfrenta outros problemas de ordem psicológica, já que a falta do cabelo provoca uma diminuição da auto-estima feminina.

O tratamento para calvície é feito com medicamentos que irão bloquear a ação hormonal sobre os folículos capilares, evitando o processo de afinamento e miniaturização dos fios. Alguns medicamentos são aplicados diretamente no couro cabeludo e normalmente apresentam resultados mais rapidamente. Pode ser indicada também suplementação vitamínica e outras substancias para ajudar na sustentação do organismo. O tratamento é contínuo e se feito com atenção traz resultados a curto prazo. Por isso, se você sofre com a calvície, procure o quanto antes um médico dermatologista e comece a fazer o tratamento.


fevereiro 25th, 2010  
Tags: ação hormonal, Alterações Hormonais, anemia, Cabelo, Calvície Feminina, Couro Cabeludo, estética feminina, fatores genéticos, Folículos Capilares, Mulheres, Problemas Capilares, Queda de Cabelos, suplementação vitamínica



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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