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Alopecia Mucinosa – Erupções dermatológicas, doença que leva à queda dos cabelos

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Informações básicas

A alopecia mucinosa, muitas vezes denominada mucinose folicular, foi relatada pela primeira vez por Pinkus em 1957. As erupções dermatológicas consistem em pápulas foliculares e/ou placas endurecidas que demonstram alterações histológicas distintas nos folículos pilosos, o que leva à queda de cabelos. O acúmulo de material mucinoso nos folículos pilosos danificados e nas glândulas sebáceas cria uma afecção inflamatória e subsequente processo degenerativo. A face, o pescoço e o couro cabeludo são os pontos mais frequentemente afetados, embora as lesões possam aparecer em qualquer parte do corpo.

Fisiopatologia

A alopecia mucinosa é um processo patológico definido histopatologicamente pela deposição de mucina nos folículos pilosos e nas glândulas sebáceas, os quais sofrem degeneração reticular epitelial. A patogênese exata é desconhecida, embora o papel dos imunocomplexos circulantes e da imunidade celular tenha sido considerado. As três variantes clínicas da doença consistem em um distúrbio primário agudo de pessoas jovens; um distúrbio primário crônico de pessoas de mais idade e um distúrbio secundário associado a doença benigna ou maligna.

O distúrbio primário de pessoas jovens consiste em lesões cutâneas focais com progressão limitada. As lesões são tipicamente limitadas a cabeça, pescoço e ombros. A maioria das lesões se resolve espontaneamente entre 2 meses e 2 anos. Os casos pediátricos compreendem a maioria desse tipo de alopecia mucinosa, estando o restante dos pacientes abaixo de 40 anos. A alopecia primária mucinosa das pessoas de idade afeta aqueles com mais de 40 anos. As lesões têm distribuição generalizada e podem persistir ou recorrer indefinidamente. Não estão identificados distúrbios associados.

A alopecia mucinosa secundária pode estar associada a doença benigna ou maligna. Estes pacientes geralmente têm entre 40 e 70 anos de idade, e as lesões são generalizadas e numerosas. A alopecia mucinosa pode ocorrer secundariamente à doença benigna, incluindo as afecções inflamatórias lúpus eritematoso, líquen simples crônico e hiperplasia angiomatóide. A alopecia mucinosa secundária também se associa á doença maligna, incluindo a micose fungóide, o sarcoma de Kaposi e a doença de Hodgkin; a micose fungóide é, de longe, a associação mais comum. Na maioria dos pacientes que exibem alopecia mucinosa e micose fungóide, estas afecções parecem desenvolver-se concomitantemente; entretanto, existe a preocupação de que os indivíduos exibindo apenas alopecia mucinosa também possam correr o risco de subsequente desenvolvimento de linfoma.

Frequência

Nos EUA. A alopecia mucinosa é afecção rara. Não existem dados precisos sobre sua frequência. Mortalidade/Morbidade. A mortalidade está relacionada à coexistência de micose fungóide na alopecia mucinosa secundária. Estima-se que entre 15% e 40% dos adultos com alopecia mucinosa desenvolverão finalmente linfoma, se é que já não estejam com a doença. O potencial maligno da alopecia mucinosa não pode ser avaliado inteiramente em razão da natureza enigmática desta e de outras anormalidades cutâneas dos linfócitos T. A morbidade da alopecia mucinosa primária, em geral, fica restrita à estética, enquanto, nos casos de alopecia mucinosa secundária, a morbidade está relacionada ao processo patológico associado.

Raça. Não há predileção racial.

Sexo. Embora ambos os sexos sejam afetados pela alopecia mucinosa, o distúrbio é mais frequente no sexo masculino. Existe apenas relato de um caso durante a gestação.
Idade. Os três subgrupos de alopecia mucinosa aparecem por idade. A doença localizada primária afeta pacientes com menos de 40 anos e primariamente na população pediátrica. A doença generalizada primária afeta pessoas com mais de 40 anos. A doença secundária com associação benigna ou maligna geralmente afeta pessoas entre a quinta e oitava décadas.

Clínica

História

Queda de pêlos nas áreas pilosas. As erupções cutâneas se apresentam como pápulas e placas foliculares amarelo-esbranquiçadas ou róseas pruriginosas. As lesões podem ser isoladas ou múltiplas. Aproximadamente 15% a 30% dos pacientes com alopecia mucinosa têm micose fungóide reconhecida no momento do diagnóstico.

Exame físico

As manifestações clínicas da alopecia mucinosa são pápulas foliculares agrupadas e alopecia. Podem existir nódulos, placas e focos de pápulas foliculares. Ocasionalmente, o material mucinoso pode ser expresso a partir de lesões ativas, e geralmente estão presentes eritema e descamação. A face e o couro cabeludo são os pontos mais comuns de envolvimento. A alopecia que se desenvolve na pele pilosa é do tipo não-cicatricial. Geralmente, a alopecia é reversível, a menos que tenha ocorrido destruição folicular devido ao excesso de mucina na bainha da raiz externa e das glândulas sebáceas. Nos pacientes com alopecia permanente, a totalidade dos folículos degenera e a cavidade cística fica bloqueada com restos queratinosos. Quando os tampões persistem, são características óbvias em focos glabros cicatrizados de alopecia mucinosa.

Causas

A alopecia mucinosa representa vários estágios de dano folicular, levando à queda de cabelos. O processo reativo é de etiologia desconhecida. Tem sido considerado o papel dos imunocomplexos circulantes e da imunidade celular.

Diagnósticos diferenciais

* Alopecia areata
* Alopecia androgênica
* Dermatite seborréica
* Eflúvio do telógeno

Investigação

Estudos laboratoriais

* História e exame físico são os primeiros passos. São necessárias múltiplas biópsias de pele na avaliação de pacientes com alopecia mucinosa, em virtude da associação com linfoma. É necessário acompanhamento próximo de todos os pacientes.

Achados histológicos

As características da alopecia mucinosa são a degeneração folicular com o acúmulo de mucina no interior dos folículos. As lesões em início contêm uma abundância de mucina entre as células da bainha radicular em decadência ou o acúmulo em grupos localizados. A degeneração mucinosa começa nas unidades pilossebáceas. Costuma existir um infiltrado misto de células inflamatórias linfocitárias, seja periapendiceal, perivascular ou intersticial. Nos pacientes com alopecia mucinosa crônica, a histologia demonstra a presença de folículos distorcidos com viabilidade variável.

A diferenciação entre variantes de alopecia mucinosa é difícil e, desta forma, existem vários critérios para diferenciar entre alopecia mucinosa benigna e alopecia mucinosa associada à micose fungóide. Embora nenhum critério isolado seja diagnóstico, a atipia citológica e um infiltrado em forma de banda são mais comuns na epiderme, e o folículo superior raramente é encontrado na alopecia mucinosa benigna, mas é comum na micose fungóide. O processo inflamatório benigno tipicamente se caracteriza por infiltrado confinado às zonas folicular, perifolicular ou perivascular, sem extensão das células à epiderme ou derme papilar/reticular. Por outro lado, o típico infiltrado associado à micose fungóide envolve a derme superior, invadindo a epiderme, e inclui células tumorais características no folículo, epiderme e/ou derme danificados.

Tratamento

Cuidados clínicos

Não existe terapia uniformemente eficaz para alopecia mucinosa, embora sejam usados, de rotina, vários tratamentos. Estes incluem corticosteróides tópicos, intralesionais e sistêmicos. Ademais, a terapia tópica e sistêmica com PUVA, mostarda nitrogenada tópica e radioterapia têm demonstrado um certo sucesso. Casos isolados documentam as respostas benéficas de dapsona, indometacina e interferons. Em virtude da evolução variável da doença e da chance de resolução espontânea, a eficácia terapêutica é difícil de comprovar.

Controle

Prognóstico

O prognóstico da alopecia mucinosa depende da variante clínica específica. A doença aguda primária geralmente desaparece em 2 anos; entretanto, a alopecia mucinosa da infância nem sempre é autolimitada e possivelmente está relacionada à doença de Hodgkin. A doença crônica primária geralmente demora por várias semanas, mas pode flutuar no grau de envolvimento cutâneo em qualquer dado tempo. A alopecia mucinosa secundária tem o prognóstico menos favorável quando associada à doença maligna coexistente. Embora exista a questão de ser ou não a alopecia mucinosa um estado transicional que evolui para micose fungóide, comprova-se que a alopecia mucinosa pode preceder o desenvolvimento desta em vários anos. Assim, o material adicional de biópsia e o acompanhamento são cruciais em todas as variantes de alopecia mucinosa.


maio 17th, 2010  
Tags: Alopecia Mucinosa, benigna, Células, Couro Cabeludo, degenerativo, Doença, erupções dermatológicas, face, Folículos Pilosos, Hodgkin, Jovens, lesões cutâneas, maligna, micose fungóide, pescoço, Pinkus, placas foliculares, PUVA, Queda de Cabelos, sarcoma de Kaposi



O estresse pode provocar queda de cabelo?

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Queda de cabelos difusa é uma das queixas mais freqüentes em consultórios de dermatologia. Entre as mulheres gera muita apreensão por medo de ficarem calvas.

Existem muitas causas de queda difusa de cabelos, chamada eflúvio telógeno pelo fato de os cabelos se apresentarem na fase telógena, ou de recesso, do ciclo normal de funcionamento do folículo piloso. No sexo masculino, certamente a mais comum é a calvície hereditária. No sexo feminino, somente 5% dos casos são devidos ao gene da calvície, que afeta separadamente os dois sexos.

Quando uma mulher sofre de calvície, o gene vem de outra mulher na família, ou seja, o fato de ter pai ou avô calvos não tem relação com a calvície de alguma mulher. Em ambos os sexos, a calvície se manifesta precocemente, surgindo os primeiros sinais antes dos 20 anos.

Outras razões para a queda de cabelos são oleosidade e caspa do couro cabeludo, distúrbios endócrinos, doenças febris ou depauperantes, tratamento com medicamentos que possam influir no ciclo de crescimento dos cabelos, como os corticosteróides e os citostáticos, aplicação de tinturas ou cosméticos nos cabelos, período pós-parto ou cistos ovarianos produtores de hormônio masculino nas mulheres, regimes para emagrecimento sem equilíbrio de macro e micronutrientes e deficiências nutricionais por dieta viciosa, como a alimentação de muitos jovens, que contém excesso de gorduras, carboidratos e proteínas e falta de vitaminas e sais minerais.

Como um número excessivo de pessoas se declara “muito estressada”, muito comum é a pergunta sobre se o estresse pode causar queda de cabelos. Essa é uma idéia muito veiculada e muita gente acredita nela. São inúmeros os pacientes, predominantemente do sexo feminino, que relacionam a queda de cabelos, que os leva à consulta, ao fato de estarem, ou terem atravessado, período de elevada tensão emocional por concursos, estudos de final de ano, dificuldades financeiras, exigências excessivas no trabalho, problemas afetivos ou familiares.

Isso sempre foi tido como verdadeiro pelas evidências clínicas, embora não houvessem provas de fenômeno orgânico capaz de realmente afetar os cabelos a partir de pensamentos ou emoções.

Experiência

Uma experiência realizada na Escola de Medicina Charité, de Berlim, pela pesquisadora Petra Clara Arck, lança luz sobre o assunto. O trabalho, publicado pelo American Journal of Pathology, em março de 2003, utilizou fêmeas de ratos de 6 a 8 semanas de idade.

Essas ratas, nessa idade, demonstram a mais confiável e profunda resposta ao estresse e estão na fase de recesso do ciclo dos folículos pilosos (fase telógena). As ratas foram expostas a estresse gerado por ultra-som na freqüência de 300 hertz em intervalos de 15 segundos durante 24 horas, iniciando-se no 14º. dia após terem o dorso depilado para estimular a fase catágena, que é a fase de crescimento dos pêlos.

Os experimentadores relacionaram os seguintes fatos observados nos pêlos das ratas:
1) término prematuro da duração normal do crescimento dos pêlos;
2) alterações das células que produzem o pêlo, que é o componente epitelial mais sensível a agressões do folículo piloso;
3) reações inflamatórias no bulbo do pêlo, o que reflete uma ativação da imunidade contra o mesmo.

Eles demonstraram, também, que esses efeitos inibidores do crescimento dos pêlos podem ser reproduzidos pela aplicação, em ratas não estressadas, de uma substância responsável por controlar respostas do organismo ao estresse. Por outro lado, essas respostas puderam ser neutralizadas pela administração de um “antídoto” desta substância.

Primeira comprovação

Esse trabalho constitui a primeira comprovação experimental de que o estresse psico-emocional tem influência efetiva sobre o ciclo de atividade do folículo piloso e realmente pode causar queda de cabelos.

Isso justifica a utilização, em conjunto com a administração de produtos fortalecedores dos cabelos e bloqueadores da queda, de medidas anti-estresse no tratamento da queda difusa de cabelos, quando podem ser excluídas causas orgânicas e esteja presente um perceptível estado de estresse psicossocial.

Todos os recursos neutralizadores dos efeitos do estresse têm validade, como medicamentos calmantes, ansiolíticos, práticas mente-corpo, como relaxamento muscular, respiração profunda, meditação, auto-hipnose e visualização, e técnicas orientais, como yoga e tai chi. Tudo o que concorrer para mudar o estado bioquímico do organismo e para a liberação de endorfinas e substâncias de relaxamento, deve ser colocado em prática.

Abre-se, desse modo, um caminho para evidenciar que a alopecia areata, conhecida como pelada, também recebe influência do estresse, como se acredita há muito tempo. Essa queda de cabelos se manifesta por áreas isoladas, redondas, sem cabelos, freqüentemente primeiro percebidas pelo barbeiro ou pela cabeleireira. Se for confirmada a existência de um eixo cérebro-folículo piloso, restará desvendar por que e como se dá a caprichosa característica clínica da pelada.


abril 19th, 2010  
Tags: calvas, Calvície, calvície hereditária, Dermatologia, distúrbios endócrinos, Eflúvio Telógeno, Folículo Piloso, Hormônio Masculino, Jovens, muito estressada, Mulheres, Precocemente, Queda de Cabelos, queixas



Calvície marculina na juventude pode evitar o câncer de próstata

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A calvície costuma ser uma preocupação de homens acima dos 50 anos, mas o assunto tem preocupado muitos jovens que sofrem com a perda do cabelo antes mesmo dos 30. Para os mais novos, uma boa notícia: aqueles que começam a ficar calvos ainda jovens possuem 45% menos chances de serem vítimas do câncer de próstata.

De acordo com um estudo americano, publicado nesta terça-feira na revista especializada Cancer Epidemiology, a calvície ainda na juventude está ligada a um alto nível de testosterona no organismo - o que ajudaria a diminuir as chances de tumores. Para a pesquisa, os cientistas analisaram 2.000 homens entre 40 e 47 anos, sendo que metade deles foram vítimas do câncer de próstata.

Ao comparar em que idade os pacientes haviam começado a perder o cabelo, os pesquisadores descobriram que aqueles que apresentaram os primeiros sinais de calvície ainda ao redor dos 30 anos foram os pacientes com os menores riscos de desenvolver o câncer. Apesar da boa notícia, especialistas alertam que o estudo ainda é controverso, já que pesquisas anteriores sugerem justamente o oposto: a calvície pode estar associada a maiores riscos de desenvolver o câncer.

Na maioria dos casos, a perda de cabelo acontece quando o folículo capilar – uma bolsa tubular da epiderme que contém a raiz de cada fio capilar – se torna exposto a uma grande quantidade de dihidrotestosterona (DHT) – um andrógeno produzido pela testosterona. Se há muito DHT circulando no sangue, o folículo encolhe, deixando o cabelo mais fino e com um crescimento mais lento. Os cientistas acreditam que os homens com alto nível de testosterona tendem a perder o cabelo mais rápido, especialmente se há casos de calvície na família.

Em um dos tratamentos mais comuns no combate ao câncer de próstata, o paciente faz uso de um medicamento que reduz os níveis de testosterona, já que o hormônio pode acelerar o crescimento de tumores já existentes. O que a nova pesquisa sugere é que um alto nível de testosterona na juventude pode, na verdade, ajudar a prevenir a doença.

Fonte VEJA


março 16th, 2010  
Tags: 50 anos, Calvície marculina, Calvos, Câncer, Câncer de Próstata, DHT, Dihidrotestosterona, folículo capilar, Homens, Jovens, juventude, Perda do Cabelo, perder o cabelo, prevenir, Testosterona, Tratamentos



Estresse emocional acelera a queda de cabelo nos jovens

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Normalmente, uma pessoa pode perder cerca de 100 fios de cabelo por dia, fato provocado pela renovação dos fios: enquanto uns caem, outros nascem. Mas quando esse ritmo de desenvolvimento capilar sofre alterações e a queda se torna acentuada, é bom ficar atento, pois pode ser um sinal indicando que algo não anda bem.

Os principais fatores responsáveis pela queda de cabelo são a herança genética, alterações hormonais, menopausa e variações da tiróide. Porém, um fator muito importante vem deixando cada dia mais pessoas carecas de preocupação: o estresse emocional. O estresse tem feito com que jovens percam mais cedo seus fios.

O mundo globalizado, repleto de informações e exigências, uma sociedade cheia de transformações, repleta de problemas como a violência e o trânsito, cobranças e competitividade, além de situações de conflitos, deixam-nos predispostos a desenvolver esse tipo de problema.

Pesquisas feitas recentemente apontam um aumento da perda dos fios nos jovens do mundo inteiro.

Nos últimos cinco anos, houve um crescimento de 20% de homens com idades entre 22 e 28 anos que apresentaram calvície precoce e um acréscimo de 10% em mulheres de 30 a 35 anos com queda capilar

Tratamentos e novas técnicas desenvolvidas por especialistas da área da saúde que buscam solucionar o problema da calvície estão disponíveis no mercado, e a de microtransplante.

A técnica consiste em transplantar raízes capilares da região da nuca – onde é encontrada melhor qualidade genética do cabelo – para a área calva por meio de microincisões pontiformes. Esses bulbos capilares, ricos em células-tronco, levam toda a carga genética para a área que receberá o microtransplante, garantindo assim, a qualidade de crescimento e durabilidade.

Para serem estimulados, depois de retirados, esses bulbos são mergulhados em uma solução ativa de plasma concentrado. Depois de ativados, são implantados, um a um, no paciente.
Como resultado, a área tratada pode atingir um aumento de 52% de cabelo e o resultado estético é natural.

O paciente não sairá da cirurgia cheia de cabelo como em um passe de mágica. O microtransplante é gradativo. Os fios que foram transplantados crescerão como os fios já existentes dentro do prazo que varia de 3 a 4 meses. Isso garante uma naturalidade muito grande e a certeza de um resultado satisfatório


fevereiro 8th, 2010  
Tags: Estresse, Fios de Cabelo, Jovens, Queda de Cabelo, Tratamentos



Tratamentos contra calvície crescem 26% em dois anos, diz pesquisa internacional

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Sociedade-Internacional-de-Cirurgia-de-Restauracao-Capilar-ISHRSApesar da crise econômica mundial, mais pessoas continuam procurando o tratamento para a calvície. É o que mostram as estatísticas divulgadas por uma pesquisa recente da Sociedade Internacional de Cirurgia de Restauração de Cabelo (ISHRS) – a maior autoridade dessa área médica do mundo. O número registrado de pacientes que buscaram um profissional da medicina para tratar a calvície em 2008 foi de 811.863. O número é 26% maior que em 2006.

Segundo o levantamento, 237 mil pacientes optaram pela cirurgia de recuperação capilar – quantidade 12% maior que há dois anos. “As novas técnicas cirúrgicas com resultados cada vez melhores estão levando ao aumento da demanda pela restauração capilar”, analisa a médica paranaense Christine Graf Guimarães, que integra a Sociedade Internacional de Cirurgia de Restauração Capilar. De acordo com a especialista, hoje, mais pessoas buscam tanto crescer da vida profissional quanto na área pessoal e, com isso, percebe-se que estão mais dispostas a investir na restauração dos cabelos atingidos pela calvície para melhorar o visual e aumentar a auto-estima.

Calvície feminina – Embora a maioria dos pacientes de recuperação capilar sejam homens, a porcentagem de mulheres que buscam tratamento para a queda de cabelos está em ascensão. Quando a pesquisa da Sociedade Internacional de Cirurgia de Restauração de Cabelo foi realizada pela primeira vez em 2005, 11,5% dos transplantes capilares eram realizados em mulheres. Em 2008, chegou a 15,1%. Da mesma maneira, a quantidade de pacientes do sexo feminino que buscam tratamento não cirúrgico subiu de 28,3 para 31,8% nos últimos quatro anos.

“Na nossa prática aqui no Brasil nós também percebemos que as pessoas têm vindo buscar tratamento contra a calvície cada vez mais jovens, conta a médica dermatologista que integra a Sociedade Internacional de Cirurgia de Restauração de Cabelos, Christine Graf Guimarães. O que, de acordo com a especialista, é a melhor maneira de evitar a perda futura dos cabelos, não esperando uma calvície maior nem a idade mais avançada para buscar uma ajuda profissional.


setembro 17th, 2009  
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Queda de Cabelo – Pesquisas mostram que a calvície atinge cada vez mais mulheres jovens.

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queda-de-cabelo-calvicie-feminina-mulheresCausas da queda de cabelo

Cabelo mais ralo e fino. Fios caídos no computador, na fronha e na roupa. Falhas no couro cabeludo. Só de imaginar isso, você já fica de cabelo em pé? Temos uma boa e uma má notícia.

A má: antes restrita ao público masculino - e feminino após os 45 anos -, a calvície tem feito vítimas cada vez mais jovens. Cerca de 25% das mulheres com 30 anos já apresentaram sintomas da alopecia androgenética, nome científico do distúrbio, segundo o dermatologista João Carlos Pereira, de São José do Rio Preto (SP).

“Com a mulher no mercado de trabalho, tendo maior participação social e praticando atividades físicas, não é mais possível ficar com o cabelo estrategicamente arrumado, escondendo a área rala por dias ou semanas”, explica o dr. Pereira. Fora os indícios de que essa realidade contribui para o problema. “Nos últimos 20 anos, a incidência da queda feminina praticamente dobrou”, reforça o dermatologista Valcinir Bedin, de São Paulo.

Agora, a boa notícia: nenhuma de nós precisa arrancar os preciosos fios de nervoso. Há tratamento para todos os casos, com grandes chances de sucesso, sobretudo quando diagnosticados precocemente. Veja os fatores de queda que mais atingem as cabeças femininas.

Fator 1 – Herança indesejada

“Geralmente, há uma grande tendência familiar no processo da calvície“, explica a cirurgiã dermatológica Alessandra Haddad, de São Paulo. Nos homens, essa herança se manifesta na forma de “entradas” na parte frontal da cabeça. Nas mulheres, os fios ficam ralos por toda a extensão.

Aconteceu com a propagandista Thaís, de 26 anos, que desde os 15 convive com a queda herdada do pai. Ela se tratou e, hoje, não tem mais falhas. Mas sabe que o distúrbio a acompanhará a vida toda. Isso porque, quando há o fator genético, a raiz sofre a ação dos hormônios masculinos, levando à miniaturização dos fios: eles afinam, perdem a cor, diminuem de comprimento e caem.

queda-de-cabelo-calvicie-feminina-mulheres-tratamentosTratamento

A fim de interromper a queda, o médico pede exames dos hormônios DHEA, testosterona livre e total e tireóide. Para casos iniciais e moderados, indica loções de uso tópico e pílulas anti-hormônio masculino.

A dermatologista Patrícia Rittes é fã da mesoterapia capilar. “Sigo o protocolo francês do dr. Felipe Petit, com aplicações de injeções à base de vitaminas“, diz. Para casos em que a perda já está bem nítida, o dr. Pereira indica transplante de fios

Fator 2 – Pós-parto

Durante a gravidez, o cabelo parece mais forte e brilhante. Mas depois… É queda livre! O fenômeno, chamado de eflúvio telógeno e que tem como causa fatores hormonais, pode durar de três a seis meses.

Às vezes, a queda pode ser tão forte que o couro cabeludo fica aparente. O mesmo pode acontecer com quem faz dietas restritivas drásticas ou passou por um trauma físico ou psicológico.

Tratamento

Segundo a dermatologista Alessandra Haddad, o tratamento é feito com reposição de ferro e nutrientes, ingestão de pílulas à base de vitaminas e outras substâncias. Também são armas bem eficientes: os lasers de baixa intensidade e o infravermelho, que evitam a morte celular da matriz produtora do fio.

Fator 3 – Tortura aos fios

Stress em alto grau, assim como doenças auto-imunes, podem levar os fios a um colapso – e eles despencam em tufos. É a alopecia areata, conhecida como pelada. O couro cabeludo fica com falhas arredondadas do tamanho de uma moeda em vários pontos. O mesmo dano pode ocorrer, acreditem, por maus-tratos aos fios. As donas de cabelo crespíssimo são fortes candidatas à queda do tipo traumática.

“Quanto mais enrolado o fio, menos ele cresce e mais frágil é”, explica a médica Alessandra. Por isso, pode cair devido a alisamentos, relaxamentos, chapinhas, escovação excessiva… “De tão severa a queda, em muitos casos, é irreversível”, revela o dr. Pereira. E quem tem cabelo liso e não dispensa uma química, em especial as descolorações sucessivas, pode deixá-lo fino, seco, áspero e com pontas duplas. Fica quebradiço e tende a cair.

queda-de-cabelo-calvicie-feminina-mulheres-tratamentoTratamento

Vale ter carinho especial pelo cabelo, conversar com seu cabeleireiro sobre como mudar o visual sem prejudicar os fios e apostar em uma dieta balanceada. Certos alimentos, ricos em substâncias que fortalecem e formam o fio, não podem faltar no seu cardápio: carnes (aminoácidos lisina, cisteína e prolina), vegetais alaranjados como cenoura e folhas de cor verde-escura (betacaroteno), grãos, nozes, legumes e cereais integrais (vitaminas do complexo B). Com a alopecia areata instalada, um médico indicará injeções de medicamentos, uso de cremes ou ainda aplicações de substâncias como minoxidil.

Nova técnica de transplante

Uma técnica está fazendo a cabeça de mulheres atingidas por quedas graves: os novos fios são transplantados no comprimento dos do restante da cabeça. “Assim, a paciente já sai da cirurgia com as áreas preenchidas”, diz o dermatologista João Carlos Pereira.

É feito em duas etapas, no hospital, com anestesia local. O médico remove uma fita de couro cabeludo, de 1 centímetro de largura, acima da nuca. E leva a outra sala, onde enfermeiras removem a estrutura de cada fio, com microscópio de alta resolução, preparando os enxertos que serão colocadas nas perfurações feitas na área calva, uma a uma.

Após a cirurgia, é preciso usar lenço para não enroscar nem arrancar os novos fios. Lavar? Depois de sete dias. Vale a pena. “O cabelo fica natural“, fala o dr. Pereira. A cirurgia pode demorar de quatro a sete horas e custa entre 13 mil e 18 mil reais.

Fonte: M de Mulher


julho 3rd, 2009  
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Tecnologia – Software para prever a calvície?

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foto-software-programa-calculadora-prever-calvicie-queda-de-cabelos-adolf-klenkUm programa de computador(Software) promete prever a perda de cabelo em homens, ajudando na ansiedade daqueles que já se sentem preocupados com o recuo do cabelo – as temidas entradas. Criado por cientistas alemães, a Software da calvície promete prever a exata idade em que a pessoa ficará calva ou vai perder a maior parte dos cabelos – ou até assegura que seus cabelos ficarão intactos até a velhice.

Adolf Klenk, pesquisador que ajudou a criar o software, afirma que o programa será um alívio para homens que acham que vão ficar carecas, principalmente os jovens, no auge da vida social. O programa mede a probabilidade do desenvolvimento da calvície tendo base em um questionário sobre a idade, estado civil, ocupação e lugar onde a pessoa mora, além de questionar sobre o atual estado do cabelo do homem, o histórico de calvície na família e o seu nível de stress.

“Desenvolvemos o software da calvície masculina para conscientizar os jovens”, diz Klenk. “A predisposição genética é a causa mais comum da calvície, mas outros fatores incluem o stress emocional, às vezes relacionado com um divórcio ou a perda de um amigo”, afirma.

É comum que homens tenham entradas na parte frontal do cabelo, sinalizando um início de calvície, que geralmente mostra seu início quando o homem está na casa dos 20 anos, mas também acontece em adolescentes.

Fonte: The Times of India


junho 29th, 2009  
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Queda de Cabelo em Jovens, quais são as causas

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Adolescente  e a queda de cabelo.

A perda de cabelo, ou alopecia, pode ocorrer como um transtorno primário da pele ou por causa de um problema de saúde subjacente. Pode ser desconcertante para os pacientes, especialmente adolescentes que estão enfrentando problemas  físico, emocional, psicológico e transições. Compreender o impacto da alopecia é importante para prestadores de cuidados que vêem adolescentes.

Causas mais recentes:
As formas mais comuns de alopecia na adolescência são telogen effluvium, alopecia androgenética e alopecia areata.

Telogen effluvium pode apresentar subitamente insidiosa ou secundária a uma variedade de triggers.

Alopecia androgenética pode começar na adolescência, e tópicos como o  minoxidil é efetivo em retardar ainda mais queda de cabelo. Pode ser um sinal de excesso androgênico subjacentes, especialmente a síndrome dos ovários policísticos em mulheres.

Alopécia areata é menos comum, mas pode ser constrangedora, especialmente se queda de cabelo é extensa. Porque não são tratamentos para a alopécia curativos, ajudando a lidar pacientes afetados por oferecer apoio e nonpharmacologic técnicas para ajudar a aparecer mais como os seus colegas deveriam fazer parte dos cuidados.

Resumo:
Médicos precisam ser capacitados para avaliar as formas mais comuns de alopecia apresentando na adolescência e devem estar cientes dos potenciais tratamentos, incluindo o valor do apoio psicossocial.


junho 15th, 2009  
Tags: Adolescentes, Alopecia, Alopecia Androgenética, Alopécia Area, Causas, Jovens, Médicos, Minoxidil, Mulheres, Ovários Policísticos, Perda de Cabelo, Problemas, Queda de Cabelo, Saúde, Telogen Affluvium



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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