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Calvície Feminina – Veja os tratamentos contra a queda capilar

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Calvície feminina é um problema que só da gente pensar já sente arrepios, afinal de contas ninguém discute a importância social do cabelo para as mulheres.

As vezes fica um pouco complicado a mulher perceber as primeira falhas, afinal a calvície feminina não é igual a masculina. O mais comum é a mulher perceber que o cabelo está caindo muito e então procurar um profissional. “É muito raro as mulheres terem entradas como os homens, o que normalmente acontece é o aparecimento de falhas. A linha que divide o cabelo pela metade começa a abrir, vai formando uma clareira. Quando não se consegue delimitar a linha média é porque a situação é grave.”

As causas mais comuns para queda de muitos cabelos são: antecedente familiar, regimes muito pesados (a mulher fica com deficiência de ferro e zinco o que faz com que os cabelos fiquem fracos) e pós parto. Nesse último não há motivo para desespero. “Durante a gravidez o cabelo para de cair, depois pode acontecer de cair muito. Mas isso não significa que a mulher possa ficar careca”.

As opções de tratamento são bastante variadas. O primeiro passo é submeter a paciente a diversos exames para saber qual doença está causando a queda de cabelo e então, se algo for diagnosticado, tratar a causa do problema. “O problema pode ser efeito de outra doença que se não for tratada o cabelo não vai crescer”.

Se não houver nenhuma doença por trás do problema ou então ela já tiver sido controlada, começa o tratamento para o cabelo crescer que são feitos na seguinte ordem: tratamento tópico (aplicação local de remédio); oral; injetável, laser e por último cirúrgico. Começa com o mais simples e, caso não resolva, vai chegando aos mais agressivos. “O laser só utilizamos para doenças inflamatórias, ele serve para tirar a inflamação”.

Já no caso do procedimento cirúrgico, também conhecido como transplante, ele só é usado quando nada deu resultado. “Tiramos fios de baixo e implantamos em cima. Vale lembrar que a resposta ao tratamento é lenta. Primeiro para a queda e só depois, de forma bem lenta, o cabelo começa a crescer”.


setembro 6th, 2010  
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Combata a calvície – Um drama que tem tratamento

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Se seu cabelo cai toda vez que você o penteia ou o lava, saiba que você é uma pessoa normal. Nossos cabelos estão sempre caindo e sendo repostos.

A calvície acontece quando a taxa de queda de cabelos é superior ao normal e não há a reposição desses fios. Ela é bem mais comum nos homens, mas também acomete algumas mulheres. E pode ser combatida, sim. Entenda como!

Homens
A alopécia androgenética ou calvície é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença.

A herança pode vir do lado paterno ou materno e é resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona).

Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase, e é transformada em diidrotestosterona (DHT), que vai agir sobre os folículos pilosos, promovendo a sua diminuição progressiva a cada ciclo de crescimento dos cabelos, que vão se tornando menores e mais finos.

O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície.

“A perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície”.

E nas mulheres?
A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação dos cabelos, que se tornam finos e têm seu tamanho diminuído.

Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada. O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo.

Em algumas mulheres, a alopécia só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos. Já a perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície, ok? Isso é um processo normal do organismo feminino.

Os tratamentos
A chance contra o fim da calvície se deve ao uso de finasterida, um medicamento que atua bloqueando o processo que leva à perda dos cabelos. Segundo alguns estudos, a finasterida interrompe a evolução da calvície em 86% dos homens tratados.

O medicamento era originalmente utilizado para o tratamento do aumento da próstata. A observação de seus efeitos sobre a calvície de pacientes que utilizavam o produto para esta finalidade chamou a atenção de um laboratório, que acabou produzindo um medicamento próprio para tratar a calvície.

Mas só mesmo o médico pode indicar o tratamento correto, mesmo porque, para as mulheres, a finasterida não costuma ser indicada.

Ajuda no tratamento
Mantenha uma vida saudável e uma alimentação rica em aminoácidos e proteínas; cobre, ferro, zinco, óleo de linhaça e complexo B, além de fazer exercícios físicos. Esses fatores contribuem para uma boa nutrição capilar e irrigação do couro cabeludo.

Lave sempre o cabelo com xampu de pH neutro e sem sal para remover a sujeira e o sebo em excesso sem alterar o pH do couro cabeludo.

Crie o hábito de massagear o couro cabeludo. A massagem deve começar na parte frontal da cabeça e nas têmporas, continuando na nuca e terminando no alto do crânio. Isso ativa a circulação.

Não ache que é normal
É bem comum os homens acharem que se trata de algo normal, mas vale a pena consultar um dermatologista quando sentir que os fios estão rareando.

Isso porque o grau de recuperação depende de fatores como a idade do homem, o quanto ele já perdeu de cabelo e qual o objetivo final.

Resumindo: um homem que começou a perder o cabelo agora tem mais chance de que ele volte a crescer em relação a alguém que já é calvo há vários anos. Cuide-se.

Fonte: Site Minha vida


junho 22nd, 2010  
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Calvície – Veja quais são os tipos de alopecia

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A calvície também conhecida como alopecia (termo médico) é caracterizada pela redução parcial ou total de cabelos, ou a ausência de pelos em uma determinada área da pele. A calvície é geralmente mais perceptível no couro cabeludo, mas pode ocorrer em qualquer parte do corpo que haja pelos. O termo alopecia deriva do grego “alopex” que significa raposa (Este animal apresenta com frequência queda de pelos).

Existem vários tipos de calvície ocasionada por diferentes motivos. A maioria das pessoas perde entre 50 a 100 fios de cabelos por dia, o que é normal. Sempre que um fio cai, ele é substituído por outro no mesmo folículo, dando início a um novo ciclo de crescimento. Porém, com o passar da idade, principalmente na velhice o crescimento dos cabelos tende a ser mais lento e até mesmo parar, o que resulta em calvície. Outros fatores como mudança hormonal, dieta, medicamentos, estresse, hereditariedade, gravidez, cuidados impróprios com os cabelos e certas doenças podem causar a queda de cabelo.

A calvície é mais comum em homens do que em mulheres. Uma das principais causas da calvície nos homens é quando o hormônio masculino testosterona é convertido para dihidrotestosterona (DHT). Este age no folículo capilar reduzindo a produção de cabelo e produzindo fios mais finos e mais fracos, contribuindo para que a produção nos folículos cesse. A denominação deste tipo de calvície é alopecia androgenética ou calvície de padrão masculino. Não só por questões hormonais, como também a condição hereditária, contribuem para o aparecimento deste tipo de calvície, caracterizada pela queda de cabelo nas áreas frontais e na coroa do couro cabeludo.

Outro tipo de calvície é a alopecia areata. Esse transtorno é caracterizado pela perda repentina de cabelo em uma área particular, que cresce de volta depois de alguns meses. A causa exata desse tipo de calvície é desconhecida. Muitos acreditam ser devido a uma desordem auto-imune.

A alopecia tóxica (calvície tóxica) pode ocorrer após uma febre alta ou doença grave. Também é ocasionada devido a doses excessivas de algumas drogas que contenham tálio, vitamina A e retinóides. O pós- parto e doenças da tireóide podem desencadear a calvície tóxica. Este tipo de calvície é caracterizado pela perda de cabelo temporária.

Áreas contendo cicatrizes de queimaduras, ferimentos, infecções por bactérias ou fungos podem impedir o crescimento de pêlos em volta. Este tipo de calvície é chamado de alopecia cicatricial.

A alopecia universal é o tipo mais agressivo de calvície, onde há perda de todo o cabelo e de toda a pilificação do corpo, o que causa muitos transtornos emocionais no indivíduo. Muitas vezes, a assistência de um conselheiro profissional pode ser útil para lidar com tal situação.

Infelizmente a maioria dos tipos de calvície não tem cura. O uso de injeções de corticóide tem sido útil como forma de tratamento da alopecia areata. Certos medicamentos como o minoxidil e finasterida têm sido usados para estimular o crescimento do cabelo, dando resultados em uma pequena porcentagem de indivíduos. Há ainda pessoas que recorrem ao transplante de cabelo.


maio 30th, 2010  
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Queda de cabelo – Dúvidas da calvície

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Perder os cabelos é sempre preocupante. Pode ser o sinal de algum distúrbio ou doença no organismo. Ou pode ser o resultado de um padrão hereditário, determinado por seus genes. Seja qual for a causa, a perda dos cabelos afeta a auto-estima de homens e mulheres, prejudicando seus relacionamentos e sua vida social.

As pessoas que sofrem de queda de cabelos vêem-se às voltas com toda sorte de tratamentos supostamente milagrosos, quase sempre se decepcionando com os resultados. Papiros egípcios muito antigos continham pelo menos três fórmulas para combater a calvície! Infelizmente, não existem soluções miraculosas para o problema.

A alopecia, ou queda de cabelos, pode ter muitas causas e é imprescindível que um dermatologista seja consultado. Ele poderá determinar a origem do problema e o melhor curso de ação. Hoje em dia existem muitas alternativas de tratamento, com bons e comprovados resultados.

A Queda de Cabelo
Nossos cabelos são constituídos de uma proteína chamada queratina. São produzidos pelo próprio corpo e seguem um ciclo de crescimento, repouso e queda. Portanto, a queda dos cabelos é parte do processo normal de reposição dos fios. Um indivíduo normal e saudável perde de 50 a 100 fios de cabelo por dia. Cada fio de cabelo nasce no couro cabeludo e cresce por dois a quatro meses. Então, o crescimento pára por mais dois a quatro meses. Depois dessa fase, o cabelo cai e um outro fio começa a crescer em seu lugar.
È importante lembrar-se dessa perda normal de cabelos, pois nesse caso a queda não representa nenhum problema, fazendo parte do ciclo de reposição dos fios.

Causas E Soluções
Quando a queda dos cabelos ultrapassa a quantidade de fios que seria normal, é necessário descobrir as causas para que sejam buscadas as soluções. Muitos fatores podem causar uma excessiva queda de cabelos.

Algumas vezes, a queda é causada pelos maus tratos aos cabelos. Cabelos constantemente apertados por rabos de cavalos, fivelas e rolinhos ou que sofrem tratamentos químicos inadequados como permanentes e tinturas podem apresentar uma queda anormal. Em alguns casos, essa queda será irreversível.

Doenças graves ou grandes cirurgias podem provocar uma queda repentina de cabelos, 3 a 4 meses após terem acontecido. Essa queda é temporária, sendo o reflexo do estresse pelo qual o organismo passou. Algumas mulheres também experimentam uma queda de cabelos temporária 3 a 4 meses após a gravidez.

Muitas vezes, problemas hormonais podem causar a perda dos fios. Problemas na glândula tireóide ou alterações nas taxas de hormônios masculinos ou femininos podem comumente resultar em queda de cabelos. Nesses casos, tratando-se as causas é possível cessar e até mesmo reverter o problema.

Medicamentos anticoagulantes, bem como remédios para gota, quimioterapia, pílulas anticoncepcionais, antidepressivos e vitamina A em excesso também podem causar queda de cabelos. A interrupção do tratamento normalmente restaura a quantidade normal de fios.
Infecções no couro cabeludo também podem causar calvície, assim como doenças importantes como lupus e diabetes. Por esse motivo, é imprescindível que a pessoa que experimenta uma queda anormal de cabelos procure um médico para descobrir as causas e procurar o tratamento mais adequado.

A Calvície
A calvície ou alopecia androgenética é a perda de cabelos causada por fatores genéticos. Nesse caso, ocorre um padrão de queda de cabelos, mais comum em homens. A calvície também ocorre nas mulheres .

Hoje em dia existem diversas opções para tentar refrear a calvície. Medicamentos como minoxidil e a finasterida têm sido prescritos com resultados satisfatórios. Os resultados dependem do estágio em que se encontra a queda de cabelos e de fatores individuais de cada organismo. O minoxidil pode ser utilizado por homens e mulheres. Já a finasterida é recomendada apenas para homens.

Para os casos em que os medicamentos não são indicados ou não são eficazes, é possível contar atualmente com o transplante de cabelos.

Cabelo é Saúde
Nossos cabelos são importante fator em nosso bem estar, contribuindo para nossa auto-estima e qualidade de vida. Procure sempre seu médico. Ele pode orientá-lo quanto a melhor forma de proceder para solucionar o problema.

E não deixe de visitar nossa página regularmente. Estamos sempre trazendo para você as informações mais atualizadas e importantes sobre a área.


julho 8th, 2009  
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Queda de Cabelo – Pesquisas mostram que a calvície atinge cada vez mais mulheres jovens.

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queda-de-cabelo-calvicie-feminina-mulheresCausas da queda de cabelo

Cabelo mais ralo e fino. Fios caídos no computador, na fronha e na roupa. Falhas no couro cabeludo. Só de imaginar isso, você já fica de cabelo em pé? Temos uma boa e uma má notícia.

A má: antes restrita ao público masculino - e feminino após os 45 anos -, a calvície tem feito vítimas cada vez mais jovens. Cerca de 25% das mulheres com 30 anos já apresentaram sintomas da alopecia androgenética, nome científico do distúrbio, segundo o dermatologista João Carlos Pereira, de São José do Rio Preto (SP).

“Com a mulher no mercado de trabalho, tendo maior participação social e praticando atividades físicas, não é mais possível ficar com o cabelo estrategicamente arrumado, escondendo a área rala por dias ou semanas”, explica o dr. Pereira. Fora os indícios de que essa realidade contribui para o problema. “Nos últimos 20 anos, a incidência da queda feminina praticamente dobrou”, reforça o dermatologista Valcinir Bedin, de São Paulo.

Agora, a boa notícia: nenhuma de nós precisa arrancar os preciosos fios de nervoso. Há tratamento para todos os casos, com grandes chances de sucesso, sobretudo quando diagnosticados precocemente. Veja os fatores de queda que mais atingem as cabeças femininas.

Fator 1 – Herança indesejada

“Geralmente, há uma grande tendência familiar no processo da calvície“, explica a cirurgiã dermatológica Alessandra Haddad, de São Paulo. Nos homens, essa herança se manifesta na forma de “entradas” na parte frontal da cabeça. Nas mulheres, os fios ficam ralos por toda a extensão.

Aconteceu com a propagandista Thaís, de 26 anos, que desde os 15 convive com a queda herdada do pai. Ela se tratou e, hoje, não tem mais falhas. Mas sabe que o distúrbio a acompanhará a vida toda. Isso porque, quando há o fator genético, a raiz sofre a ação dos hormônios masculinos, levando à miniaturização dos fios: eles afinam, perdem a cor, diminuem de comprimento e caem.

queda-de-cabelo-calvicie-feminina-mulheres-tratamentosTratamento

A fim de interromper a queda, o médico pede exames dos hormônios DHEA, testosterona livre e total e tireóide. Para casos iniciais e moderados, indica loções de uso tópico e pílulas anti-hormônio masculino.

A dermatologista Patrícia Rittes é fã da mesoterapia capilar. “Sigo o protocolo francês do dr. Felipe Petit, com aplicações de injeções à base de vitaminas“, diz. Para casos em que a perda já está bem nítida, o dr. Pereira indica transplante de fios

Fator 2 – Pós-parto

Durante a gravidez, o cabelo parece mais forte e brilhante. Mas depois… É queda livre! O fenômeno, chamado de eflúvio telógeno e que tem como causa fatores hormonais, pode durar de três a seis meses.

Às vezes, a queda pode ser tão forte que o couro cabeludo fica aparente. O mesmo pode acontecer com quem faz dietas restritivas drásticas ou passou por um trauma físico ou psicológico.

Tratamento

Segundo a dermatologista Alessandra Haddad, o tratamento é feito com reposição de ferro e nutrientes, ingestão de pílulas à base de vitaminas e outras substâncias. Também são armas bem eficientes: os lasers de baixa intensidade e o infravermelho, que evitam a morte celular da matriz produtora do fio.

Fator 3 – Tortura aos fios

Stress em alto grau, assim como doenças auto-imunes, podem levar os fios a um colapso – e eles despencam em tufos. É a alopecia areata, conhecida como pelada. O couro cabeludo fica com falhas arredondadas do tamanho de uma moeda em vários pontos. O mesmo dano pode ocorrer, acreditem, por maus-tratos aos fios. As donas de cabelo crespíssimo são fortes candidatas à queda do tipo traumática.

“Quanto mais enrolado o fio, menos ele cresce e mais frágil é”, explica a médica Alessandra. Por isso, pode cair devido a alisamentos, relaxamentos, chapinhas, escovação excessiva… “De tão severa a queda, em muitos casos, é irreversível”, revela o dr. Pereira. E quem tem cabelo liso e não dispensa uma química, em especial as descolorações sucessivas, pode deixá-lo fino, seco, áspero e com pontas duplas. Fica quebradiço e tende a cair.

queda-de-cabelo-calvicie-feminina-mulheres-tratamentoTratamento

Vale ter carinho especial pelo cabelo, conversar com seu cabeleireiro sobre como mudar o visual sem prejudicar os fios e apostar em uma dieta balanceada. Certos alimentos, ricos em substâncias que fortalecem e formam o fio, não podem faltar no seu cardápio: carnes (aminoácidos lisina, cisteína e prolina), vegetais alaranjados como cenoura e folhas de cor verde-escura (betacaroteno), grãos, nozes, legumes e cereais integrais (vitaminas do complexo B). Com a alopecia areata instalada, um médico indicará injeções de medicamentos, uso de cremes ou ainda aplicações de substâncias como minoxidil.

Nova técnica de transplante

Uma técnica está fazendo a cabeça de mulheres atingidas por quedas graves: os novos fios são transplantados no comprimento dos do restante da cabeça. “Assim, a paciente já sai da cirurgia com as áreas preenchidas”, diz o dermatologista João Carlos Pereira.

É feito em duas etapas, no hospital, com anestesia local. O médico remove uma fita de couro cabeludo, de 1 centímetro de largura, acima da nuca. E leva a outra sala, onde enfermeiras removem a estrutura de cada fio, com microscópio de alta resolução, preparando os enxertos que serão colocadas nas perfurações feitas na área calva, uma a uma.

Após a cirurgia, é preciso usar lenço para não enroscar nem arrancar os novos fios. Lavar? Depois de sete dias. Vale a pena. “O cabelo fica natural“, fala o dr. Pereira. A cirurgia pode demorar de quatro a sete horas e custa entre 13 mil e 18 mil reais.

Fonte: M de Mulher


julho 3rd, 2009  
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Grávidas – Durante a gravidez é essencial o maior cuidado com tratamentos capilares

Brasil, Calvície Feminina, Ceará, Fortaleza, Queda de Cabelo 1 Comment »

foto-gravida-gravidez-tratamento-capilar-queda-de-cabeloDurante os nove meses de uma gravidez, a mulher passa por diversas transformações. Entre todas elas, a que mais causa benefícios à sua aparência é a transformação capilar.

Com a redução da quantidade de progesterona no organismo feminino, a queda dos fios de cabelo diminui, deixando-o mais bonito e volumoso. No entanto, três meses após o parto, as matrizes do cabelo voltam a se estabilizar, intensificando a queda, que se normalizará somente depois de um ano, aproximadamente.

Já quanto às dificuldades e dúvidas que a mulher apresenta quanto a determinados tratamentos capilares durante a gestação, as opiniões são controversas. O uso de produtos químicos na gravidez deve ser evitado, pelo menos nos três primeiros meses da gestação. Cientistas e pesquisadores não chegaram à uma conclusão se existe uma relação entre abortos espontâneos e a ação de substâncias químicas presentes em tinturas ou alisadores, portanto o ideal é não arriscar.

O problema desses produtos está nas muitas substâncias agressivas que os compõem, como a amônia, o benzeno e o formol, as quais ao serem aplicadas são absorvidas pelo couro cabeludo. Seu uso, então, passa a ser considerado, por alguns especialistas da área, prejudicial ao bebê, já que a região do couro cabeludo é bastante vascularizada, e com isso esses elementos chegam até o feto, podendo agir de forma negativa durante sua formação.

Passados os três primeiros meses da gravidez, a gestante pode utilizar produtos como tonalizantes, os quais são eliminados após algumas lavagens. A henna também é uma boa opção para aquelas que não querem abrir mão da aparência, pois substitui a tintura e é composta por elementos obtidos pela trituração de plantas secas, os quais não interferem no desenvolvimento da criança.

Outra sugestão de médicos é que a mulher dê preferência por processos em que a tintura não seja aplicada diretamente na raiz dos cabelos, como mechas ou reflexos, onde a aplicação é feita com uma touca, evitando que os produtos entrem em contato com o couro cabeludo.

Para manter o cabelo sempre bonito durante os nove meses de uma gravidez, independente de tinturas e alisamentos, é recomendável que a mulher passe a lavar seus cabelos com mais freqüência, visto que mesmo com a redução da queda ele ganhe um aspecto mais bonito, sua oleosidade tende a aumentar nessa fase.

Como o mais importante durante a gestação é a saúde e a perfeita formação do bebê, futuras mamães, evitem fazer alisamentos ou demais tratamentos que utilizem produtos químicos mos cabelos, são apenas nove meses e ao menos nos primeiros, para quem não agüentar, não vale a pena arriscar!

Fonte: Portal da Moda


junho 4th, 2009  
Tags: Amônia, Bebê, Cabelo, Couro Cabeludo, Formol, Gestação, Grávidas, Gravidez, Henna, Parto, Produtos Químicos, Queda dos fios, Raiz do Cabelo, Saúde, Tratamento capilar



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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