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Posts Tagged ‘Folículos Pilosos’

Cura da calvície? – Pesquisas com células-tronco podem ajudar na queda capilar

Cabelo, Calvície, Dúvidas, Estudos, Mundo, Queda de Cabelo 0 Comment »

Pesquisas feitas com células-tronco na Escócia e Suíça podem ajudar na descoberta da cura para calvície. Durante os estudos, os pesquisadores descobriram que as células do timo (órgão que ajuda a gerir o sistema imunológico) podem se “comportar” como células de outros órgãos, incluindo as que contém folículos pilosos. A descoberta foi feita quando os cientistas transplantaram as células do timo para a pele de ratos de laboratório.

“Essas células realmente mudaram, expressando genes diferentes e cada vez mais potentes”, disse o pesquisador e professor Yann Barrandon, chefe do laboratório de células-tronco da Universidade de Lausanne.

A cura para a calvície não era o objetivo quando os pesquisadores começaram os estudos. Na verdade eles faziam testes de transplante de pele para ajudar vítimas de queimaduras. Os pesquisadores pretendem continuar os estudos.

Fonte: quedadecabelo.com.br


agosto 31st, 2010  
Tags: Células-Tronco, Cura da calvície, Folículos Pilosos, Pesquisas, queda capilar, sistema imunológico, timo



Tratamento médico diminue a calvície – A queda de cabelo atinge homens e mulheres

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Se seu cabelo cai toda vez que você o penteia ou o lava, saiba que você é uma pessoa normal. Nossos cabelos estão sempre caindo e sendo repostos. A calvície acontece quando a taxa de queda de cabelos é superior ao normal e não há a reposição desses fios.

Ela é bem mais comum nos homens, mas também acomete algumas mulheres. Mesmo que ela seja vista como um processo irreversível, e calvície pode ser combatida, sim.

Homens
A alopécia androgenética, ou calvície, é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença. A herança pode vir do lado paterno ou materno e é resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona).

Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima e é transformada em um hormônio que vai agir sobre os folículos pilosos, promovendo a sua diminuição progressiva a cada ciclo de crescimento dos cabelos, que vão se tornando menores e mais finos.

O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície. É bem comum os homens acharem que se trata de algo normal, mas vale à pena consultar um dermatologista quando sentir que os fios estão rareando. Isso porque o grau de recuperação depende de fatores como a idade do homem, o quanto ele já perdeu de cabelo e qual o objetivo final.

Resumindo: um homem que começou a perder o cabelo agora tem mais chance de que ele volte a crescer em relação a alguém que já é calvo há vários anos.
E nas mulheres?

A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação dos cabelos, que se tornam finos e têm seu tamanho diminuído. Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada.

O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, calvice só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos. Já a perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície. Isso é um processo normal do organismo feminino.

Os tratamentos

A chance contra o fim da calvície se deve ao uso de finasterida, um medicamento que atua bloqueando o processo que leva à perda dos cabelos. Segundo alguns estudos, a finasterida interrompe a evolução da calvície em 86% dos homens tratados.

O medicamento era originalmente utilizado para o tratamento do aumento da próstata. A observação de seus efeitos sobre a calvície de pacientes que utilizavam o produto para esta finalidade chamou a atenção de um laboratório, que acabou produzindo um medicamento próprio para tratar a calvície. Mas só mesmo o médico pode indicar o tratamento correto, mesmo porque, para as mulheres, a finasterida não costuma ser indicada.

Ajuda no tratamento

Mantenha uma vida saudável e uma alimentação rica em aminoácidos e proteínas, cobre, ferro, zinco, óleo de linhaça e complexo B, além de fazer exercícios físicos. Esses fatores contribuem para uma boa nutrição capilar e irrigação do couro cabeludo.

Lave sempre o cabelo com xampu neutro e sem sal para remover a sujeira e o sebo em excesso sem alterar o pH do couro cabeludo. Crie o hábito de massagear o couro cabeludo. A massagem deve começar na parte frontal da cabeça e nas têmporas, continuando na nuca e terminando no alto do crânio. Isso ativa a circulação.

Fonte: Minha Vida


julho 28th, 2010  
Tags: Alopecia Androgenética, Aminoácidos, Cabelo, Cabelos, Calvície, Cobre, Complexo B, diminue, Doença, Ferro, Fios, Folículos Pilosos, Homens, lava, Mulheres, Óleo de linhaça, penteia, Perda dos Cabelos, Proteínas, Queda de Cabelo, Tratamento Médico, Zinco



Calvíce Feminina – Tratamentos

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A calvíce feminina ou alopécia androgênica é um problema que deixa a mulher com auto-estima em baixa , com ansiedade e muita depressão. Afinal os cabelos são a moldura do rosto.É muito importante procurar imediatamente tratamento e recuperar novamente o crescimento do cabelo.

A calvíce é uma manifestação fisiológica que atinge principalmente os homens, mas que também pode afetar as mulheres. A calvíce aparece devido à uma herança genética e o histórico de calvíce pode vir tanto do lado da mãe como do pai.

O processo acontece devido a ação da enzima 5-alfa-redutase sobre o hormônio testosterona (a mulher também apresenta este tipo de hormônio, porém em menor quantidade que o homem) resultando no subproduto DHT (dihidrotestosterona). Este último age sobre os folículos pilosos, provocando o seu afinamento e miniaturização.

A calvíce feminina também pode aparecer por outros motivos como; anemia e alterações tireoideanas,porém a manifestação ocorre de forma diferente, também provocando rarefação dos cabelos mas sem o afinamento característico da alopécia androgênica.

A calvíce feminina pode ser mais intensa se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, a alopécia androgênica só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos.

Quais são os Tratamentos para a calvíce feminina?

O tratamento visa evitar a ação hormonal sobre os folículos, revertendo o processo de afinamento e miniaturização e é feito com o uso de anti-andrógenos (combatem a ação dos androgênios: hormônios masculinos).

Podem ser utilizados por via oral ou sob a forma de loções aplicadas no couro cabeludo. A finasterida, medicamento utilizado com sucesso no tratamento dos homens, não é indicada para o tratamento de mulheres, mas outros produtos podem obter resultados semelhantes.

Além disso é feito o estímulo ao crescimento dos cabelos, com suplementação vitamínica e substâncias de uso local.
O tratamento é contínuo e os resultados podem demorar um pouco a aparecer.É necessário ter paciência e perseverança. Muitas vezes é necessária a troca do medicamento até que se obtenha o melhor resultado. Se o tratamento for interrompido, o processo se reinicia e a queda voltará a acontecer.

Pode ser necessária uma avaliação hormonal e a realização de exames que excluam outras causas da queda dos cabelos, como o eflúvio telógeno e a alopécia areata. A indicação do melhor tratamento depende de cada caso e deve ser determinada pelo médico dermatologista.

No caso da alopécia areata, uma opção no tratamento são as injeções locais de corticóides e outras drogas que atacam as células que inibem o crescimento dos fios. As aplicações são realizadas em intervalos de 15 dias.

Geralmente, o tratamento da calvície feminina combina o uso de drogas tópicas e orais. A aplicação diária de loção de minoxidil, em concentrações de 2% a 5%.Shampoo à base de jaborandi e cisteína, também podem auxiliar no tratamento em conjunto com os medicamentos.

No tratamento oral, dependendo da história clínica e do resultado laboratorial, o médico também pode acrescentar alguns suplementos vitamínicos (principalmente aqueles à base de biotina, piridoxina e aminoácidos). Por exemplo: o acetato de ciproterona neutraliza os efeitos dos hormônios androgênios. Já a flutamida bloqueia o receptor andrógeno, diminuindo a quantidade do hormônio masculino na raiz do folículo capilar.

Outra opção no tratamento da calvície feminina é a iontoforese uma vez por semana. Ela consiste na introdução nos tecidos, por meio de corrente galvânica (elétrica), de uma fórmula à base de adstringentes, aminoácidos, vasodilatadores, vitaminas e outros medicamentos contra calvície.

Nota: As informações contidas neste blog e em seus artigos não substituem, em hipótese alguma, sua visita regular ao seu médico. Somente ele está apto a diagnosticar qualquer problema de saúde.

Fonte  Dermatologia.net


junho 28th, 2010  
Tags: Alopecia androgênica, Alopecia Areata, anti-andrógenos, Auto-Estima, Cabelos, Calvíce Feminina, cisteína, Depressão, Eflúvio Telógeno, enzima 5-alfa-redutase, Finasterida, Folículos, Folículos Pilosos, Herança Genética, Hormônios Masculinos, jaborandi, Minoxidil, suplementação vitamínica, Tratamento, Tratamentos, Via Oral



Combata a calvície – Um drama que tem tratamento

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Se seu cabelo cai toda vez que você o penteia ou o lava, saiba que você é uma pessoa normal. Nossos cabelos estão sempre caindo e sendo repostos.

A calvície acontece quando a taxa de queda de cabelos é superior ao normal e não há a reposição desses fios. Ela é bem mais comum nos homens, mas também acomete algumas mulheres. E pode ser combatida, sim. Entenda como!

Homens
A alopécia androgenética ou calvície é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença.

A herança pode vir do lado paterno ou materno e é resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona).

Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase, e é transformada em diidrotestosterona (DHT), que vai agir sobre os folículos pilosos, promovendo a sua diminuição progressiva a cada ciclo de crescimento dos cabelos, que vão se tornando menores e mais finos.

O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície.

“A perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície”.

E nas mulheres?
A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação dos cabelos, que se tornam finos e têm seu tamanho diminuído.

Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada. O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo.

Em algumas mulheres, a alopécia só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos. Já a perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície, ok? Isso é um processo normal do organismo feminino.

Os tratamentos
A chance contra o fim da calvície se deve ao uso de finasterida, um medicamento que atua bloqueando o processo que leva à perda dos cabelos. Segundo alguns estudos, a finasterida interrompe a evolução da calvície em 86% dos homens tratados.

O medicamento era originalmente utilizado para o tratamento do aumento da próstata. A observação de seus efeitos sobre a calvície de pacientes que utilizavam o produto para esta finalidade chamou a atenção de um laboratório, que acabou produzindo um medicamento próprio para tratar a calvície.

Mas só mesmo o médico pode indicar o tratamento correto, mesmo porque, para as mulheres, a finasterida não costuma ser indicada.

Ajuda no tratamento
Mantenha uma vida saudável e uma alimentação rica em aminoácidos e proteínas; cobre, ferro, zinco, óleo de linhaça e complexo B, além de fazer exercícios físicos. Esses fatores contribuem para uma boa nutrição capilar e irrigação do couro cabeludo.

Lave sempre o cabelo com xampu de pH neutro e sem sal para remover a sujeira e o sebo em excesso sem alterar o pH do couro cabeludo.

Crie o hábito de massagear o couro cabeludo. A massagem deve começar na parte frontal da cabeça e nas têmporas, continuando na nuca e terminando no alto do crânio. Isso ativa a circulação.

Não ache que é normal
É bem comum os homens acharem que se trata de algo normal, mas vale a pena consultar um dermatologista quando sentir que os fios estão rareando.

Isso porque o grau de recuperação depende de fatores como a idade do homem, o quanto ele já perdeu de cabelo e qual o objetivo final.

Resumindo: um homem que começou a perder o cabelo agora tem mais chance de que ele volte a crescer em relação a alguém que já é calvo há vários anos. Cuide-se.

Fonte: Site Minha vida


junho 22nd, 2010  
Tags: Adolescência, Alopecia Androgenética, Cabelo, Cabelos, Calvície, Combata, Couro Cabeludo, DHT, diidrotestosterona, Doença, Fios, Folículos Pilosos, Genética, Gravidez, Homens, Hormônios Masculinos, hormônios sexuais, Mulheres, Queda de Cabelos, Testosterona, Tratamento



Queda de cabelo e infecção folicular

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A queda de cabelo reversível

A maior parte da queda de cabelo é causada pela infecção do folículo é e reversível – mas só se se agir rapidamente para tratar a infecção antes de folículos pilosos morrerem.

A infecção do folículo piloso é algo que nunca pensamos que nos vá acontecer a nós. Quando encontra umas borbulhas vermelhas, ou pústulas, na linha do cabelo ou se sentir dor e inflamação em ebulição no seu couro cabeludo, existe uma infecção do folículo piloso, que precisa ser tratada por um dermatologista. Pode mesmo observar a queda de cabelo que ocorre no local da inflamação, e esta pode evoluir para uma infecção bacteriana ou fúngica.

O mais importante é consultar um dermatologista o mais cedo possível para obter uma amostra dos folículos inflamados. É preciso determinar a causa e verificar se há alguma infecção bacteriana ou fúngica secundária, a fim de a tratar com sucesso os folículos infectados e manter os outros cabelos saudáveis.

Como é que a queda de cabelo por infecção folicular, acontece?

Qualquer coisa que provoca inflamação ou irritação de um folículo piloso, que se apresenta como inflamações, rubor, espinhas, pústulas, prurido ou erupção no seu couro cabeludo é chamado de foliculite simples.

A forma mais comum de foliculite é causada pela tracção, ou penteados muito apertados, a segunda causa mais comum são as reacções alérgicas e sensíveis a produtos químicos do cabelo, como relaxantes químicos e até mesmo fragrâncias em shampoos e condicionadores, ou produtos de styling que contenham álcool. A inflamação facilmente forma o que tecnicamente é chamado de furúnculo, que incha o folículo piloso e toda a pele ao redor dele.

Quando isso acontece, a barreira protectora da pele é enfraquecida, levando à infecção secundária causada por bactérias ou fungos e, possivelmente, também levando a vários furúnculos num local (carbúnculo). Quando esta situação não é tratada, pode interromper o ciclo de crescimento do cabelo, causando a queda de cabelo, podem ocorrer danos irreparáveis para o folículo piloso.

Por vezes a infecção secundária pode ser causada por um arranhão, ou pelo uso de instrumentos não estéreis num salão de cabeleireiro, e nas crianças, muitas vezes o culpado é a Tinea capitis, uma micose, que pode se transferir para adultos.

Como se tratam as infecções folículares?

Se vir ou sentir comichão ou inflamações dolorosas, pápulas ou pústulas no couro cabeludo, vá a um dermatologista imediatamente. A primeira coisa a fazer para tratar, é interromper o uso de qualquer penteados apertados ou produtos ofensivos e aplicar hidrocortisona e uma pomada antibiótica tópica para a área.

Recomenda-se que as células da área inflamada sejam colhidas e cultivadas para determinar se há alguma infecção secundária por bactérias ou fungo, o que exigiria um antibiótico oral ou medicamentos antifúngicos. A cultura diz ao seu médico que tipo de bactéria ou fungo está presente e quais os medicamentos a que ela é resistente. Poderá ter que mudar o seu penteado e os regimes dos produtos que aplicava por tempo indeterminado, a fim de reverter a queda de cabelo e com êxito remover a fonte de infecção folicular.


junho 11th, 2010  
Tags: cabelos saudáveis, carbúnculo, causada, Couro Cabeludo, Dermatologista, Folículos Pilosos, fúngica, furúnculos, hidrocortisona, infecção bacteriana, infecção do folículo, infecção folicular, inflamação, penteados, pomada antibiótica, Queda de Cabelo, reacções alérgicas, Tinea capitis, tracção



Proteção contra o sol – Pessoas calvas devem proteger o couro cabeludo

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Uma das funções do cabelo é proteger o couro cabeludo dos raios nocivos do sol. É por isso que as pessoas calvas devem ter cuidados especiais com esta parte do corpo para evitar o câncer de pele e possíveis danos aos folículos pilosos. Segundo os especialistas, em geral uma queimadura leve no couro cabeludo não traz grandes prejuízos, mas a exposição exagerada sem proteção pode causar bolhas e células cancerosas que irão prejudicar a pele e os fios.

Saiba o que fazer:
1 – Use protetor!
Se você tem perda de cabelo ou cabelos ralos, não se esqueça de proteger o couro cabeludo com protetor solar. Independentemente do tipo de pele, use um protetor com amplo espectro de proteção (contra os raios UVA e UVB), resistente à água e com um FPS (fator de proteção solar) de no mínimo 30.

2. Cuidado também na sombra!
Mesmo em um dia nublado, o seu couro cabeludo está em risco. Até 80% dos raios ultravioleta do sol podem passar através das nuvens. Além disso, se você estiver na praia ou na neve, saiba que a areia reflete 25% dos raios do sol e a neve 80%.

3. Fez transplante?
Então evite o sol por pelo menos um mês após o procedimento, de preferência com um chapéu ou boné. Durante este período evite também o protetor solar pois alguns produtos químicos destes produtos podem irritar o couro cabeludo e os folículos.


maio 29th, 2010  
Tags: Cabelo, calvas, câncer de pele, Couro Cabeludo, Especialistas, Fios, Folículos Pilosos, raios nocivos do sol



Alopecia Mucinosa – Erupções dermatológicas, doença que leva à queda dos cabelos

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Informações básicas

A alopecia mucinosa, muitas vezes denominada mucinose folicular, foi relatada pela primeira vez por Pinkus em 1957. As erupções dermatológicas consistem em pápulas foliculares e/ou placas endurecidas que demonstram alterações histológicas distintas nos folículos pilosos, o que leva à queda de cabelos. O acúmulo de material mucinoso nos folículos pilosos danificados e nas glândulas sebáceas cria uma afecção inflamatória e subsequente processo degenerativo. A face, o pescoço e o couro cabeludo são os pontos mais frequentemente afetados, embora as lesões possam aparecer em qualquer parte do corpo.

Fisiopatologia

A alopecia mucinosa é um processo patológico definido histopatologicamente pela deposição de mucina nos folículos pilosos e nas glândulas sebáceas, os quais sofrem degeneração reticular epitelial. A patogênese exata é desconhecida, embora o papel dos imunocomplexos circulantes e da imunidade celular tenha sido considerado. As três variantes clínicas da doença consistem em um distúrbio primário agudo de pessoas jovens; um distúrbio primário crônico de pessoas de mais idade e um distúrbio secundário associado a doença benigna ou maligna.

O distúrbio primário de pessoas jovens consiste em lesões cutâneas focais com progressão limitada. As lesões são tipicamente limitadas a cabeça, pescoço e ombros. A maioria das lesões se resolve espontaneamente entre 2 meses e 2 anos. Os casos pediátricos compreendem a maioria desse tipo de alopecia mucinosa, estando o restante dos pacientes abaixo de 40 anos. A alopecia primária mucinosa das pessoas de idade afeta aqueles com mais de 40 anos. As lesões têm distribuição generalizada e podem persistir ou recorrer indefinidamente. Não estão identificados distúrbios associados.

A alopecia mucinosa secundária pode estar associada a doença benigna ou maligna. Estes pacientes geralmente têm entre 40 e 70 anos de idade, e as lesões são generalizadas e numerosas. A alopecia mucinosa pode ocorrer secundariamente à doença benigna, incluindo as afecções inflamatórias lúpus eritematoso, líquen simples crônico e hiperplasia angiomatóide. A alopecia mucinosa secundária também se associa á doença maligna, incluindo a micose fungóide, o sarcoma de Kaposi e a doença de Hodgkin; a micose fungóide é, de longe, a associação mais comum. Na maioria dos pacientes que exibem alopecia mucinosa e micose fungóide, estas afecções parecem desenvolver-se concomitantemente; entretanto, existe a preocupação de que os indivíduos exibindo apenas alopecia mucinosa também possam correr o risco de subsequente desenvolvimento de linfoma.

Frequência

Nos EUA. A alopecia mucinosa é afecção rara. Não existem dados precisos sobre sua frequência. Mortalidade/Morbidade. A mortalidade está relacionada à coexistência de micose fungóide na alopecia mucinosa secundária. Estima-se que entre 15% e 40% dos adultos com alopecia mucinosa desenvolverão finalmente linfoma, se é que já não estejam com a doença. O potencial maligno da alopecia mucinosa não pode ser avaliado inteiramente em razão da natureza enigmática desta e de outras anormalidades cutâneas dos linfócitos T. A morbidade da alopecia mucinosa primária, em geral, fica restrita à estética, enquanto, nos casos de alopecia mucinosa secundária, a morbidade está relacionada ao processo patológico associado.

Raça. Não há predileção racial.

Sexo. Embora ambos os sexos sejam afetados pela alopecia mucinosa, o distúrbio é mais frequente no sexo masculino. Existe apenas relato de um caso durante a gestação.
Idade. Os três subgrupos de alopecia mucinosa aparecem por idade. A doença localizada primária afeta pacientes com menos de 40 anos e primariamente na população pediátrica. A doença generalizada primária afeta pessoas com mais de 40 anos. A doença secundária com associação benigna ou maligna geralmente afeta pessoas entre a quinta e oitava décadas.

Clínica

História

Queda de pêlos nas áreas pilosas. As erupções cutâneas se apresentam como pápulas e placas foliculares amarelo-esbranquiçadas ou róseas pruriginosas. As lesões podem ser isoladas ou múltiplas. Aproximadamente 15% a 30% dos pacientes com alopecia mucinosa têm micose fungóide reconhecida no momento do diagnóstico.

Exame físico

As manifestações clínicas da alopecia mucinosa são pápulas foliculares agrupadas e alopecia. Podem existir nódulos, placas e focos de pápulas foliculares. Ocasionalmente, o material mucinoso pode ser expresso a partir de lesões ativas, e geralmente estão presentes eritema e descamação. A face e o couro cabeludo são os pontos mais comuns de envolvimento. A alopecia que se desenvolve na pele pilosa é do tipo não-cicatricial. Geralmente, a alopecia é reversível, a menos que tenha ocorrido destruição folicular devido ao excesso de mucina na bainha da raiz externa e das glândulas sebáceas. Nos pacientes com alopecia permanente, a totalidade dos folículos degenera e a cavidade cística fica bloqueada com restos queratinosos. Quando os tampões persistem, são características óbvias em focos glabros cicatrizados de alopecia mucinosa.

Causas

A alopecia mucinosa representa vários estágios de dano folicular, levando à queda de cabelos. O processo reativo é de etiologia desconhecida. Tem sido considerado o papel dos imunocomplexos circulantes e da imunidade celular.

Diagnósticos diferenciais

* Alopecia areata
* Alopecia androgênica
* Dermatite seborréica
* Eflúvio do telógeno

Investigação

Estudos laboratoriais

* História e exame físico são os primeiros passos. São necessárias múltiplas biópsias de pele na avaliação de pacientes com alopecia mucinosa, em virtude da associação com linfoma. É necessário acompanhamento próximo de todos os pacientes.

Achados histológicos

As características da alopecia mucinosa são a degeneração folicular com o acúmulo de mucina no interior dos folículos. As lesões em início contêm uma abundância de mucina entre as células da bainha radicular em decadência ou o acúmulo em grupos localizados. A degeneração mucinosa começa nas unidades pilossebáceas. Costuma existir um infiltrado misto de células inflamatórias linfocitárias, seja periapendiceal, perivascular ou intersticial. Nos pacientes com alopecia mucinosa crônica, a histologia demonstra a presença de folículos distorcidos com viabilidade variável.

A diferenciação entre variantes de alopecia mucinosa é difícil e, desta forma, existem vários critérios para diferenciar entre alopecia mucinosa benigna e alopecia mucinosa associada à micose fungóide. Embora nenhum critério isolado seja diagnóstico, a atipia citológica e um infiltrado em forma de banda são mais comuns na epiderme, e o folículo superior raramente é encontrado na alopecia mucinosa benigna, mas é comum na micose fungóide. O processo inflamatório benigno tipicamente se caracteriza por infiltrado confinado às zonas folicular, perifolicular ou perivascular, sem extensão das células à epiderme ou derme papilar/reticular. Por outro lado, o típico infiltrado associado à micose fungóide envolve a derme superior, invadindo a epiderme, e inclui células tumorais características no folículo, epiderme e/ou derme danificados.

Tratamento

Cuidados clínicos

Não existe terapia uniformemente eficaz para alopecia mucinosa, embora sejam usados, de rotina, vários tratamentos. Estes incluem corticosteróides tópicos, intralesionais e sistêmicos. Ademais, a terapia tópica e sistêmica com PUVA, mostarda nitrogenada tópica e radioterapia têm demonstrado um certo sucesso. Casos isolados documentam as respostas benéficas de dapsona, indometacina e interferons. Em virtude da evolução variável da doença e da chance de resolução espontânea, a eficácia terapêutica é difícil de comprovar.

Controle

Prognóstico

O prognóstico da alopecia mucinosa depende da variante clínica específica. A doença aguda primária geralmente desaparece em 2 anos; entretanto, a alopecia mucinosa da infância nem sempre é autolimitada e possivelmente está relacionada à doença de Hodgkin. A doença crônica primária geralmente demora por várias semanas, mas pode flutuar no grau de envolvimento cutâneo em qualquer dado tempo. A alopecia mucinosa secundária tem o prognóstico menos favorável quando associada à doença maligna coexistente. Embora exista a questão de ser ou não a alopecia mucinosa um estado transicional que evolui para micose fungóide, comprova-se que a alopecia mucinosa pode preceder o desenvolvimento desta em vários anos. Assim, o material adicional de biópsia e o acompanhamento são cruciais em todas as variantes de alopecia mucinosa.


maio 17th, 2010  
Tags: Alopecia Mucinosa, benigna, Células, Couro Cabeludo, degenerativo, Doença, erupções dermatológicas, face, Folículos Pilosos, Hodgkin, Jovens, lesões cutâneas, maligna, micose fungóide, pescoço, Pinkus, placas foliculares, PUVA, Queda de Cabelos, sarcoma de Kaposi



Causas da Calvície: O estresse pode provocar a queda de cabelos?

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Queda de cabelos difusa é uma das queixas mais freqüentes em consultórios de dermatologia. Entre as mulheres gera muita apreensão por medo de ficarem calvas.

Existem muitas causas de queda difusa de cabelos, chamada eflúvio telógeno pelo fato de os cabelos se apresentarem na fase telógena, ou de recesso, do ciclo normal de funcionamento do folículo piloso. No sexo masculino, certamente a mais comum é a calvície hereditária. No sexo feminino, somente 5% dos casos são devidos ao gene da calvície, que afeta separadamente os dois sexos.

Quando uma mulher sofre de calvície, o gene vem de outra mulher na família, ou seja, o fato de ter pai ou avô calvos não tem relação com a calvície de alguma mulher. Em ambos os sexos, a calvície se manifesta precocemente, surgindo os primeiros sinais antes dos 20 anos.

Outras razões para a queda de cabelos são oleosidade e caspa do couro cabeludo, distúrbios endócrinos, doenças febris ou depauperantes, tratamento com medicamentos que possam influir no ciclo de crescimento dos cabelos, como os corticosteróides e os citostáticos, aplicação de tinturas ou cosméticos nos cabelos, período pós-parto ou cistos ovarianos produtores de hormônio masculino nas mulheres, regimes para emagrecimento sem equilíbrio de macro e micronutrientes e deficiências nutricionais por dieta viciosa, como a alimentação de muitos jovens, que contém excesso de gorduras, carboidratos e proteínas e falta de vitaminas e sais minerais.

Como um número excessivo de pessoas se declara “muito estressada”, muito comum é a pergunta sobre se o estresse pode causar queda de cabelos. Essa é uma idéia muito veiculada e muita gente acredita nela. São inúmeros os pacientes, predominantemente do sexo feminino, que relacionam a queda de cabelos, que os leva à consulta, ao fato de estarem, ou terem atravessado, período de elevada tensão emocional por concursos, estudos de final de ano, dificuldades financeiras, exigências excessivas no trabalho, problemas afetivos ou familiares.

Isso sempre foi tido como verdadeiro pelas evidências clínicas, embora não houvessem provas de fenômeno orgânico capaz de realmente afetar os cabelos a partir de pensamentos ou emoções.

Experiência

Uma experiência realizada na Escola de Medicina Charité, de Berlim, pela pesquisadora Petra Clara Arck, lança luz sobre o assunto. O trabalho, publicado pelo American Journal of Pathology, em março de 2003, utilizou fêmeas de ratos de 6 a 8 semanas de idade.

Essas ratas, nessa idade, demonstram a mais confiável e profunda resposta ao estresse e estão na fase de recesso do ciclo dos folículos pilosos (fase telógena). As ratas foram expostas a estresse gerado por ultra-som na freqüência de 300 hertz em intervalos de 15 segundos durante 24 horas, iniciando-se no 14º. dia após terem o dorso depilado para estimular a fase catágena, que é a fase de crescimento dos pêlos.

Os experimentadores relacionaram os seguintes fatos observados nos pêlos das ratas: 1) término prematuro da duração normal do crescimento dos pêlos; 2) alterações das células que produzem o pêlo, que é o componente epitelial mais sensível a agressões do folículo piloso; 3) reações inflamatórias no bulbo do pêlo, o que reflete uma ativação da imunidade contra o mesmo.

Eles demonstraram, também, que esses efeitos inibidores do crescimento dos pêlos podem ser reproduzidos pela aplicação, em ratas não estressadas, de uma substância responsável por controlar respostas do organismo ao estresse. Por outro lado, essas respostas puderam ser neutralizadas pela administração de um “antídoto” desta substância.

Primeira comprovação

Esse trabalho constitui a primeira comprovação experimental de que o estresse psico-emocional tem influência efetiva sobre o ciclo de atividade do folículo piloso e realmente pode causar queda de cabelos.

Isso justifica a utilização, em conjunto com a administração de produtos fortalecedores dos cabelos e bloqueadores da queda, de medidas anti-estresse no tratamento da queda difusa de cabelos, quando podem ser excluídas causas orgânicas e esteja presente um perceptível estado de estresse psicossocial.

Todos os recursos neutralizadores dos efeitos do estresse têm validade, como medicamentos calmantes, ansiolíticos, práticas mente-corpo, como relaxamento muscular, respiração profunda, meditação, auto-hipnose e visualização, e técnicas orientais, como yoga e tai chi. Tudo o que concorrer para mudar o estado bioquímico do organismo e para a liberação de endorfinas e substâncias de relaxamento, deve ser colocado em prática.

Abre-se, desse modo, um caminho para evidenciar que a alopecia areata, conhecida como pelada, também recebe influência do estresse, como se acredita há muito tempo. Essa queda de cabelos se manifesta por áreas isoladas, redondas, sem cabelos, freqüentemente primeiro percebidas pelo barbeiro ou pela cabeleireira. Se for confirmada a existência de um eixo cérebro-folículo piloso, restará desvendar por que e como se dá a caprichosa característica clínica da pelada.

Fonte Dermatologia Net


dezembro 31st, 2009  
Tags: Cabelos, calvas, calvície hereditária, Calvos, Caspa, Causas, Couro Cabeludo, Dermatologia, distúrbios endócrinos, doenças febris, Eflúvio Telógeno, Estresse, feminino, Folículo Piloso, Folículos Pilosos, Masculino, Mulher, Mulheres, Pelada, Precocemente, provocar, Queda de Cabelos, Tratamento



Alopécia Androgênica (Calvície), o que é?

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O que é?

A alopécia androgênica ou calvície masculina é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença. A herança genética pode vir do lado paterno ou materno. É resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos, que começam a ser produzidos na adolescência.

Sob a ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase, a testosterona transforma-se em didrotestosterona (DHT), hormônio responsável pelo afinamento dos cabelos e diminuição progressiva dos folículos, que tem seu ciclo de vida normal encurtado. O resultado final é a calvície.

Manifestações clínicas

O resultado destes fenômenos é a queda continuada dos cabelos levando à rarefação e ao afastamento da linha de implantação para trás. A progressão do quadro leva à calvície, caracterizada pela ausência de cabelo na parte superior e frontal da cabeça, poupando as áreas laterais e posterior. Produção aumentada de oleosidade e descamação no couro cabeludo (caspa) também podem estar presentes.

As mulheres com níveis hormonais normais também podem ser atingidas, porém não chegam à calvície total, apresentando um quadro de rarefação difusa dos pêlos que também tornam-se mais finos. Geralmente as manifestações agravam-se após a menopausa.

Tratamento

O tratamento visa o prolongamento da vida útil dos folículos pilosos retardando o processo de queda dos cabelos. Pode ser feito através do uso de substâncias aplicadas diretamente no couro cabeludo ou com medicamentos via oral. Também é importante melhorar as condições do couro cabeludo, controlando a dermatite seborréica que, às vezes, acompanha o quadro.

A finasterida, substância também utilizada para o tratamento de doenças da próstata, revolucionou o tratamento da alopécia androgênica, pois bloqueia a ação da enzima que dá origem à DHT. Os resultados dos estudos demostraram boa eficácia no controle da queda dos cabelos (cerca de 86%) e até mesmo na reversão de pêlos velus (finos e pequenos) para pêlos normais (cerca de 48%), caracterizando a repilação (veja fotos abaixo).

A indicação do tratamento mais apropriado vai depender de cada caso, devendo ser feita por um médico dermatologista.


julho 4th, 2009  
Tags: Adolescência, Alopecia androgênica, Cabelos, Calvície, Couro Cabeludo, DHT, Didrotestosterona, Doença, Doenças da Próstata, Finasterida, Folículos, Folículos Pilosos, Herança Genética, Hormônios Masculinos, Masculina, Materno, Médico Dermatologista, Menopausa, Mulheres, Paterno, Queda, Rarefação, Testosterona, Tratamento, Via Oral



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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