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Posts Tagged ‘Folículos Pilosos’

Por que os cabelos caem? Prevenir queda do cabelo e como tratar o problema

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Calvície atinge cerca de 30% das mulheres adultas. Saiba o que fazer para prevenir queda e como tratar o problema

Ninguém deseja ficar calvo, muito menos as mulheres. Mas a calvície pode, sim, atingir o público feminino. Chamada de alopecia androgênica, esta doença atinge cerca de 30% das mulheres adultas e se apresenta em diversos estágios de evolução. O principal fator é genético, isto é, a calvície é herdada do pai ou da mãe.

No caso das mulheres, diferentemente dos homens, os cabelos não caem aos montes, mas sofrem um processo de enfraquecimento e se tornam menores, mais finos e escassos. O quadro é mais comum depois da menopausa, pois os hormônios femininos têm sua produção diminuída. O desequilíbrio hormonal está diretamente ligado à queda.

Isso porque o afinamento e o enfraquecimento dos cabelos são resultados da combinação da enzima 5-alfa-redutase com a testosterona, um hormônio mais comum nos homens, mas também presente nas mulheres. A combinação dos dois resulta no DHT (di-hidrotestosterona), que age sobre as estruturas que fixam os cabelos na cabeça, os chamados folículos pilosos.

Geralmente, para que a calvície avance, é necessário que ocorra desequilíbrio hormonal, que pode ser causado por problemas da tireóide, gravidez, menopausa, uso de anticoncepcionais e ovário policístico, por exemplo. Ao notar a queda, a mulher deve procurar um médico, que vai pedir exames e descobrir a causa da calvície.

“O principal resgate é o da autoestima. O tratamento reverte o processo e pode ser feito via oral ou com loções, dependendo do caso. Além disso, é feito o estímulo de crescimento com suplementação vitamínica e substâncias de uso local”.

É importante que o tratamento seja levado à sério, sem interrupção, pois os hormônios masculinos voltam a agir e o cabelo volta a cair.

Em casos avançados, o resultado pode variar, mas há também a possibilidade de transplante. Em todos os casos, deve-se evitar alguns fatores que contribuem para a queda de cabelos, como fumo, uso excessivo do secador, escova e chapinhas.

Já o medicamento finasterida, utilizado contra queda capilar em homens, não é indicado para mulheres.


outubro 25th, 2011  
Tags: Cabelos, Cair, Calvície, desequilíbrio hormonal, DHT, Enfraquecimento, Finasterida, Folículos Pilosos, Genético, Menopausa, Mulheres, Testosterona, Tireóide



Calvície: medicina tem boas notícias para quem está em busca dos fios de cabelos perdidos

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A popular marchinha de Carnaval escrita em 1942 por Roberto Roberti e Arlindo Marques Jr. pregava que “é dos carecas que elas gostam mais”. Mesmo que a frase seja simpática, pouco adianta para amenizar o efeito da calvície na autoestima masculina. A verdade é que é difícil encontrar um homem que se contente ao ver seu patrimônio capilar rarear.

Muitos, para disfarçar as falhas no couro cabeludo, fazem verdadeiros malabarismos tentando redistribuir as madeixas remanescentes. E a notícia não é nada animadora: invariavelmente, metade dos homens ficará calvo entre a puberdade e os 50 anos. Destes, 10% se incomodam tanto com a característica que saem em busca de tratamentos e poções miraculosas. Alternativas não faltam. Vão desde:

- Comprimidos;
- Aplicações de laser;
- Loções;
- E transplante capilar.

O problema ataca também as mulheres. Elas têm o problema na mesma proporção, porém em menor intensidade do que se pode ver nos homens.

— Elas não chegam a ficar completamente carecas, apenas com menos cabelos .

A explicação é que a mulher é protegida por uma enzima do couro cabeludo chamada aromatase, que não permite que a testosterona disponível no organismo se transforme em dihidrotestosterona, hormônio que faz com que os folículos pilosos geneticamente propensos se debilitem à medida que passam mais tempo expostos a essa substância. Por consequência, os cabelos duram menos tempo e crescem cada vez mais fracos, até que a raiz morra.

— Os medicamentos preventivos atuam bloqueando a ação da dihidrotestosterona,permitindo que os cabelos durem mais .

Nem todo careca pode ser chamado de calvo. Calvície é a alopecia androgenética, que está ligada a fatores hereditários. Existem outras causas que também podem derrubar os fios temporariamente. Uma das mais comuns está ligada ao estresse.

— Quem passa por um estresse intenso e tem perda de cabelo, se não tiver o gene para a calvície, recupera todo os fios perdidos

Um dos medicamentos mais adotados por quem trata do problema é uma loção que provoca vasodilatação do couro cabeludo e melhora em 30% dos casos: o aporte sanguíneo na região, tornando mais efetivo o transporte de nutrientes. Há ainda opções com medicações orais, injeções na cabeça (intradermoterapia), uso de laser frio no couro cabeludo para estimular a circulação, xampu para oleosidade. Geralmente, espera-se que em dois anos surta algum efeito no tratamento.

Segundo especialistas, apesar de não haver métodos cem por cento eficazes de prevenção, quanto mais cedo se procura ajuda, mais chances têm de minimizar a evolução do quadro.

— A raiz que morreu não pode ser mais recuperada, exceto com transplante capilar. O tratamento é para toda a vida — alerta o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Gustavo Pinto Corrêa.

Transplante é boa alternativa

Método existente há mais de sete décadas, a cirurgia de transplante capilar já foi alvo de desapontamentos ao longo dos anos pela aparência nada natural que conferia aos pacientes. De 10 anos para cá, aprimoramentos na técnica permitem copiar a natureza e reabastecer a careca de forma sutil, numa espécie de artesanato, onde os fios são aplicados um a um.

— Antigamente, faziam retalhos para implantar e ficava aquela aparência de cabeça de boneca ou plantação de cebola. Agora não há mais necessidade de levantar o couro cabeludo para aplicar o cabelo.

Dentre as cirurgias plásticas, essa é a mais artesanal e a mais distante da perfeição. Ela pode ser feita em ambos os sexos, mas não sem antes avaliar a progressão da calvície. É a segunda cirurgia plástica mais realizada no homem. A primeira é a lipoaspiração.


setembro 13th, 2011  
Tags: Alopecia Androgenética, Alternativas, Área doadora, aromatase, Autoestima, Calvície, Calvo, Capilar, Careca, Carecas, Cirurgia Plástica, Couro Cabeludo, Dihidrotestosterona, enzima, Estresse, Folículos Pilosos, homem, Hormônio, Masculina, Mulheres, Perda de Cabelo, Testosterona, Transplante Capilar



Calvície nos homens – Queda do cabelo pode estar relacionada com células estaminais

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As células estaminais desempenham um papel determinante no desenvolvimento da calvície nos homens, revela um novo estudo publicado na revista “Journal of Clinical Investigation”.

Os investigadores da University of Pennsylvania School of Medicine, nos EUA, analisaram amostras celulares de homens submetidos a transplante capilar e compararam os folículos pilosos, observando que, na mesma pessoa, as áreas de calvície e as regiões com cabelos normais tinham o mesmo número de células estaminais.

No entanto, nos folículos do couro cabeludo calvo, o número de outro tipo de células mais maduras, designadas por células progenitoras, foi significativamente reduzido. Conforme explicou o líder da investigação, George Cotsarelis, em comunicado enviado à imprensa, um problema na activação das células estaminais trava a sua conversão em células progenitoras nas áreas calvas.

A calvície, segundo esta investigação, não está associada a um menor do número de células estaminais nos folículos, mas a uma menor activação destas células.

Actualmente, os investigadores ainda não sabem o que impede a conversão das células estaminais em células progenitoras. “No entanto, o facto de existir um número normal de células estaminais no couro cabeludo calvo dá-nos esperança de que, ao reactivar estas células, seja possível a produção de cabelo normal “, constata Cotsarelis.

Estudos futuros estão a ser planeados para investigar as populações de células estaminais e progenitoras noutros tipos de perda de cabelo, incluindo a calvície feminina. Os investigadores também pretendem identificar os responsáveis pela conversão das células estaminais em células progenitoras, de forma a desenvolver um tratamento que permita o crescimento e desenvolvimento do cabelo.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.


janeiro 13th, 2011  
Tags: amostras celulares, cabelos normais, cabeludo calvo, Calvície, células estaminais, células progenitoras, Folículos, Folículos Pilosos, Homens, Queda dos Cabelos, Transplante Capilar



Queda de cabelo? Descubra se o problema não é a sua saúde

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Não são só as folhas da árvore de caem. Os cabelos também. Mas, segundo os dermatologistas especialistas em medicina capilar (tricologia), esse é um processo natural, relacionado às mudanças climáticas que ocorrem com a mudança das estações e acabam modificando o ciclo dos cabelos.

Na verdade, não há como prevenir a queda de cabelo que se acentua a cada mudança de estação. O processo depende de fatores climáticos que interferem no ritmo de produção e secreção dos hormônios de cada ser humano e também na forma como as estruturas que originam os cabelos (folículos pilosos) se comportam.

Quando se fala de uma queda normal de cabelos, uma mulher perde, em média, de 50 a 120 fios por dia, mas, geralmente, a reposição capilar ocorre naturalmente. O problema é quando essa queda começa a ser motivo de preocupação, incômodo ou motivo da diminuição do volume de cabelo ou falha no couro cabeludo.

Dermatologistas acrescentam que a queda capilar não se limita a fatores genéticos ou a quadros de estresse. Problemas de saúde como a deficiência de ferro, desnutrição, tireóide, sífilis e até mesmo câncer, também são algumas das causas da queda. Por isso, é preciso procurar um dermatologista logo que perceber que a queda está fora do normal.

Uma investigação mais profunda feita com a ajuda de um médico pode ajudar, e muito, na descoberta dessas possíveis causas, eliminá-las. Mesmo os casos de calvície podem ser revertidos caso não tenha havido destruição ou atrofia completa dos folículos que dão origem aos cabelos. Quando a causa é o estresse físico ou psíquico, a recuperação é ainda mais fácil.

Quedas hormonais, provocadas por doenças ou com alterações na saúde do couro cabeludo, são mais difíceis de recuperar, mas, para tudo existe um tratamento. Por esse motivo, os especialistas insistem em dizer: quanto antes o problema for tratado, melhor.


dezembro 7th, 2010  
Tags: Couro Cabeludo, Estresse, Folículos Pilosos, Problema, Queda de Cabelo, Tricologia



Perda de cabelos em crianças – Causa: Alopecia Areata

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Alopecia Areata

Esta doença aparece como o súbito aparecimento de manchas redondas ou ovais de perda de cabelo. Essas manchas são completamente slick, careca, ou lisa, sem sinais de inflamação, escamação ou cabelos quebrados. Eles aparecem durante a noite, ou às vezes durante alguns dias.

Alopecia areata é pensado para ser causado pelo sistema imunitário do corpo ataca os folículos pilosos. Em um determinado momento cerca de um em cada 1.000 crianças tem alopecia areata. Cerca de 25% dessas crianças também têm a picada ou a amontoa das unhas.

Com o tratamento adequado para a alopecia areata, uma grande porcentagem dos pacientes terão todos os seus cabelos de volta dentro de um ano – mais cedo. Muitas crianças com alopecia areata deve estar sob os cuidados de um dermatologista ir. Cerca de 5% das crianças com alopecia areata com vontade para desenvolver alopecia totalis – a perda de todos os pelos do couro cabeludo. Algumas destas irão desenvolver alopecia universal - a perda total de pêlos no corpo.

O diagnóstico da alopecia areata: Actualmente, não existem testes conclusivos para o diagnóstico de alopecia areata. Dermatologistas diagnosticar alopecia areata por um processo de eliminação das causas da perda de cabelo e outros no exame final do careca em si. Normalmente, a alopecia areata lesão inicial aparece como um careca patch suave, às vezes dentro de 24 horas. Algumas pessoas sentem uma sensação de formigamento ou dor na área afetada.
O couro cabeludo é a área mais comumente afetada, mas a alopecia areata pode estar presente em qualquer área onde há pêlo no corpo. testes de puxar o cabelo às vezes são realizadas às margens das lesões. Se o cabelo é facilmente retirado, a lesão está ativa e perda de cabelo deve ser antecipado. Desde que a alopecia areata é bastante distinta, é geralmente diagnosticado corretamente com um simples exame visual.

Tratamento da alopecia areata: Não há cura para alopecia areata e, infelizmente, já que há pouca compreensão da doença, não existem medicamentos aprovados pela FDA ou tratamentos concebidos especificamente para tratá-lo.

Há, no entanto, diversas drogas sendo prescrito off-label para o tratamento da alopecia areata. Estes medicamentos parecem ajudar a uma certa percentagem de pessoas afectadas com esta doença. Leia mais sobre tratamentos específicos para a alopecia. Consulte seu médico sobre a melhor opção para seu filho.

Tenha em mente que, embora estes tratamentos podem favorecer o crescimento do cabelo, nada impede que novos patches ou curar a doença subjacente. Alopecia areata é uma doença imprevisível e até mesmo com a remissão completa é possível para que voltem a ocorrer durante a vida do seu filho.

Trauma à haste do cabelo

Essa é outra causa comum de perda de cabelo em crianças. Muitas vezes o trauma é causado pela tração (consistentemente usado tranças apertadas, rabos de cavalo, etc) ou por fricção (atrito contra uma cama ou cadeira de rodas, por exemplo). queimaduras químicas são outra causa.

Outra causa mal trauma da perda de cabelo é chamada de tricotilomania, o hábito de enrolar ou arrancar os cabelos. A tricotilomania é pensado para ser um transtorno obsessivo-compulsivo que pode ser extremamente difícil de tratar, pois geralmente o paciente se sente compelido a arrancar os cabelos. A perda de cabelos é irregular e marcada por cabelos quebrados de comprimento variável. No interior das manchas, perda de cabelo não está completo.

Algumas crianças com tricotilomania também tricofagia - o hábito de comer os cabelos. Eles desenvolvem massas abdominais composto de bolas de pêlos não digerido.

O diagnóstico da tricotilomania: Isso geralmente é auto-evidente. O paciente ou o pai do paciente se queixa de cabelo puxando obsessivo.
O tratamento da tricotilomania: puxar cabelo normalmente é tratada com comportamentais / terapia cognitiva ou técnicas de relaxamento, que pode ser muito eficaz. Enquanto o trauma de cabelo não era grave ou crônica suficiente para causar cicatrizes, o cabelo vai voltar a crescer quando o trauma é interrompido.


novembro 4th, 2010  
Tags: Alopecia Areata, alopecia totalis, Alopecia Universal, cabelos quebrados, Careca, Causa, Crianças, Doença, escamação, Folículos Pilosos, inflamação, Perda de cabelos, transtorno obsessivo-compulsivo, Tratamento, tricofagia, tricotilomania



Tratamento pode retardar aparecimento da calvície

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No mundo, há cerca de dois bilhões de pessoas calvas, sendo que apenas 5% são mulheres. Só no Brasil, estima-se que existam cerca de 40 milhões de homens calvos. Quem sofre mais com a calvície são os homens jovens. Entre os que possuem tendência genética, 80% desenvolvem a calvície entre 24 e 26 anos de idade, 15% apresentam os sintomas aos 17 anos, e só 5% precisam lidar com o problema após os 30 anos.

A calvície, tecnicamente chamada de alopecia androgenética (ou androgênica), é caracterizada pela queda constante do cabelo, deixando a pessoa careca. Pode ser de causa genética (95% dos casos) ou hormonal e é progressiva. Já a queda temporária, diferente da calvície, pode ser causada por vários fatores, um deles é o estresse.

A calvície masculina não é uma doença. É o resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência. Sob a ação da enzima 5-alfa-redutase, a testosterona transforma-se em diidrotestosterona (DHT), hormônio responsável pelo afinamento dos cabelos e diminuição progressiva dos folículos, provocando o problema.

Muitas fórmulas milagrosas são testadas pelos carecas na tentativa de ficar livre do problema, mas esmagar comprimidos de anticoncepcionais e acrescentá-los ao xampu, não costuma fazer efeito. Para isso, já estão disponíveis no mercado medicamentos que fazem efeito a partir do terceiro mês de uso. O tratamento de comprimidos combinado com aplicações no couro cabeludo pode trazer bons resultados. Há ainda a opção do implante, que é feito com anestesia local e, após dois meses, os cabelos começam a crescer.


setembro 13th, 2010  
Tags: Alopecia Androgenética, Aparecimento, Brasil, Cabelo, calvas, Calvície, Estresse, Folículos Pilosos, Genética, Hormônio, Mulheres, Retardar, Tratamento



Cura da calvície? – Pesquisas com células-tronco podem ajudar na queda capilar

Cabelo, Calvície, Dúvidas, Estudos, Mundo, Queda de Cabelo 0 Comment »

Pesquisas feitas com células-tronco na Escócia e Suíça podem ajudar na descoberta da cura para calvície. Durante os estudos, os pesquisadores descobriram que as células do timo (órgão que ajuda a gerir o sistema imunológico) podem se “comportar” como células de outros órgãos, incluindo as que contém folículos pilosos. A descoberta foi feita quando os cientistas transplantaram as células do timo para a pele de ratos de laboratório.

“Essas células realmente mudaram, expressando genes diferentes e cada vez mais potentes”, disse o pesquisador e professor Yann Barrandon, chefe do laboratório de células-tronco da Universidade de Lausanne.

A cura para a calvície não era o objetivo quando os pesquisadores começaram os estudos. Na verdade eles faziam testes de transplante de pele para ajudar vítimas de queimaduras. Os pesquisadores pretendem continuar os estudos.

Fonte: quedadecabelo.com.br


agosto 31st, 2010  
Tags: Células-Tronco, Cura da calvície, Folículos Pilosos, Pesquisas, queda capilar, sistema imunológico, timo



Tratamento médico diminue a calvície – A queda de cabelo atinge homens e mulheres

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Se seu cabelo cai toda vez que você o penteia ou o lava, saiba que você é uma pessoa normal. Nossos cabelos estão sempre caindo e sendo repostos. A calvície acontece quando a taxa de queda de cabelos é superior ao normal e não há a reposição desses fios.

Ela é bem mais comum nos homens, mas também acomete algumas mulheres. Mesmo que ela seja vista como um processo irreversível, e calvície pode ser combatida, sim.

Homens
A alopécia androgenética, ou calvície, é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença. A herança pode vir do lado paterno ou materno e é resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona).

Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima e é transformada em um hormônio que vai agir sobre os folículos pilosos, promovendo a sua diminuição progressiva a cada ciclo de crescimento dos cabelos, que vão se tornando menores e mais finos.

O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície. É bem comum os homens acharem que se trata de algo normal, mas vale à pena consultar um dermatologista quando sentir que os fios estão rareando. Isso porque o grau de recuperação depende de fatores como a idade do homem, o quanto ele já perdeu de cabelo e qual o objetivo final.

Resumindo: um homem que começou a perder o cabelo agora tem mais chance de que ele volte a crescer em relação a alguém que já é calvo há vários anos.
E nas mulheres?

A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação dos cabelos, que se tornam finos e têm seu tamanho diminuído. Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada.

O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, calvice só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos. Já a perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície. Isso é um processo normal do organismo feminino.

Os tratamentos

A chance contra o fim da calvície se deve ao uso de finasterida, um medicamento que atua bloqueando o processo que leva à perda dos cabelos. Segundo alguns estudos, a finasterida interrompe a evolução da calvície em 86% dos homens tratados.

O medicamento era originalmente utilizado para o tratamento do aumento da próstata. A observação de seus efeitos sobre a calvície de pacientes que utilizavam o produto para esta finalidade chamou a atenção de um laboratório, que acabou produzindo um medicamento próprio para tratar a calvície. Mas só mesmo o médico pode indicar o tratamento correto, mesmo porque, para as mulheres, a finasterida não costuma ser indicada.

Ajuda no tratamento

Mantenha uma vida saudável e uma alimentação rica em aminoácidos e proteínas, cobre, ferro, zinco, óleo de linhaça e complexo B, além de fazer exercícios físicos. Esses fatores contribuem para uma boa nutrição capilar e irrigação do couro cabeludo.

Lave sempre o cabelo com xampu neutro e sem sal para remover a sujeira e o sebo em excesso sem alterar o pH do couro cabeludo. Crie o hábito de massagear o couro cabeludo. A massagem deve começar na parte frontal da cabeça e nas têmporas, continuando na nuca e terminando no alto do crânio. Isso ativa a circulação.

Fonte: Minha Vida


julho 28th, 2010  
Tags: Alopecia Androgenética, Aminoácidos, Cabelo, Cabelos, Calvície, Cobre, Complexo B, diminue, Doença, Ferro, Fios, Folículos Pilosos, Homens, lava, Mulheres, Óleo de linhaça, penteia, Perda dos Cabelos, Proteínas, Queda de Cabelo, Tratamento Médico, Zinco



Calvíce Feminina – Tratamentos

Alimentos, Brasil, Cabelo, Calvície, Calvície Feminina, Ceará, Fortaleza, Nutrientes, Transplante Capilar, Tratamento 0 Comment »

A calvíce feminina ou alopécia androgênica é um problema que deixa a mulher com auto-estima em baixa , com ansiedade e muita depressão. Afinal os cabelos são a moldura do rosto.É muito importante procurar imediatamente tratamento e recuperar novamente o crescimento do cabelo.

A calvíce é uma manifestação fisiológica que atinge principalmente os homens, mas que também pode afetar as mulheres. A calvíce aparece devido à uma herança genética e o histórico de calvíce pode vir tanto do lado da mãe como do pai.

O processo acontece devido a ação da enzima 5-alfa-redutase sobre o hormônio testosterona (a mulher também apresenta este tipo de hormônio, porém em menor quantidade que o homem) resultando no subproduto DHT (dihidrotestosterona). Este último age sobre os folículos pilosos, provocando o seu afinamento e miniaturização.

A calvíce feminina também pode aparecer por outros motivos como; anemia e alterações tireoideanas,porém a manifestação ocorre de forma diferente, também provocando rarefação dos cabelos mas sem o afinamento característico da alopécia androgênica.

A calvíce feminina pode ser mais intensa se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, a alopécia androgênica só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos.

Quais são os Tratamentos para a calvíce feminina?

O tratamento visa evitar a ação hormonal sobre os folículos, revertendo o processo de afinamento e miniaturização e é feito com o uso de anti-andrógenos (combatem a ação dos androgênios: hormônios masculinos).

Podem ser utilizados por via oral ou sob a forma de loções aplicadas no couro cabeludo. A finasterida, medicamento utilizado com sucesso no tratamento dos homens, não é indicada para o tratamento de mulheres, mas outros produtos podem obter resultados semelhantes.

Além disso é feito o estímulo ao crescimento dos cabelos, com suplementação vitamínica e substâncias de uso local.
O tratamento é contínuo e os resultados podem demorar um pouco a aparecer.É necessário ter paciência e perseverança. Muitas vezes é necessária a troca do medicamento até que se obtenha o melhor resultado. Se o tratamento for interrompido, o processo se reinicia e a queda voltará a acontecer.

Pode ser necessária uma avaliação hormonal e a realização de exames que excluam outras causas da queda dos cabelos, como o eflúvio telógeno e a alopécia areata. A indicação do melhor tratamento depende de cada caso e deve ser determinada pelo médico dermatologista.

No caso da alopécia areata, uma opção no tratamento são as injeções locais de corticóides e outras drogas que atacam as células que inibem o crescimento dos fios. As aplicações são realizadas em intervalos de 15 dias.

Geralmente, o tratamento da calvície feminina combina o uso de drogas tópicas e orais. A aplicação diária de loção de minoxidil, em concentrações de 2% a 5%.Shampoo à base de jaborandi e cisteína, também podem auxiliar no tratamento em conjunto com os medicamentos.

No tratamento oral, dependendo da história clínica e do resultado laboratorial, o médico também pode acrescentar alguns suplementos vitamínicos (principalmente aqueles à base de biotina, piridoxina e aminoácidos). Por exemplo: o acetato de ciproterona neutraliza os efeitos dos hormônios androgênios. Já a flutamida bloqueia o receptor andrógeno, diminuindo a quantidade do hormônio masculino na raiz do folículo capilar.

Outra opção no tratamento da calvície feminina é a iontoforese uma vez por semana. Ela consiste na introdução nos tecidos, por meio de corrente galvânica (elétrica), de uma fórmula à base de adstringentes, aminoácidos, vasodilatadores, vitaminas e outros medicamentos contra calvície.

Nota: As informações contidas neste blog e em seus artigos não substituem, em hipótese alguma, sua visita regular ao seu médico. Somente ele está apto a diagnosticar qualquer problema de saúde.

Fonte  Dermatologia.net


junho 28th, 2010  
Tags: Alopecia androgênica, Alopecia Areata, anti-andrógenos, Auto-Estima, Cabelos, Calvíce Feminina, cisteína, Depressão, Eflúvio Telógeno, enzima 5-alfa-redutase, Finasterida, Folículos, Folículos Pilosos, Herança Genética, Hormônios Masculinos, jaborandi, Minoxidil, suplementação vitamínica, Tratamento, Tratamentos, Via Oral



Combata a calvície – Um drama que tem tratamento

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Se seu cabelo cai toda vez que você o penteia ou o lava, saiba que você é uma pessoa normal. Nossos cabelos estão sempre caindo e sendo repostos.

A calvície acontece quando a taxa de queda de cabelos é superior ao normal e não há a reposição desses fios. Ela é bem mais comum nos homens, mas também acomete algumas mulheres. E pode ser combatida, sim. Entenda como!

Homens
A alopécia androgenética ou calvície é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença.

A herança pode vir do lado paterno ou materno e é resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona).

Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase, e é transformada em diidrotestosterona (DHT), que vai agir sobre os folículos pilosos, promovendo a sua diminuição progressiva a cada ciclo de crescimento dos cabelos, que vão se tornando menores e mais finos.

O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície.

“A perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície”.

E nas mulheres?
A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação dos cabelos, que se tornam finos e têm seu tamanho diminuído.

Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada. O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo.

Em algumas mulheres, a alopécia só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos. Já a perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície, ok? Isso é um processo normal do organismo feminino.

Os tratamentos
A chance contra o fim da calvície se deve ao uso de finasterida, um medicamento que atua bloqueando o processo que leva à perda dos cabelos. Segundo alguns estudos, a finasterida interrompe a evolução da calvície em 86% dos homens tratados.

O medicamento era originalmente utilizado para o tratamento do aumento da próstata. A observação de seus efeitos sobre a calvície de pacientes que utilizavam o produto para esta finalidade chamou a atenção de um laboratório, que acabou produzindo um medicamento próprio para tratar a calvície.

Mas só mesmo o médico pode indicar o tratamento correto, mesmo porque, para as mulheres, a finasterida não costuma ser indicada.

Ajuda no tratamento
Mantenha uma vida saudável e uma alimentação rica em aminoácidos e proteínas; cobre, ferro, zinco, óleo de linhaça e complexo B, além de fazer exercícios físicos. Esses fatores contribuem para uma boa nutrição capilar e irrigação do couro cabeludo.

Lave sempre o cabelo com xampu de pH neutro e sem sal para remover a sujeira e o sebo em excesso sem alterar o pH do couro cabeludo.

Crie o hábito de massagear o couro cabeludo. A massagem deve começar na parte frontal da cabeça e nas têmporas, continuando na nuca e terminando no alto do crânio. Isso ativa a circulação.

Não ache que é normal
É bem comum os homens acharem que se trata de algo normal, mas vale a pena consultar um dermatologista quando sentir que os fios estão rareando.

Isso porque o grau de recuperação depende de fatores como a idade do homem, o quanto ele já perdeu de cabelo e qual o objetivo final.

Resumindo: um homem que começou a perder o cabelo agora tem mais chance de que ele volte a crescer em relação a alguém que já é calvo há vários anos. Cuide-se.

Fonte: Site Minha vida


junho 22nd, 2010  
Tags: Adolescência, Alopecia Androgenética, Cabelo, Cabelos, Calvície, Combata, Couro Cabeludo, DHT, diidrotestosterona, Doença, Fios, Folículos Pilosos, Genética, Gravidez, Homens, Hormônios Masculinos, hormônios sexuais, Mulheres, Queda de Cabelos, Testosterona, Tratamento



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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