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Por quê meus cabelos não crescem? 5 motivos que interferem no crescimento dos seus cabelos

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1. Alterações hormonais

Provocam quebra, fragilidade, diminuição e ressecamento. “Quando os receptores do bulbo capilar (que produz os fios) recebem hormônios alterados, há uma disfunção na produção de cabelo“. O problema pode estar na hipófise, na tireoide, na suprarrenal ou nos ovários. Por isso, visite um endocrinologista, já que essas alterações podem ser perigosas também.

2. Deficiências nutricionais

A falta de metais, principalmente zinco, cobre e ferro, pode provocar queda, afinar ou fragilizar os fios. Isso porque o cabelo precisa de tais nutrientes para ser produzido. Diariamente devemos consumir 12 mg de ferro (presente nas carnes vermelhas e vegetais de folhas escuras, como espinafre), 15 mg de zinco (está na carne vermelha, frango e peixe) e 3 mg de cobre (existente na farinha de soja, lentilha, aveia).

3. Genética

Há pessoas que nascem programadas para ter fios mais finos e ralos, com perspectiva de crescerem até 50 cm. “É possível reverter isso tomando a medicação adequada”, afirma Valcinir Bedin. As drogas são bloqueadores de receptores de andrógeno, devem ser receitadas por médicos e tomadas por toda a vida. Ao atuar nos receptores hormonais, ajudam o cabelo a crescer.

4. Muita oleosidade

O sebo induz à inflamação do couro cabeludo e faz com que o fio caia mais rapidamente. “Use xampu para controle da oleosidade, não tome banho com água muito quente nem friccione o couro cabeludo”. Procure o médico.

5. Use excessivo de química

A aplicação de tinturas e alisamentos fragiliza o fio e facilita a quebra. O problema é agravado pelo uso do secador e da chapinha. Para evitar isso, siga as dicas abaixo:

· Hidrate os fios todas as semanas com a máscara de sua preferência.
· Tire a umidade dos cabelos antes de começar a escova. “Quando molhados, os fios têm suas pontes de hidrogênio rompidas, o que os deixa mais frágeis” .
· Aposte no leavein termoprotetor com silicone. Ele forma uma película ao redor do fio, protegendo-o do calor.


janeiro 27th, 2012  
Tags: Bulbo Capilar, Cabelo, Cabelos, Cobre, Couro Cabeludo, Crescimentos, Endocrinologista, Ferro, Fios, Hormônios, Sebo, Zinco



Tratamentos disponíveis – Cerca de 80% dos homens apresentam calvície em algum momento da vida

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Cerca de 80% dos homens apresentam calvície em algum momento da vida
O problema também pode afetar as mulheres, só que em proporções menores; para ambos os casos há tratamentos disponíveis.

A calvície é um problema que incomoda e até de certa forma amedronta, especialmente a ala masculina que apresenta maiores chances de ter o problema, cerca de 80% dos homens e 50% das mulheres podem ter algum grau de calvície.

A “falta de cabelo” é um processo com base genética que afina o fio capilar. Em algumas pessoas a queda ocorre com mais frequência e em outras pode levar um tempo maior, mas geralmente. quando há predisposição, a situação começa na puberdade: “Tem rapazes que podem ficar calvos aos 20 anos, por exemplo, isso é relativo, a única certeza é que o problema existe e precisa de tratamento adequado”.

Nos homens, o diagnóstico da calvície é fácil, pois as “famosas” entradas logo aparecem na região frontal, já nas mulheres o padrão não é o mesmo, normalmente as falhas ou rarefação no cabelo surgem no topo da cabeça. Com elas a avaliação deve ser ainda mais completa, já que um distúrbio hormonal pode ocasionar quedas de cabelo ou até mesmo a falta de ferro. Este último, aliás, é muito comum.

Existem tratamentos para a calvície feitos com drogas, uma delas é a finasterida. Esse medicamento é muito utilizado no caso dos homens e consegue barrar o processo de afinamento do cabelo, revertendo o processo: “É importante ressaltar que para aqueles fios já perdidos não há mais jeito, uma possibilidade seria implantar cabelos da parte de trás da cabeça na região da falha, e eles se manterão, porque nenhum fio é igual o outro”.

Problema sério: O afinamento dos fios capilares e sua consequente queda, dando origem à calvície, são mais comuns entre o público masculino

Feminino
Para as mulheres não há uma droga específica, principalmente pelos fatores diferentes que causam os problemas de origem capilar, mas também tem tratamento. Grandes avanços foram feitos para a prevenção da calvície e que, hoje, existe um teste genético para ver se a pessoa tem predisposição para desenvolver o problema.

Apenas um profissional pode diagnosticar a calvície, uma vez que conseguem saber a diferença entre o problema e a queda de cabelo. O cabelo tem ciclos, podendo encontrar-se na fase de crescimento ou em repouso. Cerca de 85% dos fios estão crescendo e 15% caem depois de ficarem em repouso por cerca de três meses, o que é considerado normal, mas quando aumenta a porcentagem é necessário checar a causa. Estresse, problemas de tireóide, pessoas que fizeram determinadas cirurgias ou emagreceram muito podem perder mais cabelo do que o normal.

Fonte MOGI NEWS


outubro 18th, 2010  
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Calvície atinge até 50% das mulheres

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Estatísticas apontam que 50% das mulheres de qualquer idade podem apresentar algum nível de calvície, seja de origem metabólica, hormonal ou auto-imune. Para as que têm tendência genética para o problema – estima-se que sejam 5% das mulheres – a queda pode começar a partir de 17 anos. “Além das causas genéticas, as mulheres podem perder cabelo por diversas razões como a dermatite seborréica, carência de ferro, hipotireoidismo, danos químicos nos cuidados com o cabelo, entre outros fatores”.

Atenção aos sinais

Todas as mulheres precisam ficar atentas a qualquer sinal de queda, principalmente aquelas que se submetem a tinturas, alisamentos e outras químicas capilares. “Quanto antes a paciente começar o tratamento, mais chances ela tem de prevenir a queda de outros fios. Além de loções e xampus manipulados, o especialista pode receitar vitaminas e outras substâncias que contribuem par ao tratamento”.


agosto 28th, 2010  
Tags: Alisamentos, Cabelo, Calvície, Cuidados, Ferro, Fios, hormonal, Idade, metabólica, Mulher, Mulheres, Problema, queda capilar, Queda do Cabelo, químicas capilares, sinal, Tendência Genética, testes, Tinturas, Tratamento



Tratamento médico diminue a calvície – A queda de cabelo atinge homens e mulheres

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Se seu cabelo cai toda vez que você o penteia ou o lava, saiba que você é uma pessoa normal. Nossos cabelos estão sempre caindo e sendo repostos. A calvície acontece quando a taxa de queda de cabelos é superior ao normal e não há a reposição desses fios.

Ela é bem mais comum nos homens, mas também acomete algumas mulheres. Mesmo que ela seja vista como um processo irreversível, e calvície pode ser combatida, sim.

Homens
A alopécia androgenética, ou calvície, é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença. A herança pode vir do lado paterno ou materno e é resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona).

Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima e é transformada em um hormônio que vai agir sobre os folículos pilosos, promovendo a sua diminuição progressiva a cada ciclo de crescimento dos cabelos, que vão se tornando menores e mais finos.

O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície. É bem comum os homens acharem que se trata de algo normal, mas vale à pena consultar um dermatologista quando sentir que os fios estão rareando. Isso porque o grau de recuperação depende de fatores como a idade do homem, o quanto ele já perdeu de cabelo e qual o objetivo final.

Resumindo: um homem que começou a perder o cabelo agora tem mais chance de que ele volte a crescer em relação a alguém que já é calvo há vários anos.
E nas mulheres?

A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação dos cabelos, que se tornam finos e têm seu tamanho diminuído. Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada.

O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, calvice só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos. Já a perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície. Isso é um processo normal do organismo feminino.

Os tratamentos

A chance contra o fim da calvície se deve ao uso de finasterida, um medicamento que atua bloqueando o processo que leva à perda dos cabelos. Segundo alguns estudos, a finasterida interrompe a evolução da calvície em 86% dos homens tratados.

O medicamento era originalmente utilizado para o tratamento do aumento da próstata. A observação de seus efeitos sobre a calvície de pacientes que utilizavam o produto para esta finalidade chamou a atenção de um laboratório, que acabou produzindo um medicamento próprio para tratar a calvície. Mas só mesmo o médico pode indicar o tratamento correto, mesmo porque, para as mulheres, a finasterida não costuma ser indicada.

Ajuda no tratamento

Mantenha uma vida saudável e uma alimentação rica em aminoácidos e proteínas, cobre, ferro, zinco, óleo de linhaça e complexo B, além de fazer exercícios físicos. Esses fatores contribuem para uma boa nutrição capilar e irrigação do couro cabeludo.

Lave sempre o cabelo com xampu neutro e sem sal para remover a sujeira e o sebo em excesso sem alterar o pH do couro cabeludo. Crie o hábito de massagear o couro cabeludo. A massagem deve começar na parte frontal da cabeça e nas têmporas, continuando na nuca e terminando no alto do crânio. Isso ativa a circulação.

Fonte: Minha Vida


julho 28th, 2010  
Tags: Alopecia Androgenética, Aminoácidos, Cabelo, Cabelos, Calvície, Cobre, Complexo B, diminue, Doença, Ferro, Fios, Folículos Pilosos, Homens, lava, Mulheres, Óleo de linhaça, penteia, Perda dos Cabelos, Proteínas, Queda de Cabelo, Tratamento Médico, Zinco



Cabelos caem mais no outono, mas nem sempre é calvície

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Notou que seus cabelos têm caído mais nesta época do ano? Calma! Não precisa se assustar. É que, durante o outono e o inverno, as madeixas entram naturalmente na parte do ciclo de maior queda, mas temos capacidade de repor o que foi perdido. No verão, são eliminados cerca de 70 fios e, nas estações frias, 100. Agora, se notar entradas, fios finos, curtos e ralos, o problema pode ser calvície, e isso sendo homem ou mulher.

Para tirar suas dúvidas sobre esse incômodo estético, confira abaixo suas causas, indícios e formas de tratamento:

1) A calvície (alopécia androgênica) é sempre hereditária e se caracteriza pela sensibilidade ao hormônio masculino DHT (dihidrotestosterona);

2) Se as madeixas caírem por conta de outras causas (como estresse, anemia por deficiência de ferro, dieta alimentar restritiva, doenças da tireoide, início ou interrupção do uso de anticoncepcionais orais), a situação é temporária. Após o tratamento, o paciente volta a ter o volume normal. No entanto, esses problemas podem se tornar gatilho para desenvolver a calvície em quem tem predisposição;

3) A calvície é gradativa e não um processo agudo de queda repentina. O que acontece é a miniaturização progressiva dos fios, ou seja, a transformação de fios grossos em finos e cada vez mais curtos;

4) Ao contrário do que muitos pensam, a calvície feminina é tão comum quanto a masculina, porém menos severa, porque o hormônio estrogênio protege contra a perda total dos fios, característica do homem;

5) O incômodo masculino começa na região das têmporas, formando as famosas entradas, e evolui atingindo o topo do couro cabeludo até a região do vertex (“coroa“). O feminino é caracterizado pelo cabelo mais ralo na região central e superior da cabeça, iniciando na linha média de repartição dos fios;

6) Os indícios podem começar a aparecer após a puberdade. No caso das mulheres, o pico é na década dos 30 anos (cerca de 25% das pessoas do sexo feminino) e após a menopausa (50%). No dos homens, 30% deles têm na década dos 30 anos, 40% na dos 40 e 50% na dos 50;

7) O tipo de tratamento depende do grau da calvície. A lista de possibilidades conta com loção capilar, cápsulas de vitaminas específicas, medicamento antiandrogênico para bloquear a formação do DHT, laser e transplante capilar;

8 ) Os medicamentos antiandrogênicos não causam impotência sexual. Podem diminuir a libido, mas a porcentagem de ocorrências é baixa: menos de 2%. Se houver queixas, não tem efeito cumulativo e nem definitivo;

9) O tratamento clínico recupera as raízes que ainda estão vivas, mas ainda não existe método que as multiplique. Portanto, se um rapaz tem entradas grandes e cabelo na quantidade normal na coroa, a medicação serve para preservar a área da coroa e a sugestão é apostar em transplante nas entradas;

Fonte Portal Terra


abril 30th, 2010  
Tags: Alopecia androgênica, anemia, anticoncepcionais orais, Cabelos, Calvície, Causas, coroa, curtos, DHT, Dihidrotestosterona, Entradas, Estresse, estrogênio, Ferro, Fios, fios finos, grau da calvície, Hereditária, homem, impotência sexual., Inverno, libido, Madeixas, Mulher, Outuno, predisposição, Problema, Puberdade, Queda, Ralos



Quando o cabelo começa a cair, melhor buscar o médico – Estresse e alteração hormonal podem ser a origem do problema capilar nas mulheres

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Lesley Alderman
The New York Times

Nova York, EUA. Ninguém quer perder cabelo, mas para as mulheres, essa experiência é especialmente traumática. Os homens podem raspar a cabeça e ainda parecerem elegantes, ou até mesmo sexy. Mas as mulheres não querem ficar carecas.

Embora isso seja mais comum e visível nos homens, muitas mulheres perdem cabelo. Segundo a Academia Norte-americana de Dermatologia, 30 milhões de mulheres nos Estados Unidos têm perda hereditária de cabelo, enquanto 50 milhões de homens têm o problema. Entretanto, muitas outras mulheres sofrem um enfraquecimento do cabelo, resultante da menopausa ou de problemas de saúde.

Existem uma multidão de tratamentos comercializados para a queda de cabelo feminino. Entretanto, poucos valem a pena ser comprados e utilizados, alega Melissa Piliang, dermatologista de uma clínica de Cleveland.

As mulheres norte-americanas gastaram cerca de US$ 176 milhões em produtos para perda de cabelo no ano passado. Segundo dermatologistas, boa parte desse dinheiro foi gasto em tratamentos que não valem a pena. Os médicos alertam que deve-se desconfiar sempre das donas de salão de beleza, propagandas mirabolantes ou engenhocas sofisticadas que prometem curas milagrosas. Algumas das causas da queda são, por exemplo, o estresse e o uso de antidepressivos, que dificultam o tratamento.

Queda. Todo dia, uma pessoa perde de 50 a cem fios de cabelo. Entretanto, quando o corpo está saudável, um número igual de fios cresce diariamente. Transtornos do dia-a-dia, incluindo o estresse intenso (morte de um familiar, divórcio, perda do emprego) e mudanças na alimentação (dieta drástica ou falta de proteína), podem fazer com que o cabelo caia mais rapidamente do que o normal.

Além, dos antidepressivos, os remédios anti-acne e os bloqueadores beta também podem interromper temporariamente o ciclo de crescimento dos fios de cabelo. Medicamentos com testosterona, que algumas mulheres tomam para aumentar o apetite sexual, também podem ocasionar a perda de cabelo.

Hormônios. Algumas condições médicas também atrapalham o crescimento dos cabelos. Uma glândula de tireoide superativa ou com baixa atividade pode ocasionar a queda de cabelo. Outro motivo é a deficiência de ferro. Quando as mulheres entram na menopausa e seus níveis de estrogênio caem, o cabelo geralmente começa a enfraquecer. Muitas também perdem um pouco de cabelo após darem à luz, devido às mudanças hormonais que o corpo vivencia.

Os produtos vendidos sem receita que prometem aumentar o crescimento capilar não têm eficácia comprovada. Xampus e vitaminas podem fazer o cabelo parecer mais saudável, mas eles não fazem mais fios de cabelo crescerem, afirmam os especialistas.

“Não existe vitaminas específicas para crescer cabelo”, disse Zoe Draelos, professora de dermatologia da Universidade Duke. “Se você não tiver deficiência nutricional, você não precisa de suplementos com vitaminas”, completa.

Tratamentos
- No caso de alopecia androgenética, condição hereditária que faz o cabelo enfraquecer com o tempo, o medicamento tópico mais eficaz é o minoxidil. O tratamento dura de seis meses a um ano e é eficaz em 80% dos casos

- A finasterida (Propecia) pode ser receitada pelo médico. Mas ela não deve ser usada por mulheres que pretendem engravidar

- Alguns pentes com laser podem estimular o crescimento dos folículos capilares. Entretanto, a agência sanitária dos EUA só o aprovou para o uso masculino

- Se os tratamentos não ajudarem e seu escalpo estiver mais visível do que você gostaria, uma solução pode ser um transplante capilar

Fonte O Tempo


fevereiro 2nd, 2010  
Tags: alteração hormonal, antidepressivos, Cabelo, Cair, Carecas, curas milagrosas, Dermatologista, Estresse, Ferro, Fios de Cabelo, Folículos Capilares, hereditária de cabelo, Hormônios, Medicamentos, Médico, Menopausa, Mulheres, Problema Capilar, Queda de Cabelo, Tratamento



Dieta para os cabelos – Como manter os cabelos saudáveis

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Os cabelos são compostos por proteínas, lipídeos, açúcares e minerais, por isso uma alimentação saudável influencia e muito na saúde de nossas madeixas.  Veja a lista dos alimentos construtores, minerais e vitaminas para você incluir na sua dieta. Assim seus cabelos ficarão fortes e bonitos.

- Aminoácidos e proteínas: estimulam o crescimento e o fortalecimento dos cabelos e estão presentes em carnes, ovos, grãos, leite e derivados.
- Cobre: auxilia no crescimento dos cabelos e é encontrado em nozes e castanhas.
- Ferro: combate anemias e está presente no fígado, gérmen de trigo, amêndoas, passas, feijão, lentilha e folhas escuras.
- Zinco: auxilia no crescimento dos cabelos e reduz a oleosidade. É encontrado na carne, gérmen de trigo, nozes e na gema de ovo.
- Óleo de linhaça: melhora a aparência e o brilho das madeixas.
- Complexo B, Vitamina C, Vitamina E e CoQ10: diminuem a calvície e tratam alguns tipos de anemia.
O complexo B pode ser encontrado na soja, lentilha, gema de ovo, abacate, cenoura, semente de girassol e peixes.
A vitamina C está presente na acerola, goiaba, couve, brócolis, pimentão verde, espinafre, laranja e morango.
O óleo de gérmen de trigo, girassol, nozes, amendoim são ricos em vitamina E.


janeiro 15th, 2010  
Tags: abacate, açúcares, Alimentação Saudável, Aminoácidos, Cabelos, cabelos saudáveis, Cenoura, Cobre, Complexo B, Dicas, Dieta, Ferro, gema de ovo, lentilha, lipídeos, minerais, Óleo de linhaça, Proteínas, Saúde, semente de girassol, soja, Vitamina C, Vitamina E, vitaminas, Zinco



Causas da queda do cabelo: Baixo nível de ferro no sangue

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A deficiência de ferro também pode levar à queda de cabelo. Algumas pessoas não ingerem ou não absorvem bem o ferro. Mulheres que têm período menstrual de volume ou duração prolongada, também podem desenvolver esta deficiência. A detecção da redução do ferro no sangue é feita através de exames laboratoriais e pode ser corrigida pelo uso de comprimidos ou medicações que contenham ferro.

Fonte: SBCD


agosto 6th, 2009  
Tags: Capilar, Causas, Comprimidos, Deficiência, Ferro, Medicações, Mulheres, Período Menstrual, Queda de Cabelo, Sangue



Nutrição para os cabelos – Proteínas, vitaminas e sais minerais

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Nutricao-vitaminas-sais-minerais-proteinas-cabelos-saudaveisO cabelo é pura proteína e, assim como o organismo, necessita de aminoácidos, vitaminas e sais minerais. São os ingredientes que completam a nutrição dos fios para que estejam sempre bonitos e saudáveis.

Mas não só os cosméticos de alta tecnologia, com ativos especiais, garantem a vitalidade das madeixas. É preciso aliar a dieta do cabelo a um tradicional cardápio de alimentação equilibrada.

Frutas, carnes, peixes, vegetais e cereais integrais são essenciais e devem fazer parte de uma dieta diária. Vale ainda recorrer a vitaminas do complexo B, B12, ácido fólico e também sais minerais como o ferro, zinco, cobre, biotina.

Fonte  Abril


julho 20th, 2009  
Tags: Alimentação, Aminoácidos, Cabelo, Cabelos, Complexo B, Ferro, Fios, Madeixas, Nutrição, Organismos, Proteínas, Sais Minerais, vitaminas, Zinco



Os ciclos de vida do cabelo

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Cabelo-Lindo-BonitoNo ser humano o cabelo é muito valorizado e sua importância ultrapassa o universo da estética. Os cabelos longos podem ter um significado religioso ou, como em alguns povos na antiguidade, ser símbolo de poder e força.

Em certas comunidades religiosas, raspar a cabeça é um sinal de renúncia às coisas materiais e vaidades do mundo, pelo fato de se desfazer de um atributo estético muito precioso. Através dos tempos, a importância e o significado social dos cabelos têm se mantido mais ou menos inalterados. Até mesmo em alguns outros mamíferos, cuja finalidade dos pêlos é a proteção, pode se observar o quanto a pelagem é importante para sua auto-estima e beleza.

Para os humanos, a perspectiva de uma calvície, principalmente precoce, é assustadora. Por isso, a perda dos cabelos tem um impacto emocional muito grande nas pessoas afetadas. As mulheres sofrem mais que os homens, pois na mulher os cabelos também são considerados um atributo da sensualidade feminina. A calvície na mulher, portanto, pode ser comparada ao sentimento da perda de uma mama.

Nas diferentes raças humanas existem variações quanto à ondulação, cor e espessura do fio. As características quanto as estruturas moleculares e o ciclo de vida dos cabelos, no entanto, são iguais para todos os povos e, de fato, todas as pessoas vão perder cabelos, algumas mais; outras menos.

Nos homens, o principal fator de perda dos cabelos é devido à alopecia androgenética
- andro = hormônio masculino
e genético = predisposição transmitida por genes – que provoca queda de cabelo crônica e difusa. A evolução da alopecia androgenética inicia-se por volta dos 17 ou 18 anos, com uma significativa queda diária dos fios.

Já nas mulheres, os fatores da calvície também podem ser hereditários, e devido ao uso excessivo de produtos e tinturas nos cabelos, problema de tireóide, entre outros, além das pílulas anticoncepcionais. Se a queda realmente ocorrer, o ginecologista deverá ser consultado para tentar substituir o anticoncepcional usado.

Mas, seja homem ou mulher e independentemente da raça e da idade, o cabelo tem um ciclo de vida que está dividido em três etapas distintas de desenvolvimento:

Fase Anágena: corresponde ao crescimento ativo do cabelo. Dura de três a seis anos.
Fase Catágena: é o período de regressão, ou seja, o cabelo começa a morrer. Dura três semanas.
Fase Telógena: dura aproximadamente três meses, onde o cabelo morto é empurrado por um novo fio anágeno.

A nossa cabeleira possui de 80 a 90% de fios na fase Anágena, onde de 50 a100 fios de cabelos caem diariamente. O início da queda de cabelos varia da puberdade até a quarta década, com variações na intensidade e no ritmo, dependendo de como cuidamos dos cabelos para não afetar o seu ciclo. Em mulheres, pode ter início na sexta década, coincidindo geralmente com a menopausa. A calvície masculina, entretanto, é mais fácil identificar e raramente se confunde com outros quadros de alopecia.

O quadro clínico é característico, variando somente em extensão: de acentuado recuo na linha frontal e/ou rarefação no vértex, que com a evolução do quadro podem confluir, até a perda total dos cabelos nessa área. Nos homens há o agravante de uma enzima chamada 5-alfa-redutase, que transforma o hormônio testosterona em diidrotestosterona (DHT).

Este é o responsável pelo afinamento dos cabelos e diminuição progressiva dos novos folículos, que iriam gerar novos fios de cabelo. Com isso o ciclo de vida do cabelo é diminuído, a fase Telógena é antecipada e o resultado é a calvície masculina, chamada de alopecia androgenética.

Os homens, culturalmente respeitam mais o cabelo, pois realizam cortes periódicos, que por conta disso impedem a formação de pontas duplas e a quebra no comprimento do fio. Na comparação de um fio de cabelo masculino natural e um feminino com tratamento químico, sob a mira de um microscópio eletrônico, percebe-se que o fio masculino é geralmente mais espesso, as camadas estão coesas, bem compactadas e firmes.

O fio feminino é poroso, frágil e desvitalizado, totalmente propenso a quebra e desgaste.
Tratamento: O exame clínico realizado na clínica dermatológica é o tricograma, que tem valor indispensável para o diagnóstico preciso e a conduta terapêutica. Informações necessárias como antecedentes familiares, rapidez do fluxo seborréico película gordurosa, tipos de produtos capilares usados, grau de ansiedade e características do paciente, medicamentos utilizados, entre outros agravantes também são importantes para um diagnóstico preciso.

Há muitas opções de tratamentos que podem amenizar e, até mesmo, recuperar alguns fios já perdidos. Mas são imprescindíveis alguns exames para a escolha do melhor método. Sem dúvida nenhuma, o tratamento com mesoterapia, com finasterida, locação à base de minoxedil, acido retinóico e xampu à base de cetoconazol ainda são os mais indicados.

Há, porém, um tratamento a laser que indico muito. Ele atua na revitalização capilar de homens e mulheres com queda de cabelo, em grau inicial ou intermediário, além disso, ajuda também no combate à oleosidade do couro cabeludo e no crescimento dos fios. Outras causas que também levam à perda de cabelo: Pós-Parto: Quando a mulher está grávida ela perde menos cabelos do que perderia normalmente caso não estivesse nesse período.

No entanto, após o parto, muitos fios entram na fase de repouso do ciclo. Em aproximadamente 2 a 3 meses após o parto, algumas mulheres irão notar uma quantidade aumentada de fios em pentes e escovas. Este fato pode perdurar de um a seis meses, mas se resolve na maioria dos casos.

Dieta Inadequada em Proteínas:
Algumas pessoas que fazem dietas pobres em proteínas ou têm hábitos alimentares anormais podem desenvolver desnutrição protéica. O corpo irá economizar suas proteínas fazendo com que os fios que se encontrem na fase de multiplicação passe para a fase de repouso. Passando dois ou três meses pode haver uma queda maciça dos cabelos.

Tratamentos de Câncer:
alguns tipos de tratamentos para câncer farão com que as células responsáveis pelo crescimento dos cabelos parem de se dividir. Os cabelos começam, então, a ficar mais finos e quebradiços. Isso ocorre de uma a três semanas após o início do tratamento. Pacientes podem perder mais de 90 % dos seus cabelos. No fim do tratamento, o crescimento capilar se inicia.

Baixo Nível de Ferro no Sangue: A deficiência de ferro pode também levar a queda de cabelo. Algumas pessoas não ingerem ou não absorvem bem o ferro. Mulheres que têm o período menstrual de volume ou duração prolongada também podem desenvolver esta deficiência. A detecção da redução do ferro no sangue é feita através de exames laboratoriais e pode ser corrigida pelo uso de comprimidos ou medicações que contenham ferro.

Alopécia Areata:
É o tipo de queda de cabelo que leva uma área pequena e arredondada totalmente sem cabelos (pelada) e do tamanho de uma moeda ou maior. Raramente, ocorre a perda completa dos cabelos do couro cabeludo e do corpo. Esta alteração pode acontecer em crianças e adultos de qualquer idade.

Por Monica Carvalho – Dermatologia

Fonte: Dieta da Saúde


julho 16th, 2009  
Tags: Adultos, Alopecia Androgenética, Alopecia Areata, Andro, Auto-Estima, Beleza, Cabeça, Cabeleira, Cabelos, Cabelos Longos, Calvície, Calvície Masculina, Câncer, Catágena, Cicli de Vida, Ciclos, Crianças, DHT, Didrotestosterona, Estético, Fase Anágena, Ferro, Fios, Folículos, Força, Genético, Ginecologia, Hereditários, Hormônio, Idade, Mama, Mulheres, Pelada, Poder, Precoce, Problema, Proteínas, Sangue, Sensualidade Feminina, Telógena, Tireóide, Tratamento, Vaidade, Vida



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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