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Causas da Calvície – Bebida alcoólica pode causar queda dos cabelos?

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Uma pesquisa realizada pela Universidade Western Reserve, nos Estados Unidos, aponta que o consumo em excesso de bebidas alcoólicas é responsável pela queda de cabelos. Nos homens, além da predisposição genética, fatores como o cigarro, estresse e exposição ao sol contribuem para a queda de cabelo. Já para as mulheres, perder o marido ou se divorciar são os fatores de principal influência.

Os autores analisaram os hábitos de 90 homens e 98 mulheres com irmãos gêmeos e concluíram que se gêmeos são geneticamente destinados a ter o mesmo número de fios de cabelo e um tem menos quantidade do que o outro irmão é por interferência de fatores externos.

Sabemos que a queda dos cabelos, em especial a calvície, tem como grande causa fatores genéticos individuais relacionados a fatores hormonais.

A associação destas duas causas é a grande responsável pela calvície. Fatores externos como os considerados na pesquisa, em especial o estresse, podem funcionar em algumas situações como coadjuvantes.

Mas afirmar que estes fatores são decisivos para a calvície vai uma grande distância. Novos estudos sempre são úteis, mas devemos sempre avaliá-los com muito cuidado para não tirarmos conclusões precipitadas.


outubro 11th, 2011  
Tags: Bebida alcoólica, causar, Causas da Calvície, Cigarro, Estresse, exposição ao sol, fatores hormonais, Queda dos Cabelos



Calvície: medicina tem boas notícias para quem está em busca dos fios de cabelos perdidos

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A popular marchinha de Carnaval escrita em 1942 por Roberto Roberti e Arlindo Marques Jr. pregava que “é dos carecas que elas gostam mais”. Mesmo que a frase seja simpática, pouco adianta para amenizar o efeito da calvície na autoestima masculina. A verdade é que é difícil encontrar um homem que se contente ao ver seu patrimônio capilar rarear.

Muitos, para disfarçar as falhas no couro cabeludo, fazem verdadeiros malabarismos tentando redistribuir as madeixas remanescentes. E a notícia não é nada animadora: invariavelmente, metade dos homens ficará calvo entre a puberdade e os 50 anos. Destes, 10% se incomodam tanto com a característica que saem em busca de tratamentos e poções miraculosas. Alternativas não faltam. Vão desde:

- Comprimidos;
- Aplicações de laser;
- Loções;
- E transplante capilar.

O problema ataca também as mulheres. Elas têm o problema na mesma proporção, porém em menor intensidade do que se pode ver nos homens.

— Elas não chegam a ficar completamente carecas, apenas com menos cabelos .

A explicação é que a mulher é protegida por uma enzima do couro cabeludo chamada aromatase, que não permite que a testosterona disponível no organismo se transforme em dihidrotestosterona, hormônio que faz com que os folículos pilosos geneticamente propensos se debilitem à medida que passam mais tempo expostos a essa substância. Por consequência, os cabelos duram menos tempo e crescem cada vez mais fracos, até que a raiz morra.

— Os medicamentos preventivos atuam bloqueando a ação da dihidrotestosterona,permitindo que os cabelos durem mais .

Nem todo careca pode ser chamado de calvo. Calvície é a alopecia androgenética, que está ligada a fatores hereditários. Existem outras causas que também podem derrubar os fios temporariamente. Uma das mais comuns está ligada ao estresse.

— Quem passa por um estresse intenso e tem perda de cabelo, se não tiver o gene para a calvície, recupera todo os fios perdidos

Um dos medicamentos mais adotados por quem trata do problema é uma loção que provoca vasodilatação do couro cabeludo e melhora em 30% dos casos: o aporte sanguíneo na região, tornando mais efetivo o transporte de nutrientes. Há ainda opções com medicações orais, injeções na cabeça (intradermoterapia), uso de laser frio no couro cabeludo para estimular a circulação, xampu para oleosidade. Geralmente, espera-se que em dois anos surta algum efeito no tratamento.

Segundo especialistas, apesar de não haver métodos cem por cento eficazes de prevenção, quanto mais cedo se procura ajuda, mais chances têm de minimizar a evolução do quadro.

— A raiz que morreu não pode ser mais recuperada, exceto com transplante capilar. O tratamento é para toda a vida — alerta o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Gustavo Pinto Corrêa.

Transplante é boa alternativa

Método existente há mais de sete décadas, a cirurgia de transplante capilar já foi alvo de desapontamentos ao longo dos anos pela aparência nada natural que conferia aos pacientes. De 10 anos para cá, aprimoramentos na técnica permitem copiar a natureza e reabastecer a careca de forma sutil, numa espécie de artesanato, onde os fios são aplicados um a um.

— Antigamente, faziam retalhos para implantar e ficava aquela aparência de cabeça de boneca ou plantação de cebola. Agora não há mais necessidade de levantar o couro cabeludo para aplicar o cabelo.

Dentre as cirurgias plásticas, essa é a mais artesanal e a mais distante da perfeição. Ela pode ser feita em ambos os sexos, mas não sem antes avaliar a progressão da calvície. É a segunda cirurgia plástica mais realizada no homem. A primeira é a lipoaspiração.


setembro 13th, 2011  
Tags: Alopecia Androgenética, Alternativas, Área doadora, aromatase, Autoestima, Calvície, Calvo, Capilar, Careca, Carecas, Cirurgia Plástica, Couro Cabeludo, Dihidrotestosterona, enzima, Estresse, Folículos Pilosos, homem, Hormônio, Masculina, Mulheres, Perda de Cabelo, Testosterona, Transplante Capilar



Queda de cabelo nas mulheres – Médicos associam a queda dos cabelos a estresse

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Além da hereditariedade, a queda dos cabelos também é provocada por diversos remédios ou doenças como diabetes e distúrbios da tireóide.

Um problema mexe com a vaidade de todo mundo: a calvície, inclusive nas mulheres. Os cabelos podem ser sedutores e requerem cuidados, em alguns casos para lá de especiais. Para muitos, é a moldura do rosto. Mas e quando os fios começam a cair?

“É muito ruim. Quando vai fazer um penteado ou um rabo de cavalo, você não sente volume. Parece que não tem cabelo. O chão sempre fica sujo, fica cabelo pela casa toda”, comenta a arquiteta Bruna Turano.

Com apenas 17 anos, Bruna Turano percebeu pela primeira vez que estava perdendo cabelo rapidamente. De lá pra cá, foram várias as tentativas de ter os fios fortes e longos outra vez. “Agora, além de cair, também não cresce.

Piorou a situação. A gente vai fazer um tratamento mais atual para ver se melhora”, diz a arquiteta.

Quando a causa é genética, os sinais da calvície no homem podem aparecer entre os 20 e 30 anos. Nas mulheres, por volta dos 17 ou então na menopausa. Além da hereditariedade, a queda dos cabelos também é provocada por diversos remédios usados para emagrecer, para combater o mau colesterol, hipertensão, depressão e até por anticoncepcionais. Doenças como a diabetes, distúrbios da tireóide e ovários policísticos também estimulam a perda de cabelos.

Quando a mulher engravida, os cabelos também parecem ficar mais felizes. A arquiteta Bruna Turano se animou toda, com os fios fortes e crescendo rápido. Mas o entusiasmo durou exatamente o tempo da gestação. “Na gravidez ficou ótimo, ficou volumoso, cresceu bastante, uma maravilha. Depois foi um desastre total”, conta.

É isso mesmo que acontece, a função hormonal durante a gestação repõe os nutrientes necessários para fortalecer os cabelos. O estresse também estimula a calvície?

“Algumas pessoas conseguem fazer uma relação do estresse maior com uma queda de cabelo, que se segue em alguns meses depois. É muito importante que se defina a causa da queda de cabelo. Para calvície, existem tratamentos bem estabelecidos que, a longo prazo, melhoram o paciente”,.

A ciência ainda não tem um tratamento que cura em definitivo a calvície, mas procurar um médico, assim que perceber que os fios estão caindo mais que o normal, é o caminho certo.

As consequências podem ser bem menores,“quanto antes começar o tratamento, melhor”.

Fonte: Bom Dia Brasil


agosto 25th, 2011  
Tags: Estresse, Médicos, Mulheres, Queda de Cabelo, Queda dos Cabelos



Estresse x Queda dos cabelos – Identifique sinais de estresse e evite que os sintomas aumentem

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Conheça as quatro fases do estresse, que no nível máximo o corpo chega à exaustão

No começo o estresse é apenas um estado de alerta. O corpo dá os primeiros sinais de que algo mudou: os músculos ficam contraídos e aumenta a produção de adrenalina. A pessoa está pronta para o que der e vier, fica alerta para o que se passa ao seu redor. De acordo com a especialista em estresse, Marilda Lipp, essa é a fase positiva, que prepara a pessoa para lidar com qualquer eventualidade.

Só que o efeito positivo do estresse deve durar, no máximo, 24 horas. A partir daí, é preciso cuidado para não entrar na fase de resistência. É quando mesmo depois de dormir uma noite inteira, ao acordar, a pessoa se sente cansada e a memória fica comprometida. “Esquecer de fazer uma ligação, esquecer onde colocou a chave. São esquecimentos bobos do dia a dia. É como se a vida tivesse pesando muito”, explica a especialista.

A evolução do estresse não tem um prazo definido, mas as duas últimas etapas são as mais perigosas. A terceira fase é chamada de quase exaustão. Entre os sintomas estão: irritabilidade, gastrite, oscilação da pressão arterial, alteração da glicemia, queda de cabelo, ansiedade e depressão.

Até identificar que estava neste nível do estresse, qualquer barulho irritava a biomédica Loreta Pereira França. “Já fui parar duas vezes no pronto socorro com aumento de pressão repentina, de ter que ficar dois dias em repouso. É por isso que você precisa de ajuda”, relata Loreta. Ela toma remédios para controlar a ansiedade e sabe que sem o tratamento, poderia chegar ao último estágio.

Segundo a especialista em estresse, a fase da exaustão pode levar até a morte. A pessoa pode ter um enfarte, um derrame cerebral ou um câncer. “Logicamente não é o estresse que causa essas doenças, mas o estresse enfraquece o organismo e debilita a pessoa de tal maneira que outras doenças, que já estiverem geneticamente programadas, começam a ocorrer”, alerta Marilda.

Cada pessoa reage de uma maneira às fases do estresse. Por isso, antes de ficar doente, é importante colocar na rotina um tempo para a família, cuidados com o corpo e atividades que te façam sentir bem. “Na área emocional você deveria saber seu limite. Saber dizer não e manter atitude positiva frente à vida”, indica a especialista.

No ateliê de artesanato, Paula que trabalha como advogada tem um compromisso semanal com a saúde da mente. “Eu sinto muita paz e tranquilidade. Minha cabeça parece que esvazia e eu fico completamente relaxada. Isso me ajuda muito”, conta Paula.

Verifique se você tem sintomas de estresse:

Assinale os itens que indiquem como se sente neste momento:

1. Ombros levantados
2. 2. Dor ou tensão nas costas
3. 3. Aperto de mandíbula
4. Tensão ou dor na nuca
5. 5. Hiperacidez estomal (azia)
6. 6. Irritabilidade excessiva
7. 7. Boca seca
8. Taquicardia, ou coração batendo rápido demais
9. Suor excessivo
10. Mãos ou pés frios
11. Respiração ofegante
12. Desorganizado, não sabendo onde colocou as coisas.

Verifique o significado de sua pontuação:

Se não assinalou nenhum:
Parabéns, seu corpo está em pleno funcionamento no que se refere ao stress.

Se assinalou de 1 a 3:
A vida pode estar um pouco estressante para você. Avalie o que está ocorrendo. Veja o que está exigindo tanto de sua resistência. Pode ser o mundo lá fora ou pode ser você mesmo. Fortaleça o seu organismo.

Se assinalou de 4 a 8:
Há sinais de que seu nível de stress está alto e algo está exigindo demais seu organismo. Pode estar chegando no seu limite. Considere uma mudança de estilo de vida e de hábitos. Analise em que seu próprio modo de ser pode estar contribuindo para a tensão que está sentindo.

Se assinalou mais do que 8:
Seu nível de stress parece estar altíssimo. Seria bom consultar um psicólogo especialista em stress para fazer um diagnóstico. Sem dúvida, você tem fontes de stress representadas pelo mundo ao seu redor (pode ser família, ocupação, sociedade, etc) e fontes internas ( seu modo de pensar, de sentir e de ser) com as quais precisa aprender a lidar.

Fonte: EPTV Globo


agosto 24th, 2011  
Tags: Especialista, Estresse, exaustão, Queda de Cabelo, Queda dos Cabelos, sinais, sintomas, Tratamento



Calvície masculina – Especialista esclarece dúvidas sobre queda de cabelo

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Ao longo dos anos, uma grande diversidade de informações vem sendo transmitida no sentido de trazer maior ou menor conforto aos calvos.

Muito se fala nos dias de hoje sobre queda de cabelos, calvície e etc. Mas o que é verdade e o que é mito nesta doença tão polêmica e popular?

Tires suas dúvidas sobre alopecia androgenética, mais conhecida como calvície.

Estresse provoca queda de cabelos

VERDADE. O estresse, seja físico ou emocional, provoca alterações hormonais que podem levar à queda dos fios.
Lavar os cabelos diariamente aumenta a queda

MITO. A detergência do shampoo pode ressecar os fios, mas jamais levar à queda.
O que leva à perda de cabelo é o excesso de testosterona; logo os carecas são mais potentes

MITO. Infelizmente, para os calvos, a perda de cabelo não é provocada por um aumento na produção de hormônios masculinos, mas sim pela quantidade maior da enzima 5-alfa-redutase, que é determinada geneticamente e não tem nada a ver com virilidade.
Usar gel causa queda de cabelo

MITO. Usar gel não favorece a queda dos fios, mas é bom evitar dormir com gel nos cabelos, pois ficam endurecidos e podem quebrar com mais facilidade.
Os cabelos caem mais no inverno

VERDADE. Nos meses frios, sensores de luz localizados na pele recebem menos luminosidade. Essa mudança diminui o estímulo da divisão celular, o que gera um número menor de fios e ainda enfraquece a raiz.

O resultado: além de os fios caírem mais rápido, eles também nascem mais devagar. É também nessa época de mudanças climáticas que aumenta a incidência de dermatite seborréica  a caspa.
Alguns esportes danificam os cabelos e levam à queda

MITO. Atletas que tiverem tendência à calvície ficarão calvos independentemente do esporte ou atividade física.
A caspa favorece a queda

MITO. Ela pode ser um coadjuvante da queda, mas não a desencadeadora. A confusão se dá porque cerca de 70% dos calvos têm dermatite seborréica (oleosidade e descamação do couro cabeludo).
Cortar os cabelos interfere na queda dos fios

MITO. Cortar o fio do cabelo não interfere em nada com o seu crescimento e nem provoca a sua alteração. As causas de queda de cabelo de origem hormonal ou hereditária abrangem apenas a parte das raízes, onde o cabeleireiro não exerce influência.
Usar boné faz cair os cabelos

MITO. O uso do boné não faz cair os cabelos, mas pode interferir em algumas pessoas que exageram no uso do boné. Pois pode agravar doenças como a dermatite seborréica, que pode ser um coadjuvante da queda.
Perco mais cabelos se penteá-los ou escová-los

MITO. Caem apenas os cabelos que já completaram o seu ciclo de vida. Sendo assim, não faz diferença se isso ocorre durante a escovação ou mais tarde, espontaneamente.
Condicionador pode causar a queda dos cabelos

MITO. O condicionador não causa a queda de cabelos, o que ocorre é que os fios que já estão na fase de queda cairão com mais facilidade. Mas o ideal é que o condicionador seja utilizado apenas nos fios e não diretamente no couro cabeludo, pois pode agravar a dermatite seborréica e favorecer a queda.
Oleosidade faz o cabelo cair

VERDADE. A oleosidade é outro fator geralmente associado à queda de cabelos em homens. Isto ocorre porque os estímulos que fazem os cabelos caírem são os mesmos que elevam a produção do sebo no couro cabeludo.
Anabolizantes diminuem a queda capilar

MITO. Homens que tomam medicações anabolizantes, que agem de forma parecida à testosterona, ou mesmo aqueles que usam variações da própria testosterona como reposição hormonal ou para ganhos na massa muscular, poderão experimentar queda de cabelos aumentada e aceleração da calvície.
Calvície tem tratamento

VERDADE. Quanto mais cedo começar o tratamento contra calvície, melhor. Somente o dermatologista poderá prescrever o tratamento mais adequado.


abril 18th, 2011  
Tags: 5-alfa-redutase, Alopecia Androgenética, atividade física, Atletas, Calvície Masculina, Calvos, Caspa, condicionador, Dúvidas, Especialista, Estresse, Hormônios Masculinos, oleosidade, Queda de Cabelo, Queda dos fios, Shampoo, Testosterona



Astressin-B: pesquisa descobre potencial no tratamento para calvície

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Hoje sabemos que o estresse é um fator agravante no envelhecimento dos cabelos e em sua queda. Muitos medicamentos surgiram para o tratamento da calvície porém poucos mostraram ser realmente eficazes, porém na semana passada um artigo publicado nos EUA promete um achado que pode acabar de vez com a calvície.

Uma equipe de pesquisadores nos Estados Unidos estudaram os efeitos de um tratamento anti-stress em ratos de laboratório, que revelou uma descoberta surpreendente de que o composto também tinha um efeito interessante, nos ratos carecas a substância fazia o cabelo crescer novamente.

A revista online PLoS publicou na última quinta-feira a pesquisa do instituto Salk , da Universidade da Califórnia, cujo objetivo era determinar os efeitos do estresse sobre a função gastrointestinal.

O estudo foi conduzido da seguinte maneira, fizeram um estudo com ratos geneticamente modificados para produzir um excesso de um hormônio gerador de estresse “hormônio de liberação de corticotropina” que deixou os ratos com cabelos brancos e costas carecas.

Os cientistas, estudaramos efeitos do estresse sobre dois grupos de camundongos que por cinco dias receberam o composto injetável batizado de “astressin-B“, desenvolvido para bloquear o efeito do hormônio do estresse.

Três meses depois de medir o impacto do composto no trato intestinal, a equipe descobriu que os cabelos perdidos haviam crescido novamente, e que era impossível distingui-los dos outros ratos na gaiola que não estavam careca, como resultado do experimento.

“Nossos resultados mostram que um tratamento de curta duração com este composto provoca um crescimento de cabelos em ratos geneticamentes modificados” disse o pesquisador da UCLA Mulugueta Million, um dos autores do estudo, disse.

O efeito do tratamento com “astressin-B” nos ratos careca perdurou por quatro meses depois de ser injetado uma vez ao dia durante cinco dias consecutivos, período em que Mulugueta considerado um “tempo relativamente longo, considerando que abrangem ratos de vida inferior a dois anos.”

Os pesquisadores repetiram o estudo várias vezes e todos os produziram os mesmos resultados, de acordo com o especialista, acrescentando que o mesmo composto injetado em camundongos com cabelo foi capaz de prevenir a calvície.

Até agora, astressin-B só tem sido utilizado em ratos e não há garantia de que teria o mesmo efeito em seres humanos.

No entanto, a equipe encontrou motivo de esperança, quando eles trataram ratos carecas com minoxidil(medicamento amplamente comercializado para tratamento da calvíce) produziu “o crescimento suave de cabelo” nos animais, tal como acontece nos seres humanos.
Mecanismo de Ação do Astressin-B

O hormônio de liberação de corticotropina (CRH ou CRF em inglês), é responsável pelo sistema que regula a resposta ao estresse. O astressin-B é um peptídeo bloqueador da ação do CRF, com o bloqueio da ação .


fevereiro 28th, 2011  
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Alopécia Areata doença também conhecida como “pelada” – O que é?

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Descrição

A alopécia areata, conhecida vulgarmente como “pelada“, é uma doença de causa desconhecida que atinge igualmente homens e mulheres, caracterizando-se pela queda repentina dos pelos nas áreas afetadas, sem alteração da superfície cutânea.

Entre as possíveis causas, estão uma predisposição genética que seria estimulada por fatores desencadeantes, como o estresse emocional e fenômenos auto-imunes.

Manifestações clínicas

A doença se caracteriza pela queda repentina dos pelos formando placas circulares de alopécia (“pelada”), sem alteração da pele no local, que se apresenta sem qualquer sinal inflamatório. Pode atingir o couro cabeludo e também outras regiões como a área da barba, supercílios, cílios ou qualquer outra região pilosa.

A “pelada” pode ter remissão espontânea ou tornar-se crônica, com o surgimento de novas lesões e evolução para a alopécia total, que atinge todo o couro cabeludo e até mesmo para a alopécia universal, quando caem todos os pêlos do corpo. Estes casos são de controle mais difícil.

Geralmente, a doença não se acompanha de nenhum outro sintoma. A repilação pode ocorrer totalmente em semanas ou meses e, algumas vezes, os pêlos nascem brancos para depois repigmentarem. É comum ocorrer a recidiva das lesões.

Tratamento

São vários os tratamentos utilizados na alopécia areata e a característica clínica de cada caso é que determinará qual deles deve ser utilizado. As medicações utilizadas podem ser de uso local ou sistêmico e a duração do tratamento vai depender da resposta de cada paciente. O diagnóstico e o tratamento da alopécia areata deve ser feito por um médico dermatologista.


janeiro 19th, 2011  
Tags: Alopecia Areata, auto-imunes, Barba, Causas, Cílios, Couro Cabeludo, Diagnóstico, Doença, Estresse, Homens, Mulheres, Pelada, Pêlos, Predisposiçao Genética, Região Pilosa, Supercílios, superfície cutânea



Queda de cabelo? Descubra se o problema não é a sua saúde

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Não são só as folhas da árvore de caem. Os cabelos também. Mas, segundo os dermatologistas especialistas em medicina capilar (tricologia), esse é um processo natural, relacionado às mudanças climáticas que ocorrem com a mudança das estações e acabam modificando o ciclo dos cabelos.

Na verdade, não há como prevenir a queda de cabelo que se acentua a cada mudança de estação. O processo depende de fatores climáticos que interferem no ritmo de produção e secreção dos hormônios de cada ser humano e também na forma como as estruturas que originam os cabelos (folículos pilosos) se comportam.

Quando se fala de uma queda normal de cabelos, uma mulher perde, em média, de 50 a 120 fios por dia, mas, geralmente, a reposição capilar ocorre naturalmente. O problema é quando essa queda começa a ser motivo de preocupação, incômodo ou motivo da diminuição do volume de cabelo ou falha no couro cabeludo.

Dermatologistas acrescentam que a queda capilar não se limita a fatores genéticos ou a quadros de estresse. Problemas de saúde como a deficiência de ferro, desnutrição, tireóide, sífilis e até mesmo câncer, também são algumas das causas da queda. Por isso, é preciso procurar um dermatologista logo que perceber que a queda está fora do normal.

Uma investigação mais profunda feita com a ajuda de um médico pode ajudar, e muito, na descoberta dessas possíveis causas, eliminá-las. Mesmo os casos de calvície podem ser revertidos caso não tenha havido destruição ou atrofia completa dos folículos que dão origem aos cabelos. Quando a causa é o estresse físico ou psíquico, a recuperação é ainda mais fácil.

Quedas hormonais, provocadas por doenças ou com alterações na saúde do couro cabeludo, são mais difíceis de recuperar, mas, para tudo existe um tratamento. Por esse motivo, os especialistas insistem em dizer: quanto antes o problema for tratado, melhor.


dezembro 7th, 2010  
Tags: Couro Cabeludo, Estresse, Folículos Pilosos, Problema, Queda de Cabelo, Tricologia



Quais são as principais causas de queda excessiva dos cabelos na mulher

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1. Pós-parto: quando a mulher está grávida, ela perde menor quantidade de fios do que perderia normalmente, e ao final da gravidez muitos fios entram na fase de repouso do ciclo e caem. Isso ocorre normalmente 2 a 3 meses após o parto, podendo durar de 1 a 6 meses, retornando ao ciclo normal na maioria dos casos.

2. Anemia: a deficiência de ferro pode ocorrer por uma diminuição da ingestão de alimentos ricos nesse elemento, por redução da absorção do ferro no tubo digestivo ou por perda crônica através de hemorragias, como por exemplo, em mulheres com o período menstrual muito longo ou com grande volume menstrual. Essa deficiência pode ser detectada através de exames de sangue e corrigida com o uso de medicações para repor o ferro.

3. Dieta pobre em proteínas: dietas não balanceadas podem levar uma ingestão inadequada de proteínas e o corpo irá economizar as proteínas nos cabelos, fazendo com ele passem para a fase de repouso, o que acarretará em uma perda grande dos fios. Isso pode ser prevenido e tratado através de uma dieta balanceada, com as quantidades adequadas de proteína.

4. Uso inadequado de produtos para cabelos: o uso de tinturas, água oxigenada, permanentes, alisantes, descolorantes e outros produtos podem enfraquecer os cabelos levando à sua queda. Nestes casos é necessário interromper o uso até o crescimento de novos fios.

5. Infecção por fungos: ocorrem áreas de descamação no couro cabeludo, associadas a vermelhidão e coceira, deixando os fios quebradiços. Essa infecção é contagiosa e deve ser tratada com medicamentos apropriados.

6. Uso de medicamentos: alguns medicamentos podem ter como efeito colateral a queda temporário dos cabelos.

7. Uso de pílulas anticoncepcionais: algumas mulheres podem ter perda dos cabelos com o uso das pílulas anticoncepcionais, e caso isso ocorra, devem procurar o seu ginecologista. A interrupção do uso das pílulas também pode desencadear a queda dos cabelos 2 a 3 meses após o término do uso. Esse fato ocorre de maneira semelhante ao que ocorre no pós-parto.

8. Distúrbios da tireóide: a diminuição ou o aumento da produção dos hormônios da tireóide, denominados de hipotireoidismo e hipertireoidismo, respectivamente, podem causar a queda dos cabelos. Essas alterações podem ser diagnosticas pela medida dos hormônios no sangue e seu tratamento pode corrigir a perda dos cabelos.

9. Febre e infecções: febre alta e infecções como uma gripe forte pode levar a uma queda excessiva dos cabelos por 4 semanas a 3 meses, cessando espontaneamente.

10. Estresse: algumas situações, como grandes cirurgias e doenças crônicas, resultam em estresse para o organismo podendo levar à queda dos cabelos. O estresse psíquico também pode aumentar a perda dos cabelos. Caso essas condições sejam passageiras, como no caso das cirurgias, a queda se reverte espontaneamente.

11. Alopecia areata: também conhecida como pelada, é a perda dos cabelos em uma pequena área arredondada. A causa é ainda desconhecida, e a condição pode ser tratada com o emprego de medicamentos tópicos ou sistêmicos.

12. Calvície hereditária: essa tendência genética pode ser herdada pelo lado materno ou paterno, e as mulheres apresentarão cabelos ralos, não se tornando completamente calvas. Também chamada de alopecia androgenética, ocorre devido a grandes concentrações de hormônios masculinos ou pelo aumento da sensibilidade à ação desses hormônios. Seu aparecimento pode ser ainda na adolescência, sendo que existem alguns medicamentos tópicos que podem amenizar o problema.

13. Queda por pressão: a queda dos cabelos pode ser devida a uma tração dos fios, como em sessões de alisamento, ou por pressão provocada pelo uso constante de chapéus apertados.

14. Outras causas: podemos citar ainda como causas de queda dos cabelos os tratamentos para câncer (quimioterapia e radioterapia), lúpus, tabagismo, abuso de bebidas alcoólicas e abuso dos secadores de cabelo.

Fonte: Boa Saúde UOL


novembro 9th, 2010  
Tags: Alopecia Areata, anemia, Cabelos, calvície hereditária, Dieta, Distúrbios, Estresse, Febre, fungos, Infecção, Infecções, Medicamentos, pílulas anticoncepcionais, Pós-Parto, Proteínas, Tireóide



Tratamentos disponíveis – Cerca de 80% dos homens apresentam calvície em algum momento da vida

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Cerca de 80% dos homens apresentam calvície em algum momento da vida
O problema também pode afetar as mulheres, só que em proporções menores; para ambos os casos há tratamentos disponíveis.

A calvície é um problema que incomoda e até de certa forma amedronta, especialmente a ala masculina que apresenta maiores chances de ter o problema, cerca de 80% dos homens e 50% das mulheres podem ter algum grau de calvície.

A “falta de cabelo” é um processo com base genética que afina o fio capilar. Em algumas pessoas a queda ocorre com mais frequência e em outras pode levar um tempo maior, mas geralmente. quando há predisposição, a situação começa na puberdade: “Tem rapazes que podem ficar calvos aos 20 anos, por exemplo, isso é relativo, a única certeza é que o problema existe e precisa de tratamento adequado”.

Nos homens, o diagnóstico da calvície é fácil, pois as “famosas” entradas logo aparecem na região frontal, já nas mulheres o padrão não é o mesmo, normalmente as falhas ou rarefação no cabelo surgem no topo da cabeça. Com elas a avaliação deve ser ainda mais completa, já que um distúrbio hormonal pode ocasionar quedas de cabelo ou até mesmo a falta de ferro. Este último, aliás, é muito comum.

Existem tratamentos para a calvície feitos com drogas, uma delas é a finasterida. Esse medicamento é muito utilizado no caso dos homens e consegue barrar o processo de afinamento do cabelo, revertendo o processo: “É importante ressaltar que para aqueles fios já perdidos não há mais jeito, uma possibilidade seria implantar cabelos da parte de trás da cabeça na região da falha, e eles se manterão, porque nenhum fio é igual o outro”.

Problema sério: O afinamento dos fios capilares e sua consequente queda, dando origem à calvície, são mais comuns entre o público masculino

Feminino
Para as mulheres não há uma droga específica, principalmente pelos fatores diferentes que causam os problemas de origem capilar, mas também tem tratamento. Grandes avanços foram feitos para a prevenção da calvície e que, hoje, existe um teste genético para ver se a pessoa tem predisposição para desenvolver o problema.

Apenas um profissional pode diagnosticar a calvície, uma vez que conseguem saber a diferença entre o problema e a queda de cabelo. O cabelo tem ciclos, podendo encontrar-se na fase de crescimento ou em repouso. Cerca de 85% dos fios estão crescendo e 15% caem depois de ficarem em repouso por cerca de três meses, o que é considerado normal, mas quando aumenta a porcentagem é necessário checar a causa. Estresse, problemas de tireóide, pessoas que fizeram determinadas cirurgias ou emagreceram muito podem perder mais cabelo do que o normal.

Fonte MOGI NEWS


outubro 18th, 2010  
Tags: afinamento do cabelo, Cabeça, Calvície, Calvos, distúrbio hormonal, Entradas, Estresse, Falhas, falta de cabelo, Ferro, Finasterida, fio capilar, Genética, Grau de Calvície, Homens, Masculina, Mulheres, predisposição, Problema, Puberdade, rarefação no cabelo, região frontal, teste genético, Tratamentos disponíveis



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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