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Posts Tagged ‘Doença’

Chorei ao ver meu cabelo crescendo novamente”, diz atriz que sofre com a doença alopecia areata que a fez ficar careca

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Georgia Van Cuylenburg: aos 20 anos, ela foi diagnosticada com alopecia areata, uma doença que a faz perder cabelo

Toda mulher tem uma relação especial com seu cabelo. Moldura poderosa para o rosto, ele pode influenciar nossa autoestima, humor e até a produtividade no trabalho. Não à toa, Costanza Pascolato, referência em estilo e elegância, não se cansa de dizer que um bom corte – custe o que custar – é o melhor investimento de beleza que uma mulher pode fazer. É um assunto delicado — e imagine como deve ser para as atrizes e modelos que vivem de sua imagem.

A atriz australiana Georgia Van Cuylenburg, de 24 anos, sempre foi loira e mantinha suas madeixas naturalmente onduladas e longas. Trabalhando na TV, era cheia de cuidados com sua aparência e orgulhava-se dela. Em 2007, aos 20 anos, sem explicação, começou a perder seus cabelos. Não havia feito nenhum procedimento químico nos fios, nem estava doente ou tinha quadro de ansiedade aguda. “Era uma quarta-feira típica. Durante o banho, enquanto esfregava o xampu, senti pedaços do meu cabelo caindo em minhas mãos. Tive medo de sair do banho porque não entendia o que estava acontecendo. Ao sair, vi minha pia, de cor clara, se encher de fios. Olhei no espelho e segurei as lágrimas. Naquele momento minha vida mudou para sempre”, conta Georgia.

Desesperada, correu para os médicos. Passados os exames, ela foi diagnosticada com uma doença chamada alopecia areata, da qual até então nunca havia ouvido falar. A alopecia (ou alopécia) é uma doença autoimune, não tem causas definidas, embora a predisposição genética seja um dos fatores observados, nem cura definitiva. Provoca a perda repentina de pelos em determinada região do corpo sem deixar qualquer rastro de inflamação ou alteração da pele no lugar afetado. Em outras palavras, os pelos simplesmente caem. E foi isso o que aconteceu com ela. Dia após dia, viu seu cabelo se perder.

Georgia fez diversos tratamentos para que seus fios voltassem a crescer: acupuntura, injeções de cortisona, ingestão de suplementos alimentares e aplicação de químicas agressivas, com a intenção de estimular seu couro cabeludo. Às vezes via resultado e podia perceber o cabelo despontando. Mas logo a cena mudava e eles voltavam a cair.

 Ela fez tratamentos para que os fios voltassem a crescer, mas sem sucesso. Então, decidiu raspar o cabelo e ficar careca

Cansada, resolveu raspar seu cabelo por completo e ficar careca. Logo em seguida, os fios apareceram novamente e se firmaram — dois anos depois, em 2009, emocionada, ela conseguiu ir ao cabeleireiro cortar o cabelo. “Chorei ao perceber que ele estava voltando”, afirma. O momento durou pouco, no entanto. Logo em seguida ele voltou a cair, até que ela ficasse novamente careca. Foi quando Georgia decidiu trabalhar com crianças que também enfrentam a doença, e esse contato lhe deu forças para que passasse a sair de casa, em alguns momentos, sem a peruca que adotou para tentar minimizar o sofrimento.

Em meio a dolorida jornada, seu namorado registrou em vídeo todos os momentos por quais ela passou, da tristeza e revolta absoluta à esperança em ver os fios aparecendo novamente. O resultado é o filme “Baby Let your Hair Hang Down”, lançado este ano e em inglês, que conta também com depoimentos de médicos sobre a doença.

Georgia orgulha-se de sua luta, que pode durar toda uma vida. “Sempre quis ser conhecida como atriz, a menina bonita ou a menina engraçada. Mas hoje sou a garota da alopecia e isso já é uma grande coisa”, diz.

 O trailer (abaixo) está hospedado no site http://babyletyourhairhangdown.com/, e no YouTube.
Foi criado para informar sobre a doença e arrecadar fundos para ajudar em pesquisas e tratamentos.

Fonte: Marie Claire


dezembro 23rd, 2011  
Tags: Alopecia Areata, Cabelo, Careca, Doença, foto, Georgia Van Cuylenburg, Imagem, Mulher, Tratamentos



Queda dos cabelos x doenças virais – Estudo aponta que gripe suína ajuda a desenvolver calvície

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Tomar vacina para a gripe suína pode evitar a doença e desenvolver a queda dos cabelos. Segundo estudo realizado no Japão e publicado na revista Journal of Dermatology, sete pacientes que apresentaram casos de gripe suína apresentaram alopecia areata, um tipo de calvície.

A causa exata da queda capilar é desconhecida, mas os pesquisadores acreditam que ocorre porque o sistema imunológico fica enfraquecido e permite que os folículos do cabelo sejam atacados, o que faz com que os fios cedam. A doença também permite que os pacientes percam os pelos em outras partes do corpo.

Estudos anteriores já relacionaram a queda de cabelo a doenças virais e até mesmo a fatores hereditários. No entanto, esse novo estudo sugere que a infecção da gripe suína também contribui para que a calvície seja desenvolvida.

Entre 2009 e 2010, os pesquisadores da universidade de Hamamatsu no Japão examinaram sete pacientes que apresentaram queda de cabelo depois de desenvolvido a doença. Quatro deles já haviam apresentado casos recorrentes de queda capilar e três tinham os sintomas pela primeira vez.

Todos os pacientes analisados tinham menos de 30 anos de idade, sendo que quatro deles eram menores de 10 anos. Três dos casos envolviam mulheres e em média a queda de cabelo ocorria em 1,5 meses depois que os pacientes, que já tinham apresentado calvície, tinham apresentado a gripe. Já os que foram diagnosticados pela primeira vez com o problema só apresentaram a queda de cabelo depois de 2,7 meses.

De acordo com os pesquisadores, os pacientes que já tiveram alopecia areata (termo médico para calvície) devem considerar tomar a vacina contra a gripe suína e aumentar a proteção para não desenvolver a doença.


dezembro 16th, 2011  
Tags: Calvície, Doença, doenças virais, gripe suína, Infecção, Journal of Dermatology, Queda dos Cabelos, Vacina



Problemas capilares – Caspa: 40% dos brasileiros têm a doença

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Embora o problema esteja associado à predisposição genética, há várias opções eficazes de tratamento.

O Brasil é o País da América Latina com maior incidência de caspa, com cerca de 40% dos brasileiros sofrendo do problema. “A caspa é um mal que, além de trazer transtornos relacionados à saúde, como irritações e coceiras no couro cabeludo, interfere no comportamento socioemocional do indivíduo, sendo muitas vezes erroneamente associada à falta de higiene”.

Desencadeada por diversos fatores, alguns ainda desconhecidos, a doença ainda não tem cura. Mas é possível controlá-la através de tratamento adequado. “A prevenção e o controle da caspa podem ser conseguidos com o uso regular de xampu e condicionador específicos para esse fim”.

Ainda assim, existe muito preconceito associado à condição, além da falta de informação que inibe as pessoas de buscarem ajuda especializada, quando necessário. Quanto mais bem informada sobre a caspa a população estiver, maiores serão suas chances de prevenir e combater o problema.

Abaixo alguns mitos e verdades

1) Lavar a cabeça todos os dias pode causar caspa.

Mito. Apesar de a caspa ser um distúrbio conhecido há anos, suas causas não são 100% claras. Os especialistas observaram, porém, três fatores principais que podem facilitar a presença da doença, como: suscetibilidade genética (ou seja, uma tendência congênita de a pele ter uma resposta inflamatória no couro cabeludo), sebo (óleos presentes naturalmente e que servem de “alimento” ao fungo causador da caspa) e o fungo propriamente dito, o Malassezia globosa, que se desenvolve nas condições favoráveis e outras condições prováveis para desencadear o aparecimento da caspa são alterações hormonais, estresse, clima seco, e mudanças bruscas de temperatura. “No entanto, lavar a cabeça diariamente ajuda na remoção de agentes poluidores e da oleosidade, fatores que contribuem para o surgimento da caspa. Por isso a recomendação é que as pessoas evitem tomar banhos muito quentes e enxuguem-se bem antes de se vestir, pois a umidade facilita o desenvolvimento do problema”.

2) Escova progressiva pode provocar o surgimento da caspa.

Mito. Não. Algumas pessoas podem apresentar irritação no couro cabeludo, provocada pelo uso do produto. Essa irritação causa descamação da região, que pode ser confundida com a caspa. O couro cabeludo também pode inflamar, porque a irritação, a vermelhidão ou a coceira podem diminuir a resistência da pessoa, levando a um processo inflamatório.

3) A caspa é sazonal.

Depende. Estudos clínicos têm mostrado que, nas pessoas que sofrem do problema, tanto a presença das escamas quanto a do fungo, que contribui para a piora da caspa, são constantes durante o ano todo. Na verdade, onde o ar é frio e seco, os flocos de caspa parecem mais brancos (por isso, mais aparentes). No entanto, a maioria dos casos são relatados durante as estações mais quentes, com a proliferação do fungo. Por isso é importante que a pessoa mantenha o tratamento anticaspa durante o ano todo.

4) Os homens têm mais propensão à caspa que as mulheres.

Falta comprovação científica. Temos a impressão de que a caspa acomete muito mais os homens do que as mulheres. Mas as causas da caspa estão associadas à suscetibilidade genética (que favore uma resposta inflamatória ao ácido oleico), à produção de sebo (óleos presentes naturalmente e que servem de “alimento” ao fungo provocador da caspa) e ao fungo Malassezia globosa, que se desenvolve nas condições favoráveis. Não existe comprovação científica de que esses fatores sejam mais prevalentes em homens do que em mulheres.

5) A caspa pode ser combatida simplesmente com o uso de xampus.

Depende do grau de intensidade da doença. Quadros mais leves podem ser tratados com o uso de xampus e condicionadores anticaspa com sucesso. Em casos mais avançados, é essencial a consulta a um especialista, para que ele avalie e recomende o melhor tratamento para combater o problema.

6) A caspa só aparece em adultos.

Mito. Na verdade, antes da puberdade é menos provável o surgimento da caspa. “O mais comum é o ressecamento do couro cabeludo, que pode provocar descamação”, Em geral, a caspa está associada à produção hormonal. Os bebês podem tê-la porque a mãe pode passar hormônio para eles através da placenta. É importante consultar um médico, se a mãe perceber que a criança está produzindo escamas visíveis em quantidade razoável.

Mas é na puberdade que a produção de sebo começa com intensidade. “Nas pessoas predispostas à caspa, essa condição pode levar ao surgimento da doença”. Nessa fase é essencial controlar a proliferação do fungo Malazzesia globosa.

7) Pessoas com cabelo oleoso têm maior probabilidade de desenvolver o problema.

Verdade. O cabelo oleoso, por produzir uma quantidade maior de óleo, é propício para o aparecimento da doença (a proliferação do fungo Malassezia globosa). “Ainda que o problema esteja associado ao couro cabeludo oleoso, indivíduos com o cabelo seco podem ter caspa quando houver predisposição genética e forem submetidos a estresse, uso de remédios, entre outros fatores”. O que geralmente essas pessoas apresentam é a descamação do couro cabeludo devido ao ressecamento, não estando associada ao Malassezia globosa.

8) A falta de higiene pode desencadear a condição.

Mito. A falta de higiene não é um fator condicionante para que apareça a caspa. “No entanto, a falta de higiene da pessoa pode estimular a produção de oleosidade, um dos principais fatores associados ao desenvolvimento da doença”.

9) Caspa e dermatite seborreica são a mesma coisa.

Mito. A caspa é uma manifestação mínima da dermatite seborreica,. Porém ambas as condições têm algo em comum: o fungo Malazzesia globosa, independentemente de a doença ser de intensidade leve ou severa. A dermatite seborreica, às vezes, vem acompanhada de eritema e tem sintomas mais intensos. “A condição, além de também exigir um tratamento medicamentoso, com corticoides, por exemplo, pode aparecer em diferentes regiões do corpo”. Os lugares mais comuns são couro cabeludo, face e partes que apresentam grande concentração de glândulas sebáceas (responsáveis pela produção do sebo, ambiente apropriado à proliferação do fungo Malassezia globosa).

10) Usar xampu anticaspa previne o aparecimento da doença.

Verdade. “O uso de xampus específicos é essencial para o tratamento e a prevenção do problema para aqueles que têm predisposição”. Uma das substâncias mais eficazes é o Piritionato de Zinco. A substância é capaz de agir diretamente no fungo (Malassezia globosa), combatendo-o e diminuindo a tendência à inflamação de forma efetiva. “Mas o ideal é procurar um médico, que avaliará o melhor tratamento”.

11) Produtos que possuem o mesmo ingrediente ativo agem da mesma forma.

Mito. Especialistas concordam que a biodisponibilidade dos princípios ativos é extremamente importante para aumentar a eficácia de um tratamento. O Piritionato de Zinco, por exemplo, tem sua funcionalidade otimizada quando é acrescido ao xampu num formato exclusivo de partícula que se deposita em placas no couro cabeludo (figura abaixo). Nesse caso, ele cobre toda a superfície do couro cabeludo (permitindo maior retenção do princípio ativo no enxágue e entre as lavagens), aumentando sua biodisponibilidade na região.

12) A caspa é contagiosa.

Mito. A caspa não é contagiosa, pois o surgimento da condição depende da predisposição individual e de outros fatores combinados (estresse, cansaço, mudança de temperatura, excesso de oleosidade). Ainda que a quantidade do fungo Malassezia globosa esteja aumentada nas pessoas com caspa, ele não é transmitido de uma pessoa para outra.

13) Qualquer descamação no couro cabeludo é sinal de caspa.

Mito. A caspa está associada diretamente à atividade do fungo Malassezia globosa. Uma descamação no couro cabeludo pode ser sinal de ressecamento (desidratação) ou de outras condições de saúde, tais como dermatite de contato, lúpus eritematoso e micose de couro cabeludo, entre outros. Na dúvida, é bom procurar um dermatologista.

14) Se eu não tratar a caspa, ela se transforma em dermatite seborreica.

Mito. Caspa é a manifestação mínima da dermatite seborreica no couro cabeludo. A caspa não tratada pode piorar e aumentar a inflamação da região.

15) A caspa pode gerar calvície.

Depende. A caspa não é responsável pela calvície. A calvície está associada à predisposição genética. No entanto, a inflamação constante do couro cabeludo, como a provocada pela caspa, coopera para o agravamento da calvície.

16) Não há cura para a caspa.

Verdade. Infelizmente, a caspa só pode ser controlada e o tipo de tratamento varia conforme a gravidade do problema. Casos mais severos devem ser tratados sob a orientação de um dermatologista. Quadros mais leves podem ser controlados com o uso regular de um sistema de tratamento que alie xampu e condicionador específicos. Com o tratamento adequado, há casos em que a caspa fica anos sem aparecer.

Um estudo demostrou que a combinação do xampu com 1% de Piritionato de Zinco (PTZ) e condicionador com 0.5% de PTZ é 24% mais eficaz na redução do Malassezia globosa que a utilização sozinha do xampu. Além disso, essa combinação é 78% mais eficaz que a utilização do xampu anticaspa mais um condicionador sem ingrediente anticaspa. Portanto, o uso combinado de xampu e condicionador que possuam um ingrediente ativo anticaspa (como o PTZ), aumenta a eficácia do tratamento.

Um outro estudo mostra a deposição de PTZ no couro cabeludo nos três tipos de tratamentos mais comuns.

17) A coceira no couro cabeludo é um sinal do problema.

Depende. Os principais sintomas mais comumente associados com a caspa são descamação, irritação, inflamação, sensação de couro cabeludo ressecado e coceira. Mas nem sempre a coceira significa caspa. É preciso identificar a proliferação do Malassezia globosa, fungo provocador da doença. No entanto, coçar a cabeça piora a condição, porque irrita o couro cabeludo.

18) A mulher que tinge o cabelo não tem caspa.

Depende. “A tintura de cabelo costuma ressecar o couro cabeludo, diminuindo a produção do sebo. Por um lado, isso, de forma indireta, pode melhorar o quadro da doença em pessoas predispostas a ela, já que o fungo Malassezia globosa se beneficia de um couro cabeludo oleoso”, explica a dermatologista.

Por outro lado, a tintura pode provocar irritação no local, levando a descamação, vermelhidão e irritação da região. Mas isso não pode ser confundido com a doença.

19) A alimentação influencia o aparecimento da caspa.

Verdade. A dieta é importante. ”Alimentos com muito açúcar podem favorecer a resistência à insulina e estimular indiretamente mais oleosidade. Além disso, o zinco é conhecido por sua ação antisseborreica, especialmente em pessoas com deficiência do mineral. A deficiência do zinco está associada à maior tendência à dermatite seborreica”, afirma a médica.

20) A caspa é uma doença rara hoje em dia.

Mito. A incidência de problemas no couro cabeludo no Brasil chega a 40% da população, sendo o Brasil o país com maior índice do problema em toda a América Latina. (fonte: Nilsen Fev/2010). Alguns fatores contribuem para esse índice: predisposição genética, alterações climáticas e até o estresse.

Embora a descoberta do fungo Malazessia globosa como provocador da caspa e seu genoma tenha sido um marco na história do combate à condição, muitas pesquisas estão se mostrando promissoras nessa área. Primeiramente, a genômica está provendo informações sobre a micologia da caspa/dermatite seborreica que ajudarão a melhorar o diagnóstico e o tratamento. Outras tecnologias estão auxiliando os produtos a melhorarem os benefícios através do aumento do depósito dos princípios ativos no couro cabeludo, mesmo após o enxágue. Além disso, cientistas estão trabalhando na criação de produtos de hairstyle que tratem do fio e combatam a caspa ao mesmo tempo.

Fonte: Saúde da Vida


maio 23rd, 2011  
Tags: Caspa, Doença, Predisposiçao Genética, Problemas Capilares



Jovens carecas – Homens que tem queda de cabelo precoce têm mais chance de ter câncer de próstata

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Pesquisa mostra ligação entre perda precoce dos fios de cabelos e o desenvolvimento da doença mais tarde

Notícia não é muito boa para os jovens carecas. Além de perderem o cabelo mais cedo, um novo estudo indica que homens que começam a perder os fios na faixa dos 20 anos têm maior risco de desenvolver câncer de próstata mais tarde. Mas eles podem ser beneficiados caso façam exames para detectar a doença.

O estudo, feito na França, comparou 388 homens que faziam tratamento contra o câncer de próstata com 281 homens saudáveis. Os pesquisadores descobriram que os doentes tinham duas vezes mais chance de terem começado a perder os cabelos aos 20. Aqueles que tiveram o início da queda perto dos 30 ou 40 anos não apresentaram diferenças dos homens saudáveis. O estudo também não encontrou ligação entre perda de cabelo precoce e o diagnóstico precoce do câncer.

A perda de cabelo masculina é muito comum, afetando cerca de metade deles durante a vida. Outros estudos já haviam estabelecido uma ligação entre a calvície e o hormônio masculino, que também está ligado ao câncer de próstata.

A droga Finasterida, usada para combater a perda de cabelo, bloqueia a conversão do hormônio testosterona em outro tipo de hormônio e também vem se mostrando eficiente em diminuir a incidência de câncer de próstata.

Com estudos desse tipo, os pesquisadores procuram grupos de risco do câncer de próstata. Apesar da associação entre a careca precoce e a doença, os cientistas ainda não sabem como exatamente acontece esse processo. Mais pesquisas devem ser feitas nos próximos anos para tentar descobrir o mecanismo e formas de prevenção para os homens com mais chances de desenvolver o câncer. Esse estudo foi publicado nesta quarta-feira na revista especializada Annals of Oncology.

Fonte Galileu


fevereiro 16th, 2011  
Tags: 20 anos, Annals of Oncology, Cabelo, Calvície, Câncer de Próstata, detectar, Doença, Estudo, fios de cabelos, Homens, Hormônio Masculino, Jovens carecas, Pesquisa, Precoce, Queda de Cabelo



Alopécia Areata doença também conhecida como “pelada” – O que é?

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Descrição

A alopécia areata, conhecida vulgarmente como “pelada“, é uma doença de causa desconhecida que atinge igualmente homens e mulheres, caracterizando-se pela queda repentina dos pelos nas áreas afetadas, sem alteração da superfície cutânea.

Entre as possíveis causas, estão uma predisposição genética que seria estimulada por fatores desencadeantes, como o estresse emocional e fenômenos auto-imunes.

Manifestações clínicas

A doença se caracteriza pela queda repentina dos pelos formando placas circulares de alopécia (“pelada”), sem alteração da pele no local, que se apresenta sem qualquer sinal inflamatório. Pode atingir o couro cabeludo e também outras regiões como a área da barba, supercílios, cílios ou qualquer outra região pilosa.

A “pelada” pode ter remissão espontânea ou tornar-se crônica, com o surgimento de novas lesões e evolução para a alopécia total, que atinge todo o couro cabeludo e até mesmo para a alopécia universal, quando caem todos os pêlos do corpo. Estes casos são de controle mais difícil.

Geralmente, a doença não se acompanha de nenhum outro sintoma. A repilação pode ocorrer totalmente em semanas ou meses e, algumas vezes, os pêlos nascem brancos para depois repigmentarem. É comum ocorrer a recidiva das lesões.

Tratamento

São vários os tratamentos utilizados na alopécia areata e a característica clínica de cada caso é que determinará qual deles deve ser utilizado. As medicações utilizadas podem ser de uso local ou sistêmico e a duração do tratamento vai depender da resposta de cada paciente. O diagnóstico e o tratamento da alopécia areata deve ser feito por um médico dermatologista.


janeiro 19th, 2011  
Tags: Alopecia Areata, auto-imunes, Barba, Causas, Cílios, Couro Cabeludo, Diagnóstico, Doença, Estresse, Homens, Mulheres, Pelada, Pêlos, Predisposiçao Genética, Região Pilosa, Supercílios, superfície cutânea



Queda de cabelo pode estar ligada a ataque de células do sistema imune

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Uma doença na qual pessoas perdem cabelo pode ser desencadeada por ataques de células do sistema imune contra folículos capilares. A descoberta é o resultado de um grande estudo em que genomas de mais de 1.000 indivíduos com alopecia areata foram comparados a genomas de pessoas sem as doen0k-oças.

Angela Christiano e sua equipe da Universidade Columbia, em Nova York, descobriram 18 genes associados a alopecia areata. Como seria esperado de uma doença autoimune, na qual o sistema imune se volta contra tecidos sadios do próprio organismo, todos os genes encontrados participam do controle de crescimento e multiplicação de células do sistema imunológico.

A ligação mais forte foi com um gene chamado ULBP. Ele codifica uma proteína que é um poderoso ativador de células NK (“Natural Killers”, “assassinas natas” na tradução do inglês). Quando ativadas, as células NK atacam vírus e outros patógenos.

A equipe também encontrou quantidades maiores da proteína em tecidos de folículos capilares de pessoas com alopecia areata do que em amostras de pessoas sem a doença, fornecendo prova adicional do seu envolvimento na doença. O grupo espera que as descobertas abram novos caminhos para o tratamento da doença.

“Este é um grande avanço”, diz Rod Sinclair, dermatologista da Universidade de Melbourne, na Austrália. “Após décadas de pouco progresso, esse trabalho anuncia uma nova era de descobertas. Agora podemos testar o papel desses genes um por um no desenvolvimento da doença.”

O estudo foi publicado na prestigiosa revista científica “Nature”.

(Fonte: Folha.com)


dezembro 26th, 2010  
Tags: ataque, Cabelo, Células, Doença, Pessoas, Queda de Cabelo, sistema



Perda de cabelos em crianças – Causa: Alopecia Areata

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Alopecia Areata

Esta doença aparece como o súbito aparecimento de manchas redondas ou ovais de perda de cabelo. Essas manchas são completamente slick, careca, ou lisa, sem sinais de inflamação, escamação ou cabelos quebrados. Eles aparecem durante a noite, ou às vezes durante alguns dias.

Alopecia areata é pensado para ser causado pelo sistema imunitário do corpo ataca os folículos pilosos. Em um determinado momento cerca de um em cada 1.000 crianças tem alopecia areata. Cerca de 25% dessas crianças também têm a picada ou a amontoa das unhas.

Com o tratamento adequado para a alopecia areata, uma grande porcentagem dos pacientes terão todos os seus cabelos de volta dentro de um ano – mais cedo. Muitas crianças com alopecia areata deve estar sob os cuidados de um dermatologista ir. Cerca de 5% das crianças com alopecia areata com vontade para desenvolver alopecia totalis – a perda de todos os pelos do couro cabeludo. Algumas destas irão desenvolver alopecia universal - a perda total de pêlos no corpo.

O diagnóstico da alopecia areata: Actualmente, não existem testes conclusivos para o diagnóstico de alopecia areata. Dermatologistas diagnosticar alopecia areata por um processo de eliminação das causas da perda de cabelo e outros no exame final do careca em si. Normalmente, a alopecia areata lesão inicial aparece como um careca patch suave, às vezes dentro de 24 horas. Algumas pessoas sentem uma sensação de formigamento ou dor na área afetada.
O couro cabeludo é a área mais comumente afetada, mas a alopecia areata pode estar presente em qualquer área onde há pêlo no corpo. testes de puxar o cabelo às vezes são realizadas às margens das lesões. Se o cabelo é facilmente retirado, a lesão está ativa e perda de cabelo deve ser antecipado. Desde que a alopecia areata é bastante distinta, é geralmente diagnosticado corretamente com um simples exame visual.

Tratamento da alopecia areata: Não há cura para alopecia areata e, infelizmente, já que há pouca compreensão da doença, não existem medicamentos aprovados pela FDA ou tratamentos concebidos especificamente para tratá-lo.

Há, no entanto, diversas drogas sendo prescrito off-label para o tratamento da alopecia areata. Estes medicamentos parecem ajudar a uma certa percentagem de pessoas afectadas com esta doença. Leia mais sobre tratamentos específicos para a alopecia. Consulte seu médico sobre a melhor opção para seu filho.

Tenha em mente que, embora estes tratamentos podem favorecer o crescimento do cabelo, nada impede que novos patches ou curar a doença subjacente. Alopecia areata é uma doença imprevisível e até mesmo com a remissão completa é possível para que voltem a ocorrer durante a vida do seu filho.

Trauma à haste do cabelo

Essa é outra causa comum de perda de cabelo em crianças. Muitas vezes o trauma é causado pela tração (consistentemente usado tranças apertadas, rabos de cavalo, etc) ou por fricção (atrito contra uma cama ou cadeira de rodas, por exemplo). queimaduras químicas são outra causa.

Outra causa mal trauma da perda de cabelo é chamada de tricotilomania, o hábito de enrolar ou arrancar os cabelos. A tricotilomania é pensado para ser um transtorno obsessivo-compulsivo que pode ser extremamente difícil de tratar, pois geralmente o paciente se sente compelido a arrancar os cabelos. A perda de cabelos é irregular e marcada por cabelos quebrados de comprimento variável. No interior das manchas, perda de cabelo não está completo.

Algumas crianças com tricotilomania também tricofagia - o hábito de comer os cabelos. Eles desenvolvem massas abdominais composto de bolas de pêlos não digerido.

O diagnóstico da tricotilomania: Isso geralmente é auto-evidente. O paciente ou o pai do paciente se queixa de cabelo puxando obsessivo.
O tratamento da tricotilomania: puxar cabelo normalmente é tratada com comportamentais / terapia cognitiva ou técnicas de relaxamento, que pode ser muito eficaz. Enquanto o trauma de cabelo não era grave ou crônica suficiente para causar cicatrizes, o cabelo vai voltar a crescer quando o trauma é interrompido.


novembro 4th, 2010  
Tags: Alopecia Areata, alopecia totalis, Alopecia Universal, cabelos quebrados, Careca, Causa, Crianças, Doença, escamação, Folículos Pilosos, inflamação, Perda de cabelos, transtorno obsessivo-compulsivo, Tratamento, tricofagia, tricotilomania



Tratamento médico diminue a calvície – A queda de cabelo atinge homens e mulheres

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Se seu cabelo cai toda vez que você o penteia ou o lava, saiba que você é uma pessoa normal. Nossos cabelos estão sempre caindo e sendo repostos. A calvície acontece quando a taxa de queda de cabelos é superior ao normal e não há a reposição desses fios.

Ela é bem mais comum nos homens, mas também acomete algumas mulheres. Mesmo que ela seja vista como um processo irreversível, e calvície pode ser combatida, sim.

Homens
A alopécia androgenética, ou calvície, é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença. A herança pode vir do lado paterno ou materno e é resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona).

Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima e é transformada em um hormônio que vai agir sobre os folículos pilosos, promovendo a sua diminuição progressiva a cada ciclo de crescimento dos cabelos, que vão se tornando menores e mais finos.

O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície. É bem comum os homens acharem que se trata de algo normal, mas vale à pena consultar um dermatologista quando sentir que os fios estão rareando. Isso porque o grau de recuperação depende de fatores como a idade do homem, o quanto ele já perdeu de cabelo e qual o objetivo final.

Resumindo: um homem que começou a perder o cabelo agora tem mais chance de que ele volte a crescer em relação a alguém que já é calvo há vários anos.
E nas mulheres?

A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação dos cabelos, que se tornam finos e têm seu tamanho diminuído. Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada.

O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, calvice só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos. Já a perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície. Isso é um processo normal do organismo feminino.

Os tratamentos

A chance contra o fim da calvície se deve ao uso de finasterida, um medicamento que atua bloqueando o processo que leva à perda dos cabelos. Segundo alguns estudos, a finasterida interrompe a evolução da calvície em 86% dos homens tratados.

O medicamento era originalmente utilizado para o tratamento do aumento da próstata. A observação de seus efeitos sobre a calvície de pacientes que utilizavam o produto para esta finalidade chamou a atenção de um laboratório, que acabou produzindo um medicamento próprio para tratar a calvície. Mas só mesmo o médico pode indicar o tratamento correto, mesmo porque, para as mulheres, a finasterida não costuma ser indicada.

Ajuda no tratamento

Mantenha uma vida saudável e uma alimentação rica em aminoácidos e proteínas, cobre, ferro, zinco, óleo de linhaça e complexo B, além de fazer exercícios físicos. Esses fatores contribuem para uma boa nutrição capilar e irrigação do couro cabeludo.

Lave sempre o cabelo com xampu neutro e sem sal para remover a sujeira e o sebo em excesso sem alterar o pH do couro cabeludo. Crie o hábito de massagear o couro cabeludo. A massagem deve começar na parte frontal da cabeça e nas têmporas, continuando na nuca e terminando no alto do crânio. Isso ativa a circulação.

Fonte: Minha Vida


julho 28th, 2010  
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Queda capilar – Ataque de células do sistema imune pode estar ligado à calvície

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Estudo divulgado por uma equipe de cientistas da Universidade Columbia, em Nova York, constatou que uma doença que faz pessoas perderem os cabelos é provocada pelo ataque de células do sistema imune contra folículos capilares. A descoberta é o resultado de pesquisas em que genomas de mais de mil indivíduos, com alopecia areata, foram comparados a genomas de pessoas sem as doenças.

Segundo a Folha Online, como seria esperado de uma doença auto-imune, na qual o sistema imune se volta contra tecidos sadios do próprio organismo, todos os genes encontrados participam do controle de crescimento e multiplicação de células do sistema imunológico. A ligação mais forte foi com um gene chamado ULBP. Ele codifica uma proteína que é um poderoso ativador de células NK (“Natural Killers”, “assassinas natas” na tradução do inglês). Quando ativadas, as células NK atacam vírus e outros patógenos.

O grupo espera que as descobertas abram novos caminhos para o tratamento da doença.


julho 12th, 2010  
Tags: Alopecia Areata, auto-imune, Cabelos, Calvície, Células, células NK, Doença, Estudo, Folículos Capilares, genomas, imune, Proteína, queda capilar, Tratamento, ULBP



Transplante de Cabelo – Perguntas e Respostas: O que causa perda de cabelo?

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O que causa perda de cabelo

Há muitas razões para a perda de cabelo, mas cerca de 95% dos casos são devidos a uma condição chamada de “alopecia androgenética“. Nos homens, esta é comumente referida como “a calvície de padrão masculino.” O aparecimento desta doença é devido a vários fatores, incluindo:

1) uma predisposição genética a perder o cabelo,
2) a presença do hormônio masculino, diidrotestosterona e
3) a idade.

É normal para um indivíduo a perder cerca de 100 cabelos todos os dias, mas esses cabelos crescerem, em seguida, vários meses depois.
Quando a perda de cabelo ultrapassa crescimento de novos cabelos, calvície resultados.
Uma vez iniciado, a perda do cabelo é geralmente progressiva e continua por toda a vida.


julho 7th, 2010  
Tags: Calvície, Causa, Doença, Homens, Hormônio Masculino, Idade, padrão masculino, Perda de Cabelo, Perguntas, Predisposiçao Genética, Respostas, Transplante de Cabelo



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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