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Queda capilar – Estresse em homens e mulheres aumenta a calvície

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Muitas pessoas que trabalham em profissões estressantes acabam sofrendo de calvície, e neste caso não importa o sexo da pessoa. Devido a tensão do dia a dia o corpo libera um hormônio chamado cortisol. Ele é capaz de reduzir a velocidade da divisão celular na raiz do cabelo.

Muita gente consegue perceber que quando estão passando por um momento de estresse começam a perder mais fios de cabelo. Mas nem sempre a queda de cabelo é provocada apenas por estresse ou fatores genéticos. Existem casos onde a calvície indica uma doença como a síndrome dos ovários policísticos que afeta as mulheres e costumam apresentar níveis mais altos de testosterona, que é o hormônio masculino.

Este hormônio deixa a pele mais oleosa e isso prejudica o ciclo dos fios. A testosterona acaba sendo convertida em uma substância conhecida pela sigla DHT. E como já vimos anteriormente o DHT prejudica o cabelo. Este tipo de problema pode ser combatido com medicamentos indicados pelo dermatologista.


maio 26th, 2010  
Tags: Calvície, ciclo dos fios, Cortisol, DHT, Doença, Estressantes, Estresse, fatores genéticos, Fios de Cabelo, Homens, Hormônio, Hormônio Masculino, Mulheres, profissões, queda capilar, Queda de Cabelo, Raiz do Cabelo, síndrome dos ovários policísticos, tensão, Testosterona



Cabelos caem mais no outono, mas nem sempre é calvície

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Notou que seus cabelos têm caído mais nesta época do ano? Calma! Não precisa se assustar. É que, durante o outono e o inverno, as madeixas entram naturalmente na parte do ciclo de maior queda, mas temos capacidade de repor o que foi perdido. No verão, são eliminados cerca de 70 fios e, nas estações frias, 100. Agora, se notar entradas, fios finos, curtos e ralos, o problema pode ser calvície, e isso sendo homem ou mulher.

Para tirar suas dúvidas sobre esse incômodo estético, confira abaixo suas causas, indícios e formas de tratamento:

1) A calvície (alopécia androgênica) é sempre hereditária e se caracteriza pela sensibilidade ao hormônio masculino DHT (dihidrotestosterona);

2) Se as madeixas caírem por conta de outras causas (como estresse, anemia por deficiência de ferro, dieta alimentar restritiva, doenças da tireoide, início ou interrupção do uso de anticoncepcionais orais), a situação é temporária. Após o tratamento, o paciente volta a ter o volume normal. No entanto, esses problemas podem se tornar gatilho para desenvolver a calvície em quem tem predisposição;

3) A calvície é gradativa e não um processo agudo de queda repentina. O que acontece é a miniaturização progressiva dos fios, ou seja, a transformação de fios grossos em finos e cada vez mais curtos;

4) Ao contrário do que muitos pensam, a calvície feminina é tão comum quanto a masculina, porém menos severa, porque o hormônio estrogênio protege contra a perda total dos fios, característica do homem;

5) O incômodo masculino começa na região das têmporas, formando as famosas entradas, e evolui atingindo o topo do couro cabeludo até a região do vertex (“coroa“). O feminino é caracterizado pelo cabelo mais ralo na região central e superior da cabeça, iniciando na linha média de repartição dos fios;

6) Os indícios podem começar a aparecer após a puberdade. No caso das mulheres, o pico é na década dos 30 anos (cerca de 25% das pessoas do sexo feminino) e após a menopausa (50%). No dos homens, 30% deles têm na década dos 30 anos, 40% na dos 40 e 50% na dos 50;

7) O tipo de tratamento depende do grau da calvície. A lista de possibilidades conta com loção capilar, cápsulas de vitaminas específicas, medicamento antiandrogênico para bloquear a formação do DHT, laser e transplante capilar;

8 ) Os medicamentos antiandrogênicos não causam impotência sexual. Podem diminuir a libido, mas a porcentagem de ocorrências é baixa: menos de 2%. Se houver queixas, não tem efeito cumulativo e nem definitivo;

9) O tratamento clínico recupera as raízes que ainda estão vivas, mas ainda não existe método que as multiplique. Portanto, se um rapaz tem entradas grandes e cabelo na quantidade normal na coroa, a medicação serve para preservar a área da coroa e a sugestão é apostar em transplante nas entradas;

Fonte Portal Terra


abril 30th, 2010  
Tags: Alopecia androgênica, anemia, anticoncepcionais orais, Cabelos, Calvície, Causas, coroa, curtos, DHT, Dihidrotestosterona, Entradas, Estresse, estrogênio, Ferro, Fios, fios finos, grau da calvície, Hereditária, homem, impotência sexual., Inverno, libido, Madeixas, Mulher, Outuno, predisposição, Problema, Puberdade, Queda, Ralos



Propecia genérico faz à calvície masculina do teste padrão um tópico do passado

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Igualmente sabido como Finasterida, Propecia genérico é medicamentação amplamente utilizada para o tratamento da calvície do teste padrão nos homens na coroa assim como no meio do escalpe assim como o cancro de próstata. Interessante, é a única medicamentação aprovada que pode ser prescrita para o tratamento da calvície do teste padrão nos homens. A medicamentação ajuda em reforçar as raizes do cabelo para impulsionar o crescimento do cabelo em uma maneira eficiente. A medicamentação é formulada igualmente usando o mesmo e os ingredientes ativos usados na formulação da marca Propecia. Interessante, é igualmente equivalente nas dosagens, no efeito e na força como marcada. Agora por causa do baixo custo, a maioria dos povos, sofrendo do problema acima dito, comprar Propecia genérico. Vai sem dizer que a medicamentação fêz a calvície um tópico da história. Põr simplesmente, ganhou o reconhecimento do mundo dentro de uma extensão muito curta do tempo por causa de seus resultados bem sucedidos e eficazes. De acordo com um exame, quase todos os pacientes que usaram a melhoria visível da experiência da medicamentação na qualidade do cabelo com o tempo particular prescreveram para o tratamento.

Falando sobre o processo de trabalho da medicamentação, trabalha diminuindo a quantidade do DHT no escalpe. Reduz os controles a perda de cabelo e igualmente aumenta o crescimento novo do cabelo no escalpe sem deixar um impacto mau no crescimento do cabelo de outras partes do corpo. É um fato de que a medicamentação está sabida para resultados bem sucedidos e eficazes, mas você é recomendado comprar Propecia genérico como por a recomendação de seu doutor. Deve igualmente ser usada enquanto seu doutor o prescreveu para resultados bem sucedidos e bons.

Como outras medicamentações, pode igualmente causar a alguns efeitos secundários comuns. De facto, os efeitos secundários são suaves e desaparecem automaticamente dentro de alguns minutos. Se você experimenta os sinais de qualquer efeito secundário por um pouco mais de hora, você está recomendado parar de usar a medicamentação e consultar o mais cedo possível seu doutor. É igualmente importante dizer o doutor sobre seu informe médico precedente e atual. Quando vem comprar Propecia genérico, é extremamente simples e trabalheiras por mais livre que haja lojas em linha numerosas que oferecem a medicamentação em fácil nos preços do bolso com informações detalhadas de usar a medicamentação. Para comprar Propecia genérico, tudo que você precisa fazer é colocar em linha sua ordem em alguma da loja em linha selecionada.


abril 25th, 2010  
Tags: Calvície Masculina, crescimento do cabelo, DHT, Homens, medicamentação, Propecia genérico, raizes do cabelo



Você só fica careca se quiser – Hábitos saudáveis e remédios são capazes de frear a calvície

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Se você tem certeza de que vai ficar careca só porque seu pai e seu avô foram perdendo os fios com o passar dos anos, relaxe. Hoje em dia, sabemos que a dieta e o estilo de vida têm uma influência tão importante sobre a calvície quanto os caracteres hereditários.

Viver nervoso, por exemplo, é um atalho certo rumo à queda capilar acelerada. Isso porque os músculos do alto da cabeça, nessas condições, tendem a ficar permanentemente contraídos, dificultando a circulação sangüínea e levando ao enfraquecimento do cabelo. Além disso, o estresse pode interferir no sistema imunológico e acarretar a formação de seborréia e outros problemas. Outra maneira de evitar o desconforto é cultivar uma alimentação rica em proteínas e sais minerais como cobre, ferro e zinco. Todos esses nutrientes têm relação direta com a boa nutrição capilar e incluí-los no cardápio é o mesmo que empunhar um escudo contra a perda dos cabelos.

E pare de fumar se você pretende mesmo chegar à velhice sem precisar se esconder sob um boné. Uma pesquisa recente do Departamento de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, conseguiu mapear com exatidão o tamanho do estrago causado pelas tragadas tóxicas.

Depois de analisarem amostras de tecido de 1.241 homens fumantes e não fumantes, os estudiosos constataram que o hormônio DHT, particularmente ligado à calvície, aparecia em índices até 13% superiores entre os adeptos do cigarro.

Se o seu negócio é dar uma tragada entre um problema e outro para aliviar a tensão, é hora de mudar de método. Que tal apostar nos exercícios físicos? Por um lado, você deixa de ingerir as substâncias tóxicas contidas no cigarro e, por outro, passa a usufruir dos benefícios de um bom treino.

O equilíbrio trazido pela prática de esportes restaura a saúde de todo o organismo, inclusive a dos cabelos. Os exercícios constantes favorecem a liberação de neurotransmissores como noradrenalina, serotonina e endorfina, que ajudam a baixar a ansiedade.

Mas nada de tomar nenhum comprimido sem orientação médica. A queda de cabelo tem muitas causas e a escolha do medicamento certo vai depender do diagnóstico exato. Isso sem esquecer os efeitos colaterais trazidos por algumas fórmulas. Eles vão desde uma simples (mas inconveniente) coceira até alterações na pressão e nos batimentos cardíacos, sudorese e diminuição do desejo sexual.

Fonte site www.minhavida.com.br


março 22nd, 2010  
Tags: Cabeça, Careca, DHT, Dieta, Enfraquecimento, Fios, Fumar, Hábitos, Hereditários, nutrição capilar, Perda dos Cabelos, queda capilar, Queda de Cabelo, Remédios, saudáveis, Seborréia, Velhice



Calvície marculina na juventude pode evitar o câncer de próstata

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A calvície costuma ser uma preocupação de homens acima dos 50 anos, mas o assunto tem preocupado muitos jovens que sofrem com a perda do cabelo antes mesmo dos 30. Para os mais novos, uma boa notícia: aqueles que começam a ficar calvos ainda jovens possuem 45% menos chances de serem vítimas do câncer de próstata.

De acordo com um estudo americano, publicado nesta terça-feira na revista especializada Cancer Epidemiology, a calvície ainda na juventude está ligada a um alto nível de testosterona no organismo - o que ajudaria a diminuir as chances de tumores. Para a pesquisa, os cientistas analisaram 2.000 homens entre 40 e 47 anos, sendo que metade deles foram vítimas do câncer de próstata.

Ao comparar em que idade os pacientes haviam começado a perder o cabelo, os pesquisadores descobriram que aqueles que apresentaram os primeiros sinais de calvície ainda ao redor dos 30 anos foram os pacientes com os menores riscos de desenvolver o câncer. Apesar da boa notícia, especialistas alertam que o estudo ainda é controverso, já que pesquisas anteriores sugerem justamente o oposto: a calvície pode estar associada a maiores riscos de desenvolver o câncer.

Na maioria dos casos, a perda de cabelo acontece quando o folículo capilar – uma bolsa tubular da epiderme que contém a raiz de cada fio capilar – se torna exposto a uma grande quantidade de dihidrotestosterona (DHT) – um andrógeno produzido pela testosterona. Se há muito DHT circulando no sangue, o folículo encolhe, deixando o cabelo mais fino e com um crescimento mais lento. Os cientistas acreditam que os homens com alto nível de testosterona tendem a perder o cabelo mais rápido, especialmente se há casos de calvície na família.

Em um dos tratamentos mais comuns no combate ao câncer de próstata, o paciente faz uso de um medicamento que reduz os níveis de testosterona, já que o hormônio pode acelerar o crescimento de tumores já existentes. O que a nova pesquisa sugere é que um alto nível de testosterona na juventude pode, na verdade, ajudar a prevenir a doença.

Fonte VEJA


março 16th, 2010  
Tags: 50 anos, Calvície marculina, Calvos, Câncer, Câncer de Próstata, DHT, Dihidrotestosterona, folículo capilar, Homens, Jovens, juventude, Perda do Cabelo, perder o cabelo, prevenir, Testosterona, Tratamentos



Calvície genética é também um problema feminino

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A calvície em mulheres pode ter inúmeras causas, como alimentação inadequada, estresse, problemas da tireóide, uso incorreto de químicas capilares, anemia e medicamentos. Contudo, quando o problema é apresentado em pessoas com predisposição genética, o quadro tende a ser mais grave.

A calvície genética é causada por uma enzima chamada DHT, derivada da testosterona. Ela torna o couro cabeludo mais sensível e, posteriormente, inibe o crescimento dos fios. O aspecto geral do cabelo também piora: ele fica ralo, quebradiço e oleoso.

Normal ou patológico?
Perder entre 60 e 100 fios por dia é normal, segundo o dermatologista Aguinaldo Bonalumi. Além disso, a mulher passa por três fases onde a queda de cabelo ocorre de forma mais acentuada: após a primeira menstruação, na faixa dos 30 anos, e durante a menopausa. “São nesses períodos que os índices de testosterona aumentam”, alerta.?“Para detectar se há perda de cabelo considerável, uma boa dica é observar a variação do volume no rabo de cavalo”, aconselha a dermatologista Maria Angélica Muricy, especialista em implantes capilares.??Diagnóstico e tratamentos?Para combater a calvície, a primeira medida é realizar um diagnóstico detalhado. “Dependendo da patologia, pode ser necessário fazer uma biopsia do couro cabeludo”, explica Maria Angélica. O tratamento varia de acordo com o resultado desse estudo.

O dermatologista Aguinaldo Bonalumi alerta que xampus e vitaminas, sozinhos, não resolvem o problema. “Isso é um mito. É importante uma avaliação correta”, afirma. Maria Angélica concorda. “O tratamento nunca é realizado só com um produto”. E, segundo ela, os primeiros sinais de melhora só serão vistos seis meses depois do início do tratamento, que pode contar com a utilização de medicamentos.

Fonte: IG


março 11th, 2010  
Tags: Alimentação, Calvície Genética, DHT, feminino, Fios, Medicamentos, Mulheres, Problema, Testosterona



Calvície genética é também um problema feminino

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Mais comum entre os homens, a queda de cabelo acentuada atinge mulheres de todas as idades

A calvície em mulheres pode ter inúmeras causas, como alimentação inadequada, estresse, problemas da tireóide, uso incorreto de químicas capilares, anemia e medicamentos. Contudo, quando o problema é apresentado em pessoas com predisposição genética, o quadro tende a ser mais grave.

A calvície genética é causada por uma enzima chamada DHT, derivada da testosterona. Ela torna o couro cabeludo mais sensível e, posteriormente, inibe o crescimento dos fios. O aspecto geral do cabelo também piora: ele fica ralo, quebradiço e oleoso.

Normal ou patológico?
Perder entre 60 e 100 fios por dia é normal, segundo o dermatologista Aguinaldo Bonalumi. Além disso, a mulher passa por três fases onde a queda de cabelo ocorre de forma mais acentuada: após a primeira menstruação, na faixa dos 30 anos, e durante a menopausa. “São nesses períodos que os índices de testosterona aumentam”, alerta.

“Para detectar se há perda de cabelo considerável, uma boa dica é observar a variação do volume no rabo de cavalo”, aconselha a dermatologista Maria Angélica Muricy, especialista em implantes capilares.

Diagnóstico e tratamentos
Para combater a calvície, a primeira medida é realizar um diagnóstico detalhado. “Dependendo da patologia, pode ser necessário fazer uma biopsia do couro cabeludo”, explica Maria Angélica. O tratamento varia de acordo com o resultado desse estudo.

O dermatologista Aguinaldo Bonalumi alerta que xampus e vitaminas, sozinhos, não resolvem o problema. “Isso é um mito. É importante uma avaliação correta”, afirma. Maria Angélica concorda. “O tratamento nunca é realizado só com um produto”. E, segundo ela, os primeiros sinais de melhora só serão vistos seis meses depois do início do tratamento, que pode contar com a utilização de medicamentos.

Fonte IG


fevereiro 22nd, 2010  
Tags: alimentação inadequada, anemia, Calvície, Calvície Genética, Couro Cabeludo, DHT, Estresse, Homens, idades, Medicamentos, Mulheres, problema feminino, Queda de Cabelo, químicas capilares, Testosterona



Fuja da calvície – Veja como tratar e prevenir a queda do cabelo

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Depois de ter um corpo sarado, a maior preocupação masculina é com o cabelo. Ou melhor, com sua queda. Não é para menos. A calvície atinge 2 bilhões de pessoas no mundo, a maioria homens. Embora a genética tenha peso significativo, é o estresse o grande responsável pela queda da cabeleira.

Os homens estão mais vaidosos, informados e preocupados com a saúde. Querem a qualquer custo saber se vão ficar carecas precocemente e como devem tratar e prevenir a queda. Por isso, hábitos de vida saudáveis aliados ao tratamento específico de queda de cabelo são fundamentais.

Tratamentos Fitoterápicos: uma luz no fim do túnel são os medicamentos fitoterápicos. Eles são naturais e não provocam efeitos colaterais. Duas sugestões: silício orgânico – antioxidante poderoso para a raiz do cabelo, tem ação hidratante e recupera o colágeno, que sustenta a estrutura do couro cabeludo; e Serenoa repens – bloqueia a enzima 5-alfa-redutase, responsável pela conversão da testosterona em dihidrotestosterona (DHT), que causa o afinamento dos fios.

Mudança de hábitos: vale ainda evitar o excesso de álcool, de cafeína, de nicotina, e alguns medicamentos, como antidepressivos e anfetaminas. Fora o álcool, que destrói diretamente o bulbo, essas substâncias são vasoconstritoras, o que resulta em menor aporte de nutrientes até o bulbo capilar, enfraquecendo os fios.

Dito isso, nada de desespero. Previna-se.


fevereiro 19th, 2010  
Tags: 5-alfa-redutase, anfetaminas, antidepressivos, Cabelo, Carecas, de cafeína, de nicotina, DHT, Dihidrotestosterona, efeitos colaterais, Estresse, excesso de álcool, Fios, Fuja da calvície, Medicamentos, prevenir a queda, queda da cabeleira, Queda do Cabelo, Saúde, Testosterona, Tratamento, Tratamentos Fitoterápicos, tratar, vaidosos



Queda dos cabelos – A calvície e os seu tratamentos

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Queda-dos-cabelos-A-calvicie-e-os-seu-tratamentosCerca de dois bilhões de pessoas a redor do globo sofrem com o rareamento dos cabelos, o que representa quase um terço da população do planeta. “Nos homens, 80% dos casos se devem a fatores genéticos, que deflagram a chamada alopecia androgenética”, afirma o tricologista Luciano Barsanti, do Instituto do Cabelo, em São Paulo. Já no sexo feminino, até 20% das ocorrências podem estar relacionados à influência dos genes. Só no Brasil, cerca de dois milhões de mulheres apresentam calvície. Para ter uma ideia do tamanho da encrenca, por volta de 90% dos homens apresentam queda significativa do cabelo a partir dos 40 anos de idade, sendo que 50% já começam a enfrentar o estorvo aos 15.

A derrocada
O vilão da história atende pela sigla DHT. Em um processo natural, o hormônio masculino testosterona, que também é fabricado em menor quantidade nas mulheres, é transformado na tal substância. Até aí, tudo bem. O problema é que os genes de algumas pessoas fazem com que seu bulbo capilar—estrutura responsável pela fixação e nutrição do cabelo—tenha maior, digamos, afinidade pelo DHT. E é ali que ele provoca estragos. “Primeiro, promove um processo inflamatório na superfície do couro cabeludo. Aos poucos, ele progride até a matriz do cabelo, atrofiando-a”. É por isso que muitas pessoas notam que seus cabelos estão afinando, apesar de não encontrarem muitos fios espalhados pela casa.

O tratamento
Tomar uma providência precocemente é a melhor solução contra a alopecia androgenética. Isso porque uma vez que a raiz do cabelo estiver completamente atrofiada, não haverá mais solução, exceto o implante capilar. Mas há como evitar que o DHT cause tamanho estrago. Ou, pelo menos, dá para retardar a chateação. “Muitas vezes recorremos ao minoxidil, um produto de uso tópico que melhora a circulação nos vasos sanguíneos capilares e estimula a divisão celular, para que os fios voltem a crescer”, explica o tricologista Valcinir Bedin, do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele, em São Paulo. “Nos homens, também podemos lançar mão da finasterida, droga que bloqueia a ação de uma enzima, a 5-alfa redutase, responsável por converter a testosterona em DHT”, completa Luciano Barsanti. Tratar a seborreia, evitar o tabagismo e fazer uma alimentação adequada colaboram para barrar a progressão do problema.

Fonte Terra


outubro 27th, 2009  
Tags: Alimentação, Alopecia Androgenética, Atrofia, Calvície, Couro Cabeludo, DHT, feminino, Finasterida, Genes, Genéticos, Homens, Hormônio Masculino, Minoxidil, Mulheres, Precocemnte, Queda dos Cabelos, Rareamentos dos Cabelos, Testosterona, Tratamentos, Tricologista



Queda dos cabelos: conheça o que há de mais moderno em tratamento e diagnóstico da queda dos fios

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Queda-cabelos-Tratamentos-cuidado-prevencaoA força dos cabelos tem dimensão bíblica, datada de mil anos antes do nascimento de Cristo. No Antigo Testamento, é representada por Sansão, corajoso guerreiro cujas madeixas concentravam seu vigor físico. Traído pela amada Dalila, foi à derrocada depois que ela cortou a fonte de seu poder, entregando seus cachos aos inimigos. A humanidade sempre deu importância aos cabelos, como símbolo de autoestima e vitalidade. Há, é claro, exceções em que a careca — nos homens, bem entendido — tem seu charme, mas aí estamos falando daqueles casos em que a característica é uma herança de pai para filho. O problema sério é quando os fios começam a despencar, sem mais nem menos, deixando a cabeça com aquelas falhas irregulares que são motivo de constrangimento e insegurança. Sem falar que muitas vezes sinalizam doenças.

Os cabelos não têm uma função vital para o organismo — cá para nós, eles só servem para proteger o couro cabeludo de intempéries. “Daí que, diante de uma situação em que o corpo precisa economizar nutrientes e energia para se defender de uma infecção ou de uma carência nutricional, por exemplo, os fios são relegados a segundo plano”, explica o tricologista, isto é, dermatologista especializado em cabelos, Valcinir Bedin, do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele, em São Paulo. Ou seja, o organismo abre mão das madeixas, que acabam no chão.

A má notícia é que esse alarme de encrenca tem disparado com cada vez mais frequência, especialmente na ala feminina. “Há dez anos, uma mulher a cada 10 homens procurava meu consultório. Hoje, elas representam 40% dos meus pacientes”, estima o médico Luciano Barsanti, presidente da Associação Brasileira de Tricologia. Motivos não faltam. O time da Luluzinha está fumando mais, trabalha numa tripla jornada, apela para dietas radicais e até cirurgias para recuperar a silhueta. Aí, a avalanche dos fios é quase certa. Ela atende pelo nome de alopecia se mais de 100 fios despencam do couro todo santo dia.

“Os distúrbios nos hormônios da tireoide e dos ovários são os principais vilões entre as mulheres”, aponta o tricologista Ademir Junior, de São Paulo. “No sexo masculino, a predisposição genética continua com papel preponderante. Mas a ela basta associar fatores como estresse e os tufos caem depressa”, conclui. Digase: a lista de algozes da cabeleira é mais extensa do que os problemas citados até esta linha. Dela fazem parte infecções, seborreia (sinônimo de oleosidade nas alturas), doenças autoimunes, depressão e até mesmo o uso de remédios, caso de alguns antidepressivos, anti-hipertensivos, anabolizantes e antibióticos.

Novos métodos têm facilitado o diagnóstico precoce de problemas capilares. “Um exame chamado scanner do couro cabeludo fornece uma imagem aumentada em 8 mil vezes, o que permite flagrar inflamações, seborréia e alterações na circulação sanguínea local”, revela Luciano Barsanti. “A microscopia eletrônica, por sua vez, possibilita a avaliação da matriz celular do fio”, continua.

Os testes laboratoriais são igualmente indispensáveis. “Solicitamos exames de sangue para verificar a presença de infecções e distúrbios hormonais”, diz o dermatologista Arthur Tykocinski, de São Paulo. Às vezes, o simples tratamento dessas disfunções é suficiente.

O estresse é outro fator que deve ser esmiuçado. “O hormônio cortisol, liberado quando estamos sob tensão, desacelera a divisão celular na raiz”, justifica Ademir Junior. É por isso que, sob extremo nervosismo, alguns indivíduos perdem cabelo em áreas específicas, caracterizando a alopecia areata, ou pelada. Por falar em questões hormonais, mulheres com síndrome dos ovários policísticos costumam apresentar níveis mais altos de testosterona, o hormônio masculino. Isso aumenta a oleosidade da pele — o que, por si, já prejudica o ciclo dos fios. “Além disso, a testosterona é convertida em uma substância conhecida pela sigla DHT”, explica Valcinir Bedin. E esse tal de DHT provoca um estrago cabeludo: detona o bulbo capilar. “Felizmente, o problema pode ser controlado com o uso de anticoncepcionais específicos ou de remédios antiandrógenos”, tranquiliza a dermatologista Jackeline Mota, de São Paulo.

A situação é mais grave, porém, em pessoas cujos genes fazem o bulbo ter maior afinidade pelo DHT. Aí, para que não fiquem totalmente descabeladas, recorre-se ao princípio ativo minoxidil. “Ele dilata os vasos, melhorando a irrigação sanguínea e a absorção de nutrientes”, ensina Barsanti. “E uma droga clássica, a finasterida, impede a conversão de testosterona em DHT.” Mas ela só surtiria efeito em pacientes do sexo masculino.

Um dos avanços para conter a queda dos fios é o laser de baixa penetração. “Trata-se de um procedimento não invasivo que dilata os vasos, estimula a multiplicação celular e tem efeito anti-inflamatório”, explica Barsanti. Outra inovação é a infusão transiônica, que consiste na escolha de um medicamento mais adequado a cada problema. Ele é aplicado no couro cabeludo e, em seguida, os especialistas utilizam um aparelho que o empurra para dentro da pele para ser bem absorvido. Esse mesmo dispositivo é usado na infiltração de fitoterápicos e na retirada do excedente de gordura. Há ainda a eletroestimulação do bulbo, que acelera a atividade das células na região.

Uma alternativa é a tradicional mesoterapia, que injeta ativos no couro cabeludo. Mas alguns especialistas ficam com os dois pés atrás em relação a ela. Isso porque provocaria cicatrizes, arriscando levar à morte do bulbo — e o tiro sairia pela culatra. Só quando todos esses recursos não surtem efeito é que se cogita um implante. “A técnica hoje proporciona grandes densidades de cabelo, com resultado bem natural”, garante Tykocinski. “Estudamos o desenho da cabeça, retiramos fios de uma região abundante e os transplantamos.”

Apesar de tudo o que os consultórios oferecem, é imprescindível fazer a sua parte. Quem fuma deve abolir o cigarro. “A fumaça contém radicais livres que agravam inflamações no couro cabeludo”, avisa Ademir Junior. O álcool, os anabolizantes e as anfetaminas também são prejudiciais. Converse com seu médico sobre os medicamentos de que faz uso. “Muitas vezes é possível substituí-los por outros de mesmo efeito e que não induzam a queda dos fios”, diz a dermatologista Denise Steiner, de São Paulo.

Caso tenha se submetido a uma cirurgia, como lipoaspiração, ou a uma dieta rigorosa, vale caprichar na alimentação com a ajuda de um nutricionista para não faltar nenhum elemento essencial aos fios no prato do dia a dia. Quanto a xampus, os que prometem efeito antiqueda não resolvem a alopecia. “No máximo, contêm substâncias que ajudam a diminuir a oleosidade dos cabelos, prevenindo ou reduzindo a seborreia”, afirma Tykocinski. Ou seja, não revertem o quadro, mas ajudam a segurar os fios restantes.

Tinturas e alisamentos não estão proibidos. Mas, se você costuma se submeter a esses tratamentos químicos, faça um intervalo de pelo menos 30 dias entre um procedimento e outro para prevenir a sobrecarga. “E procure cabeleireiros capacitados, que utilizem produtos com o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária”, orienta Denise. Evite também elásticos, tiaras, chapinhas e pentes-finos. “Eles causam traumas e rompem o músculo que sustenta o fio, levando a uma perda definitiva”, alerta Barsanti. Siga esses conselhos e força na cabeleira!

Fonte Saúde é Vital


setembro 23rd, 2009  
Tags: 100 fios, Abolir, Álcool, Alimentação, Alisamentos, Alopecia, Alopecia Areata, Anabolizantes, anfetaminas, Anti-inflamatório, Antibióticos, Anticoncepcionais, Autoestima, Bulbo Capilar, Cabeça, Cabeleira, Cabeleiros, Cachos, Careca, Carência Nutricional, Chapinhas, Charme, Cicatrizes, Cigarro, Cirurgias, Cortisol, Couro Cabeludo, Depressão, DHT, Diagnóstico, Dieta rigorosa, Dietas radicais, Doenças, Elásticos, Estresse, Falhas irregulares, Feminina, Fios, Força dos cabelos, Fuma, Fumaça, Fumando, Homens, Implante Capilar, Infecção, Infusão Transiônica, Laser de Baixa Penetração, Lipoaspiração, Madeixas, Mesoterapia, Morte do bulbo, Mulheres, Nervosismo, Nutricionista, Nutrientes, Oleosidade da pele, Organismo, Ovários, Ovários Policísticos, Pelada, pentes-finos, Precoce, Problemas Capilares, Queda dos Cabelos, Queda dos fios, Radicais livres, Remédios, Remédios antiandrógenos, Seborréia, Silhueta, Testosterona, Tiaras, Tinturas, Tratamentos, Tripla jornada, Tufos, Vigor Físico, Vitalidade, Xampus



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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