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Calvíce Feminina – Tratamentos

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A calvíce feminina ou alopécia androgênica é um problema que deixa a mulher com auto-estima em baixa , com ansiedade e muita depressão. Afinal os cabelos são a moldura do rosto.É muito importante procurar imediatamente tratamento e recuperar novamente o crescimento do cabelo.

A calvíce é uma manifestação fisiológica que atinge principalmente os homens, mas que também pode afetar as mulheres. A calvíce aparece devido à uma herança genética e o histórico de calvíce pode vir tanto do lado da mãe como do pai.

O processo acontece devido a ação da enzima 5-alfa-redutase sobre o hormônio testosterona (a mulher também apresenta este tipo de hormônio, porém em menor quantidade que o homem) resultando no subproduto DHT (dihidrotestosterona). Este último age sobre os folículos pilosos, provocando o seu afinamento e miniaturização.

A calvíce feminina também pode aparecer por outros motivos como; anemia e alterações tireoideanas,porém a manifestação ocorre de forma diferente, também provocando rarefação dos cabelos mas sem o afinamento característico da alopécia androgênica.

A calvíce feminina pode ser mais intensa se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, a alopécia androgênica só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos.

Quais são os Tratamentos para a calvíce feminina?

O tratamento visa evitar a ação hormonal sobre os folículos, revertendo o processo de afinamento e miniaturização e é feito com o uso de anti-andrógenos (combatem a ação dos androgênios: hormônios masculinos).

Podem ser utilizados por via oral ou sob a forma de loções aplicadas no couro cabeludo. A finasterida, medicamento utilizado com sucesso no tratamento dos homens, não é indicada para o tratamento de mulheres, mas outros produtos podem obter resultados semelhantes.

Além disso é feito o estímulo ao crescimento dos cabelos, com suplementação vitamínica e substâncias de uso local.
O tratamento é contínuo e os resultados podem demorar um pouco a aparecer.É necessário ter paciência e perseverança. Muitas vezes é necessária a troca do medicamento até que se obtenha o melhor resultado. Se o tratamento for interrompido, o processo se reinicia e a queda voltará a acontecer.

Pode ser necessária uma avaliação hormonal e a realização de exames que excluam outras causas da queda dos cabelos, como o eflúvio telógeno e a alopécia areata. A indicação do melhor tratamento depende de cada caso e deve ser determinada pelo médico dermatologista.

No caso da alopécia areata, uma opção no tratamento são as injeções locais de corticóides e outras drogas que atacam as células que inibem o crescimento dos fios. As aplicações são realizadas em intervalos de 15 dias.

Geralmente, o tratamento da calvície feminina combina o uso de drogas tópicas e orais. A aplicação diária de loção de minoxidil, em concentrações de 2% a 5%.Shampoo à base de jaborandi e cisteína, também podem auxiliar no tratamento em conjunto com os medicamentos.

No tratamento oral, dependendo da história clínica e do resultado laboratorial, o médico também pode acrescentar alguns suplementos vitamínicos (principalmente aqueles à base de biotina, piridoxina e aminoácidos). Por exemplo: o acetato de ciproterona neutraliza os efeitos dos hormônios androgênios. Já a flutamida bloqueia o receptor andrógeno, diminuindo a quantidade do hormônio masculino na raiz do folículo capilar.

Outra opção no tratamento da calvície feminina é a iontoforese uma vez por semana. Ela consiste na introdução nos tecidos, por meio de corrente galvânica (elétrica), de uma fórmula à base de adstringentes, aminoácidos, vasodilatadores, vitaminas e outros medicamentos contra calvície.

Nota: As informações contidas neste blog e em seus artigos não substituem, em hipótese alguma, sua visita regular ao seu médico. Somente ele está apto a diagnosticar qualquer problema de saúde.

Fonte  Dermatologia.net


junho 28th, 2010  
Tags: Alopecia androgênica, Alopecia Areata, anti-andrógenos, Auto-Estima, Cabelos, Calvíce Feminina, cisteína, Depressão, Eflúvio Telógeno, enzima 5-alfa-redutase, Finasterida, Folículos, Folículos Pilosos, Herança Genética, Hormônios Masculinos, jaborandi, Minoxidil, suplementação vitamínica, Tratamento, Tratamentos, Via Oral



Calvície atinge metade das mulheres com mais de 40 anos

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Baixa autoestima e até depressão são comuns em pessoas com o problema

Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Restauração Capilar mostram que 25% das mulheres brasileiras entre 35 e 40 anos sofrem algum tipo de calvície.

Entre as mulheres com mais de 40 anos a incidência é de 50%. Baixa autoestima e até depressão são comuns em pessoas com o problema.

Médicos alertam que quanto mais cedo a pessoa procurar a ajuda de um especialista capilar melhor será o tratamento.

Fonte R7


abril 27th, 2010  
Tags: 40 anos, baixa autoestima, Calvície, Depressão, especialista capilar, Médicos, Mulheres, Pessoas, Problema, Tratamento



Saiba por que os cabelos caem

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Você já ouviu falar que a queda de cabelo tem a ver com a mudança da estação? Pois é, e é nesta época que o estímulo da queda do cabelo fica mais evidente. No entanto, segundo os especialistas, é normal a queda de cerca de cem fios de cabelos todos os dias. Com o outono e depois o inverno, a tendência é que a queda aumente.

Com o clima mais ameno, as pessoas tendem a tomar banhos mais quentes, o que ocasiona a oleosidade do couro cabeludo, provocando caspa, mais queda e coceira. O ideal é que a lavagem do cabelo seja bem feita.

“Os cabelos apresentam duas funções muito importantes, que podemos dividir em função fisiológica e função estética. A perda dos cabelos afeta diretamente o psicológico do ser humano, causando uma baixa autoestima e, muitas vezes, pode até causar depressão. Com isto, os cuidados devem ser diários e em qualquer suspeita de algo errado em relação à queda, o ideal é procurar um dermatologista”.

Vale lembrar que são diversas as causas da queda de cabelo. Pode ser desde uma inflamação do couro cabeludo, deficiência de ferro no organismo, estresse e até mesmo o uso de produtos químicos. Uma das formas de prevenção das quedas é ter cuidado especial na alimentação, evitando alimentos gordurosos ou mesmo as dietas rigorosas.


abril 12th, 2010  
Tags: baixa autoestima, Cabelos, Causas, Couro Cabeludo, deficiência de ferro, Depressão, Estresse, Fios, função estética, função fisiológica, inflamação do couro cabeludo, oleosidade, Produtos Químicos, Queda de Cabelo



Queda dos cabelos: conheça o que há de mais moderno em tratamento e diagnóstico da queda dos fios

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Queda-cabelos-Tratamentos-cuidado-prevencaoA força dos cabelos tem dimensão bíblica, datada de mil anos antes do nascimento de Cristo. No Antigo Testamento, é representada por Sansão, corajoso guerreiro cujas madeixas concentravam seu vigor físico. Traído pela amada Dalila, foi à derrocada depois que ela cortou a fonte de seu poder, entregando seus cachos aos inimigos. A humanidade sempre deu importância aos cabelos, como símbolo de autoestima e vitalidade. Há, é claro, exceções em que a careca — nos homens, bem entendido — tem seu charme, mas aí estamos falando daqueles casos em que a característica é uma herança de pai para filho. O problema sério é quando os fios começam a despencar, sem mais nem menos, deixando a cabeça com aquelas falhas irregulares que são motivo de constrangimento e insegurança. Sem falar que muitas vezes sinalizam doenças.

Os cabelos não têm uma função vital para o organismo — cá para nós, eles só servem para proteger o couro cabeludo de intempéries. “Daí que, diante de uma situação em que o corpo precisa economizar nutrientes e energia para se defender de uma infecção ou de uma carência nutricional, por exemplo, os fios são relegados a segundo plano”, explica o tricologista, isto é, dermatologista especializado em cabelos, Valcinir Bedin, do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele, em São Paulo. Ou seja, o organismo abre mão das madeixas, que acabam no chão.

A má notícia é que esse alarme de encrenca tem disparado com cada vez mais frequência, especialmente na ala feminina. “Há dez anos, uma mulher a cada 10 homens procurava meu consultório. Hoje, elas representam 40% dos meus pacientes”, estima o médico Luciano Barsanti, presidente da Associação Brasileira de Tricologia. Motivos não faltam. O time da Luluzinha está fumando mais, trabalha numa tripla jornada, apela para dietas radicais e até cirurgias para recuperar a silhueta. Aí, a avalanche dos fios é quase certa. Ela atende pelo nome de alopecia se mais de 100 fios despencam do couro todo santo dia.

“Os distúrbios nos hormônios da tireoide e dos ovários são os principais vilões entre as mulheres”, aponta o tricologista Ademir Junior, de São Paulo. “No sexo masculino, a predisposição genética continua com papel preponderante. Mas a ela basta associar fatores como estresse e os tufos caem depressa”, conclui. Digase: a lista de algozes da cabeleira é mais extensa do que os problemas citados até esta linha. Dela fazem parte infecções, seborreia (sinônimo de oleosidade nas alturas), doenças autoimunes, depressão e até mesmo o uso de remédios, caso de alguns antidepressivos, anti-hipertensivos, anabolizantes e antibióticos.

Novos métodos têm facilitado o diagnóstico precoce de problemas capilares. “Um exame chamado scanner do couro cabeludo fornece uma imagem aumentada em 8 mil vezes, o que permite flagrar inflamações, seborréia e alterações na circulação sanguínea local”, revela Luciano Barsanti. “A microscopia eletrônica, por sua vez, possibilita a avaliação da matriz celular do fio”, continua.

Os testes laboratoriais são igualmente indispensáveis. “Solicitamos exames de sangue para verificar a presença de infecções e distúrbios hormonais”, diz o dermatologista Arthur Tykocinski, de São Paulo. Às vezes, o simples tratamento dessas disfunções é suficiente.

O estresse é outro fator que deve ser esmiuçado. “O hormônio cortisol, liberado quando estamos sob tensão, desacelera a divisão celular na raiz”, justifica Ademir Junior. É por isso que, sob extremo nervosismo, alguns indivíduos perdem cabelo em áreas específicas, caracterizando a alopecia areata, ou pelada. Por falar em questões hormonais, mulheres com síndrome dos ovários policísticos costumam apresentar níveis mais altos de testosterona, o hormônio masculino. Isso aumenta a oleosidade da pele — o que, por si, já prejudica o ciclo dos fios. “Além disso, a testosterona é convertida em uma substância conhecida pela sigla DHT”, explica Valcinir Bedin. E esse tal de DHT provoca um estrago cabeludo: detona o bulbo capilar. “Felizmente, o problema pode ser controlado com o uso de anticoncepcionais específicos ou de remédios antiandrógenos”, tranquiliza a dermatologista Jackeline Mota, de São Paulo.

A situação é mais grave, porém, em pessoas cujos genes fazem o bulbo ter maior afinidade pelo DHT. Aí, para que não fiquem totalmente descabeladas, recorre-se ao princípio ativo minoxidil. “Ele dilata os vasos, melhorando a irrigação sanguínea e a absorção de nutrientes”, ensina Barsanti. “E uma droga clássica, a finasterida, impede a conversão de testosterona em DHT.” Mas ela só surtiria efeito em pacientes do sexo masculino.

Um dos avanços para conter a queda dos fios é o laser de baixa penetração. “Trata-se de um procedimento não invasivo que dilata os vasos, estimula a multiplicação celular e tem efeito anti-inflamatório”, explica Barsanti. Outra inovação é a infusão transiônica, que consiste na escolha de um medicamento mais adequado a cada problema. Ele é aplicado no couro cabeludo e, em seguida, os especialistas utilizam um aparelho que o empurra para dentro da pele para ser bem absorvido. Esse mesmo dispositivo é usado na infiltração de fitoterápicos e na retirada do excedente de gordura. Há ainda a eletroestimulação do bulbo, que acelera a atividade das células na região.

Uma alternativa é a tradicional mesoterapia, que injeta ativos no couro cabeludo. Mas alguns especialistas ficam com os dois pés atrás em relação a ela. Isso porque provocaria cicatrizes, arriscando levar à morte do bulbo — e o tiro sairia pela culatra. Só quando todos esses recursos não surtem efeito é que se cogita um implante. “A técnica hoje proporciona grandes densidades de cabelo, com resultado bem natural”, garante Tykocinski. “Estudamos o desenho da cabeça, retiramos fios de uma região abundante e os transplantamos.”

Apesar de tudo o que os consultórios oferecem, é imprescindível fazer a sua parte. Quem fuma deve abolir o cigarro. “A fumaça contém radicais livres que agravam inflamações no couro cabeludo”, avisa Ademir Junior. O álcool, os anabolizantes e as anfetaminas também são prejudiciais. Converse com seu médico sobre os medicamentos de que faz uso. “Muitas vezes é possível substituí-los por outros de mesmo efeito e que não induzam a queda dos fios”, diz a dermatologista Denise Steiner, de São Paulo.

Caso tenha se submetido a uma cirurgia, como lipoaspiração, ou a uma dieta rigorosa, vale caprichar na alimentação com a ajuda de um nutricionista para não faltar nenhum elemento essencial aos fios no prato do dia a dia. Quanto a xampus, os que prometem efeito antiqueda não resolvem a alopecia. “No máximo, contêm substâncias que ajudam a diminuir a oleosidade dos cabelos, prevenindo ou reduzindo a seborreia”, afirma Tykocinski. Ou seja, não revertem o quadro, mas ajudam a segurar os fios restantes.

Tinturas e alisamentos não estão proibidos. Mas, se você costuma se submeter a esses tratamentos químicos, faça um intervalo de pelo menos 30 dias entre um procedimento e outro para prevenir a sobrecarga. “E procure cabeleireiros capacitados, que utilizem produtos com o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária”, orienta Denise. Evite também elásticos, tiaras, chapinhas e pentes-finos. “Eles causam traumas e rompem o músculo que sustenta o fio, levando a uma perda definitiva”, alerta Barsanti. Siga esses conselhos e força na cabeleira!

Fonte Saúde é Vital


setembro 23rd, 2009  
Tags: 100 fios, Abolir, Álcool, Alimentação, Alisamentos, Alopecia, Alopecia Areata, Anabolizantes, anfetaminas, Anti-inflamatório, Antibióticos, Anticoncepcionais, Autoestima, Bulbo Capilar, Cabeça, Cabeleira, Cabeleiros, Cachos, Careca, Carência Nutricional, Chapinhas, Charme, Cicatrizes, Cigarro, Cirurgias, Cortisol, Couro Cabeludo, Depressão, DHT, Diagnóstico, Dieta rigorosa, Dietas radicais, Doenças, Elásticos, Estresse, Falhas irregulares, Feminina, Fios, Força dos cabelos, Fuma, Fumaça, Fumando, Homens, Implante Capilar, Infecção, Infusão Transiônica, Laser de Baixa Penetração, Lipoaspiração, Madeixas, Mesoterapia, Morte do bulbo, Mulheres, Nervosismo, Nutricionista, Nutrientes, Oleosidade da pele, Organismo, Ovários, Ovários Policísticos, Pelada, pentes-finos, Precoce, Problemas Capilares, Queda dos Cabelos, Queda dos fios, Radicais livres, Remédios, Remédios antiandrógenos, Seborréia, Silhueta, Testosterona, Tiaras, Tinturas, Tratamentos, Tripla jornada, Tufos, Vigor Físico, Vitalidade, Xampus



Cabelos em queda – Felizmente, calvície feminina tem solução, mas às vezes é preciso um trabalho multiprofissional

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cabelo-bonito-lindo-queda-capilar-feminino-mulher

Quando o assunto é diagnóstico e cura de doenças do cabelo e do couro cabeludo, fale com um tricologista. São os médicos especializados na área. Acredite, há métodos muito precisos para diagnosticar qualquer problema capilar, seja em homens ou mulheres.

As mulheres que se deparam, frequentemente, com fios de cabelo soltos na fronha, no ralo do banheiro, na escova, etc., já devem ficar atentas. Se quando os fios caem, logo dão lugar a outros, tudo bem. “O cabelo tem um ciclo de crescimento, de estabilização, de descanso e de queda, que ocorre a cada dois anos”, explica o diretor do Instituto do Cabelo e presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia, Luciano Barsanti, autor do livro Dr. Cabelo, da editora Elevação.

Segundo Barsanti, as mulheres têm muito mais cabelo do que os homens. Por isso, só notam o problema quando já perderam cerca de 30% dos fios. “Vêm ao consultório dizendo que, ao subirem a escada rolante espelhada do shopping, repararam no couro da cabeça”, conta Barsanti.

Para identificar o problema, o médico faz uma microscopia eletrônica do bulbo capilar. Usa um aparelho que funciona como uma espécie de scanner do couro cabeludo, aumentando em 8 mil vezes o fio e o couro da cabeça. O resultado é um diagnóstico preciso, com a verificação do estágio da queda e a indicação de um tratamento personalizado.

Alterações hormonais, estresse, depressão, ovários policísticos, doenças autoimunes, deficiências nutricionais, medicamentos, drogas ilícitas e álcool, alterações psiquiátricas, quimioterapia e até anorexia são as causas mais frequentes da perda capilar nas mulheres. O problema é observado na faixa etária dos 12 aos 60, sendo mais comum entre as de 25 a 45 anos. “Isso ocorre, principalmente, nas dietas sem acompanhamento médico.”

A boa notícia é que é possível reverter o quadro em qualquer idade, desde que o bulbo capilar esteja vivo. Entre as soluções, há tratamentos não invasivos, como laser de baixa penetração e infusão transiônica, que permite a aplicação de substâncias ativadoras do bulbo sem o uso de agulhas e aplicações.

Cerca de 80% das pacientes do Instituto do Cabelo apresentam caspa e seborréia (grande quantidade de óleo produzido pelas glândulas sebácias), o que provoca uma irritação na epiderme, a dermatite seborreica. Entre os tratamentos, há substâncias fitoterápicas e orgânicas aplicadas por uma espécie de pelling do couro cabeludo.

“Há terapias sendo desenvolvidas para estimular cabelos enfraquecidos a crescerem mais fortes, e até estudos de tratamentos com uso de células-tronco e clonagem. Tem uma empresa japonesa fazendo uma investigação e gastando milhões com isso”, brevemente  será possível até realizar testes genéticos para que a mulher tenha uma estimativa da probabilidade de perda dos fios.

Vale ressaltar que, quando a queda dos fios é associada a outros problemas, o tratamento capilar deve ter assistência multiprofissional, de endocrinologista (avalia as condições da tireoide), ginecologista (verifica possíveis problemas hormonais), nutricionista (avalia a segurança alimentar) e até psiquiatra e psicólogo.

Cansada de tentar os mais diversos tratamentos para combater a queda dos fios, Glória (nome fictício) desistiu de ir a consultórios e recorreu ao tratamento sugerido pelo seu cabeleireiro, Fernando Barros, à base de algas. “Ele disse que eu notaria a diferença em três meses, mas, em menos de um, notei que meus cabelos pararam de cair, ganharam vida e ficaram mais cheios”, conta ela, que aprendeu com ele a massagear a cabeça por alguns minutos antes de lavar.

PERDA POR TRAÇÃO

Repare em quem prende muito os cabelos, amarrando-os para trás: começam a aparecer “entradas“. “São as chamadas alopecias (quedas) cosméticas, por uso excessivo de tiaras, prendedores, e de penteados como rabo-de-cavalo e apliques”, diz Barsanti.

A professora universitária Gabriela Scur, de 35 anos, sofre com a queda dos fios desde os seus 18 anos, causada por problemas emocionais. “Não posso ficar nervosa que o cabelo quebra e cai. Fiz até biópsia, mas não descobriram nada.”

Tomou remédios fortíssimos, que até deram resultado. Numa ocasião, decidiu fazer megahair para sentir o gostinho de ter cabelo comprido (o dela sempre cresceu até a altura dos ombros). “Na primeira manutenção, quando tirei as mechas, vi que meu cabelo havia ficado chanel. Chorei.”

QUANDO O FIO ATROFIA

Mais grave é o diagnóstico de dihidrotestosterona (DHT), um agente que acaba com o bulbo capilar. “Ele age discretamente. Destrói a raiz do cabelo, que muitas vezes nem cai: o fio é afinado e, com o tempo, desaparece”, explica o tricologista Barsanti.

O problema é que, na mulher, o DHT se espalha por toda a cabeça. Já no homem, o problema é localizado, possibilitando tratamentos como implantes. “É preciso saber se a área do couro cabeludo de onde esses fios vão ser retirados ainda está saudável, com bulbos vivos, para não implantar um cabelo doente”.  ”O cabelo é só a ponta do iceberg. Temos de investigar o todo.”

O QUE VOCÊ PRECISA SABER

Fatores de risco:

- Consumo excessivo de cigarro, café, açúcar, anfetamina.

- Doenças: câncer, depressão, alterações da glândula tireoide, diabetes, tuberculose, doenças infecciosas do aparelho urinário, sinusites e viroses.

- Hábitos: amarrar o cabelo com elástico.

Lendas

- Cabelo fino não é sinônimo de cabelo fraco. Fraco é cabelo que afina.

- Não há contra-indicação para tintura, nem para alisamento, desde que seja feito com produto legalizado e por profissional capacitado.

- Pode-se usar cosméticos para hidratação

Conselhos

- Evite automedicação e soluções paliativas. Se a pessoa tem alteração na tireoide, por exemplo, o problema não vai ser resolvido com tratamento para a queda.

- Atente-se aos asteriscos dos produtos cosméticos.

Fonte Estadão


setembro 7th, 2009  
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Calvície e sexualidade

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Cabelos-Homem-CabeleiraCabelos sempre foram um adereço utilizado por homens e mulheres com o intuito de sedução. O apelo estético e sexual que este determina parece vir desde as épocas mais remotas. Não é raro, por exemplo, vermos cartoons sobre a pré-história associando a conquista de mulheres por homens que as puxam pelos cabelos. As grandes obras de arte, representadas pelas pinturas e esculturas dos maiores artistas da humanidade são capazes de ilustrar a história dos cabelos e os modismos e estilos de cada época.

Na atualidade, poucos são os galãs de novela e cinema que ostentam sua calva sem demonstrarem qualquer desconforto. Parece mesmo que o ideal de beleza, salvo raríssimas exceções como Bruce Willis, Vin Diesel, Odilon Wagner, Sean Connery, é o do homem com cabelos fartos, volumosos e bonitos.

Marchinhas de Carnaval a parte, não são todas as mulheres que preferem os calvos, para falar a verdade, um número menor do que 50% delas são as que, de cara, procuram um homem calvo por realmente gostarem deste tipo de perfil. Mulheres, como bem sabemos, olham o sexo oposto como um todo, o que aumenta a chance dos carecas que somam às suas qualidades a inteligência, bom humor, físico atlético, sucesso pessoal, entre outras inúmeras qualidades.

Por causar um dano na imagem de quem sofre com a perda capilar, a calvície diminui a auto-estima, e isto pode ter repercussão importante na vida sexual dos carecas. A auto-estima baixa caracteriza insegurança, e com ela a perda da libido e as dificuldades para desenvolver relações sexuais com qualidade.

Muitos pacientes relatam que após começarem a ficar calvos seu apetite e potência sexual diminuem. Esta situação, caso não se comprove qualquer tipo de problema metabólico que justifique o quadro (o que é a realidade na quase totalidade dos casos), é decorrente do comprometimento importante que sofrem estas pessoas em sua auto-estima.

O desenvolvimento de problemas da sexualidade, muito mais psíquicos do que físicos, são resultado de ansiedade ou estados de depressão, gerados pela perda capilar que agridem a auto-imagem e a auto-aceitação.

Com o tratamento de estabilização e melhora da calvície, a grande maioria dos pacientes recupera a auto-estima e, conseqüentemente, sua qualidade de vida sexual. Porém, aqueles que não procuram tratamento, acabam se afundando ainda mais no processo de perda da saúde de sua vida sexual.

Encontramos casos de pessoas que se aceitam calvos e assumem a calva sem o menor problema. Estes pacientes transcendem a idéia de que ao perderem cabelos suas forças foram minadas e continuam mantendo sua auto-estima elevada. Raramente vemos problemas relacionados à sexualidade nestes casos.

Ainda assim, a maioria dos pacientes que ficam calvos perde qualidade de vida, desenvolvendo problemas no âmbito sexual. Salvar os cabelos melhora além da auto-estima, a saúde psíquica e sexual da grande maioria dos pacientes.

Fonte Rede Notícias


setembro 4th, 2009  
Tags: Ansiedade, Apelo Estético, Apetite, Auto-Estima, Beleza, Cabelos, Calva, Calvície, Calvos, Carecas, Cinema, Conquista, Depressão, Desconforto, Físicos, Galãs, Homens, Ideal, Insegurança, Mulheres, Novela, Pacientes, Perda Capilar, Perda da Libido, Perfil, Potência Sexual, Psíquicos, Qualidade, Qualidade de Vida, Relações Sexuais, Sedução, Sexo, Sexual, Sexualidade, Tratamento, Vida Sexual



Causas da Queda de Cabelo: Medicamentos

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Algumas drogas prescritas podem causar queda de cabelos temporariamente em um pequeno grupo de pessoas. Exemplos dessas drogas incluem alguns medicamentos usados no tratamento de gota, artrite, depressão, problemas cardíacos, hipertensão arterial e anemia. O excesso de vitamina A também pode levar à queda de cabelo.


agosto 31st, 2009  
Tags: anemia, Artrite, Causas, Depressão, Drogas, Excesso, Gota, Hipertensão Arterial, Medicamentos, Pessoas, Problemas Cardíacos, Queda de Cabelo, Tratamento, Vitamina A



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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