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Posts Tagged ‘Células’

Células ricas em gorduras poderá levar ao crescimento do cabelos – Será que é o fim da calvície?

Cabelo, Calvície, Estudos, Mundo, Queda de Cabelo, Queda dos Cabelos 0 Comment »

Células da pele ricas em gordura podem ter sido identificadas como fonte das substâncias necessárias para fazer o cabelo crescer, de acordo com uma pesquisa realizada por cientistas americanos.

Experimentos realizados em camundongos, publicados na revista científica Cell, indicam que as células-tronco do cabelo são controladas pela gordura.

Injetar um tipo específico de célula gorda estimulou o crescimento de pelos nos camundongos que tinham dificuldade em fazê-los crescer.
A equipe, da Universidade de Yale, afirma ser possível usar a descoberta para tratamentos de reversão da calvície.

Folículos

Os cientistas dizem que houve um aumento de quatro vezes no número de células gordas “precursoras” na pele em volta de um folículo de cabelo quando este começou a crescer.

Os pesquisadores observaram camundongos que não conseguiam produzir estas células ricas em gordura. O cabelo normalmente cresce em ciclos, mas nos animais “defeituosos”, os folículos ficaram presos em um estágio inerte deste processo.

Os cientistas injetaram células gordas dos camundongos sadios nos animais com problema. Duas semanas depois, os folículos começaram a crescer.

O estudo mostra que as células “precursoras” estavam produzindo uma substância química – um fator de crescimento derivado das plaquetas do sangue - cem vezes mais do que as células em sua volta.

Ao injetar o fator de crescimento na pele dos camundongos com problemas, o processo de crescimento foi iniciado em 86% dos folículos.

“Essas células precursoras contêm o fator de crescimento derivado das plaquetas para promover o crescimento de cabelo“, propõe o estudo.

Outras substâncias

A equipe continua tentando identificar outras substâncias químicas que possam estar envolvidas no processo.

No entanto, ainda não se sabe se os mesmos processos químicos ocorrem com os seres humanos.

Estudos anteriores realizados com homens mostram que as partes calvas do couro cabeludo têm o mesmo número de células-tronco que as áreas com cabelo.

“Se nós conseguirmos fazer essas células gordas da pele ‘conversar’ com as células-tronco inertes na base dos folículos do cabelo, podemos conseguir fazer o cabelo crescer novamente”, diz a professora Valerie Horsley, de Yale.

O estudo indica que as células ricas em gordura podem ter outras funções envolvendo células-tronco, tais como a formação de tumores ou a cura de ferimentos.


setembro 2nd, 2011  
Tags: Cabelos, Calvície, célula gorda, Células, Células-Tronco, cientistas americanos, crescimento de cabelo, Folículos, Gorduras



Queda de cabelo pode estar ligada a ataque de células do sistema imune

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Uma doença na qual pessoas perdem cabelo pode ser desencadeada por ataques de células do sistema imune contra folículos capilares. A descoberta é o resultado de um grande estudo em que genomas de mais de 1.000 indivíduos com alopecia areata foram comparados a genomas de pessoas sem as doen0k-oças.

Angela Christiano e sua equipe da Universidade Columbia, em Nova York, descobriram 18 genes associados a alopecia areata. Como seria esperado de uma doença autoimune, na qual o sistema imune se volta contra tecidos sadios do próprio organismo, todos os genes encontrados participam do controle de crescimento e multiplicação de células do sistema imunológico.

A ligação mais forte foi com um gene chamado ULBP. Ele codifica uma proteína que é um poderoso ativador de células NK (“Natural Killers”, “assassinas natas” na tradução do inglês). Quando ativadas, as células NK atacam vírus e outros patógenos.

A equipe também encontrou quantidades maiores da proteína em tecidos de folículos capilares de pessoas com alopecia areata do que em amostras de pessoas sem a doença, fornecendo prova adicional do seu envolvimento na doença. O grupo espera que as descobertas abram novos caminhos para o tratamento da doença.

“Este é um grande avanço”, diz Rod Sinclair, dermatologista da Universidade de Melbourne, na Austrália. “Após décadas de pouco progresso, esse trabalho anuncia uma nova era de descobertas. Agora podemos testar o papel desses genes um por um no desenvolvimento da doença.”

O estudo foi publicado na prestigiosa revista científica “Nature”.

(Fonte: Folha.com)


dezembro 26th, 2010  
Tags: ataque, Cabelo, Células, Doença, Pessoas, Queda de Cabelo, sistema



Problemas Capilares: caspa, seborréia, cútis seca e hiperidrose

Brasil, Cabelo, Caspa, Ceará, Cútis Seca, Fortaleza, Hiperidrose, Nutrientes, Problemas Capilares, Seborréia 0 Comment »

Caspa

A caspa é causada pela morte das células da epiderme e se manifesta com a descamação de partículas do couro cabeludo. Frequentemente causa coceira.

A caspa pode ser:

Caspa fisiológica - Causada pela progressiva descamação da camada córnea, produzida por agentes externos. Essa descamação é pouco aparente, já que as partículas córneas, na fase de queda, são pequenas.

Caspa patológica – Quando o desprendimento das células é evidente e pode depender de diferentes causas, como distúrbios no fígado, escassez ou ausência de vitaminas, má alimentação ou infecção causada por fungos.

Caspa ocasional – Causadas por fatores externos, como tratamentos errados (loções com excesso de álcool, xampu que resseque os cabelos, tinturas e permanentes agressivas, secadores de cabelo em alta temperatura).

Caspa Seca – Destaca-se facilmente da cútis em pequenas escamas de cor branca acinzentada.

Caspa Oleosa – Possui a tendência de permanecer grudada ao couro cabeludo, é caracterizada por escamas grandes e de cor amarelada, já que o sebo impregna nas mesmas.

Seborréia

A seborréia é causada por uma secreção excessiva de lipídeos cutâneos, se manifesta especialmente nas zonas em que as glândulas sebáceas são mais numerosas, como por exemplo, na região superior do couro cabeludo. Acredita-se que há uma ligação entre a quantidade de hormônio andrógena presente no sangue e a produção de sebo, causada por uma ação estimulante, que a testosterona exerce nas glândulas sebáceas. A seborréia pode ser:

Fisiológica - resultado de uma produção normal de sebo na parte das glândulas sebáceas.

Patológica - quando a produção de sebo excessiva é causada por disfunções no fígado, desequilíbrios hormonais, má alimentação ou fatores nervosos.

Ocasional - causada por fatores externos, como fatores ambientais, por exemplo, o calor excessivo que provoca um aumento da produção sebácea, ou então por tratamentos mais agressivos, massagens muito fortes, ou produtos que dilatam os vasos sanguíneos.

Cútis seca

A cútis seca é determinada pela carência de substâncias oleosas em sua composição. Normalmente uma cútis seca é muito desidratada e isso pode depender de:

* • Uma excessiva eliminação de sais minerais
* • Carência de vitamina A
* • Exposição da cútis a substâncias que ressecam.

Hiperidrose

A excessiva sudoração determina um aumento no pH da pele, comprometendo o efeito desinfetante exercitado pelo manto hidrolipídico e produzindo uma ação desreguladora na queratina.


dezembro 5th, 2010  
Tags: Caspa, Células, Couro Cabeludo, cútis seca, epiderme, fungos, hiperidrose, Pele, pH, Queda, Sebo, Seborréia, Vitamina A, vitaminas



Novas descobertas sobre a queda dos seus cabelos

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A alopecia areata, doença em que se perdem cabelos de forma localizada (forma de moedas) no couro cabeludo, na barba etc.., pode ser desencadeada por ataques de células do sistema imune contra folículos capilares. A descoberta é o resultado de um grande estudo em que genomas de mais de 1.000 indivíduos com alopecia areata foram comparados a genomas de pessoas sem as doenças.

Angela Christiano e sua equipe da Universidade Columbia, em Nova York, descobriram 18 genes associados a alopecia areata

Como seria esperado de uma doença autoimune, na qual o sistema imune se volta contra tecidos sadios do próprio organismo, todos os genes encontrados participam do controle de crescimento e multiplicação de células do sistema imunológico.

A ligação mais forte foi com um gene chamado ULBP. Ele codifica uma proteína que é um poderoso ativador de células NK (“Natural Killers”, “assassinas natas” na tradução do inglês). Quando ativadas, as células NK atacam vírus e outros patógenos.

A equipe também encontrou quantidades maiores da proteína em tecidos de folículos capilares de pessoas com alopecia areata do que em amostras de pessoas sem a doença, fornecendo prova adicional do seu envolvimento na doença. O grupo espera que as descobertas abram novos caminhos para o tratamento da doença.

“Este é um grande avanço”, diz Rod Sinclair, dermatologista da Universidade de Melbourne, na Austrália. “Após décadas de pouco progresso, esse trabalho anuncia uma nova era de descobertas. Agora podemos testar o papel desses genes um por um no desenvolvimento da doença.”

O estudo foi publicado na prestigiosa revista científica “Nature”.

Fonte: NEW SCIENTIST


setembro 14th, 2010  
Tags: Alopecia Areata, Cabelos, Células, Couro Cabeludo, Doenças, Folículos Capilares, Novas descobertas, Queda



Queda capilar – Ataque de células do sistema imune pode estar ligado à calvície

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Estudo divulgado por uma equipe de cientistas da Universidade Columbia, em Nova York, constatou que uma doença que faz pessoas perderem os cabelos é provocada pelo ataque de células do sistema imune contra folículos capilares. A descoberta é o resultado de pesquisas em que genomas de mais de mil indivíduos, com alopecia areata, foram comparados a genomas de pessoas sem as doenças.

Segundo a Folha Online, como seria esperado de uma doença auto-imune, na qual o sistema imune se volta contra tecidos sadios do próprio organismo, todos os genes encontrados participam do controle de crescimento e multiplicação de células do sistema imunológico. A ligação mais forte foi com um gene chamado ULBP. Ele codifica uma proteína que é um poderoso ativador de células NK (“Natural Killers”, “assassinas natas” na tradução do inglês). Quando ativadas, as células NK atacam vírus e outros patógenos.

O grupo espera que as descobertas abram novos caminhos para o tratamento da doença.


julho 12th, 2010  
Tags: Alopecia Areata, auto-imune, Cabelos, Calvície, Células, células NK, Doença, Estudo, Folículos Capilares, genomas, imune, Proteína, queda capilar, Tratamento, ULBP



Células-tronco podem revolucionar tratamentos de pele e no tratamento contra calvície

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Um novo método de coleta de células-tronco está revolucionando as pesquisas dermatológicas, segundo especialistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Os cientistas descobriram, recentemente, uma forma de transformar células maduras da pele em células-tronco, que podem ser úteis, por exemplo, na regeneração da pele vítima de queimaduras ou outros traumas, sem efeitos colaterais. A partir de um processo chamado desdiferenciação, os especialistas retornam a célula à sua estrutura embrionária, permitindo que, através de uma biopsia simples e indolor, seja possível ter acesso ilimitado às células-mãe sem agressão.

As duas principais terapias celulares baseadas nesse método são voltadas para o desenvolvimento da pele e para a queda de cabelo. Com o processo de desdiferenciação, seria possível cicatrizar totalmente a pele queimada ou reparar doenças genéticas como a epidermólise bolhosa, caracterizada pelo surgimento de bolhas e consequentes feridas quando a pele sofre um trauma mínimo. Segundo os especialistas, o procedimento é bem simples: basta localizar o gene alterado, manipulá-lo através de células-tronco e reimplantá-lo, depois de curado, na pele. A ação é instantânea e sem efeitos colaterais.

Já nos tratamentos contra calvície, o implante de cabelo possibilitaria o transplante das células-tronco presentes no bulbo capilar – um reservatório natural chamado bulge -, permitindo, assim, o nascimento de cabelo onde antes já não mais havia. O método é antigo, mas não se sabia que o sucesso do tratamento se dava graças às células-tronco.

De acordo com o médico Omar Lupi, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, no entanto, esses procedimentos ainda não estão disponíveis comercialmente. “É preciso que algumas questões éticas, técnicas e até mesmo religiosas sejam resolvidas antes de se pensar na comercialização dos tratamentos, mas, num futuro próximo, será possível executar todos eles no consultório”, prevê o especialista.

Fonte boasaude.uol.com.br


junho 25th, 2010  
Tags: Bulbo Capilar, Calvície, Células, Células-Tronco, Cientistas, Especialistas, nascimento, Técnicas, Transplante, Tratamentos



Alopecia Mucinosa – Erupções dermatológicas, doença que leva à queda dos cabelos

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Informações básicas

A alopecia mucinosa, muitas vezes denominada mucinose folicular, foi relatada pela primeira vez por Pinkus em 1957. As erupções dermatológicas consistem em pápulas foliculares e/ou placas endurecidas que demonstram alterações histológicas distintas nos folículos pilosos, o que leva à queda de cabelos. O acúmulo de material mucinoso nos folículos pilosos danificados e nas glândulas sebáceas cria uma afecção inflamatória e subsequente processo degenerativo. A face, o pescoço e o couro cabeludo são os pontos mais frequentemente afetados, embora as lesões possam aparecer em qualquer parte do corpo.

Fisiopatologia

A alopecia mucinosa é um processo patológico definido histopatologicamente pela deposição de mucina nos folículos pilosos e nas glândulas sebáceas, os quais sofrem degeneração reticular epitelial. A patogênese exata é desconhecida, embora o papel dos imunocomplexos circulantes e da imunidade celular tenha sido considerado. As três variantes clínicas da doença consistem em um distúrbio primário agudo de pessoas jovens; um distúrbio primário crônico de pessoas de mais idade e um distúrbio secundário associado a doença benigna ou maligna.

O distúrbio primário de pessoas jovens consiste em lesões cutâneas focais com progressão limitada. As lesões são tipicamente limitadas a cabeça, pescoço e ombros. A maioria das lesões se resolve espontaneamente entre 2 meses e 2 anos. Os casos pediátricos compreendem a maioria desse tipo de alopecia mucinosa, estando o restante dos pacientes abaixo de 40 anos. A alopecia primária mucinosa das pessoas de idade afeta aqueles com mais de 40 anos. As lesões têm distribuição generalizada e podem persistir ou recorrer indefinidamente. Não estão identificados distúrbios associados.

A alopecia mucinosa secundária pode estar associada a doença benigna ou maligna. Estes pacientes geralmente têm entre 40 e 70 anos de idade, e as lesões são generalizadas e numerosas. A alopecia mucinosa pode ocorrer secundariamente à doença benigna, incluindo as afecções inflamatórias lúpus eritematoso, líquen simples crônico e hiperplasia angiomatóide. A alopecia mucinosa secundária também se associa á doença maligna, incluindo a micose fungóide, o sarcoma de Kaposi e a doença de Hodgkin; a micose fungóide é, de longe, a associação mais comum. Na maioria dos pacientes que exibem alopecia mucinosa e micose fungóide, estas afecções parecem desenvolver-se concomitantemente; entretanto, existe a preocupação de que os indivíduos exibindo apenas alopecia mucinosa também possam correr o risco de subsequente desenvolvimento de linfoma.

Frequência

Nos EUA. A alopecia mucinosa é afecção rara. Não existem dados precisos sobre sua frequência. Mortalidade/Morbidade. A mortalidade está relacionada à coexistência de micose fungóide na alopecia mucinosa secundária. Estima-se que entre 15% e 40% dos adultos com alopecia mucinosa desenvolverão finalmente linfoma, se é que já não estejam com a doença. O potencial maligno da alopecia mucinosa não pode ser avaliado inteiramente em razão da natureza enigmática desta e de outras anormalidades cutâneas dos linfócitos T. A morbidade da alopecia mucinosa primária, em geral, fica restrita à estética, enquanto, nos casos de alopecia mucinosa secundária, a morbidade está relacionada ao processo patológico associado.

Raça. Não há predileção racial.

Sexo. Embora ambos os sexos sejam afetados pela alopecia mucinosa, o distúrbio é mais frequente no sexo masculino. Existe apenas relato de um caso durante a gestação.
Idade. Os três subgrupos de alopecia mucinosa aparecem por idade. A doença localizada primária afeta pacientes com menos de 40 anos e primariamente na população pediátrica. A doença generalizada primária afeta pessoas com mais de 40 anos. A doença secundária com associação benigna ou maligna geralmente afeta pessoas entre a quinta e oitava décadas.

Clínica

História

Queda de pêlos nas áreas pilosas. As erupções cutâneas se apresentam como pápulas e placas foliculares amarelo-esbranquiçadas ou róseas pruriginosas. As lesões podem ser isoladas ou múltiplas. Aproximadamente 15% a 30% dos pacientes com alopecia mucinosa têm micose fungóide reconhecida no momento do diagnóstico.

Exame físico

As manifestações clínicas da alopecia mucinosa são pápulas foliculares agrupadas e alopecia. Podem existir nódulos, placas e focos de pápulas foliculares. Ocasionalmente, o material mucinoso pode ser expresso a partir de lesões ativas, e geralmente estão presentes eritema e descamação. A face e o couro cabeludo são os pontos mais comuns de envolvimento. A alopecia que se desenvolve na pele pilosa é do tipo não-cicatricial. Geralmente, a alopecia é reversível, a menos que tenha ocorrido destruição folicular devido ao excesso de mucina na bainha da raiz externa e das glândulas sebáceas. Nos pacientes com alopecia permanente, a totalidade dos folículos degenera e a cavidade cística fica bloqueada com restos queratinosos. Quando os tampões persistem, são características óbvias em focos glabros cicatrizados de alopecia mucinosa.

Causas

A alopecia mucinosa representa vários estágios de dano folicular, levando à queda de cabelos. O processo reativo é de etiologia desconhecida. Tem sido considerado o papel dos imunocomplexos circulantes e da imunidade celular.

Diagnósticos diferenciais

* Alopecia areata
* Alopecia androgênica
* Dermatite seborréica
* Eflúvio do telógeno

Investigação

Estudos laboratoriais

* História e exame físico são os primeiros passos. São necessárias múltiplas biópsias de pele na avaliação de pacientes com alopecia mucinosa, em virtude da associação com linfoma. É necessário acompanhamento próximo de todos os pacientes.

Achados histológicos

As características da alopecia mucinosa são a degeneração folicular com o acúmulo de mucina no interior dos folículos. As lesões em início contêm uma abundância de mucina entre as células da bainha radicular em decadência ou o acúmulo em grupos localizados. A degeneração mucinosa começa nas unidades pilossebáceas. Costuma existir um infiltrado misto de células inflamatórias linfocitárias, seja periapendiceal, perivascular ou intersticial. Nos pacientes com alopecia mucinosa crônica, a histologia demonstra a presença de folículos distorcidos com viabilidade variável.

A diferenciação entre variantes de alopecia mucinosa é difícil e, desta forma, existem vários critérios para diferenciar entre alopecia mucinosa benigna e alopecia mucinosa associada à micose fungóide. Embora nenhum critério isolado seja diagnóstico, a atipia citológica e um infiltrado em forma de banda são mais comuns na epiderme, e o folículo superior raramente é encontrado na alopecia mucinosa benigna, mas é comum na micose fungóide. O processo inflamatório benigno tipicamente se caracteriza por infiltrado confinado às zonas folicular, perifolicular ou perivascular, sem extensão das células à epiderme ou derme papilar/reticular. Por outro lado, o típico infiltrado associado à micose fungóide envolve a derme superior, invadindo a epiderme, e inclui células tumorais características no folículo, epiderme e/ou derme danificados.

Tratamento

Cuidados clínicos

Não existe terapia uniformemente eficaz para alopecia mucinosa, embora sejam usados, de rotina, vários tratamentos. Estes incluem corticosteróides tópicos, intralesionais e sistêmicos. Ademais, a terapia tópica e sistêmica com PUVA, mostarda nitrogenada tópica e radioterapia têm demonstrado um certo sucesso. Casos isolados documentam as respostas benéficas de dapsona, indometacina e interferons. Em virtude da evolução variável da doença e da chance de resolução espontânea, a eficácia terapêutica é difícil de comprovar.

Controle

Prognóstico

O prognóstico da alopecia mucinosa depende da variante clínica específica. A doença aguda primária geralmente desaparece em 2 anos; entretanto, a alopecia mucinosa da infância nem sempre é autolimitada e possivelmente está relacionada à doença de Hodgkin. A doença crônica primária geralmente demora por várias semanas, mas pode flutuar no grau de envolvimento cutâneo em qualquer dado tempo. A alopecia mucinosa secundária tem o prognóstico menos favorável quando associada à doença maligna coexistente. Embora exista a questão de ser ou não a alopecia mucinosa um estado transicional que evolui para micose fungóide, comprova-se que a alopecia mucinosa pode preceder o desenvolvimento desta em vários anos. Assim, o material adicional de biópsia e o acompanhamento são cruciais em todas as variantes de alopecia mucinosa.


maio 17th, 2010  
Tags: Alopecia Mucinosa, benigna, Células, Couro Cabeludo, degenerativo, Doença, erupções dermatológicas, face, Folículos Pilosos, Hodgkin, Jovens, lesões cutâneas, maligna, micose fungóide, pescoço, Pinkus, placas foliculares, PUVA, Queda de Cabelos, sarcoma de Kaposi



Tratamento para calvície: Célula-tronco encontrada no folículo capilar combate a queda dos cabelos

Alopecia, Brasil, Cabelo, Calvície, Ceará, Dúvidas, Estudos, Fortaleza, Implante Capilar, Mundo, Queda de Cabelo, Tratamento 2 Comments »

A mãe de todas as células da pele acaba de ser encontrada. A descoberta promete melhorar consideravelmente o tratamento de vítimas de queimaduras e outras lesões, amenizar os efeitos do envelhecimento e combater a calvície. A célula-tronco que origina todos os tipos de células da pele se encontra nos folículos capilares. O estudo foi publicado na revista “Science” pelos cientistas da Academia Real de Ciência da Holanda.

Fonte SBD


março 28th, 2010  
Tags: célula-tronco, Células, Cientistas, combater a calvície, Descoberta, Folículos Capilares, Science, Tratamento



Saúde capilar – Mitos dos Cabelos

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Queda-cabelos-Tratamentos-cuidado-prevencaoHidratar o rosto e fazer uma limpeza de pele passam por capricho na rotina da maioria das mulheres. Mas pense nos seus hábitos dos últimos dois dias: secador, xampu e condicionador especiais, além de um leave-in, provavelmente, são tão comuns à rotina quanto escovar os dentes. Os cuidados com os fios são parte importante da agenda de beleza feminina e é raro encontrar quem não tenha uma receita infalível para melhorar a saúde e a aparência do cabelo. Difícil, mesmo, é confiar numa dica que realmente funcione.

Dormir com o cabelo molhado apodrece a raiz?

Não. A raiz não apodrece, mas dormir com os cabelos molhados traz riscos para saúde. Com a região úmida e quente do couro cabeludo, podem surgir fungos e micoses, principalmente nas pessoas com tendência à formação de caspa.

Cortar o cabelo na fase certa da lua faz com que ele cresça?

Não. O cabeleireiro afirma que a lua não interfere na beleza dos fios. Apesar do misticismo em volta da Lua, até hoje ninguém conseguiu provar a verdade dele. O ideal é cortar o cabelo a cada três meses, não importa a estação do ano ou a fase da Lua.

O cabelo se acostuma com o xampu depois de 6 meses de uso?

Não. Quem causa prejuízo para o cabelo não é o xampu, mas o modo com que você lava os fios. O xampu limpa e pronto. Mas algumas pessoas não retiram totalmente os produtos do cabelo nas lavagens, ficando com a impressão de que o xampu não funciona mais.

Lavar o cabelo todos os dias causa a queda?

Não. Não existe nenhuma ligação entre lavar os cabelos todos os dias e a queda dos fios, como explica o cabeleireiro da Condor. O certo, realmente, é lavar todos os dias, a não ser que você tenha algum problema, como ferimentos no couro cabeludo.

Arrancar os fios brancos colabora com o aparecimento de outros?

Não. Se você arrancar um fio branco, pode ficar tranqüila, não vão nascer mais sete. Os fios brancos aparecem sendo arrancados ou não, o fato de arrancar um cabelo branco só vai contribuir com a dor, pois a raiz desse fio irá imediatamente produzir outro fio com as mesmas características.

Água fria deixa os fios mais bonitos e saudáveis?

Sim. A água fria não abre as cutículas dos fios, deixando uma aparência mais bonita para o cabelo. A temperatura da água fria danifica menos os fios porque ela não consegue abrir as cutículas. Com isso, o brilho fica mais evidente além de ressecar menos e de não deixar os cabelos oleosos demais.

Condicionador na raiz deixa os cabelos mais oleosos e dá caspa?

Sim. O condicionador colabora com o aumento da oleosidade e, como tampa os poros capilares, aumenta a incidência de caspa. Existem cabelos que possuem raiz oleosa e o condicionador aumenta ainda a produção de sebo. Já a caspa pode aparecer em casos avançados, já que o condicionador apenas irá fazer o couro cabeludo ficar com excesso de umidade, tampando os poros capilares.

Esfregar as pontas com shampoo faz com que elas fiquem mais ressecadas?

Não. O cabelo deve ser lavado por inteiro. Se for feito com cuidado, podemos esfregar as pontas, sem riscos de prejudicar a beleza dos fios. A lavagem deve ser feita por partes, começando pela raiz, descendo até o comprimento e, por último, chegando às pontas, mas essa esfregação deve ser feita com a palma das mãos, sem colocar as unhas.

Colocar anticoncepcional no xampu faz o cabelo crescer mais rápido?

Não. Os hormônios desses remédios são sintetizados, ou seja, precisam entrar na corrente sanguínea para serem absorvidos. Postos no xampu, isso não chega a acontecer. O máximo é ter irritação no couro cabeludo.

O stress provoca queda de cabelo?

Sim. O estresse pode levar até mesmo à calvície, já que absorve a energia do corpo, como explica o cabeleireiro oficial da condor. O stress absorve as energias que estão estocadas para outras atividades, além de liberar radicais livres que matam nossas células. Como o cabelo necessita de uma grande quantidade de vitaminas e sais minerais para permanecer em bom estado, ele sofre quando há uma queda desses nutrientes, começa a enfraquecer e a cair.

Fonte Folha OnLine


outubro 8th, 2009  
Tags: Cabelos, Cabelos Molhados, Cabelos Oleosos, Calvície, Capilar, Caspa, Células, Couro Cabeludo, Estresse, Fios, Hidratar, Hormônios, Lavar, Limpa, Mitos, Mulheres, Nutrientes, Poros Capilares, Queda, Queda dos fios, Radicais livres, Remédios, Saúde, Sebo, Stress, Xampu



Pesquisa – Cabelos grisalhos estão ligado à proteção contra o câncer

Cabelo, Dúvidas, Tratamento 0 Comment »

foto-cabelos-grisalhos-cancerA chegada dos cabelos grisalhos geralmente não é bem vista pelas pessoas, mas o mecanismo que os produz pode estar nos protegendo do câncer, segundo estudo de pesquisadores no Japão.

Células-tronco são responsáveis por manter no nosso corpo o volume de melanócitos, células que produzem os pigmentos que colorem o cabelo. O cabelo fica grisalho quando o número de células-tronco nos folíolos capilares cai. Usando cobaias, Emi Nishimura, da Universidade Médica de Tóquio, descobriu a mecânica desse processo.

Quando os pesquisadores expuseram as cobaias à radiação e produtos químicos que afetam o DNA, células-tronco afetadas se transformaram permanentemente em melanócitos. Isso fez com que as células responsáveis pela pigmentação tivessem seu volume reduzido –o que significa que havia menos células-tronco capazes de manter esses níveis.

A equipe de Nishimura propõe que o mesmo processo leva à redução de células-tronco em pessoas mais velhas, especialmente porque as alterações no DNA das pessoas se acumulam com o passar dos anos.

David Fisher, da Universidade Harvard, que faz pesquisas sobre câncer, sugere que esse processo protege o homem do desenvolvimento de tumores, por desestimular a proliferação de células-tronco com DNA danificado. “Um efeito benéfico é a remoção das células potencialmente perigosas que têm pré-disposição cancerígena“, diz.

Fonte: New Scientist


junho 22nd, 2009  
Tags: Cabelos, Câncer, Células, DNA, Estudos, Folíolos Capilares, Grisalhos, Melanócitos, Pesquisadores, Pessoas, Pigmentos



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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