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Por quê meus cabelos não crescem? 5 motivos que interferem no crescimento dos seus cabelos

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1. Alterações hormonais

Provocam quebra, fragilidade, diminuição e ressecamento. “Quando os receptores do bulbo capilar (que produz os fios) recebem hormônios alterados, há uma disfunção na produção de cabelo“. O problema pode estar na hipófise, na tireoide, na suprarrenal ou nos ovários. Por isso, visite um endocrinologista, já que essas alterações podem ser perigosas também.

2. Deficiências nutricionais

A falta de metais, principalmente zinco, cobre e ferro, pode provocar queda, afinar ou fragilizar os fios. Isso porque o cabelo precisa de tais nutrientes para ser produzido. Diariamente devemos consumir 12 mg de ferro (presente nas carnes vermelhas e vegetais de folhas escuras, como espinafre), 15 mg de zinco (está na carne vermelha, frango e peixe) e 3 mg de cobre (existente na farinha de soja, lentilha, aveia).

3. Genética

Há pessoas que nascem programadas para ter fios mais finos e ralos, com perspectiva de crescerem até 50 cm. “É possível reverter isso tomando a medicação adequada”, afirma Valcinir Bedin. As drogas são bloqueadores de receptores de andrógeno, devem ser receitadas por médicos e tomadas por toda a vida. Ao atuar nos receptores hormonais, ajudam o cabelo a crescer.

4. Muita oleosidade

O sebo induz à inflamação do couro cabeludo e faz com que o fio caia mais rapidamente. “Use xampu para controle da oleosidade, não tome banho com água muito quente nem friccione o couro cabeludo”. Procure o médico.

5. Use excessivo de química

A aplicação de tinturas e alisamentos fragiliza o fio e facilita a quebra. O problema é agravado pelo uso do secador e da chapinha. Para evitar isso, siga as dicas abaixo:

· Hidrate os fios todas as semanas com a máscara de sua preferência.
· Tire a umidade dos cabelos antes de começar a escova. “Quando molhados, os fios têm suas pontes de hidrogênio rompidas, o que os deixa mais frágeis” .
· Aposte no leavein termoprotetor com silicone. Ele forma uma película ao redor do fio, protegendo-o do calor.


janeiro 27th, 2012  
Tags: Bulbo Capilar, Cabelo, Cabelos, Cobre, Couro Cabeludo, Crescimentos, Endocrinologista, Ferro, Fios, Hormônios, Sebo, Zinco



Células-tronco podem revolucionar tratamentos de pele e no tratamento contra calvície

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Um novo método de coleta de células-tronco está revolucionando as pesquisas dermatológicas, segundo especialistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Os cientistas descobriram, recentemente, uma forma de transformar células maduras da pele em células-tronco, que podem ser úteis, por exemplo, na regeneração da pele vítima de queimaduras ou outros traumas, sem efeitos colaterais. A partir de um processo chamado desdiferenciação, os especialistas retornam a célula à sua estrutura embrionária, permitindo que, através de uma biopsia simples e indolor, seja possível ter acesso ilimitado às células-mãe sem agressão.

As duas principais terapias celulares baseadas nesse método são voltadas para o desenvolvimento da pele e para a queda de cabelo. Com o processo de desdiferenciação, seria possível cicatrizar totalmente a pele queimada ou reparar doenças genéticas como a epidermólise bolhosa, caracterizada pelo surgimento de bolhas e consequentes feridas quando a pele sofre um trauma mínimo. Segundo os especialistas, o procedimento é bem simples: basta localizar o gene alterado, manipulá-lo através de células-tronco e reimplantá-lo, depois de curado, na pele. A ação é instantânea e sem efeitos colaterais.

Já nos tratamentos contra calvície, o implante de cabelo possibilitaria o transplante das células-tronco presentes no bulbo capilar – um reservatório natural chamado bulge -, permitindo, assim, o nascimento de cabelo onde antes já não mais havia. O método é antigo, mas não se sabia que o sucesso do tratamento se dava graças às células-tronco.

De acordo com o médico Omar Lupi, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, no entanto, esses procedimentos ainda não estão disponíveis comercialmente. “É preciso que algumas questões éticas, técnicas e até mesmo religiosas sejam resolvidas antes de se pensar na comercialização dos tratamentos, mas, num futuro próximo, será possível executar todos eles no consultório”, prevê o especialista.

Fonte boasaude.uol.com.br


junho 25th, 2010  
Tags: Bulbo Capilar, Calvície, Células, Células-Tronco, Cientistas, Especialistas, nascimento, Técnicas, Transplante, Tratamentos



Queda dos cabelos: conheça o que há de mais moderno em tratamento e diagnóstico da queda dos fios

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Queda-cabelos-Tratamentos-cuidado-prevencaoA força dos cabelos tem dimensão bíblica, datada de mil anos antes do nascimento de Cristo. No Antigo Testamento, é representada por Sansão, corajoso guerreiro cujas madeixas concentravam seu vigor físico. Traído pela amada Dalila, foi à derrocada depois que ela cortou a fonte de seu poder, entregando seus cachos aos inimigos. A humanidade sempre deu importância aos cabelos, como símbolo de autoestima e vitalidade. Há, é claro, exceções em que a careca — nos homens, bem entendido — tem seu charme, mas aí estamos falando daqueles casos em que a característica é uma herança de pai para filho. O problema sério é quando os fios começam a despencar, sem mais nem menos, deixando a cabeça com aquelas falhas irregulares que são motivo de constrangimento e insegurança. Sem falar que muitas vezes sinalizam doenças.

Os cabelos não têm uma função vital para o organismo — cá para nós, eles só servem para proteger o couro cabeludo de intempéries. “Daí que, diante de uma situação em que o corpo precisa economizar nutrientes e energia para se defender de uma infecção ou de uma carência nutricional, por exemplo, os fios são relegados a segundo plano”, explica o tricologista, isto é, dermatologista especializado em cabelos, Valcinir Bedin, do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele, em São Paulo. Ou seja, o organismo abre mão das madeixas, que acabam no chão.

A má notícia é que esse alarme de encrenca tem disparado com cada vez mais frequência, especialmente na ala feminina. “Há dez anos, uma mulher a cada 10 homens procurava meu consultório. Hoje, elas representam 40% dos meus pacientes”, estima o médico Luciano Barsanti, presidente da Associação Brasileira de Tricologia. Motivos não faltam. O time da Luluzinha está fumando mais, trabalha numa tripla jornada, apela para dietas radicais e até cirurgias para recuperar a silhueta. Aí, a avalanche dos fios é quase certa. Ela atende pelo nome de alopecia se mais de 100 fios despencam do couro todo santo dia.

“Os distúrbios nos hormônios da tireoide e dos ovários são os principais vilões entre as mulheres”, aponta o tricologista Ademir Junior, de São Paulo. “No sexo masculino, a predisposição genética continua com papel preponderante. Mas a ela basta associar fatores como estresse e os tufos caem depressa”, conclui. Digase: a lista de algozes da cabeleira é mais extensa do que os problemas citados até esta linha. Dela fazem parte infecções, seborreia (sinônimo de oleosidade nas alturas), doenças autoimunes, depressão e até mesmo o uso de remédios, caso de alguns antidepressivos, anti-hipertensivos, anabolizantes e antibióticos.

Novos métodos têm facilitado o diagnóstico precoce de problemas capilares. “Um exame chamado scanner do couro cabeludo fornece uma imagem aumentada em 8 mil vezes, o que permite flagrar inflamações, seborréia e alterações na circulação sanguínea local”, revela Luciano Barsanti. “A microscopia eletrônica, por sua vez, possibilita a avaliação da matriz celular do fio”, continua.

Os testes laboratoriais são igualmente indispensáveis. “Solicitamos exames de sangue para verificar a presença de infecções e distúrbios hormonais”, diz o dermatologista Arthur Tykocinski, de São Paulo. Às vezes, o simples tratamento dessas disfunções é suficiente.

O estresse é outro fator que deve ser esmiuçado. “O hormônio cortisol, liberado quando estamos sob tensão, desacelera a divisão celular na raiz”, justifica Ademir Junior. É por isso que, sob extremo nervosismo, alguns indivíduos perdem cabelo em áreas específicas, caracterizando a alopecia areata, ou pelada. Por falar em questões hormonais, mulheres com síndrome dos ovários policísticos costumam apresentar níveis mais altos de testosterona, o hormônio masculino. Isso aumenta a oleosidade da pele — o que, por si, já prejudica o ciclo dos fios. “Além disso, a testosterona é convertida em uma substância conhecida pela sigla DHT”, explica Valcinir Bedin. E esse tal de DHT provoca um estrago cabeludo: detona o bulbo capilar. “Felizmente, o problema pode ser controlado com o uso de anticoncepcionais específicos ou de remédios antiandrógenos”, tranquiliza a dermatologista Jackeline Mota, de São Paulo.

A situação é mais grave, porém, em pessoas cujos genes fazem o bulbo ter maior afinidade pelo DHT. Aí, para que não fiquem totalmente descabeladas, recorre-se ao princípio ativo minoxidil. “Ele dilata os vasos, melhorando a irrigação sanguínea e a absorção de nutrientes”, ensina Barsanti. “E uma droga clássica, a finasterida, impede a conversão de testosterona em DHT.” Mas ela só surtiria efeito em pacientes do sexo masculino.

Um dos avanços para conter a queda dos fios é o laser de baixa penetração. “Trata-se de um procedimento não invasivo que dilata os vasos, estimula a multiplicação celular e tem efeito anti-inflamatório”, explica Barsanti. Outra inovação é a infusão transiônica, que consiste na escolha de um medicamento mais adequado a cada problema. Ele é aplicado no couro cabeludo e, em seguida, os especialistas utilizam um aparelho que o empurra para dentro da pele para ser bem absorvido. Esse mesmo dispositivo é usado na infiltração de fitoterápicos e na retirada do excedente de gordura. Há ainda a eletroestimulação do bulbo, que acelera a atividade das células na região.

Uma alternativa é a tradicional mesoterapia, que injeta ativos no couro cabeludo. Mas alguns especialistas ficam com os dois pés atrás em relação a ela. Isso porque provocaria cicatrizes, arriscando levar à morte do bulbo — e o tiro sairia pela culatra. Só quando todos esses recursos não surtem efeito é que se cogita um implante. “A técnica hoje proporciona grandes densidades de cabelo, com resultado bem natural”, garante Tykocinski. “Estudamos o desenho da cabeça, retiramos fios de uma região abundante e os transplantamos.”

Apesar de tudo o que os consultórios oferecem, é imprescindível fazer a sua parte. Quem fuma deve abolir o cigarro. “A fumaça contém radicais livres que agravam inflamações no couro cabeludo”, avisa Ademir Junior. O álcool, os anabolizantes e as anfetaminas também são prejudiciais. Converse com seu médico sobre os medicamentos de que faz uso. “Muitas vezes é possível substituí-los por outros de mesmo efeito e que não induzam a queda dos fios”, diz a dermatologista Denise Steiner, de São Paulo.

Caso tenha se submetido a uma cirurgia, como lipoaspiração, ou a uma dieta rigorosa, vale caprichar na alimentação com a ajuda de um nutricionista para não faltar nenhum elemento essencial aos fios no prato do dia a dia. Quanto a xampus, os que prometem efeito antiqueda não resolvem a alopecia. “No máximo, contêm substâncias que ajudam a diminuir a oleosidade dos cabelos, prevenindo ou reduzindo a seborreia”, afirma Tykocinski. Ou seja, não revertem o quadro, mas ajudam a segurar os fios restantes.

Tinturas e alisamentos não estão proibidos. Mas, se você costuma se submeter a esses tratamentos químicos, faça um intervalo de pelo menos 30 dias entre um procedimento e outro para prevenir a sobrecarga. “E procure cabeleireiros capacitados, que utilizem produtos com o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária”, orienta Denise. Evite também elásticos, tiaras, chapinhas e pentes-finos. “Eles causam traumas e rompem o músculo que sustenta o fio, levando a uma perda definitiva”, alerta Barsanti. Siga esses conselhos e força na cabeleira!

Fonte Saúde é Vital


setembro 23rd, 2009  
Tags: 100 fios, Abolir, Álcool, Alimentação, Alisamentos, Alopecia, Alopecia Areata, Anabolizantes, anfetaminas, Anti-inflamatório, Antibióticos, Anticoncepcionais, Autoestima, Bulbo Capilar, Cabeça, Cabeleira, Cabeleiros, Cachos, Careca, Carência Nutricional, Chapinhas, Charme, Cicatrizes, Cigarro, Cirurgias, Cortisol, Couro Cabeludo, Depressão, DHT, Diagnóstico, Dieta rigorosa, Dietas radicais, Doenças, Elásticos, Estresse, Falhas irregulares, Feminina, Fios, Força dos cabelos, Fuma, Fumaça, Fumando, Homens, Implante Capilar, Infecção, Infusão Transiônica, Laser de Baixa Penetração, Lipoaspiração, Madeixas, Mesoterapia, Morte do bulbo, Mulheres, Nervosismo, Nutricionista, Nutrientes, Oleosidade da pele, Organismo, Ovários, Ovários Policísticos, Pelada, pentes-finos, Precoce, Problemas Capilares, Queda dos Cabelos, Queda dos fios, Radicais livres, Remédios, Remédios antiandrógenos, Seborréia, Silhueta, Testosterona, Tiaras, Tinturas, Tratamentos, Tripla jornada, Tufos, Vigor Físico, Vitalidade, Xampus



Calvície feminina – Diagnóstico precoce ajuda a combater queda de cabelo

Brasil, Cabelo, Calvície, Calvície Feminina, Ceará, Fortaleza, Implante Capilar, Queda de Cabelo, Transplante Capilar, Tratamento 0 Comment »

pente-madeira-cabelo-queda-capilar-calvicie-femininaMulheres só percebem o problema depois de perder muito cabelo.

Há métodos muito precisos para diagnosticar qualquer problema capilar, seja em homens ou mulheres. As mulheres que se deparam, frequentemente, com fios de cabelo soltos na fronha, na escova, etc., devem ficar atentas. Se os fios caídos logo nascem, não há problemas.

“O cabelo tem um ciclo de crescimento, de estabilização, de descanso e de queda, que ocorre a cada dois anos”, diz o diretor do Instituto do Cabelo e presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia, Luciano Barsanti, autor do livro “Dr. Cabelo”, da editora Elevação.

Segundo Barsanti, as mulheres têm muito mais cabelo do que os homens. Por isso, só notam o problema quando já perderam cerca de 30% dos fios. “Vêm ao consultório dizendo que, ao subirem a escada rolante espelhada do shopping, repararam no couro da cabeça”, conta Barsanti.

Para identificar o problema, o médico faz uma microscopia eletrônica do bulbo capilar. Usa um aparelho que funciona como uma espécie de scanner do couro cabeludo, aumentando em 8 mil vezes o fio e o couro da cabeça. O resultado é um diagnóstico preciso, com a verificação do estágio da queda e a indicação de um tratamento personalizado.

Alterações hormonais, estresse, depressão, ovários policísticos, doenças autoimunes, deficiências nutricionais, medicamentos, drogas ilícitas e álcool, alterações psiquiátricas, quimioterapia e até anorexia são as causas mais frequentes da perda capilar nas mulheres. O problema é observado na faixa etária dos 12 aos 60, sendo mais comum entre as de 25 a 45 anos. “Isso ocorre, principalmente, nas dietas sem acompanhamento médico.”

A boa notícia é que é possível reverter o quadro em qualquer idade, desde que o bulbo capilar esteja vivo. Entre as soluções, há tratamentos não invasivos, como laser de baixa penetração e infusão transiônica, que permite a aplicação de substâncias ativadoras do bulbo sem o uso de agulhas e aplicações.

Cerca de 80% das pacientes do Instituto do Cabelo apresentam caspa e seborréia (grande quantidade de óleo produzido pelas glândulas sebácias), o que provoca uma irritação na epiderme, a dermatite seborreica. Entre os tratamentos, há substâncias fitoterápicas e orgânicas aplicadas por uma espécie de peelling do couro cabeludo.

“Há terapias sendo desenvolvidas para estimular cabelos enfraquecidos a crescerem mais fortes, e até estudos de tratamentos com uso de células-tronco e clonagem.

Vale ressaltar que, quando a queda dos fios é associada a outros problemas, o tratamento capilar deve ter assistência multiprofissional, de endocrinologista (avalia as condições da tireoide), ginecologista (verifica possíveis problemas hormonais), nutricionista (avalia a segurança alimentar) e até psiquiatra e psicólogo.

Saiba mais:
Fatores de riscos que levam à queda dos fios
1. Consumo excessivo de cigarro, café, açúcar, anfetamina.
2. Doenças: câncer, depressão, alterações da glândula tireoide, diabetes, tuberculose, doenças infecciosas do aparelho urinário, sinusites e viroses.
3. Hábitos: amarrar o cabelo com elástico.

Lendas
1. Cabelo fino não é sinônimo de cabelo fraco. Fraco é cabelo que afina.
2. Não há contraindicação para tintura, nem para alisamento, desde que seja feito com produto legalizado e por profissional capacitado.
3. Pode-se usar cosméticos para hidratação

Fonte Abril


setembro 22nd, 2009  
Tags: Aparelho, Bulbo Capilar, Cabelo, Calvície Feminina, Ciclo de crescimento, Couro da cabeça, Descanso, Endocrinologista, Escova, Estabilização, Fios, Fios de cabelo solto, Homens, Médico, Microscopia Eletrônica, Mulheres, Precoce, Problema, Problema Capilar, Queda, Queda de Cabelo, Tratamento capilar



Cabelos em queda – Felizmente, calvície feminina tem solução, mas às vezes é preciso um trabalho multiprofissional

Alimentos, Alopecia, Brasil, Cabelo, Calvície, Calvície Feminina, Ceará, Cirurgias, Dúvidas, Entrevista, Fortaleza, Implante Capilar, Implante de Cabelo, Nutrientes, Queda de Cabelo, Remédio, Técnicas, Tratamento, vitaminas 13 Comments »

cabelo-bonito-lindo-queda-capilar-feminino-mulher

Quando o assunto é diagnóstico e cura de doenças do cabelo e do couro cabeludo, fale com um tricologista. São os médicos especializados na área. Acredite, há métodos muito precisos para diagnosticar qualquer problema capilar, seja em homens ou mulheres.

As mulheres que se deparam, frequentemente, com fios de cabelo soltos na fronha, no ralo do banheiro, na escova, etc., já devem ficar atentas. Se quando os fios caem, logo dão lugar a outros, tudo bem. “O cabelo tem um ciclo de crescimento, de estabilização, de descanso e de queda, que ocorre a cada dois anos”, explica o diretor do Instituto do Cabelo e presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia, Luciano Barsanti, autor do livro Dr. Cabelo, da editora Elevação.

Segundo Barsanti, as mulheres têm muito mais cabelo do que os homens. Por isso, só notam o problema quando já perderam cerca de 30% dos fios. “Vêm ao consultório dizendo que, ao subirem a escada rolante espelhada do shopping, repararam no couro da cabeça”, conta Barsanti.

Para identificar o problema, o médico faz uma microscopia eletrônica do bulbo capilar. Usa um aparelho que funciona como uma espécie de scanner do couro cabeludo, aumentando em 8 mil vezes o fio e o couro da cabeça. O resultado é um diagnóstico preciso, com a verificação do estágio da queda e a indicação de um tratamento personalizado.

Alterações hormonais, estresse, depressão, ovários policísticos, doenças autoimunes, deficiências nutricionais, medicamentos, drogas ilícitas e álcool, alterações psiquiátricas, quimioterapia e até anorexia são as causas mais frequentes da perda capilar nas mulheres. O problema é observado na faixa etária dos 12 aos 60, sendo mais comum entre as de 25 a 45 anos. “Isso ocorre, principalmente, nas dietas sem acompanhamento médico.”

A boa notícia é que é possível reverter o quadro em qualquer idade, desde que o bulbo capilar esteja vivo. Entre as soluções, há tratamentos não invasivos, como laser de baixa penetração e infusão transiônica, que permite a aplicação de substâncias ativadoras do bulbo sem o uso de agulhas e aplicações.

Cerca de 80% das pacientes do Instituto do Cabelo apresentam caspa e seborréia (grande quantidade de óleo produzido pelas glândulas sebácias), o que provoca uma irritação na epiderme, a dermatite seborreica. Entre os tratamentos, há substâncias fitoterápicas e orgânicas aplicadas por uma espécie de pelling do couro cabeludo.

“Há terapias sendo desenvolvidas para estimular cabelos enfraquecidos a crescerem mais fortes, e até estudos de tratamentos com uso de células-tronco e clonagem. Tem uma empresa japonesa fazendo uma investigação e gastando milhões com isso”, brevemente  será possível até realizar testes genéticos para que a mulher tenha uma estimativa da probabilidade de perda dos fios.

Vale ressaltar que, quando a queda dos fios é associada a outros problemas, o tratamento capilar deve ter assistência multiprofissional, de endocrinologista (avalia as condições da tireoide), ginecologista (verifica possíveis problemas hormonais), nutricionista (avalia a segurança alimentar) e até psiquiatra e psicólogo.

Cansada de tentar os mais diversos tratamentos para combater a queda dos fios, Glória (nome fictício) desistiu de ir a consultórios e recorreu ao tratamento sugerido pelo seu cabeleireiro, Fernando Barros, à base de algas. “Ele disse que eu notaria a diferença em três meses, mas, em menos de um, notei que meus cabelos pararam de cair, ganharam vida e ficaram mais cheios”, conta ela, que aprendeu com ele a massagear a cabeça por alguns minutos antes de lavar.

PERDA POR TRAÇÃO

Repare em quem prende muito os cabelos, amarrando-os para trás: começam a aparecer “entradas“. “São as chamadas alopecias (quedas) cosméticas, por uso excessivo de tiaras, prendedores, e de penteados como rabo-de-cavalo e apliques”, diz Barsanti.

A professora universitária Gabriela Scur, de 35 anos, sofre com a queda dos fios desde os seus 18 anos, causada por problemas emocionais. “Não posso ficar nervosa que o cabelo quebra e cai. Fiz até biópsia, mas não descobriram nada.”

Tomou remédios fortíssimos, que até deram resultado. Numa ocasião, decidiu fazer megahair para sentir o gostinho de ter cabelo comprido (o dela sempre cresceu até a altura dos ombros). “Na primeira manutenção, quando tirei as mechas, vi que meu cabelo havia ficado chanel. Chorei.”

QUANDO O FIO ATROFIA

Mais grave é o diagnóstico de dihidrotestosterona (DHT), um agente que acaba com o bulbo capilar. “Ele age discretamente. Destrói a raiz do cabelo, que muitas vezes nem cai: o fio é afinado e, com o tempo, desaparece”, explica o tricologista Barsanti.

O problema é que, na mulher, o DHT se espalha por toda a cabeça. Já no homem, o problema é localizado, possibilitando tratamentos como implantes. “É preciso saber se a área do couro cabeludo de onde esses fios vão ser retirados ainda está saudável, com bulbos vivos, para não implantar um cabelo doente”.  ”O cabelo é só a ponta do iceberg. Temos de investigar o todo.”

O QUE VOCÊ PRECISA SABER

Fatores de risco:

- Consumo excessivo de cigarro, café, açúcar, anfetamina.

- Doenças: câncer, depressão, alterações da glândula tireoide, diabetes, tuberculose, doenças infecciosas do aparelho urinário, sinusites e viroses.

- Hábitos: amarrar o cabelo com elástico.

Lendas

- Cabelo fino não é sinônimo de cabelo fraco. Fraco é cabelo que afina.

- Não há contra-indicação para tintura, nem para alisamento, desde que seja feito com produto legalizado e por profissional capacitado.

- Pode-se usar cosméticos para hidratação

Conselhos

- Evite automedicação e soluções paliativas. Se a pessoa tem alteração na tireoide, por exemplo, o problema não vai ser resolvido com tratamento para a queda.

- Atente-se aos asteriscos dos produtos cosméticos.

Fonte Estadão


setembro 7th, 2009  
Tags: Álcool, Alopecia, Alterações Hormonais, Alterações Psiquiátricas, Anorexia, Aparelho, Bases de Algas, Bulbo Capilar, Cabelo, Cabelos, Calvície Feminina, Caspa, Células-Tronco, Clonagem, Couro Cabeludo, Cura de Doenças, Deficiências Nutricionais, Depressão, DHT, Diagnóstico, Dietas, Dihidrotestosterona, Doenças Autoimunes, Drogas Ilícitas, Endocrinologista, Entradas, Estresse, Fios de Cabelo, Ginecologista, Hormônio, Infusão Transiônica, Invasivos, Laser de Baixa Penetração, Medicamentos, Médicos Especializados, Microscopia Eletrônica, Mulheres, multiprofissional, Nutricionista, Ovários Policísticos, Pelling do Couro Cabeludo, Problema Capilar, psicólogo, psiquiatra, Queda, Quimioterapia, Rabo de Cavalo, Remédios, Scanner, Seborréia, Tireóide, Tração, Tratamento, Tratamento capilar, Tricologista



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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