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Posts Tagged ‘Alopecia Areata’

Chorei ao ver meu cabelo crescendo novamente”, diz atriz que sofre com a doença alopecia areata que a fez ficar careca

Alopecia, Atriz, Cabelo, Calvície, Calvície Feminina, Celebridades, Queda de Cabelo, Queda dos Cabelos 0 Comment »

Georgia Van Cuylenburg: aos 20 anos, ela foi diagnosticada com alopecia areata, uma doença que a faz perder cabelo

Toda mulher tem uma relação especial com seu cabelo. Moldura poderosa para o rosto, ele pode influenciar nossa autoestima, humor e até a produtividade no trabalho. Não à toa, Costanza Pascolato, referência em estilo e elegância, não se cansa de dizer que um bom corte – custe o que custar – é o melhor investimento de beleza que uma mulher pode fazer. É um assunto delicado — e imagine como deve ser para as atrizes e modelos que vivem de sua imagem.

A atriz australiana Georgia Van Cuylenburg, de 24 anos, sempre foi loira e mantinha suas madeixas naturalmente onduladas e longas. Trabalhando na TV, era cheia de cuidados com sua aparência e orgulhava-se dela. Em 2007, aos 20 anos, sem explicação, começou a perder seus cabelos. Não havia feito nenhum procedimento químico nos fios, nem estava doente ou tinha quadro de ansiedade aguda. “Era uma quarta-feira típica. Durante o banho, enquanto esfregava o xampu, senti pedaços do meu cabelo caindo em minhas mãos. Tive medo de sair do banho porque não entendia o que estava acontecendo. Ao sair, vi minha pia, de cor clara, se encher de fios. Olhei no espelho e segurei as lágrimas. Naquele momento minha vida mudou para sempre”, conta Georgia.

Desesperada, correu para os médicos. Passados os exames, ela foi diagnosticada com uma doença chamada alopecia areata, da qual até então nunca havia ouvido falar. A alopecia (ou alopécia) é uma doença autoimune, não tem causas definidas, embora a predisposição genética seja um dos fatores observados, nem cura definitiva. Provoca a perda repentina de pelos em determinada região do corpo sem deixar qualquer rastro de inflamação ou alteração da pele no lugar afetado. Em outras palavras, os pelos simplesmente caem. E foi isso o que aconteceu com ela. Dia após dia, viu seu cabelo se perder.

Georgia fez diversos tratamentos para que seus fios voltassem a crescer: acupuntura, injeções de cortisona, ingestão de suplementos alimentares e aplicação de químicas agressivas, com a intenção de estimular seu couro cabeludo. Às vezes via resultado e podia perceber o cabelo despontando. Mas logo a cena mudava e eles voltavam a cair.

 Ela fez tratamentos para que os fios voltassem a crescer, mas sem sucesso. Então, decidiu raspar o cabelo e ficar careca

Cansada, resolveu raspar seu cabelo por completo e ficar careca. Logo em seguida, os fios apareceram novamente e se firmaram — dois anos depois, em 2009, emocionada, ela conseguiu ir ao cabeleireiro cortar o cabelo. “Chorei ao perceber que ele estava voltando”, afirma. O momento durou pouco, no entanto. Logo em seguida ele voltou a cair, até que ela ficasse novamente careca. Foi quando Georgia decidiu trabalhar com crianças que também enfrentam a doença, e esse contato lhe deu forças para que passasse a sair de casa, em alguns momentos, sem a peruca que adotou para tentar minimizar o sofrimento.

Em meio a dolorida jornada, seu namorado registrou em vídeo todos os momentos por quais ela passou, da tristeza e revolta absoluta à esperança em ver os fios aparecendo novamente. O resultado é o filme “Baby Let your Hair Hang Down”, lançado este ano e em inglês, que conta também com depoimentos de médicos sobre a doença.

Georgia orgulha-se de sua luta, que pode durar toda uma vida. “Sempre quis ser conhecida como atriz, a menina bonita ou a menina engraçada. Mas hoje sou a garota da alopecia e isso já é uma grande coisa”, diz.

 O trailer (abaixo) está hospedado no site http://babyletyourhairhangdown.com/, e no YouTube.
Foi criado para informar sobre a doença e arrecadar fundos para ajudar em pesquisas e tratamentos.

Fonte: Marie Claire


dezembro 23rd, 2011  
Tags: Alopecia Areata, Cabelo, Careca, Doença, foto, Georgia Van Cuylenburg, Imagem, Mulher, Tratamentos



Alopécia Areata doença também conhecida como “pelada” – O que é?

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Descrição

A alopécia areata, conhecida vulgarmente como “pelada“, é uma doença de causa desconhecida que atinge igualmente homens e mulheres, caracterizando-se pela queda repentina dos pelos nas áreas afetadas, sem alteração da superfície cutânea.

Entre as possíveis causas, estão uma predisposição genética que seria estimulada por fatores desencadeantes, como o estresse emocional e fenômenos auto-imunes.

Manifestações clínicas

A doença se caracteriza pela queda repentina dos pelos formando placas circulares de alopécia (“pelada”), sem alteração da pele no local, que se apresenta sem qualquer sinal inflamatório. Pode atingir o couro cabeludo e também outras regiões como a área da barba, supercílios, cílios ou qualquer outra região pilosa.

A “pelada” pode ter remissão espontânea ou tornar-se crônica, com o surgimento de novas lesões e evolução para a alopécia total, que atinge todo o couro cabeludo e até mesmo para a alopécia universal, quando caem todos os pêlos do corpo. Estes casos são de controle mais difícil.

Geralmente, a doença não se acompanha de nenhum outro sintoma. A repilação pode ocorrer totalmente em semanas ou meses e, algumas vezes, os pêlos nascem brancos para depois repigmentarem. É comum ocorrer a recidiva das lesões.

Tratamento

São vários os tratamentos utilizados na alopécia areata e a característica clínica de cada caso é que determinará qual deles deve ser utilizado. As medicações utilizadas podem ser de uso local ou sistêmico e a duração do tratamento vai depender da resposta de cada paciente. O diagnóstico e o tratamento da alopécia areata deve ser feito por um médico dermatologista.


janeiro 19th, 2011  
Tags: Alopecia Areata, auto-imunes, Barba, Causas, Cílios, Couro Cabeludo, Diagnóstico, Doença, Estresse, Homens, Mulheres, Pelada, Pêlos, Predisposiçao Genética, Região Pilosa, Supercílios, superfície cutânea



Compreenda os sinais e sintomas da perda de cabelo

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Quais são os sinais de perda de cabelo?

Os sinais de perda de cabelo incluem:

- Nos homens, a queda de cabelo no couro cabeludo, uma careca, ou em forma de ferradura, que deixa a coroa da cabeça exposta.

- Nas mulheres, o afinamento dos cabelos, em geral, mas principalmente na coroa; careca completa é rara.

- Em crianças ou adultos jovens, perda súbita de manchas de cabelos, conhecida como alopecia areata.

- perda completa de todos os pêlos do corpo, uma doença rara chamada alopecia universal.

- Especialmente nas crianças, manchas de cabelos quebrados e perda de cabelo incompleta, geralmente no couro cabeludo, mas às vezes envolvendo as sobrancelhas, a criança é mais provável esfregando ou puxando os cabelos, uma condição chamada tricotilomania.

- Queda excessiva de cabelos, calvície, mas não completa, após várias doenças e tratamentos com drogas, perda de peso rápida, anemia , estresse ou gravidez, uma condição conhecida como eflúvio telógeno.

Contacte o seu médico sobre a perda de cabelo se:

Se você suspeitar que você ou seu filho tem alopecia areata, ou que seu filho tem tricotilomania, ambas as condições devem ser avaliadas por um médico.

Você sofre uma inexplicável perda de cabelo em qualquer parte do seu corpo, seu médico pode querer verificar para uma desordem subjacente que pode ser responsável.


dezembro 7th, 2010  
Tags: adultos jovens, Alopecia Areata, Alopecia Universal, Couro Cabeludo, Crianças, Eflúvio Telógeno, Homens, Mulheres, Perda de Cabelo, sinais, sintomas



Quais são as principais causas de queda excessiva dos cabelos na mulher

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1. Pós-parto: quando a mulher está grávida, ela perde menor quantidade de fios do que perderia normalmente, e ao final da gravidez muitos fios entram na fase de repouso do ciclo e caem. Isso ocorre normalmente 2 a 3 meses após o parto, podendo durar de 1 a 6 meses, retornando ao ciclo normal na maioria dos casos.

2. Anemia: a deficiência de ferro pode ocorrer por uma diminuição da ingestão de alimentos ricos nesse elemento, por redução da absorção do ferro no tubo digestivo ou por perda crônica através de hemorragias, como por exemplo, em mulheres com o período menstrual muito longo ou com grande volume menstrual. Essa deficiência pode ser detectada através de exames de sangue e corrigida com o uso de medicações para repor o ferro.

3. Dieta pobre em proteínas: dietas não balanceadas podem levar uma ingestão inadequada de proteínas e o corpo irá economizar as proteínas nos cabelos, fazendo com ele passem para a fase de repouso, o que acarretará em uma perda grande dos fios. Isso pode ser prevenido e tratado através de uma dieta balanceada, com as quantidades adequadas de proteína.

4. Uso inadequado de produtos para cabelos: o uso de tinturas, água oxigenada, permanentes, alisantes, descolorantes e outros produtos podem enfraquecer os cabelos levando à sua queda. Nestes casos é necessário interromper o uso até o crescimento de novos fios.

5. Infecção por fungos: ocorrem áreas de descamação no couro cabeludo, associadas a vermelhidão e coceira, deixando os fios quebradiços. Essa infecção é contagiosa e deve ser tratada com medicamentos apropriados.

6. Uso de medicamentos: alguns medicamentos podem ter como efeito colateral a queda temporário dos cabelos.

7. Uso de pílulas anticoncepcionais: algumas mulheres podem ter perda dos cabelos com o uso das pílulas anticoncepcionais, e caso isso ocorra, devem procurar o seu ginecologista. A interrupção do uso das pílulas também pode desencadear a queda dos cabelos 2 a 3 meses após o término do uso. Esse fato ocorre de maneira semelhante ao que ocorre no pós-parto.

8. Distúrbios da tireóide: a diminuição ou o aumento da produção dos hormônios da tireóide, denominados de hipotireoidismo e hipertireoidismo, respectivamente, podem causar a queda dos cabelos. Essas alterações podem ser diagnosticas pela medida dos hormônios no sangue e seu tratamento pode corrigir a perda dos cabelos.

9. Febre e infecções: febre alta e infecções como uma gripe forte pode levar a uma queda excessiva dos cabelos por 4 semanas a 3 meses, cessando espontaneamente.

10. Estresse: algumas situações, como grandes cirurgias e doenças crônicas, resultam em estresse para o organismo podendo levar à queda dos cabelos. O estresse psíquico também pode aumentar a perda dos cabelos. Caso essas condições sejam passageiras, como no caso das cirurgias, a queda se reverte espontaneamente.

11. Alopecia areata: também conhecida como pelada, é a perda dos cabelos em uma pequena área arredondada. A causa é ainda desconhecida, e a condição pode ser tratada com o emprego de medicamentos tópicos ou sistêmicos.

12. Calvície hereditária: essa tendência genética pode ser herdada pelo lado materno ou paterno, e as mulheres apresentarão cabelos ralos, não se tornando completamente calvas. Também chamada de alopecia androgenética, ocorre devido a grandes concentrações de hormônios masculinos ou pelo aumento da sensibilidade à ação desses hormônios. Seu aparecimento pode ser ainda na adolescência, sendo que existem alguns medicamentos tópicos que podem amenizar o problema.

13. Queda por pressão: a queda dos cabelos pode ser devida a uma tração dos fios, como em sessões de alisamento, ou por pressão provocada pelo uso constante de chapéus apertados.

14. Outras causas: podemos citar ainda como causas de queda dos cabelos os tratamentos para câncer (quimioterapia e radioterapia), lúpus, tabagismo, abuso de bebidas alcoólicas e abuso dos secadores de cabelo.

Fonte: Boa Saúde UOL


novembro 9th, 2010  
Tags: Alopecia Areata, anemia, Cabelos, calvície hereditária, Dieta, Distúrbios, Estresse, Febre, fungos, Infecção, Infecções, Medicamentos, pílulas anticoncepcionais, Pós-Parto, Proteínas, Tireóide



Perda de cabelos em crianças – Causa: Alopecia Areata

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Alopecia Areata

Esta doença aparece como o súbito aparecimento de manchas redondas ou ovais de perda de cabelo. Essas manchas são completamente slick, careca, ou lisa, sem sinais de inflamação, escamação ou cabelos quebrados. Eles aparecem durante a noite, ou às vezes durante alguns dias.

Alopecia areata é pensado para ser causado pelo sistema imunitário do corpo ataca os folículos pilosos. Em um determinado momento cerca de um em cada 1.000 crianças tem alopecia areata. Cerca de 25% dessas crianças também têm a picada ou a amontoa das unhas.

Com o tratamento adequado para a alopecia areata, uma grande porcentagem dos pacientes terão todos os seus cabelos de volta dentro de um ano – mais cedo. Muitas crianças com alopecia areata deve estar sob os cuidados de um dermatologista ir. Cerca de 5% das crianças com alopecia areata com vontade para desenvolver alopecia totalis – a perda de todos os pelos do couro cabeludo. Algumas destas irão desenvolver alopecia universal - a perda total de pêlos no corpo.

O diagnóstico da alopecia areata: Actualmente, não existem testes conclusivos para o diagnóstico de alopecia areata. Dermatologistas diagnosticar alopecia areata por um processo de eliminação das causas da perda de cabelo e outros no exame final do careca em si. Normalmente, a alopecia areata lesão inicial aparece como um careca patch suave, às vezes dentro de 24 horas. Algumas pessoas sentem uma sensação de formigamento ou dor na área afetada.
O couro cabeludo é a área mais comumente afetada, mas a alopecia areata pode estar presente em qualquer área onde há pêlo no corpo. testes de puxar o cabelo às vezes são realizadas às margens das lesões. Se o cabelo é facilmente retirado, a lesão está ativa e perda de cabelo deve ser antecipado. Desde que a alopecia areata é bastante distinta, é geralmente diagnosticado corretamente com um simples exame visual.

Tratamento da alopecia areata: Não há cura para alopecia areata e, infelizmente, já que há pouca compreensão da doença, não existem medicamentos aprovados pela FDA ou tratamentos concebidos especificamente para tratá-lo.

Há, no entanto, diversas drogas sendo prescrito off-label para o tratamento da alopecia areata. Estes medicamentos parecem ajudar a uma certa percentagem de pessoas afectadas com esta doença. Leia mais sobre tratamentos específicos para a alopecia. Consulte seu médico sobre a melhor opção para seu filho.

Tenha em mente que, embora estes tratamentos podem favorecer o crescimento do cabelo, nada impede que novos patches ou curar a doença subjacente. Alopecia areata é uma doença imprevisível e até mesmo com a remissão completa é possível para que voltem a ocorrer durante a vida do seu filho.

Trauma à haste do cabelo

Essa é outra causa comum de perda de cabelo em crianças. Muitas vezes o trauma é causado pela tração (consistentemente usado tranças apertadas, rabos de cavalo, etc) ou por fricção (atrito contra uma cama ou cadeira de rodas, por exemplo). queimaduras químicas são outra causa.

Outra causa mal trauma da perda de cabelo é chamada de tricotilomania, o hábito de enrolar ou arrancar os cabelos. A tricotilomania é pensado para ser um transtorno obsessivo-compulsivo que pode ser extremamente difícil de tratar, pois geralmente o paciente se sente compelido a arrancar os cabelos. A perda de cabelos é irregular e marcada por cabelos quebrados de comprimento variável. No interior das manchas, perda de cabelo não está completo.

Algumas crianças com tricotilomania também tricofagia - o hábito de comer os cabelos. Eles desenvolvem massas abdominais composto de bolas de pêlos não digerido.

O diagnóstico da tricotilomania: Isso geralmente é auto-evidente. O paciente ou o pai do paciente se queixa de cabelo puxando obsessivo.
O tratamento da tricotilomania: puxar cabelo normalmente é tratada com comportamentais / terapia cognitiva ou técnicas de relaxamento, que pode ser muito eficaz. Enquanto o trauma de cabelo não era grave ou crônica suficiente para causar cicatrizes, o cabelo vai voltar a crescer quando o trauma é interrompido.


novembro 4th, 2010  
Tags: Alopecia Areata, alopecia totalis, Alopecia Universal, cabelos quebrados, Careca, Causa, Crianças, Doença, escamação, Folículos Pilosos, inflamação, Perda de cabelos, transtorno obsessivo-compulsivo, Tratamento, tricofagia, tricotilomania



Novas descobertas sobre a queda dos seus cabelos

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A alopecia areata, doença em que se perdem cabelos de forma localizada (forma de moedas) no couro cabeludo, na barba etc.., pode ser desencadeada por ataques de células do sistema imune contra folículos capilares. A descoberta é o resultado de um grande estudo em que genomas de mais de 1.000 indivíduos com alopecia areata foram comparados a genomas de pessoas sem as doenças.

Angela Christiano e sua equipe da Universidade Columbia, em Nova York, descobriram 18 genes associados a alopecia areata

Como seria esperado de uma doença autoimune, na qual o sistema imune se volta contra tecidos sadios do próprio organismo, todos os genes encontrados participam do controle de crescimento e multiplicação de células do sistema imunológico.

A ligação mais forte foi com um gene chamado ULBP. Ele codifica uma proteína que é um poderoso ativador de células NK (“Natural Killers”, “assassinas natas” na tradução do inglês). Quando ativadas, as células NK atacam vírus e outros patógenos.

A equipe também encontrou quantidades maiores da proteína em tecidos de folículos capilares de pessoas com alopecia areata do que em amostras de pessoas sem a doença, fornecendo prova adicional do seu envolvimento na doença. O grupo espera que as descobertas abram novos caminhos para o tratamento da doença.

“Este é um grande avanço”, diz Rod Sinclair, dermatologista da Universidade de Melbourne, na Austrália. “Após décadas de pouco progresso, esse trabalho anuncia uma nova era de descobertas. Agora podemos testar o papel desses genes um por um no desenvolvimento da doença.”

O estudo foi publicado na prestigiosa revista científica “Nature”.

Fonte: NEW SCIENTIST


setembro 14th, 2010  
Tags: Alopecia Areata, Cabelos, Células, Couro Cabeludo, Doenças, Folículos Capilares, Novas descobertas, Queda



Queda capilar – Ataque de células do sistema imune pode estar ligado à calvície

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Estudo divulgado por uma equipe de cientistas da Universidade Columbia, em Nova York, constatou que uma doença que faz pessoas perderem os cabelos é provocada pelo ataque de células do sistema imune contra folículos capilares. A descoberta é o resultado de pesquisas em que genomas de mais de mil indivíduos, com alopecia areata, foram comparados a genomas de pessoas sem as doenças.

Segundo a Folha Online, como seria esperado de uma doença auto-imune, na qual o sistema imune se volta contra tecidos sadios do próprio organismo, todos os genes encontrados participam do controle de crescimento e multiplicação de células do sistema imunológico. A ligação mais forte foi com um gene chamado ULBP. Ele codifica uma proteína que é um poderoso ativador de células NK (“Natural Killers”, “assassinas natas” na tradução do inglês). Quando ativadas, as células NK atacam vírus e outros patógenos.

O grupo espera que as descobertas abram novos caminhos para o tratamento da doença.


julho 12th, 2010  
Tags: Alopecia Areata, auto-imune, Cabelos, Calvície, Células, células NK, Doença, Estudo, Folículos Capilares, genomas, imune, Proteína, queda capilar, Tratamento, ULBP



Tratamento da Calvície – Queda de cabelo pode estar ligada a ataque de células do sistema imune

Cabelo, Calvície, Dúvidas, Entrevista, Estudos, Mundo, Tratamento 0 Comment »

Uma doença na qual pessoas perdem cabelo pode ser desencadeada por ataques de células do sistema imune contra folículos capilares. A descoberta é o resultado de um grande estudo em que genomas de mais de 1.000 indivíduos com alopecia areata foram comparados a genomas de pessoas sem as doenças.

Angela Christiano e sua equipe da Universidade Columbia, em Nova York, descobriram 18 genes associados a alopecia areata. Como seria esperado de uma doença autoimune, na qual o sistema imune se volta contra tecidos sadios do próprio organismo, todos os genes encontrados participam do controle de crescimento e multiplicação de células do sistema imunológico.

A ligação mais forte foi com um gene chamado ULBP. Ele codifica uma proteína que é um poderoso ativador de células NK (“Natural Killers”, “assassinas natas” na tradução do inglês). Quando ativadas, as células NK atacam vírus e outros patógenos.

A equipe também encontrou quantidades maiores da proteína em tecidos de folículos capilares de pessoas com alopecia areata do que em amostras de pessoas sem a doença, fornecendo prova adicional do seu envolvimento na doença. O grupo espera que as descobertas abram novos caminhos para o tratamento da doença.

“Este é um grande avanço”, diz Rod Sinclair, dermatologista da Universidade de Melbourne, na Austrália. “Após décadas de pouco progresso, esse trabalho anuncia uma nova era de descobertas. Agora podemos testar o papel desses genes um por um no desenvolvimento da doença.”

O estudo foi publicado na prestigiosa revista científica “Nature”.


julho 5th, 2010  
Tags: Alopecia Areata, Doenças, Estudo, Folículos Capilares, genomas, Queda de Cabelo, Tratamento, Tratamento da Calvície



Calvíce Feminina – Tratamentos

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A calvíce feminina ou alopécia androgênica é um problema que deixa a mulher com auto-estima em baixa , com ansiedade e muita depressão. Afinal os cabelos são a moldura do rosto.É muito importante procurar imediatamente tratamento e recuperar novamente o crescimento do cabelo.

A calvíce é uma manifestação fisiológica que atinge principalmente os homens, mas que também pode afetar as mulheres. A calvíce aparece devido à uma herança genética e o histórico de calvíce pode vir tanto do lado da mãe como do pai.

O processo acontece devido a ação da enzima 5-alfa-redutase sobre o hormônio testosterona (a mulher também apresenta este tipo de hormônio, porém em menor quantidade que o homem) resultando no subproduto DHT (dihidrotestosterona). Este último age sobre os folículos pilosos, provocando o seu afinamento e miniaturização.

A calvíce feminina também pode aparecer por outros motivos como; anemia e alterações tireoideanas,porém a manifestação ocorre de forma diferente, também provocando rarefação dos cabelos mas sem o afinamento característico da alopécia androgênica.

A calvíce feminina pode ser mais intensa se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, a alopécia androgênica só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos.

Quais são os Tratamentos para a calvíce feminina?

O tratamento visa evitar a ação hormonal sobre os folículos, revertendo o processo de afinamento e miniaturização e é feito com o uso de anti-andrógenos (combatem a ação dos androgênios: hormônios masculinos).

Podem ser utilizados por via oral ou sob a forma de loções aplicadas no couro cabeludo. A finasterida, medicamento utilizado com sucesso no tratamento dos homens, não é indicada para o tratamento de mulheres, mas outros produtos podem obter resultados semelhantes.

Além disso é feito o estímulo ao crescimento dos cabelos, com suplementação vitamínica e substâncias de uso local.
O tratamento é contínuo e os resultados podem demorar um pouco a aparecer.É necessário ter paciência e perseverança. Muitas vezes é necessária a troca do medicamento até que se obtenha o melhor resultado. Se o tratamento for interrompido, o processo se reinicia e a queda voltará a acontecer.

Pode ser necessária uma avaliação hormonal e a realização de exames que excluam outras causas da queda dos cabelos, como o eflúvio telógeno e a alopécia areata. A indicação do melhor tratamento depende de cada caso e deve ser determinada pelo médico dermatologista.

No caso da alopécia areata, uma opção no tratamento são as injeções locais de corticóides e outras drogas que atacam as células que inibem o crescimento dos fios. As aplicações são realizadas em intervalos de 15 dias.

Geralmente, o tratamento da calvície feminina combina o uso de drogas tópicas e orais. A aplicação diária de loção de minoxidil, em concentrações de 2% a 5%.Shampoo à base de jaborandi e cisteína, também podem auxiliar no tratamento em conjunto com os medicamentos.

No tratamento oral, dependendo da história clínica e do resultado laboratorial, o médico também pode acrescentar alguns suplementos vitamínicos (principalmente aqueles à base de biotina, piridoxina e aminoácidos). Por exemplo: o acetato de ciproterona neutraliza os efeitos dos hormônios androgênios. Já a flutamida bloqueia o receptor andrógeno, diminuindo a quantidade do hormônio masculino na raiz do folículo capilar.

Outra opção no tratamento da calvície feminina é a iontoforese uma vez por semana. Ela consiste na introdução nos tecidos, por meio de corrente galvânica (elétrica), de uma fórmula à base de adstringentes, aminoácidos, vasodilatadores, vitaminas e outros medicamentos contra calvície.

Nota: As informações contidas neste blog e em seus artigos não substituem, em hipótese alguma, sua visita regular ao seu médico. Somente ele está apto a diagnosticar qualquer problema de saúde.

Fonte  Dermatologia.net


junho 28th, 2010  
Tags: Alopecia androgênica, Alopecia Areata, anti-andrógenos, Auto-Estima, Cabelos, Calvíce Feminina, cisteína, Depressão, Eflúvio Telógeno, enzima 5-alfa-redutase, Finasterida, Folículos, Folículos Pilosos, Herança Genética, Hormônios Masculinos, jaborandi, Minoxidil, suplementação vitamínica, Tratamento, Tratamentos, Via Oral



Calvície – Veja quais são os tipos de alopecia

Alopecia, Brasil, Cabelo, Calvície, Ceará, Fortaleza 2 Comments »

A calvície também conhecida como alopecia (termo médico) é caracterizada pela redução parcial ou total de cabelos, ou a ausência de pelos em uma determinada área da pele. A calvície é geralmente mais perceptível no couro cabeludo, mas pode ocorrer em qualquer parte do corpo que haja pelos. O termo alopecia deriva do grego “alopex” que significa raposa (Este animal apresenta com frequência queda de pelos).

Existem vários tipos de calvície ocasionada por diferentes motivos. A maioria das pessoas perde entre 50 a 100 fios de cabelos por dia, o que é normal. Sempre que um fio cai, ele é substituído por outro no mesmo folículo, dando início a um novo ciclo de crescimento. Porém, com o passar da idade, principalmente na velhice o crescimento dos cabelos tende a ser mais lento e até mesmo parar, o que resulta em calvície. Outros fatores como mudança hormonal, dieta, medicamentos, estresse, hereditariedade, gravidez, cuidados impróprios com os cabelos e certas doenças podem causar a queda de cabelo.

A calvície é mais comum em homens do que em mulheres. Uma das principais causas da calvície nos homens é quando o hormônio masculino testosterona é convertido para dihidrotestosterona (DHT). Este age no folículo capilar reduzindo a produção de cabelo e produzindo fios mais finos e mais fracos, contribuindo para que a produção nos folículos cesse. A denominação deste tipo de calvície é alopecia androgenética ou calvície de padrão masculino. Não só por questões hormonais, como também a condição hereditária, contribuem para o aparecimento deste tipo de calvície, caracterizada pela queda de cabelo nas áreas frontais e na coroa do couro cabeludo.

Outro tipo de calvície é a alopecia areata. Esse transtorno é caracterizado pela perda repentina de cabelo em uma área particular, que cresce de volta depois de alguns meses. A causa exata desse tipo de calvície é desconhecida. Muitos acreditam ser devido a uma desordem auto-imune.

A alopecia tóxica (calvície tóxica) pode ocorrer após uma febre alta ou doença grave. Também é ocasionada devido a doses excessivas de algumas drogas que contenham tálio, vitamina A e retinóides. O pós- parto e doenças da tireóide podem desencadear a calvície tóxica. Este tipo de calvície é caracterizado pela perda de cabelo temporária.

Áreas contendo cicatrizes de queimaduras, ferimentos, infecções por bactérias ou fungos podem impedir o crescimento de pêlos em volta. Este tipo de calvície é chamado de alopecia cicatricial.

A alopecia universal é o tipo mais agressivo de calvície, onde há perda de todo o cabelo e de toda a pilificação do corpo, o que causa muitos transtornos emocionais no indivíduo. Muitas vezes, a assistência de um conselheiro profissional pode ser útil para lidar com tal situação.

Infelizmente a maioria dos tipos de calvície não tem cura. O uso de injeções de corticóide tem sido útil como forma de tratamento da alopecia areata. Certos medicamentos como o minoxidil e finasterida têm sido usados para estimular o crescimento do cabelo, dando resultados em uma pequena porcentagem de indivíduos. Há ainda pessoas que recorrem ao transplante de cabelo.


maio 30th, 2010  
Tags: Alopecia, Alopecia Areata, Alopecia Cicatricial, Cabelos, Calvície, Couro Cabeludo, DHT, Dieta, Estresse, fios de cabelos, Folículo, Gravidez, Hereditariedade, hormonal, Medicamentos, Médico, Pêlos, Queda de Cabelo



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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