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Posts Tagged ‘Alopecia androgênica’

Fumo x Calvície – Fumar aumenta risco de calvície em homens, diz estudo

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Um estudo feito por cientistas em Taiwan sugere que homens fumantes correm mais risco de ficarem carecas.

O estudo, realizado pelo Far Eastern Memorial Hospital, em Taipei, indica que homens que fumam 20 ou mais cigarros por dia têm duas vezes mais chance de ter queda de cabelos moderada ou severa do que aqueles que nunca haviam fumado.

A pesquisa observou 740 homens em Taiwan com idade entre 40 e 90 anos e analisou o histórico da calvície na família, a intensidade com a qual fumavam e a idade com a qual começaram a perder cabelo.

Os cientistas descobriram também que homens caucasianos têm chances maiores de ficarem calvos do que os de ascendência asiática.

Publicada na revista científica Archives of Dermatology, a pesquisa indica ainda que o risco de calvície permanece elevado mesmo entre os ex-fumantes.

Segundo os cientistas, fumar danifica a estrutura genética dos folículos capilares, responsável pelo crescimento dos fios. O fumo pode ainda afetar as raízes das células necessárias para a circulação de sangue e hormônios.

A calvície masculina, conhecida cientificamente como alopecia androgênica, atinge dois terços dos homens adultos e entre suas principais causas estão fatores genéticos e hormonais.


maio 9th, 2011  
Tags: Alopecia androgênica, Calvície, Calvície Masculina, Calvos, Carecas, caucasianos, Crescimento, ex-fumantes, Fumar, Fumo, Genéticos, Homens, Hormonais, Hormônios, Queda de Cabelos



Calvíce Feminina – Tratamentos

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A calvíce feminina ou alopécia androgênica é um problema que deixa a mulher com auto-estima em baixa , com ansiedade e muita depressão. Afinal os cabelos são a moldura do rosto.É muito importante procurar imediatamente tratamento e recuperar novamente o crescimento do cabelo.

A calvíce é uma manifestação fisiológica que atinge principalmente os homens, mas que também pode afetar as mulheres. A calvíce aparece devido à uma herança genética e o histórico de calvíce pode vir tanto do lado da mãe como do pai.

O processo acontece devido a ação da enzima 5-alfa-redutase sobre o hormônio testosterona (a mulher também apresenta este tipo de hormônio, porém em menor quantidade que o homem) resultando no subproduto DHT (dihidrotestosterona). Este último age sobre os folículos pilosos, provocando o seu afinamento e miniaturização.

A calvíce feminina também pode aparecer por outros motivos como; anemia e alterações tireoideanas,porém a manifestação ocorre de forma diferente, também provocando rarefação dos cabelos mas sem o afinamento característico da alopécia androgênica.

A calvíce feminina pode ser mais intensa se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, a alopécia androgênica só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos.

Quais são os Tratamentos para a calvíce feminina?

O tratamento visa evitar a ação hormonal sobre os folículos, revertendo o processo de afinamento e miniaturização e é feito com o uso de anti-andrógenos (combatem a ação dos androgênios: hormônios masculinos).

Podem ser utilizados por via oral ou sob a forma de loções aplicadas no couro cabeludo. A finasterida, medicamento utilizado com sucesso no tratamento dos homens, não é indicada para o tratamento de mulheres, mas outros produtos podem obter resultados semelhantes.

Além disso é feito o estímulo ao crescimento dos cabelos, com suplementação vitamínica e substâncias de uso local.
O tratamento é contínuo e os resultados podem demorar um pouco a aparecer.É necessário ter paciência e perseverança. Muitas vezes é necessária a troca do medicamento até que se obtenha o melhor resultado. Se o tratamento for interrompido, o processo se reinicia e a queda voltará a acontecer.

Pode ser necessária uma avaliação hormonal e a realização de exames que excluam outras causas da queda dos cabelos, como o eflúvio telógeno e a alopécia areata. A indicação do melhor tratamento depende de cada caso e deve ser determinada pelo médico dermatologista.

No caso da alopécia areata, uma opção no tratamento são as injeções locais de corticóides e outras drogas que atacam as células que inibem o crescimento dos fios. As aplicações são realizadas em intervalos de 15 dias.

Geralmente, o tratamento da calvície feminina combina o uso de drogas tópicas e orais. A aplicação diária de loção de minoxidil, em concentrações de 2% a 5%.Shampoo à base de jaborandi e cisteína, também podem auxiliar no tratamento em conjunto com os medicamentos.

No tratamento oral, dependendo da história clínica e do resultado laboratorial, o médico também pode acrescentar alguns suplementos vitamínicos (principalmente aqueles à base de biotina, piridoxina e aminoácidos). Por exemplo: o acetato de ciproterona neutraliza os efeitos dos hormônios androgênios. Já a flutamida bloqueia o receptor andrógeno, diminuindo a quantidade do hormônio masculino na raiz do folículo capilar.

Outra opção no tratamento da calvície feminina é a iontoforese uma vez por semana. Ela consiste na introdução nos tecidos, por meio de corrente galvânica (elétrica), de uma fórmula à base de adstringentes, aminoácidos, vasodilatadores, vitaminas e outros medicamentos contra calvície.

Nota: As informações contidas neste blog e em seus artigos não substituem, em hipótese alguma, sua visita regular ao seu médico. Somente ele está apto a diagnosticar qualquer problema de saúde.

Fonte  Dermatologia.net


junho 28th, 2010  
Tags: Alopecia androgênica, Alopecia Areata, anti-andrógenos, Auto-Estima, Cabelos, Calvíce Feminina, cisteína, Depressão, Eflúvio Telógeno, enzima 5-alfa-redutase, Finasterida, Folículos, Folículos Pilosos, Herança Genética, Hormônios Masculinos, jaborandi, Minoxidil, suplementação vitamínica, Tratamento, Tratamentos, Via Oral



Cabelos caem mais no outono, mas nem sempre é calvície

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Notou que seus cabelos têm caído mais nesta época do ano? Calma! Não precisa se assustar. É que, durante o outono e o inverno, as madeixas entram naturalmente na parte do ciclo de maior queda, mas temos capacidade de repor o que foi perdido. No verão, são eliminados cerca de 70 fios e, nas estações frias, 100. Agora, se notar entradas, fios finos, curtos e ralos, o problema pode ser calvície, e isso sendo homem ou mulher.

Para tirar suas dúvidas sobre esse incômodo estético, confira abaixo suas causas, indícios e formas de tratamento:

1) A calvície (alopécia androgênica) é sempre hereditária e se caracteriza pela sensibilidade ao hormônio masculino DHT (dihidrotestosterona);

2) Se as madeixas caírem por conta de outras causas (como estresse, anemia por deficiência de ferro, dieta alimentar restritiva, doenças da tireoide, início ou interrupção do uso de anticoncepcionais orais), a situação é temporária. Após o tratamento, o paciente volta a ter o volume normal. No entanto, esses problemas podem se tornar gatilho para desenvolver a calvície em quem tem predisposição;

3) A calvície é gradativa e não um processo agudo de queda repentina. O que acontece é a miniaturização progressiva dos fios, ou seja, a transformação de fios grossos em finos e cada vez mais curtos;

4) Ao contrário do que muitos pensam, a calvície feminina é tão comum quanto a masculina, porém menos severa, porque o hormônio estrogênio protege contra a perda total dos fios, característica do homem;

5) O incômodo masculino começa na região das têmporas, formando as famosas entradas, e evolui atingindo o topo do couro cabeludo até a região do vertex (“coroa“). O feminino é caracterizado pelo cabelo mais ralo na região central e superior da cabeça, iniciando na linha média de repartição dos fios;

6) Os indícios podem começar a aparecer após a puberdade. No caso das mulheres, o pico é na década dos 30 anos (cerca de 25% das pessoas do sexo feminino) e após a menopausa (50%). No dos homens, 30% deles têm na década dos 30 anos, 40% na dos 40 e 50% na dos 50;

7) O tipo de tratamento depende do grau da calvície. A lista de possibilidades conta com loção capilar, cápsulas de vitaminas específicas, medicamento antiandrogênico para bloquear a formação do DHT, laser e transplante capilar;

8 ) Os medicamentos antiandrogênicos não causam impotência sexual. Podem diminuir a libido, mas a porcentagem de ocorrências é baixa: menos de 2%. Se houver queixas, não tem efeito cumulativo e nem definitivo;

9) O tratamento clínico recupera as raízes que ainda estão vivas, mas ainda não existe método que as multiplique. Portanto, se um rapaz tem entradas grandes e cabelo na quantidade normal na coroa, a medicação serve para preservar a área da coroa e a sugestão é apostar em transplante nas entradas;

Fonte Portal Terra


abril 30th, 2010  
Tags: Alopecia androgênica, anemia, anticoncepcionais orais, Cabelos, Calvície, Causas, coroa, curtos, DHT, Dihidrotestosterona, Entradas, Estresse, estrogênio, Ferro, Fios, fios finos, grau da calvície, Hereditária, homem, impotência sexual., Inverno, libido, Madeixas, Mulher, Outuno, predisposição, Problema, Puberdade, Queda, Ralos



Alopécia Androgênica (Calvície), o que é?

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O que é?

A alopécia androgênica ou calvície masculina é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença. A herança genética pode vir do lado paterno ou materno. É resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos, que começam a ser produzidos na adolescência.

Sob a ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase, a testosterona transforma-se em didrotestosterona (DHT), hormônio responsável pelo afinamento dos cabelos e diminuição progressiva dos folículos, que tem seu ciclo de vida normal encurtado. O resultado final é a calvície.

Manifestações clínicas

O resultado destes fenômenos é a queda continuada dos cabelos levando à rarefação e ao afastamento da linha de implantação para trás. A progressão do quadro leva à calvície, caracterizada pela ausência de cabelo na parte superior e frontal da cabeça, poupando as áreas laterais e posterior. Produção aumentada de oleosidade e descamação no couro cabeludo (caspa) também podem estar presentes.

As mulheres com níveis hormonais normais também podem ser atingidas, porém não chegam à calvície total, apresentando um quadro de rarefação difusa dos pêlos que também tornam-se mais finos. Geralmente as manifestações agravam-se após a menopausa.

Tratamento

O tratamento visa o prolongamento da vida útil dos folículos pilosos retardando o processo de queda dos cabelos. Pode ser feito através do uso de substâncias aplicadas diretamente no couro cabeludo ou com medicamentos via oral. Também é importante melhorar as condições do couro cabeludo, controlando a dermatite seborréica que, às vezes, acompanha o quadro.

A finasterida, substância também utilizada para o tratamento de doenças da próstata, revolucionou o tratamento da alopécia androgênica, pois bloqueia a ação da enzima que dá origem à DHT. Os resultados dos estudos demostraram boa eficácia no controle da queda dos cabelos (cerca de 86%) e até mesmo na reversão de pêlos velus (finos e pequenos) para pêlos normais (cerca de 48%), caracterizando a repilação (veja fotos abaixo).

A indicação do tratamento mais apropriado vai depender de cada caso, devendo ser feita por um médico dermatologista.


julho 4th, 2009  
Tags: Adolescência, Alopecia androgênica, Cabelos, Calvície, Couro Cabeludo, DHT, Didrotestosterona, Doença, Doenças da Próstata, Finasterida, Folículos, Folículos Pilosos, Herança Genética, Hormônios Masculinos, Masculina, Materno, Médico Dermatologista, Menopausa, Mulheres, Paterno, Queda, Rarefação, Testosterona, Tratamento, Via Oral



Novos fatores genéticos da calvície são descobertos

Calvície, Calvície Feminina, Mundo, Queda de Cabelo, Tratamento 0 Comment »

foto-calvicie-carecaNovos fatores genéticos de risco para a calvície foram identificados em dois estudos independentes publicados na edição on-line da revista Nature Genetics.

Um terço dos homens aos 45 anos são afetados, em diferentes níveis, pela alopécia androgênica (ou calvície masculina). O problema não tem apenas implicações sociais, mas até mesmo foi relacionado com problemas como doenças coronárias.

Estudos anteriores haviam identificado que variações no gene que codifica o receptor de androgênio (hormônio controlador do crescimento dos órgãos sexuais masculinos) contribuem para a suscetibilidade do problema, mas fatores genéticos de risco adicionais não haviam sido descobertos.

Nos artigos publicados agora, os dois grupos verificaram a estreita relação entre a calvície masculina e ocorrência de duas variantes no cromossomo 20. Segundo o estudo de Tim Spector, do King’s College de Londres, e colegas, o aumento do risco é muito expressivo.

As variantes estão próximas dos genes pax1 e foxa2. De acordo com o grupo, indivíduos com as duas variantes têm risco sete vezes maior de desenvolver calvície.

Embora a descoberta represente um importante avanço científico, os autores dos dois estudos apontam que ela não implica o desenvolvimento de novas formas de tratamento.

FONTE: Agência Fapesp


maio 7th, 2009  
Tags: Alopecia androgênica, Calvície, Fatores Genético, Genes, Queda de Cabelo



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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