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Posts Tagged ‘Alopecia Androgenética’

Conheça a alopecia androgenética, tipo de “calvície feminina”

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A queda acentuada de cabelo entre mulheres é muito mais comum do que se imagina. Ao contrário do que se pensa, a calvície não é um problema só dos homens. Pesquisas indicam que uma entre cada cinco mulheres pode apresentar um tipo ralo e fino de cabelo e rarefações em algumas áreas ao longo da vida. Chamada de alopecia androgenética, o problema tem causa ainda desconhecida, mas provavelmente é multifatorial, com evidentes componentes autoimunes e genéticos.

Em geral, os cabelos vão diminuindo em força e em número, de maneira lenta e progressiva. Nesse tipo de calvície, não ocorrem áreas completamente calvas, nem as entradas tão características dos homens. Nas mulheres afetadas, os fios de cabelo da parte superior da cabeça ficam finos e rarefeitos e não crescem como antes. Isso acontece pela ação de hormônios masculinos nas raízes dos cabelos. No caso da mulher com tendência à calvície, as raízes dos cabelos são hipersensíveis a esses hormônios e ficam menores. Esse processo vai piorando com o tempo. Consequentemente, os fios de cabelo se tornam finos, rarefeitos e não crescem como antes. Essa situação progride lentamente ao longo dos anos. O problema pode começar a partir dos 20 anos, mas como a evolução é lenta, boa parte das pacientes nem se dá conta de quando seus cabelos começaram a fraquejar. O problema piora ainda mais depois da menopausa, quando diminuem os hormônios femininos.

Se confirmada a suspeita de calvície feminina, é a vez do tratamento, que muitas vezes deve ser mantido por toda a vida, sendo possível prevenir, estacionar ou até reverter o processo.

O que pode ser feito

:: Fumo, uso excessivo do secador, escova e chapinha pode levar à queda acentuada dos fios. Não puxe exageradamente os cabelos ao se pentear. Coques e rabos muito apertados podem causar uma espécie de queda de cabelo denominada alopecia de tração.

:: Preocupe-se com a qualidade da alimentação e discuta com seu médico se no seu caso seria recomendável um suplemento vitamínico.

:: Pesquise distúrbios hormonais, infertilidade, hirsutismo, acne, obesidade, diabetes, a fim de diagnosticar eventuais doenças como a síndrome dos ovários policísticos e a chamada síndrome de SAHA (seborreia, alopecia, hirsutismo e acne, que aparecem combinadamente).

:: A associação da perda excessiva de cabelos de forma aguda (chamado de eflúvio felógeno) e condições como o pós-parto, regimes de emagrecimento, deficiência de ferro, zinco e proteínas devem ser considerados como um fator desencadeador e tratados com atenção.

:: Nada do que se faça no fio e que não interfira no couro cabeludo causará mudanças na raiz. Logo, cortar ou raspar pouco influenciam.

:: De 60% a 90% da composição capilar é aminoácido. Portanto, uma alimentação rica em proteínas pode melhorar a qualidade dos fios e deixá-los mais fortes.

:: É normal perder cem fios se eles tiverem sendo repostos. Porém, se a pessoas estiver perdendo nitidamente mais cabelo do que o usual (verifique escova, toalhas e travesseiros), procure ajuda.


dezembro 9th, 2011  
Tags: Alopecia Androgenética, autoimunes, Cabelo, Cabelos, Calvície, Genéticos, hormônios femininos, Mulheres, multifatorial, Queda



Calvície: medicina tem boas notícias para quem está em busca dos fios de cabelos perdidos

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A popular marchinha de Carnaval escrita em 1942 por Roberto Roberti e Arlindo Marques Jr. pregava que “é dos carecas que elas gostam mais”. Mesmo que a frase seja simpática, pouco adianta para amenizar o efeito da calvície na autoestima masculina. A verdade é que é difícil encontrar um homem que se contente ao ver seu patrimônio capilar rarear.

Muitos, para disfarçar as falhas no couro cabeludo, fazem verdadeiros malabarismos tentando redistribuir as madeixas remanescentes. E a notícia não é nada animadora: invariavelmente, metade dos homens ficará calvo entre a puberdade e os 50 anos. Destes, 10% se incomodam tanto com a característica que saem em busca de tratamentos e poções miraculosas. Alternativas não faltam. Vão desde:

- Comprimidos;
- Aplicações de laser;
- Loções;
- E transplante capilar.

O problema ataca também as mulheres. Elas têm o problema na mesma proporção, porém em menor intensidade do que se pode ver nos homens.

— Elas não chegam a ficar completamente carecas, apenas com menos cabelos .

A explicação é que a mulher é protegida por uma enzima do couro cabeludo chamada aromatase, que não permite que a testosterona disponível no organismo se transforme em dihidrotestosterona, hormônio que faz com que os folículos pilosos geneticamente propensos se debilitem à medida que passam mais tempo expostos a essa substância. Por consequência, os cabelos duram menos tempo e crescem cada vez mais fracos, até que a raiz morra.

— Os medicamentos preventivos atuam bloqueando a ação da dihidrotestosterona,permitindo que os cabelos durem mais .

Nem todo careca pode ser chamado de calvo. Calvície é a alopecia androgenética, que está ligada a fatores hereditários. Existem outras causas que também podem derrubar os fios temporariamente. Uma das mais comuns está ligada ao estresse.

— Quem passa por um estresse intenso e tem perda de cabelo, se não tiver o gene para a calvície, recupera todo os fios perdidos

Um dos medicamentos mais adotados por quem trata do problema é uma loção que provoca vasodilatação do couro cabeludo e melhora em 30% dos casos: o aporte sanguíneo na região, tornando mais efetivo o transporte de nutrientes. Há ainda opções com medicações orais, injeções na cabeça (intradermoterapia), uso de laser frio no couro cabeludo para estimular a circulação, xampu para oleosidade. Geralmente, espera-se que em dois anos surta algum efeito no tratamento.

Segundo especialistas, apesar de não haver métodos cem por cento eficazes de prevenção, quanto mais cedo se procura ajuda, mais chances têm de minimizar a evolução do quadro.

— A raiz que morreu não pode ser mais recuperada, exceto com transplante capilar. O tratamento é para toda a vida — alerta o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Gustavo Pinto Corrêa.

Transplante é boa alternativa

Método existente há mais de sete décadas, a cirurgia de transplante capilar já foi alvo de desapontamentos ao longo dos anos pela aparência nada natural que conferia aos pacientes. De 10 anos para cá, aprimoramentos na técnica permitem copiar a natureza e reabastecer a careca de forma sutil, numa espécie de artesanato, onde os fios são aplicados um a um.

— Antigamente, faziam retalhos para implantar e ficava aquela aparência de cabeça de boneca ou plantação de cebola. Agora não há mais necessidade de levantar o couro cabeludo para aplicar o cabelo.

Dentre as cirurgias plásticas, essa é a mais artesanal e a mais distante da perfeição. Ela pode ser feita em ambos os sexos, mas não sem antes avaliar a progressão da calvície. É a segunda cirurgia plástica mais realizada no homem. A primeira é a lipoaspiração.


setembro 13th, 2011  
Tags: Alopecia Androgenética, Alternativas, Área doadora, aromatase, Autoestima, Calvície, Calvo, Capilar, Careca, Carecas, Cirurgia Plástica, Couro Cabeludo, Dihidrotestosterona, enzima, Estresse, Folículos Pilosos, homem, Hormônio, Masculina, Mulheres, Perda de Cabelo, Testosterona, Transplante Capilar



Calvície masculina – Especialista esclarece dúvidas sobre queda de cabelo

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Ao longo dos anos, uma grande diversidade de informações vem sendo transmitida no sentido de trazer maior ou menor conforto aos calvos.

Muito se fala nos dias de hoje sobre queda de cabelos, calvície e etc. Mas o que é verdade e o que é mito nesta doença tão polêmica e popular?

Tires suas dúvidas sobre alopecia androgenética, mais conhecida como calvície.

Estresse provoca queda de cabelos

VERDADE. O estresse, seja físico ou emocional, provoca alterações hormonais que podem levar à queda dos fios.
Lavar os cabelos diariamente aumenta a queda

MITO. A detergência do shampoo pode ressecar os fios, mas jamais levar à queda.
O que leva à perda de cabelo é o excesso de testosterona; logo os carecas são mais potentes

MITO. Infelizmente, para os calvos, a perda de cabelo não é provocada por um aumento na produção de hormônios masculinos, mas sim pela quantidade maior da enzima 5-alfa-redutase, que é determinada geneticamente e não tem nada a ver com virilidade.
Usar gel causa queda de cabelo

MITO. Usar gel não favorece a queda dos fios, mas é bom evitar dormir com gel nos cabelos, pois ficam endurecidos e podem quebrar com mais facilidade.
Os cabelos caem mais no inverno

VERDADE. Nos meses frios, sensores de luz localizados na pele recebem menos luminosidade. Essa mudança diminui o estímulo da divisão celular, o que gera um número menor de fios e ainda enfraquece a raiz.

O resultado: além de os fios caírem mais rápido, eles também nascem mais devagar. É também nessa época de mudanças climáticas que aumenta a incidência de dermatite seborréica  a caspa.
Alguns esportes danificam os cabelos e levam à queda

MITO. Atletas que tiverem tendência à calvície ficarão calvos independentemente do esporte ou atividade física.
A caspa favorece a queda

MITO. Ela pode ser um coadjuvante da queda, mas não a desencadeadora. A confusão se dá porque cerca de 70% dos calvos têm dermatite seborréica (oleosidade e descamação do couro cabeludo).
Cortar os cabelos interfere na queda dos fios

MITO. Cortar o fio do cabelo não interfere em nada com o seu crescimento e nem provoca a sua alteração. As causas de queda de cabelo de origem hormonal ou hereditária abrangem apenas a parte das raízes, onde o cabeleireiro não exerce influência.
Usar boné faz cair os cabelos

MITO. O uso do boné não faz cair os cabelos, mas pode interferir em algumas pessoas que exageram no uso do boné. Pois pode agravar doenças como a dermatite seborréica, que pode ser um coadjuvante da queda.
Perco mais cabelos se penteá-los ou escová-los

MITO. Caem apenas os cabelos que já completaram o seu ciclo de vida. Sendo assim, não faz diferença se isso ocorre durante a escovação ou mais tarde, espontaneamente.
Condicionador pode causar a queda dos cabelos

MITO. O condicionador não causa a queda de cabelos, o que ocorre é que os fios que já estão na fase de queda cairão com mais facilidade. Mas o ideal é que o condicionador seja utilizado apenas nos fios e não diretamente no couro cabeludo, pois pode agravar a dermatite seborréica e favorecer a queda.
Oleosidade faz o cabelo cair

VERDADE. A oleosidade é outro fator geralmente associado à queda de cabelos em homens. Isto ocorre porque os estímulos que fazem os cabelos caírem são os mesmos que elevam a produção do sebo no couro cabeludo.
Anabolizantes diminuem a queda capilar

MITO. Homens que tomam medicações anabolizantes, que agem de forma parecida à testosterona, ou mesmo aqueles que usam variações da própria testosterona como reposição hormonal ou para ganhos na massa muscular, poderão experimentar queda de cabelos aumentada e aceleração da calvície.
Calvície tem tratamento

VERDADE. Quanto mais cedo começar o tratamento contra calvície, melhor. Somente o dermatologista poderá prescrever o tratamento mais adequado.


abril 18th, 2011  
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Qual é a diferença entre alopécia e calvície

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Alopécia ou alopecia – é a redução parcial ou total de pelos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter uma evolução progressiva, resolução espontânea ou controlada com tratamento médico. Quando afeta todo os pelos do corpo, é chamada de alopécia universal.

O dicionário Aurélio registra a possibilidade de dupla pronúncia, ou seja, pronúncia facultativa. Alopécia ou Alopecia, ambas paroxítonas, a primeira, paroxítona terminada em ditongo crescente e a segunda, paroxítona terminada em hiato. As causas dessa doença são:

Calvície - é uma forma de alopécia caracterizada por uma gradual e progressiva perda de cabelos devido a fatores hereditários. O tipo mais comum de calvície masculina é a alopecia androgenética, ou calvície de padrão masculino. Ocorre em aproximadamente 50% dos homens.


outubro 11th, 2010  
Tags: Alopecia, Alopecia Androgenética, Alopecia Universal, Cabelos, Calvície, Causas, Hereditários, Homens, Pele, Pêlos, Tratamento Médico



Tratamento pode retardar aparecimento da calvície

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No mundo, há cerca de dois bilhões de pessoas calvas, sendo que apenas 5% são mulheres. Só no Brasil, estima-se que existam cerca de 40 milhões de homens calvos. Quem sofre mais com a calvície são os homens jovens. Entre os que possuem tendência genética, 80% desenvolvem a calvície entre 24 e 26 anos de idade, 15% apresentam os sintomas aos 17 anos, e só 5% precisam lidar com o problema após os 30 anos.

A calvície, tecnicamente chamada de alopecia androgenética (ou androgênica), é caracterizada pela queda constante do cabelo, deixando a pessoa careca. Pode ser de causa genética (95% dos casos) ou hormonal e é progressiva. Já a queda temporária, diferente da calvície, pode ser causada por vários fatores, um deles é o estresse.

A calvície masculina não é uma doença. É o resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência. Sob a ação da enzima 5-alfa-redutase, a testosterona transforma-se em diidrotestosterona (DHT), hormônio responsável pelo afinamento dos cabelos e diminuição progressiva dos folículos, provocando o problema.

Muitas fórmulas milagrosas são testadas pelos carecas na tentativa de ficar livre do problema, mas esmagar comprimidos de anticoncepcionais e acrescentá-los ao xampu, não costuma fazer efeito. Para isso, já estão disponíveis no mercado medicamentos que fazem efeito a partir do terceiro mês de uso. O tratamento de comprimidos combinado com aplicações no couro cabeludo pode trazer bons resultados. Há ainda a opção do implante, que é feito com anestesia local e, após dois meses, os cabelos começam a crescer.


setembro 13th, 2010  
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Calvície, preocupação dos homens – Saiba mais detalhes

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Por que os cabelos caem?

São diversos os motivos, mas a principal delas e a calvície ou alopecia androgenética, ou seja, uma predisposição do indivíduo a desenvolver essa característica relacionada com fatores genéticos, neste caso a testosterona, hormônio masculino, sendo que o “vilão” por isto – e responsável – é o DiHidroTestosterona (DHT).

Existem diversos outros fatores que podem ocasionar a calvície:

* Traumática
* Secundária
* Seborréica
* Emocional
* Areata

Como tratar?

O melhor tratamento ainda e a prevenção, quanto antes for diagnosticado a pré-disposicão do paciente, melhor e mais avançado será o tratamento, um dermatologista de confiança irá indicar a melhor forma para amenizar os sintomas da queda, e já existem tratamentos muito eficientes no mercado, podendo ser via oral, tópico, laser, dentre outros.

Mas e se eu já fiquei sem cabelos?

Cuidado, esse é o ponto mais importante, existem tratamentos paliativos, mas infelizmente nem todos esses são eficazes. Cuidado ao colocar uma prótese capilar e não ficar com aparência de “playmobill”.

O mais eficiente seria realmente o transplante capilar, que consiste em retirar fios de uma área ainda não atingida pela calvície e transplanta-los para a área já atingida. É um procedimento demorado e requer do profissional muita destreza, sabedoria e especialização.

E poderá ser divido em:

Técnica Folicular: consiste em reproduzir na área calva o mesmo tipo de implantação e distribuição que existe na área doadora do indivíduo.

MegaMicrotransplante Folicular: Procedimento que utiliza as principais tecnologias do momento com objetivo de alcançar a maior quantidade e densidade dos cabelos numa mesma sessão.

Mega: mais de 2.000 enxertos.

Micro: por utilizar microscópios.

Dense Packing (Alta Densidade): Esta é uma técnica utilizada para conseguir maior densidade aos cabelos.

FUE (Follicular Unit Extraction): consiste em remover as unidades diretamente da área doadora do couro cabeludo, por meio de bisturis circulares de um a dois milímetros sem cortes lineares.

Técnica Coronal: Esta técnica é mais indicada para quem tem cabelos finos e muito lisos. Os enxertos são colocados num plano bem inclinado em relação à superfície do couro cabeludo (10 a 30 graus) variando para mais ou menos, dependendo da localização.

Cuidados com a escolha do profissional pra realizar o procedimento:

* Saiba do trabalho do profissional, busque referência, segurança, a melhor indicação ainda e daquele amigo que já fez a cirurgia antes que você.
* Entenda o trabalho do profissional, se necessário, passe por mais de uma consulta, como esse trabalho e algo extremamente metódico, escolha um profissional dedicado e perfeccionista, acredite, isso será necessário em caso de cirurgia.

Por fim, se ao ler esta matéria você ainda possui seus cabelos, procure um dermatologista e invista em prevenção, ainda é o melhor remédio.


setembro 3rd, 2010  
Tags: Alopecia Androgenética, Cabelos, Calvície, detalhes, DHT, Dihidrotestosterona, fatores genéticos, Homens, Hormônio Masculino, motivos, playmobill, predisposição, Testosterona, Tratamento



Tratamento médico diminue a calvície – A queda de cabelo atinge homens e mulheres

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Se seu cabelo cai toda vez que você o penteia ou o lava, saiba que você é uma pessoa normal. Nossos cabelos estão sempre caindo e sendo repostos. A calvície acontece quando a taxa de queda de cabelos é superior ao normal e não há a reposição desses fios.

Ela é bem mais comum nos homens, mas também acomete algumas mulheres. Mesmo que ela seja vista como um processo irreversível, e calvície pode ser combatida, sim.

Homens
A alopécia androgenética, ou calvície, é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença. A herança pode vir do lado paterno ou materno e é resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona).

Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima e é transformada em um hormônio que vai agir sobre os folículos pilosos, promovendo a sua diminuição progressiva a cada ciclo de crescimento dos cabelos, que vão se tornando menores e mais finos.

O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície. É bem comum os homens acharem que se trata de algo normal, mas vale à pena consultar um dermatologista quando sentir que os fios estão rareando. Isso porque o grau de recuperação depende de fatores como a idade do homem, o quanto ele já perdeu de cabelo e qual o objetivo final.

Resumindo: um homem que começou a perder o cabelo agora tem mais chance de que ele volte a crescer em relação a alguém que já é calvo há vários anos.
E nas mulheres?

A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação dos cabelos, que se tornam finos e têm seu tamanho diminuído. Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada.

O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, calvice só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos. Já a perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície. Isso é um processo normal do organismo feminino.

Os tratamentos

A chance contra o fim da calvície se deve ao uso de finasterida, um medicamento que atua bloqueando o processo que leva à perda dos cabelos. Segundo alguns estudos, a finasterida interrompe a evolução da calvície em 86% dos homens tratados.

O medicamento era originalmente utilizado para o tratamento do aumento da próstata. A observação de seus efeitos sobre a calvície de pacientes que utilizavam o produto para esta finalidade chamou a atenção de um laboratório, que acabou produzindo um medicamento próprio para tratar a calvície. Mas só mesmo o médico pode indicar o tratamento correto, mesmo porque, para as mulheres, a finasterida não costuma ser indicada.

Ajuda no tratamento

Mantenha uma vida saudável e uma alimentação rica em aminoácidos e proteínas, cobre, ferro, zinco, óleo de linhaça e complexo B, além de fazer exercícios físicos. Esses fatores contribuem para uma boa nutrição capilar e irrigação do couro cabeludo.

Lave sempre o cabelo com xampu neutro e sem sal para remover a sujeira e o sebo em excesso sem alterar o pH do couro cabeludo. Crie o hábito de massagear o couro cabeludo. A massagem deve começar na parte frontal da cabeça e nas têmporas, continuando na nuca e terminando no alto do crânio. Isso ativa a circulação.

Fonte: Minha Vida


julho 28th, 2010  
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Combata a calvície – Um drama que tem tratamento

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Se seu cabelo cai toda vez que você o penteia ou o lava, saiba que você é uma pessoa normal. Nossos cabelos estão sempre caindo e sendo repostos.

A calvície acontece quando a taxa de queda de cabelos é superior ao normal e não há a reposição desses fios. Ela é bem mais comum nos homens, mas também acomete algumas mulheres. E pode ser combatida, sim. Entenda como!

Homens
A alopécia androgenética ou calvície é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença.

A herança pode vir do lado paterno ou materno e é resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona).

Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase, e é transformada em diidrotestosterona (DHT), que vai agir sobre os folículos pilosos, promovendo a sua diminuição progressiva a cada ciclo de crescimento dos cabelos, que vão se tornando menores e mais finos.

O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície.

“A perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície”.

E nas mulheres?
A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação dos cabelos, que se tornam finos e têm seu tamanho diminuído.

Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada. O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo.

Em algumas mulheres, a alopécia só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos. Já a perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície, ok? Isso é um processo normal do organismo feminino.

Os tratamentos
A chance contra o fim da calvície se deve ao uso de finasterida, um medicamento que atua bloqueando o processo que leva à perda dos cabelos. Segundo alguns estudos, a finasterida interrompe a evolução da calvície em 86% dos homens tratados.

O medicamento era originalmente utilizado para o tratamento do aumento da próstata. A observação de seus efeitos sobre a calvície de pacientes que utilizavam o produto para esta finalidade chamou a atenção de um laboratório, que acabou produzindo um medicamento próprio para tratar a calvície.

Mas só mesmo o médico pode indicar o tratamento correto, mesmo porque, para as mulheres, a finasterida não costuma ser indicada.

Ajuda no tratamento
Mantenha uma vida saudável e uma alimentação rica em aminoácidos e proteínas; cobre, ferro, zinco, óleo de linhaça e complexo B, além de fazer exercícios físicos. Esses fatores contribuem para uma boa nutrição capilar e irrigação do couro cabeludo.

Lave sempre o cabelo com xampu de pH neutro e sem sal para remover a sujeira e o sebo em excesso sem alterar o pH do couro cabeludo.

Crie o hábito de massagear o couro cabeludo. A massagem deve começar na parte frontal da cabeça e nas têmporas, continuando na nuca e terminando no alto do crânio. Isso ativa a circulação.

Não ache que é normal
É bem comum os homens acharem que se trata de algo normal, mas vale a pena consultar um dermatologista quando sentir que os fios estão rareando.

Isso porque o grau de recuperação depende de fatores como a idade do homem, o quanto ele já perdeu de cabelo e qual o objetivo final.

Resumindo: um homem que começou a perder o cabelo agora tem mais chance de que ele volte a crescer em relação a alguém que já é calvo há vários anos. Cuide-se.

Fonte: Site Minha vida


junho 22nd, 2010  
Tags: Adolescência, Alopecia Androgenética, Cabelo, Cabelos, Calvície, Combata, Couro Cabeludo, DHT, diidrotestosterona, Doença, Fios, Folículos Pilosos, Genética, Gravidez, Homens, Hormônios Masculinos, hormônios sexuais, Mulheres, Queda de Cabelos, Testosterona, Tratamento



Calvície – A queda dos fios pode ser causada por doenças ou herança genética. Conheça as causas e soluções para este problema

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Uma das poucas coisas que deixam o público masculino em pânico são aquelas entradinhas laterais nos cabelos que evidenciam o início do fim da farta cabeleira. Pior ainda são aquelas coroinhas bem no centro do couro cabeludo, bem difíceis de disfarçar. A calvície masculina, ou alopecia androgenética, é um problema de fator genético (materno ou paterno) ou hormonal.

A queda dos fios se inicia em período variável, dependendo da tendência de cada indivíduo. Em geral, começa após os 15 anos e o ritmo da queda depende da predisposição genética.

Um estudo publicado recentemente pela revista Epidemiology mostra que a calvície afeta cerca de 25% dos homens de até 30 anos, 50% daqueles com 50 anos e 80% daqueles com 70 anos – e isso está relacionado a maiores níveis de dihidrotestosterona, andrógeno potente produzido nos homens e considerado 3 vezes mais potente do que a testosterona.

A perda de cabelo é a reclamação número um nos consultórios dos dermatologistas. O que muitas vezes é um pesadelo, pode ser causado por doenças emocionais. “A novidade é que há um tipo de queda por estresse (o chamado eflúvio telógeno), que pode acompanhar um quadro de calvície masculina e agravá-lo, dando a falsa impressão de que a situação é que está piorando”.

Se o seu pai ou avô apresentam este problema, tome cuidado redobrado! A boa notícia é que, na maioria dos casos, existe solução.

Saiba como se prevenir

* Mudança de hábitos: vale evitar o excesso de álcool, de cafeína, de nicotina e alguns medicamentos, como antidepressivos e anfetaminas;

* Vá ao médico e solicite orientações de suplementação vitamínica e controle da caspa, meios que auxiliam na reverção do quadro;

* Controle da seborréia (popular caspa), uso de medicamentos que mantêm os cabelos que iriam cair por mais tempo (uso local) até o de inibidores da ação periférica dos hormônios masculinos no cabelo, sendo o mais conhecido a finasterida.


maio 8th, 2010  
Tags: Alopecia Androgenética, Calvície, Calvície Masculina, Causas, Couro Cabeludo, Doenças, Herança Genética, Masculino, Queda dos fios, Soluções



Enfrentando a Calvície: Calvície Genética

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A quase totalidade dos casos de calvície masculina é de origem genética e hormonal, sendo chamada de alopécia androgenética masculina ou calvície masculina. A calvície masculina pode-se iniciar logo após a puberdade, sendo mais evidente após os 25-30 anos.

A característica básica é o afinamento progressivo dos fios de cabelo na área acometida (entradas, topo e coroa) e cabelos normais nas áreas não afetadas (região lateral e posterior cabeça). Nos locais atingidos pela calvície os cabelos podem apresentar menor volume ou diminuição na velocidade de crescimento, ou ainda importante afinamento dos fios de cabelo (miniaturização do cabelo). O principal fator da calvície masculina é a presença do hormônio sexual masculino DHT (dihidrotestosterona) agindo sobre um cabelo geneticamente susceptível. O DHTcausa um lento e progressivo afinamento. Este processo de calvície ocorre somente nas áreas susceptíveis do couro cabeludo, poupando assim as laterais e a região posterior do couro cabeludo.

Outras doenças podem dar queda de cabelo sem se tratar de calvície, por exemplo: alopécia areata ou pelada (áreas ovaladas sem cabelo podem surgir em qualquer local do cabelo, barba, sobrancelhas ou até em outras partes do corpo), alguns tipos de micoses no couro cabeludo como a tinha do couro cabeludo (o fungo “quebra” a haste do cabelo originando áreas de cabelo muito curto), infecções bacterianas do couro cabeludo e doenças inflamatórias (como lupus, esclerodermia) que quando muito severas podem evoluir com cicatrizes, deixando áreas cicatriciaais sem crescimento de cabelo. Acidentes e queimaduras também podem deixar área cicatricial sem cabelo.

Importante: diagnóstico exige exame dermatológico criterioso para diferenciar entre todos esses quadros. Por isso não faça auto medicação sem conhecer a causa do seu problema.


abril 29th, 2010  
Tags: afinamento progressivo dos fios de cabelo, Alopecia Androgenética, Alopecia Areata, auto medicação, Barba, Cabelo, Calvície Masculina, Causa, coroa, Couro Cabeludo, Genética, hormonal, Pelada, Problema, Sobrancelhas



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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