CIC – Centro de Implante e Transplante Capilar
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Calvície masculina – Tipos de tratamentos para queda de cabelo

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1 – Propecia

O Propecia é um dos remédios mais populares contra a queda de cabelo. Trata-se da finasterida, um inibidor androgênico. Atua inibindo a produção de DHT, e com isso, impedindo a queda de cabelo, e quiçá, gerando seu crescimento. A maioria dos especialistas concorda que atualmente é o medicamento mais efetivo.

É usado na forma de comprimidos, ingeridos diariamente, e costuma apresentar resultados após 3 meses. Por ser de administração sistêmica, ou seja, todo o organismo recebe a substância, pode estar associado a efeitos colaterais, como perda de desejo sexual.

Para atletas, é considerado doping (vide Marcão, jogador do Internacional, e Romário, do Vasco). Não pode ser utilizado por mulheres (se for o caso, claro).

2 – Rogaine

Rogaine é uma loção capilar à base de minoxidil, medicamento originalmente utilizado para controle de pressão arterial. Alguns medicamentos anti-hipertensivos agem por provocar vasodilatação, e o minoxidil também o faz.

Assim, seus efeitos, quando aplicado de forma tópica, se dão através da melhora da vascularização dos folículos atrofiados. Estudos mostraram que muitos pacientes, após o uso de Rogaine por 4 meses, duas vezes por dia, apresentam novo crescimento capilar.

3 – Revivogen

Ainda não aprovado pelo FDA americano, o Revivogen é uma fórmula natural que contém ingredientes comprovadamente inibidores da ação da DHT.

Diferentemente do Propecia, ele também inibe a ligação da DHT ao receptor, e com a vantagem de não afetar a produção de DHT pelo resto do organismo, pois trata-se de uma loção. Pode ser utlizado por mulheres. É medicação promissora, mas ainda necessita de aprovação científica. Porém, já pode ser conseguida no Brasil.


junho 13th, 2010  
Tags: anti-hipertensivos, Comprimidos, crescimento capilar., desejo sexual, DHT, Especialistas, Finasterida, Folículos, loção capilar, Minoxidil, pressão arterial, Propecia, Queda de Cabelo, Remédios, Revivogen, Rogaine, vasodilatação



Calvície: Causas e tratamentos para queda capilar

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A calvície é um problema que afeta cerca de 50% dos homens até a 5ª década de vida. Normalmente começa na fase final da adolescência e início da fase adulta. Apesar disto podem ser observados casos de calvícies que se iniciam após os 20, 30, 40 a até mesmo 50 anos de vida.

Uma das características mais importantes da calvície é a forma variada com que a mesma se manifesta. Pode-se apresentar com aumento da perda capilar perceptível através da queda ou apenas por uma rarefação dos cabelos, sem que o paciente perceba queda. A área afetada é a de topo da cabeça iniciando-se normalmente nas regiões de linha frontal do couro cabeludo ou na coroa.

É quase um consenso a queixa por parte dos pacientes de que seus fios afinam e ficam mais fracos. É também comum a percepção de oleosidade importante ou aumentada no couro cabeludo.

A velocidade de aparecimento e evolução varia de caso a caso podendo ser mais acelerada de acordo com a genética ou estilo de vida do paciente. No que diz respeito ao estilo de vida é sabido que os fumantes, etilistas, pacientes mais estressados, ansiosos, os que dormem mal, se alimentam de maneira inadequada e não fazem atividades físicas, costumam perceber velocidade maior de progressão da calvície.

Uma vez que a calvície começa a se instalar é muito comum percebermos que questões psicológicas também aparecem. Os pacientes, à medida que perdem cabelos, se tornam mais ansiosos, preocupados, deprimidos, inseguros e desenvolvem quadro de baixa auto-estima. Esta situação citada em alguns textos como complexo de Sansão, figura da mitologia que perdia suas forças quando tinha seus cabelos cortados, é uma realidade frequente nos consultórios de tricologia (medicina capilar).

Atualmente, os tratamentos medicamentosos são as principais opções e costumam ser mais efetivos quando os pacientes começam a ser tradados logo no início do quadro. Calvícies moderadas também podem ter benefícios com o uso de medicamentos. Para os casos mais avançados são indicações os transplantes capilares ou próteses.

É fato que a calvície é uma manifestação que causa desconforto, mas as possibilidades terapêuticas do mercado atual são inúmeras e permitem a redução da velocidade de evolução do quadro, a interrupção do processo de calvície e, naqueles que se adequam melhor ao tratamento e o seguem com disciplina, é esperado melhora do quadro com recuperação parcial ou total dos cabelos.


maio 21st, 2010  
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Enfrentando a Calvície: Calvície Genética

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A quase totalidade dos casos de calvície masculina é de origem genética e hormonal, sendo chamada de alopécia androgenética masculina ou calvície masculina. A calvície masculina pode-se iniciar logo após a puberdade, sendo mais evidente após os 25-30 anos.

A característica básica é o afinamento progressivo dos fios de cabelo na área acometida (entradas, topo e coroa) e cabelos normais nas áreas não afetadas (região lateral e posterior cabeça). Nos locais atingidos pela calvície os cabelos podem apresentar menor volume ou diminuição na velocidade de crescimento, ou ainda importante afinamento dos fios de cabelo (miniaturização do cabelo). O principal fator da calvície masculina é a presença do hormônio sexual masculino DHT (dihidrotestosterona) agindo sobre um cabelo geneticamente susceptível. O DHTcausa um lento e progressivo afinamento. Este processo de calvície ocorre somente nas áreas susceptíveis do couro cabeludo, poupando assim as laterais e a região posterior do couro cabeludo.

Outras doenças podem dar queda de cabelo sem se tratar de calvície, por exemplo: alopécia areata ou pelada (áreas ovaladas sem cabelo podem surgir em qualquer local do cabelo, barba, sobrancelhas ou até em outras partes do corpo), alguns tipos de micoses no couro cabeludo como a tinha do couro cabeludo (o fungo “quebra” a haste do cabelo originando áreas de cabelo muito curto), infecções bacterianas do couro cabeludo e doenças inflamatórias (como lupus, esclerodermia) que quando muito severas podem evoluir com cicatrizes, deixando áreas cicatriciaais sem crescimento de cabelo. Acidentes e queimaduras também podem deixar área cicatricial sem cabelo.

Importante: diagnóstico exige exame dermatológico criterioso para diferenciar entre todos esses quadros. Por isso não faça auto medicação sem conhecer a causa do seu problema.


abril 29th, 2010  
Tags: afinamento progressivo dos fios de cabelo, Alopecia Androgenética, Alopecia Areata, auto medicação, Barba, Cabelo, Calvície Masculina, Causa, coroa, Couro Cabeludo, Genética, hormonal, Pelada, Problema, Sobrancelhas



Você só fica careca se quiser – Hábitos saudáveis e remédios são capazes de frear a calvície

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Se você tem certeza de que vai ficar careca só porque seu pai e seu avô foram perdendo os fios com o passar dos anos, relaxe. Hoje em dia, sabemos que a dieta e o estilo de vida têm uma influência tão importante sobre a calvície quanto os caracteres hereditários.

Viver nervoso, por exemplo, é um atalho certo rumo à queda capilar acelerada. Isso porque os músculos do alto da cabeça, nessas condições, tendem a ficar permanentemente contraídos, dificultando a circulação sangüínea e levando ao enfraquecimento do cabelo. Além disso, o estresse pode interferir no sistema imunológico e acarretar a formação de seborréia e outros problemas. Outra maneira de evitar o desconforto é cultivar uma alimentação rica em proteínas e sais minerais como cobre, ferro e zinco. Todos esses nutrientes têm relação direta com a boa nutrição capilar e incluí-los no cardápio é o mesmo que empunhar um escudo contra a perda dos cabelos.

E pare de fumar se você pretende mesmo chegar à velhice sem precisar se esconder sob um boné. Uma pesquisa recente do Departamento de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, conseguiu mapear com exatidão o tamanho do estrago causado pelas tragadas tóxicas.

Depois de analisarem amostras de tecido de 1.241 homens fumantes e não fumantes, os estudiosos constataram que o hormônio DHT, particularmente ligado à calvície, aparecia em índices até 13% superiores entre os adeptos do cigarro.

Se o seu negócio é dar uma tragada entre um problema e outro para aliviar a tensão, é hora de mudar de método. Que tal apostar nos exercícios físicos? Por um lado, você deixa de ingerir as substâncias tóxicas contidas no cigarro e, por outro, passa a usufruir dos benefícios de um bom treino.

O equilíbrio trazido pela prática de esportes restaura a saúde de todo o organismo, inclusive a dos cabelos. Os exercícios constantes favorecem a liberação de neurotransmissores como noradrenalina, serotonina e endorfina, que ajudam a baixar a ansiedade.

Mas nada de tomar nenhum comprimido sem orientação médica. A queda de cabelo tem muitas causas e a escolha do medicamento certo vai depender do diagnóstico exato. Isso sem esquecer os efeitos colaterais trazidos por algumas fórmulas. Eles vão desde uma simples (mas inconveniente) coceira até alterações na pressão e nos batimentos cardíacos, sudorese e diminuição do desejo sexual.

Fonte site www.minhavida.com.br


março 22nd, 2010  
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Transplante de Cabelo – Queda capilar, evite a calvicie

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Transplante de Cabelo

Com o avançar dos anos, o homem com tendência à calvície vê no espelho uma progressão de eventos padronizada e temida: as entradas aumentam, os fios de cabelo da parte superior da cabeça vão afinando e o couro cabeludo vai aparecendo. Mais anos se passam, mais fiozinhos dão adeus e, sem tratamento, a calvície evolui até um grau que varia com a genética pessoal. Geralmente atinge fios que estão na frente, na parte superior e na coroa do couro cabeludo. Mas existe uma faixa de irredutíveis e heroicos fios, atrás e na lateral, que se mantém praticamente intacta, mesmo em quem tem grande tendência à calvície.

Pois é, nem todos os fios da mesma cabeça têm o mesmo comportamento. Uns estão destinados a cair, outros não. Quem decide o destino de cada fio é a sensibilidade de cada um aos hormônios masculinos. E essa sensibilidade fica na raiz que produz o fio. Uma raiz sensível é lentamente envenenada pelo hormônio masculino: ela diminui de tamanho, em um processo chamado de miniaturização. Consequentemente, produz um fio cada vez mais fino até simplesmente parar de funcionar. A raiz insensível, por outro lado, não se abala: produz seu fio pela vida toda. Justamente naquela faixa lateral e posterior do couro cabeludo, aquele bravo pelotão de fios que resistem à calvície, se concentram raízes insensíveis ao hormônio masculino.

A realocação de recursos

A ideia básica de um transplante de cabelos é a realocação de folículos, nome oficial das raízes. Quando uma raiz não sensível ao hormônio masculino é removida da faixa posterior do couro cabeludo e colocada em uma área calva, ela continua capaz de produzir seu fio de cabelo. O cabelo transplantado cresce normalmente, com a vantagem de ser insensível ao hormônio masculino. Ele não irá afinar ou cair com o tempo.

E o cabelo de boneca?

O efeito estético do transplante depende da técnica e do capricho do cirurgião. Se as raízes não forem separadas adequadamente antes do implante, os cabelos nascem em tufos, resultando em um efeito desastroso parecido com cabelo de boneca. Esse estilo de transplante já ficou no passado. Nos seus primórdios, rodelas de couro cabeludo com diâmetro de um lápis eram removidas da área doadora e enxertadas na área calva. Com o tempo, os enxertos foram ficando cada vez menores e o resultado melhorou sensivelmente.

O transplante baseado na unidade folicular

Através do microscópio, podemos enxergar que nosso cabelo nasce em grupinhos de um, dois, três ou quatro fios juntos. Cada um desses grupinhos é chamado de unidade folicular. As unidades foliculares ficam espalhadas por todo o couro cabeludo. Mas existem particularidades. Por exemplo, na linha da frente, há preferencialmente unidades foliculares de um fio só.

Hoje em dia um bom transplante de cabelos implanta unidades foliculares, e não rodelas de couro cabeludo. O passo a passo é assim: o cirurgião remove uma faixa de cabelos da área doadora. Com a ajuda de microscópios especiais, auxiliares isolam uma a uma as unidades foliculares dessa faixa. Ao final, o cirurgião tem nas mãos grupos de unidades foliculares com um, dois, três ou quatro fios. O cabelo é então implantado na área desejada, através de pequenas incisões feitas com uma lâmina de bisturi muito fina.

Em geral, as unidades foliculares de um fio são colocadas na linha de frente, próximas à testa. As unidades com maior número de fios vão preferencialmente para trás, conferindo maior densidade. Existem várias sutilezas na hora da colocação dos implantes, como o tamanho e a profundidade da incisão, sua angulação e seu direcionamento. Essas variáveis influenciam o resultado final. Um bom cirurgião, com uma equipe preparada, consegue imitar a natureza. Há casos em que é difícil perceber que o cabelo é transplantado, mesmo se olharmos de perto.

Se o que você mais deseja da vida é o seu belo topete de volta, procure um bom profissional e vá tirando da gaveta seus pentes e escovas.


janeiro 28th, 2010  
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William Bonner diz que teve alopécia quando escrevia livro sobre Jornal Nacional

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Jornalista contou que evento mais emocionante que já cubriu foi a morte do Papa João Paulo II.

Bonner confessou que ainda fica nervoso frente às câmeras. Em um momento descontraído do programa, ele ensina aos internautas e telespectadores a fazer o nó da gravata escolhida durante o Estúdio i.

Fonte Globo News


novembro 20th, 2009  
Tags: Alopecia, Jornal Nacional, Jornalista, William Bonner



Saúde capilar – Mitos dos Cabelos

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Queda-cabelos-Tratamentos-cuidado-prevencaoHidratar o rosto e fazer uma limpeza de pele passam por capricho na rotina da maioria das mulheres. Mas pense nos seus hábitos dos últimos dois dias: secador, xampu e condicionador especiais, além de um leave-in, provavelmente, são tão comuns à rotina quanto escovar os dentes. Os cuidados com os fios são parte importante da agenda de beleza feminina e é raro encontrar quem não tenha uma receita infalível para melhorar a saúde e a aparência do cabelo. Difícil, mesmo, é confiar numa dica que realmente funcione.

Dormir com o cabelo molhado apodrece a raiz?

Não. A raiz não apodrece, mas dormir com os cabelos molhados traz riscos para saúde. Com a região úmida e quente do couro cabeludo, podem surgir fungos e micoses, principalmente nas pessoas com tendência à formação de caspa.

Cortar o cabelo na fase certa da lua faz com que ele cresça?

Não. O cabeleireiro afirma que a lua não interfere na beleza dos fios. Apesar do misticismo em volta da Lua, até hoje ninguém conseguiu provar a verdade dele. O ideal é cortar o cabelo a cada três meses, não importa a estação do ano ou a fase da Lua.

O cabelo se acostuma com o xampu depois de 6 meses de uso?

Não. Quem causa prejuízo para o cabelo não é o xampu, mas o modo com que você lava os fios. O xampu limpa e pronto. Mas algumas pessoas não retiram totalmente os produtos do cabelo nas lavagens, ficando com a impressão de que o xampu não funciona mais.

Lavar o cabelo todos os dias causa a queda?

Não. Não existe nenhuma ligação entre lavar os cabelos todos os dias e a queda dos fios, como explica o cabeleireiro da Condor. O certo, realmente, é lavar todos os dias, a não ser que você tenha algum problema, como ferimentos no couro cabeludo.

Arrancar os fios brancos colabora com o aparecimento de outros?

Não. Se você arrancar um fio branco, pode ficar tranqüila, não vão nascer mais sete. Os fios brancos aparecem sendo arrancados ou não, o fato de arrancar um cabelo branco só vai contribuir com a dor, pois a raiz desse fio irá imediatamente produzir outro fio com as mesmas características.

Água fria deixa os fios mais bonitos e saudáveis?

Sim. A água fria não abre as cutículas dos fios, deixando uma aparência mais bonita para o cabelo. A temperatura da água fria danifica menos os fios porque ela não consegue abrir as cutículas. Com isso, o brilho fica mais evidente além de ressecar menos e de não deixar os cabelos oleosos demais.

Condicionador na raiz deixa os cabelos mais oleosos e dá caspa?

Sim. O condicionador colabora com o aumento da oleosidade e, como tampa os poros capilares, aumenta a incidência de caspa. Existem cabelos que possuem raiz oleosa e o condicionador aumenta ainda a produção de sebo. Já a caspa pode aparecer em casos avançados, já que o condicionador apenas irá fazer o couro cabeludo ficar com excesso de umidade, tampando os poros capilares.

Esfregar as pontas com shampoo faz com que elas fiquem mais ressecadas?

Não. O cabelo deve ser lavado por inteiro. Se for feito com cuidado, podemos esfregar as pontas, sem riscos de prejudicar a beleza dos fios. A lavagem deve ser feita por partes, começando pela raiz, descendo até o comprimento e, por último, chegando às pontas, mas essa esfregação deve ser feita com a palma das mãos, sem colocar as unhas.

Colocar anticoncepcional no xampu faz o cabelo crescer mais rápido?

Não. Os hormônios desses remédios são sintetizados, ou seja, precisam entrar na corrente sanguínea para serem absorvidos. Postos no xampu, isso não chega a acontecer. O máximo é ter irritação no couro cabeludo.

O stress provoca queda de cabelo?

Sim. O estresse pode levar até mesmo à calvície, já que absorve a energia do corpo, como explica o cabeleireiro oficial da condor. O stress absorve as energias que estão estocadas para outras atividades, além de liberar radicais livres que matam nossas células. Como o cabelo necessita de uma grande quantidade de vitaminas e sais minerais para permanecer em bom estado, ele sofre quando há uma queda desses nutrientes, começa a enfraquecer e a cair.

Fonte Folha OnLine


outubro 8th, 2009  
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Queda dos cabelos: conheça o que há de mais moderno em tratamento e diagnóstico da queda dos fios

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Queda-cabelos-Tratamentos-cuidado-prevencaoA força dos cabelos tem dimensão bíblica, datada de mil anos antes do nascimento de Cristo. No Antigo Testamento, é representada por Sansão, corajoso guerreiro cujas madeixas concentravam seu vigor físico. Traído pela amada Dalila, foi à derrocada depois que ela cortou a fonte de seu poder, entregando seus cachos aos inimigos. A humanidade sempre deu importância aos cabelos, como símbolo de autoestima e vitalidade. Há, é claro, exceções em que a careca — nos homens, bem entendido — tem seu charme, mas aí estamos falando daqueles casos em que a característica é uma herança de pai para filho. O problema sério é quando os fios começam a despencar, sem mais nem menos, deixando a cabeça com aquelas falhas irregulares que são motivo de constrangimento e insegurança. Sem falar que muitas vezes sinalizam doenças.

Os cabelos não têm uma função vital para o organismo — cá para nós, eles só servem para proteger o couro cabeludo de intempéries. “Daí que, diante de uma situação em que o corpo precisa economizar nutrientes e energia para se defender de uma infecção ou de uma carência nutricional, por exemplo, os fios são relegados a segundo plano”, explica o tricologista, isto é, dermatologista especializado em cabelos, Valcinir Bedin, do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele, em São Paulo. Ou seja, o organismo abre mão das madeixas, que acabam no chão.

A má notícia é que esse alarme de encrenca tem disparado com cada vez mais frequência, especialmente na ala feminina. “Há dez anos, uma mulher a cada 10 homens procurava meu consultório. Hoje, elas representam 40% dos meus pacientes”, estima o médico Luciano Barsanti, presidente da Associação Brasileira de Tricologia. Motivos não faltam. O time da Luluzinha está fumando mais, trabalha numa tripla jornada, apela para dietas radicais e até cirurgias para recuperar a silhueta. Aí, a avalanche dos fios é quase certa. Ela atende pelo nome de alopecia se mais de 100 fios despencam do couro todo santo dia.

“Os distúrbios nos hormônios da tireoide e dos ovários são os principais vilões entre as mulheres”, aponta o tricologista Ademir Junior, de São Paulo. “No sexo masculino, a predisposição genética continua com papel preponderante. Mas a ela basta associar fatores como estresse e os tufos caem depressa”, conclui. Digase: a lista de algozes da cabeleira é mais extensa do que os problemas citados até esta linha. Dela fazem parte infecções, seborreia (sinônimo de oleosidade nas alturas), doenças autoimunes, depressão e até mesmo o uso de remédios, caso de alguns antidepressivos, anti-hipertensivos, anabolizantes e antibióticos.

Novos métodos têm facilitado o diagnóstico precoce de problemas capilares. “Um exame chamado scanner do couro cabeludo fornece uma imagem aumentada em 8 mil vezes, o que permite flagrar inflamações, seborréia e alterações na circulação sanguínea local”, revela Luciano Barsanti. “A microscopia eletrônica, por sua vez, possibilita a avaliação da matriz celular do fio”, continua.

Os testes laboratoriais são igualmente indispensáveis. “Solicitamos exames de sangue para verificar a presença de infecções e distúrbios hormonais”, diz o dermatologista Arthur Tykocinski, de São Paulo. Às vezes, o simples tratamento dessas disfunções é suficiente.

O estresse é outro fator que deve ser esmiuçado. “O hormônio cortisol, liberado quando estamos sob tensão, desacelera a divisão celular na raiz”, justifica Ademir Junior. É por isso que, sob extremo nervosismo, alguns indivíduos perdem cabelo em áreas específicas, caracterizando a alopecia areata, ou pelada. Por falar em questões hormonais, mulheres com síndrome dos ovários policísticos costumam apresentar níveis mais altos de testosterona, o hormônio masculino. Isso aumenta a oleosidade da pele — o que, por si, já prejudica o ciclo dos fios. “Além disso, a testosterona é convertida em uma substância conhecida pela sigla DHT”, explica Valcinir Bedin. E esse tal de DHT provoca um estrago cabeludo: detona o bulbo capilar. “Felizmente, o problema pode ser controlado com o uso de anticoncepcionais específicos ou de remédios antiandrógenos”, tranquiliza a dermatologista Jackeline Mota, de São Paulo.

A situação é mais grave, porém, em pessoas cujos genes fazem o bulbo ter maior afinidade pelo DHT. Aí, para que não fiquem totalmente descabeladas, recorre-se ao princípio ativo minoxidil. “Ele dilata os vasos, melhorando a irrigação sanguínea e a absorção de nutrientes”, ensina Barsanti. “E uma droga clássica, a finasterida, impede a conversão de testosterona em DHT.” Mas ela só surtiria efeito em pacientes do sexo masculino.

Um dos avanços para conter a queda dos fios é o laser de baixa penetração. “Trata-se de um procedimento não invasivo que dilata os vasos, estimula a multiplicação celular e tem efeito anti-inflamatório”, explica Barsanti. Outra inovação é a infusão transiônica, que consiste na escolha de um medicamento mais adequado a cada problema. Ele é aplicado no couro cabeludo e, em seguida, os especialistas utilizam um aparelho que o empurra para dentro da pele para ser bem absorvido. Esse mesmo dispositivo é usado na infiltração de fitoterápicos e na retirada do excedente de gordura. Há ainda a eletroestimulação do bulbo, que acelera a atividade das células na região.

Uma alternativa é a tradicional mesoterapia, que injeta ativos no couro cabeludo. Mas alguns especialistas ficam com os dois pés atrás em relação a ela. Isso porque provocaria cicatrizes, arriscando levar à morte do bulbo — e o tiro sairia pela culatra. Só quando todos esses recursos não surtem efeito é que se cogita um implante. “A técnica hoje proporciona grandes densidades de cabelo, com resultado bem natural”, garante Tykocinski. “Estudamos o desenho da cabeça, retiramos fios de uma região abundante e os transplantamos.”

Apesar de tudo o que os consultórios oferecem, é imprescindível fazer a sua parte. Quem fuma deve abolir o cigarro. “A fumaça contém radicais livres que agravam inflamações no couro cabeludo”, avisa Ademir Junior. O álcool, os anabolizantes e as anfetaminas também são prejudiciais. Converse com seu médico sobre os medicamentos de que faz uso. “Muitas vezes é possível substituí-los por outros de mesmo efeito e que não induzam a queda dos fios”, diz a dermatologista Denise Steiner, de São Paulo.

Caso tenha se submetido a uma cirurgia, como lipoaspiração, ou a uma dieta rigorosa, vale caprichar na alimentação com a ajuda de um nutricionista para não faltar nenhum elemento essencial aos fios no prato do dia a dia. Quanto a xampus, os que prometem efeito antiqueda não resolvem a alopecia. “No máximo, contêm substâncias que ajudam a diminuir a oleosidade dos cabelos, prevenindo ou reduzindo a seborreia”, afirma Tykocinski. Ou seja, não revertem o quadro, mas ajudam a segurar os fios restantes.

Tinturas e alisamentos não estão proibidos. Mas, se você costuma se submeter a esses tratamentos químicos, faça um intervalo de pelo menos 30 dias entre um procedimento e outro para prevenir a sobrecarga. “E procure cabeleireiros capacitados, que utilizem produtos com o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária”, orienta Denise. Evite também elásticos, tiaras, chapinhas e pentes-finos. “Eles causam traumas e rompem o músculo que sustenta o fio, levando a uma perda definitiva”, alerta Barsanti. Siga esses conselhos e força na cabeleira!

Fonte Saúde é Vital


setembro 23rd, 2009  
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Cabelos em queda – Felizmente, calvície feminina tem solução, mas às vezes é preciso um trabalho multiprofissional

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cabelo-bonito-lindo-queda-capilar-feminino-mulher

Quando o assunto é diagnóstico e cura de doenças do cabelo e do couro cabeludo, fale com um tricologista. São os médicos especializados na área. Acredite, há métodos muito precisos para diagnosticar qualquer problema capilar, seja em homens ou mulheres.

As mulheres que se deparam, frequentemente, com fios de cabelo soltos na fronha, no ralo do banheiro, na escova, etc., já devem ficar atentas. Se quando os fios caem, logo dão lugar a outros, tudo bem. “O cabelo tem um ciclo de crescimento, de estabilização, de descanso e de queda, que ocorre a cada dois anos”, explica o diretor do Instituto do Cabelo e presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia, Luciano Barsanti, autor do livro Dr. Cabelo, da editora Elevação.

Segundo Barsanti, as mulheres têm muito mais cabelo do que os homens. Por isso, só notam o problema quando já perderam cerca de 30% dos fios. “Vêm ao consultório dizendo que, ao subirem a escada rolante espelhada do shopping, repararam no couro da cabeça”, conta Barsanti.

Para identificar o problema, o médico faz uma microscopia eletrônica do bulbo capilar. Usa um aparelho que funciona como uma espécie de scanner do couro cabeludo, aumentando em 8 mil vezes o fio e o couro da cabeça. O resultado é um diagnóstico preciso, com a verificação do estágio da queda e a indicação de um tratamento personalizado.

Alterações hormonais, estresse, depressão, ovários policísticos, doenças autoimunes, deficiências nutricionais, medicamentos, drogas ilícitas e álcool, alterações psiquiátricas, quimioterapia e até anorexia são as causas mais frequentes da perda capilar nas mulheres. O problema é observado na faixa etária dos 12 aos 60, sendo mais comum entre as de 25 a 45 anos. “Isso ocorre, principalmente, nas dietas sem acompanhamento médico.”

A boa notícia é que é possível reverter o quadro em qualquer idade, desde que o bulbo capilar esteja vivo. Entre as soluções, há tratamentos não invasivos, como laser de baixa penetração e infusão transiônica, que permite a aplicação de substâncias ativadoras do bulbo sem o uso de agulhas e aplicações.

Cerca de 80% das pacientes do Instituto do Cabelo apresentam caspa e seborréia (grande quantidade de óleo produzido pelas glândulas sebácias), o que provoca uma irritação na epiderme, a dermatite seborreica. Entre os tratamentos, há substâncias fitoterápicas e orgânicas aplicadas por uma espécie de pelling do couro cabeludo.

“Há terapias sendo desenvolvidas para estimular cabelos enfraquecidos a crescerem mais fortes, e até estudos de tratamentos com uso de células-tronco e clonagem. Tem uma empresa japonesa fazendo uma investigação e gastando milhões com isso”, brevemente  será possível até realizar testes genéticos para que a mulher tenha uma estimativa da probabilidade de perda dos fios.

Vale ressaltar que, quando a queda dos fios é associada a outros problemas, o tratamento capilar deve ter assistência multiprofissional, de endocrinologista (avalia as condições da tireoide), ginecologista (verifica possíveis problemas hormonais), nutricionista (avalia a segurança alimentar) e até psiquiatra e psicólogo.

Cansada de tentar os mais diversos tratamentos para combater a queda dos fios, Glória (nome fictício) desistiu de ir a consultórios e recorreu ao tratamento sugerido pelo seu cabeleireiro, Fernando Barros, à base de algas. “Ele disse que eu notaria a diferença em três meses, mas, em menos de um, notei que meus cabelos pararam de cair, ganharam vida e ficaram mais cheios”, conta ela, que aprendeu com ele a massagear a cabeça por alguns minutos antes de lavar.

PERDA POR TRAÇÃO

Repare em quem prende muito os cabelos, amarrando-os para trás: começam a aparecer “entradas“. “São as chamadas alopecias (quedas) cosméticas, por uso excessivo de tiaras, prendedores, e de penteados como rabo-de-cavalo e apliques”, diz Barsanti.

A professora universitária Gabriela Scur, de 35 anos, sofre com a queda dos fios desde os seus 18 anos, causada por problemas emocionais. “Não posso ficar nervosa que o cabelo quebra e cai. Fiz até biópsia, mas não descobriram nada.”

Tomou remédios fortíssimos, que até deram resultado. Numa ocasião, decidiu fazer megahair para sentir o gostinho de ter cabelo comprido (o dela sempre cresceu até a altura dos ombros). “Na primeira manutenção, quando tirei as mechas, vi que meu cabelo havia ficado chanel. Chorei.”

QUANDO O FIO ATROFIA

Mais grave é o diagnóstico de dihidrotestosterona (DHT), um agente que acaba com o bulbo capilar. “Ele age discretamente. Destrói a raiz do cabelo, que muitas vezes nem cai: o fio é afinado e, com o tempo, desaparece”, explica o tricologista Barsanti.

O problema é que, na mulher, o DHT se espalha por toda a cabeça. Já no homem, o problema é localizado, possibilitando tratamentos como implantes. “É preciso saber se a área do couro cabeludo de onde esses fios vão ser retirados ainda está saudável, com bulbos vivos, para não implantar um cabelo doente”.  ”O cabelo é só a ponta do iceberg. Temos de investigar o todo.”

O QUE VOCÊ PRECISA SABER

Fatores de risco:

- Consumo excessivo de cigarro, café, açúcar, anfetamina.

- Doenças: câncer, depressão, alterações da glândula tireoide, diabetes, tuberculose, doenças infecciosas do aparelho urinário, sinusites e viroses.

- Hábitos: amarrar o cabelo com elástico.

Lendas

- Cabelo fino não é sinônimo de cabelo fraco. Fraco é cabelo que afina.

- Não há contra-indicação para tintura, nem para alisamento, desde que seja feito com produto legalizado e por profissional capacitado.

- Pode-se usar cosméticos para hidratação

Conselhos

- Evite automedicação e soluções paliativas. Se a pessoa tem alteração na tireoide, por exemplo, o problema não vai ser resolvido com tratamento para a queda.

- Atente-se aos asteriscos dos produtos cosméticos.

Fonte Estadão


setembro 7th, 2009  
Tags: Álcool, Alopecia, Alterações Hormonais, Alterações Psiquiátricas, Anorexia, Aparelho, Bases de Algas, Bulbo Capilar, Cabelo, Cabelos, Calvície Feminina, Caspa, Células-Tronco, Clonagem, Couro Cabeludo, Cura de Doenças, Deficiências Nutricionais, Depressão, DHT, Diagnóstico, Dietas, Dihidrotestosterona, Doenças Autoimunes, Drogas Ilícitas, Endocrinologista, Entradas, Estresse, Fios de Cabelo, Ginecologista, Hormônio, Infusão Transiônica, Invasivos, Laser de Baixa Penetração, Medicamentos, Médicos Especializados, Microscopia Eletrônica, Mulheres, multiprofissional, Nutricionista, Ovários Policísticos, Pelling do Couro Cabeludo, Problema Capilar, psicólogo, psiquiatra, Queda, Quimioterapia, Rabo de Cavalo, Remédios, Scanner, Seborréia, Tireóide, Tração, Tratamento, Tratamento capilar, Tricologista



Causas da Queda de Cabelo: Medicamentos

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Algumas drogas prescritas podem causar queda de cabelos temporariamente em um pequeno grupo de pessoas. Exemplos dessas drogas incluem alguns medicamentos usados no tratamento de gota, artrite, depressão, problemas cardíacos, hipertensão arterial e anemia. O excesso de vitamina A também pode levar à queda de cabelo.


agosto 31st, 2009  
Tags: anemia, Artrite, Causas, Depressão, Drogas, Excesso, Gota, Hipertensão Arterial, Medicamentos, Pessoas, Problemas Cardíacos, Queda de Cabelo, Tratamento, Vitamina A



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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