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Pílulas da beleza – Nutricosméticos prometem fortalecer os cabelos

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Os nutricosméticos são sucesso na Europa e chegam com força ao Brasil. Mas as pílulas não são um milagre ao alcance de todos. Dermatologistas advertem que alguns componentes podem causar danos à saúde.

Quem nunca sonhou em ter a pele mais bonita, cabelos mais brilhantes ou mesmo reduzir a celulite sem esforço? A última promessa vem em cápsulas coloridas.

Como são compostos de vitaminas, sais minerais, óleos essenciais e aminoácidos, os nutricosméticos não são considerados medicamentos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) classifica todos esses produtos como suplementos alimentares, suplementos que não são nada baratos. Uma caixa dura, em média, 30 dias e custa em torno de R$ 100.

As pílulas da beleza não são um milagre ao alcance de todos. A Sociedade Brasileira de Dermatologia adverte que alguns componentes das pílulas podem causar danos à saúde. A soja, presente em alguns desses suplementos, não pode ser consumida por quem tem problemas de tireóide. Os compostos de origem marinha podem provocar alergias. Por isso mesmo, os médicos advertem que só se deve tomar esses suplementos sob orientação.

“Todos eles têm alguma contra-indicação. O ideal é procurar um dermatologista, ver o mais adequado para você, saber sua história pregressa, se você tem alguma alergia a algum produto, saber se algum daqueles milhares que vendem no mercado tem a substância que você tem alergia. Na verdade, o ideal é procurar um médico para indicar o melhor para você, o mais indicado”.


novembro 23rd, 2010  
Tags: Brasil, Cabelos, Europa, nutricosméticos, pílulas, Sucesso



Quais são as principais causas de queda excessiva dos cabelos na mulher

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1. Pós-parto: quando a mulher está grávida, ela perde menor quantidade de fios do que perderia normalmente, e ao final da gravidez muitos fios entram na fase de repouso do ciclo e caem. Isso ocorre normalmente 2 a 3 meses após o parto, podendo durar de 1 a 6 meses, retornando ao ciclo normal na maioria dos casos.

2. Anemia: a deficiência de ferro pode ocorrer por uma diminuição da ingestão de alimentos ricos nesse elemento, por redução da absorção do ferro no tubo digestivo ou por perda crônica através de hemorragias, como por exemplo, em mulheres com o período menstrual muito longo ou com grande volume menstrual. Essa deficiência pode ser detectada através de exames de sangue e corrigida com o uso de medicações para repor o ferro.

3. Dieta pobre em proteínas: dietas não balanceadas podem levar uma ingestão inadequada de proteínas e o corpo irá economizar as proteínas nos cabelos, fazendo com ele passem para a fase de repouso, o que acarretará em uma perda grande dos fios. Isso pode ser prevenido e tratado através de uma dieta balanceada, com as quantidades adequadas de proteína.

4. Uso inadequado de produtos para cabelos: o uso de tinturas, água oxigenada, permanentes, alisantes, descolorantes e outros produtos podem enfraquecer os cabelos levando à sua queda. Nestes casos é necessário interromper o uso até o crescimento de novos fios.

5. Infecção por fungos: ocorrem áreas de descamação no couro cabeludo, associadas a vermelhidão e coceira, deixando os fios quebradiços. Essa infecção é contagiosa e deve ser tratada com medicamentos apropriados.

6. Uso de medicamentos: alguns medicamentos podem ter como efeito colateral a queda temporário dos cabelos.

7. Uso de pílulas anticoncepcionais: algumas mulheres podem ter perda dos cabelos com o uso das pílulas anticoncepcionais, e caso isso ocorra, devem procurar o seu ginecologista. A interrupção do uso das pílulas também pode desencadear a queda dos cabelos 2 a 3 meses após o término do uso. Esse fato ocorre de maneira semelhante ao que ocorre no pós-parto.

8. Distúrbios da tireóide: a diminuição ou o aumento da produção dos hormônios da tireóide, denominados de hipotireoidismo e hipertireoidismo, respectivamente, podem causar a queda dos cabelos. Essas alterações podem ser diagnosticas pela medida dos hormônios no sangue e seu tratamento pode corrigir a perda dos cabelos.

9. Febre e infecções: febre alta e infecções como uma gripe forte pode levar a uma queda excessiva dos cabelos por 4 semanas a 3 meses, cessando espontaneamente.

10. Estresse: algumas situações, como grandes cirurgias e doenças crônicas, resultam em estresse para o organismo podendo levar à queda dos cabelos. O estresse psíquico também pode aumentar a perda dos cabelos. Caso essas condições sejam passageiras, como no caso das cirurgias, a queda se reverte espontaneamente.

11. Alopecia areata: também conhecida como pelada, é a perda dos cabelos em uma pequena área arredondada. A causa é ainda desconhecida, e a condição pode ser tratada com o emprego de medicamentos tópicos ou sistêmicos.

12. Calvície hereditária: essa tendência genética pode ser herdada pelo lado materno ou paterno, e as mulheres apresentarão cabelos ralos, não se tornando completamente calvas. Também chamada de alopecia androgenética, ocorre devido a grandes concentrações de hormônios masculinos ou pelo aumento da sensibilidade à ação desses hormônios. Seu aparecimento pode ser ainda na adolescência, sendo que existem alguns medicamentos tópicos que podem amenizar o problema.

13. Queda por pressão: a queda dos cabelos pode ser devida a uma tração dos fios, como em sessões de alisamento, ou por pressão provocada pelo uso constante de chapéus apertados.

14. Outras causas: podemos citar ainda como causas de queda dos cabelos os tratamentos para câncer (quimioterapia e radioterapia), lúpus, tabagismo, abuso de bebidas alcoólicas e abuso dos secadores de cabelo.

Fonte: Boa Saúde UOL


novembro 9th, 2010  
Tags: Alopecia Areata, anemia, Cabelos, calvície hereditária, Dieta, Distúrbios, Estresse, Febre, fungos, Infecção, Infecções, Medicamentos, pílulas anticoncepcionais, Pós-Parto, Proteínas, Tireóide



Tratamentos disponíveis – Cerca de 80% dos homens apresentam calvície em algum momento da vida

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Cerca de 80% dos homens apresentam calvície em algum momento da vida
O problema também pode afetar as mulheres, só que em proporções menores; para ambos os casos há tratamentos disponíveis.

A calvície é um problema que incomoda e até de certa forma amedronta, especialmente a ala masculina que apresenta maiores chances de ter o problema, cerca de 80% dos homens e 50% das mulheres podem ter algum grau de calvície.

A “falta de cabelo” é um processo com base genética que afina o fio capilar. Em algumas pessoas a queda ocorre com mais frequência e em outras pode levar um tempo maior, mas geralmente. quando há predisposição, a situação começa na puberdade: “Tem rapazes que podem ficar calvos aos 20 anos, por exemplo, isso é relativo, a única certeza é que o problema existe e precisa de tratamento adequado”.

Nos homens, o diagnóstico da calvície é fácil, pois as “famosas” entradas logo aparecem na região frontal, já nas mulheres o padrão não é o mesmo, normalmente as falhas ou rarefação no cabelo surgem no topo da cabeça. Com elas a avaliação deve ser ainda mais completa, já que um distúrbio hormonal pode ocasionar quedas de cabelo ou até mesmo a falta de ferro. Este último, aliás, é muito comum.

Existem tratamentos para a calvície feitos com drogas, uma delas é a finasterida. Esse medicamento é muito utilizado no caso dos homens e consegue barrar o processo de afinamento do cabelo, revertendo o processo: “É importante ressaltar que para aqueles fios já perdidos não há mais jeito, uma possibilidade seria implantar cabelos da parte de trás da cabeça na região da falha, e eles se manterão, porque nenhum fio é igual o outro”.

Problema sério: O afinamento dos fios capilares e sua consequente queda, dando origem à calvície, são mais comuns entre o público masculino

Feminino
Para as mulheres não há uma droga específica, principalmente pelos fatores diferentes que causam os problemas de origem capilar, mas também tem tratamento. Grandes avanços foram feitos para a prevenção da calvície e que, hoje, existe um teste genético para ver se a pessoa tem predisposição para desenvolver o problema.

Apenas um profissional pode diagnosticar a calvície, uma vez que conseguem saber a diferença entre o problema e a queda de cabelo. O cabelo tem ciclos, podendo encontrar-se na fase de crescimento ou em repouso. Cerca de 85% dos fios estão crescendo e 15% caem depois de ficarem em repouso por cerca de três meses, o que é considerado normal, mas quando aumenta a porcentagem é necessário checar a causa. Estresse, problemas de tireóide, pessoas que fizeram determinadas cirurgias ou emagreceram muito podem perder mais cabelo do que o normal.

Fonte MOGI NEWS


outubro 18th, 2010  
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Causas da Calvície

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A calvície, ou alopecia, é uma doença que faz com que nossos fios de cabelo se tornem mais finos com o tempo e parem de nascer, o resultado disso é o surgimento da famosa careca. Embora é muito mais comum aos homens, graças a variação androgenética dessa doença (quando ela é de origem hereditária e ligada ao hormônio masculino), a calvície também possui outros agentes causadores e pode se instaurar também em mulheres.

Na maioria dos casos se tratada em seu começo a calvície não progride muito, porém caso ela já tenha se alastrado para além de pequenas entradinhas, formando uma área sem cabelos no centro da cabeça de proporções significativas, para que o tratamento surta efeito ele deverá ser associado também a microcirurgias de transplante capilar, que embora sejam bem efetivas e sem riscos, são consideravelmente caras.

Graças a esse motivo, se você se importa em não se tornar calvo, é aconselhável conhecer melhor essa doença e suas causas para que você possa se precaver e evitar que ela atinja graus muito elevados que teriam um alto custo para serem revertidos, se possível.

Causa Hormonal

Esta é a mais comum e mais difícil de evitar causa da calvície, qualquer pessoa (enfase nos homens) com ascendentes tanto do lado materno quanto do paterno que sofreram dessa doença pode herdar do gene responsável pela tendencia a ser calvo.

A alopecia hormonal é ligada ao hormônio testosterona, mas não é causada diretamente por ele, senão todos os homens se tornariam calvos. O que ocorre é que em pessoas que herdaram um certo gene existe uma produção excessiva de uma enzima chamada 5-alpha-reductase, ela por sua vez transforma a testosterona em dihidrotestosterona (DHT), que é um hormônio responsável pela atrofia da raízes dos cabelos.

Como mulheres geralmente possuem apenas uma quantidade mínima de testosterona, mesmo possuindo excesso de 5-alpha-reductase elas não desenvolvem calvícies sérias. Mulheres que por algum motivo venham a produzir muito DHT podem também desenvolver condições bem inconvenientes de calvície, por isso fizemos um artigo específico para elas, “Calvície Feminina”.

Oleosidade e Caspas

Embora algumas pessoas digam que caspas não “entopem” o poro por onde sairia o fio de cabelo logo não são causadoras de calvícies, isso é apenas uma meia verdade. A oleosidade e a caspa realmente não “entopem” nenhum poro de forma a impedir o crescimento do pelo, porém são sim responsáveis por agravar a progressão da calvície.

Isso ocorre pelo fato que a oleosidade da cabeça acumula muito DHT, fazendo com que as células das raízes dos cabelos fiquem muito tempo em contato com este hormônio que as causam atrofia.

Várias coisas ditas em nosso artigo “Pele Oleosa” são válidas também para o coro cabeludo, a exposição dele a excesso de sujeira (o que inclui produtos como géis ou tinturas) ou o ressecamento devido ao excesso de banhos quentes faz com que seu organismo produza muito cebo na tentativa de eliminar estes problemas, tornando a cabeça mais oleosa ainda.

Devido a isso deve-se evitar o abuso de gel fixador ou outros produtos e sempre manter a cabeça limpa, mas sem ressecá-la com excesso de banhos ou secador de cabelo.
Falta ou Excesso de Nutrientes

A anemia (falta de ferro) ou a falta de proteínas são dois fatores que contribuem com o enfraquecimento da raiz capilar, com isso a alopecia se instaura muito mais rapidamente. Devido ao baixo índice de ferro na maioria dos vegetais é aconselhável a pessoas que por algum motivo se privam de alimentos de origem animal ingiram uma quantidade boa de folhas escuras e leguminosas (como o feijão), vegetais com concentração significante de ferro, embora nem tanto como carnes. É sempre aconselhável uma dieta variada com um pouco de tudo se possível.

A vitamina A é outro fator de importância pois é essencial para a reprodução das células de nosso corpo, sua falta causa dezenas de problemas, incluindo o enfraquecimento do cabelo. Curiosamente seu excesso também causa danos de proporções catastróficas indo desde quedas de cabelo até lesões hepáticas, logo deve-se consumi-la apenas de forma natural para evitar excesso. Consuma vitamina A via suplementos apenas se receitado por um médico.
Medicamentos e Doenças

Alguns medicamentos, principalmente que causam descontrole hormonal agravam a queda de cabelo. Mulheres que têm predisposição a queda de cabelo podem sofrer um pouco durante a gravidez ou ao tomarem pílulas anticoncepcionais.

Em geral ocorre queda de cabelo temporária apenas durante medicações, um bom exemplo são os tratamentos de câncer no qual os pacientes perdem quase toda a cobertura de cabelo, mas voltam a crescer após algumas semanas do término do tratamento. Como esse comportamento varia de remédio a remédio cabe ao médico lhe informar caso estiver te prescrevendo algo que cause algum problema do tipo. Algumas doenças fortes também podem causar queda temporária, porem tudo se resolve uma vez o problema tratado.


setembro 22nd, 2010  
Tags: Alopecia, Calvície, Couro Cabeludo, Homens, motivos, Mulheres, Proteína, Queda dos Cabelo



Queda dos cabelos, quais os motivos?

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Cuidado com seus cabelos

Preste atenção à saúde de seu cabelo. Calvície e Alopecia podem ser minimizados

A sociedade tem dado muito valor social e cultural aos cabelos e seus penteados. Se os cabelos forem ficando escassos ou ralos, tanto homens quanto mulheres se tornam preocupados. Sem entenderem o porquê da queda dos cabelos acabam recorrendo às chamadas “poções mágicas”, vitaminas, massagens no couro cabeludo e até tratamentos elétricos com o objetivo de estimular o crescimento dos cabelos. Queda de cabelo é um fato comum e uma alta porcentagem apresenta esta queixa. Para se ter uma idéia, um estudo mostrou que em cada três homens, aproximadamente dois desenvolvem alguma forma de calvície ao longo de suas vidas.

Crescimento normal dos cabelos

Aproximadamente 90% dos cabelos do couro cabeludo encontram-se em fase de crescimento, sendo que esta tem duração de cerca de dois a seis anos. O restante, 10%, encontra-se em fase de repouso, cuja duração aproximada é de dois a três meses. O cabelo cai ao atingir o fim desta fase. É normal que caiam de 50 a 100 fios por dia. Sempre que um fio cai ele é substituído por outro no mesmo folículo dando início a um novo ciclo de crescimento. Os cabelos crescem, aproximadamente, 1cm por mês. À medida que o indivíduo envelhece, o crescimento dos cabelos tende a ser mais lento.Cabelos naturalmente louros geralmente apresentam-se em maior número (140.000 fios) do que aqueles de cor escura (105.000 fios) e ruivos (90.000 fios).O cabelo é formado, em sua maior parte, por uma proteína que também é encontrada nas unhas. Todos deveriam ingerir uma quantidade adequada de proteínas para manter normal a produção dos cabelos. As proteínas são encontradas em carnes vermelhas, frango, peixe, ovo, alguns queijos, grãos, castanhas, tofu e feijão.

O que causa a perda excessiva de cabelos?

A queda excessiva de cabelo pode ter muitas causas diferentes. A pessoa que perceber que seus cabelos estão caindo em grande quantidade depois de penteá-los ou lavá-los, ou que estes estão se tornando mais finos ou escassos deveria consultar seu dermatologista. É importante descobrir a causa e se o problema responderá ao tratamento médico ou não. Dermatologistas, médicos especializados no tratamento de alterações no cabelo e na pele, irão avaliar o problema do paciente buscando informação sobre sua dieta, uso de medicamentos, inclusive vitaminas tomadas nos últimos 6 meses, história familiar, alguma doença recente e cuidados habituais com os cabelos. No caso de mulheres que apresentem esta queixa, o médico deve perguntar sobre ciclo menstrual, gravidez e menopausa.Após o exame do couro cabeludo pode-se checar o fio de cabelo ao microscópio.
Testes laboratoriais podem ser indicados incluindo biópsia do couro cabeludo.Dentre as principais causas podemos citar:

Pós-parto

Quando a mulher está grávida ela perde menos cabelos do que perderia normalmente caso não estivesse neste período. No entanto, após o parto, muitos fios entram na fase de repouso do ciclo. Em aproximadamente 2 a 3 meses após o parto, algumas mulheres irão notar uma quantidade aumentada de fios em pentes e escovas. Este fato pode perdurar de 1 a 6 meses, mas se resolve completamente na maioria dos casos.

Febre alta, infecção grave e resfriado forte

Em um período que varia de 4 semanas a 3 meses após o desenvolvimento destes quadros pode haver queda de cabelo que, no entanto, se corrige espontaneamente.

Doenças da tireóide

Tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo podem ser causas de queda de cabelo. Estas alterações da tireóide podem ser diagnosticadas através de exames laboratoriais. O tratamento correto das doenças da tireóide pode corrigir a perda capilar.

Dieta inadequada em proteína

Algumas pessoas que fazem dietas pobres em proteínas ou têm hábitos alimentares anormais podem desenvolver desnutrição protéica. O corpo irá economizar suas proteínas fazendo com que os fios que se encontrem na fase de multiplicação passem para a fase de repouso. Passados 2 ou 3 meses pode haver uma queda maciça dos cabelos. Devido ao enfraquecimento dos pelos arrancá-los juntamente com suas raízes torna-se mais fácil. Essa condição pode ser prevenida e revertida com quantidades adequadas de proteínas na dieta.

Medicamentos

Algumas drogas prescritas podem causar queda de cabelos temporariamente em um pequeno grupo de pessoas. Exemplos dessas drogas incluem alguns medicamentos usados no tratamento de gota, artrite, depressão, problemas cardíacos, hipertensão arterial e anemia. O excesso de vitamina A também pode levar à queda de cabelo.

Tratamentos de câncer

Alguns tipos de tratamentos para câncer farão com que as células responsáveis pelo crescimento dos cabelos parem de se dividir. Os cabelos começam, então, a ficar finos e quebradiços. Isto ocorre cerca de 1 a 3 semanas após o início do tratamento. Pacientes podem chegar a perder mais de 90% dos seus cabelos. Após terminado o tratamento, o crescimento capilar se reinicia. Alguns pacientes optam pelo uso de perucas antes do término do tratamento.

Pílulas anticoncepcionais

Mulheres que apresentam queda de cabelos enquanto estão em uso de pílulas anticoncepcionais, geralmente já apresentam uma tendência prévia a terem menor quantidade de cabelos. Se esta queda realmente ocorrer, a usuária deverá consultar seu ginecologista na tentativa de substituir o anticoncepcional usado. Quando a mulher interrompe o uso do anticoncepcional ela poderá perceber que a queda do cabelo inicia-se 2 a 3 meses após esta interrupção podendo permanecer até 6 meses. O fato ocorre à semelhança das mulheres no pós-parto.

Baixo nível de ferro no sangue

A deficiência de ferro também pode levar à queda de cabelo. Algumas pessoas não ingerem ou não absorvem bem o ferro. Mulheres que têm período menstrual de volume ou duração prolongada, também podem desenvolver esta deficiência. A detecção da redução do ferro no sangue é feita através de exames laboratoriais e pode ser corrigida pelo uso de comprimidos ou medicações que contenham ferro.

Grandes cirurgias e doenças crônicas

Qualquer pessoa que se submeta a uma cirurgia de grande porte (estresse para o organismo) pode perceber queda dos cabelos 1 a 3 meses após o procedimento cirúrgico. Esta condição se reverte espontaneamente em poucos meses, o que não ocorre nos casos de doenças crônicas.

Alopécia Areata

É o tipo de queda de cabelo que leva a uma área pequena e arredondada totalmente sem cabelos (“pelada”) e do tamanho de uma moeda ou maior. Raramente, ocorre a perda completa dos cabelos do couro cabeludo e do corpo. Esta alteração pode acometer crianças e adultos de qualquer idade. A causa da alopécia areata ainda é desconhecida. As pessoas apresentam excelente saúde física fora este sinal. Em alguns casos os cabelos podem voltar a crescer espontaneamente. Dermatologistas podem tratar muitas pessoas com esta condição através de medicações tópicas ou, em alguns casos, sistêmicas.

Calvície hereditária

É a causa mais comum, sendo que esta tendência pode ser herdada tanto do lado materno quanto do lado paterno da família. Mulheres com este “traço” desenvolvem cabelos ralos, não se tornando completamente carecas. Essa condição é chamada de alopécia androgenética e pode começar na adolescência, aos 20 ou 30 anos. Não há cura, porém tratamentos medicamentosos têm se tornado disponíveis recentemente. Um dos tratamentos envolve a aplicação de uma loção, minoxidil, 2 vezes ao dia no couro cabeludo. Alguns penteados podem esconder a região com menos cabelos. E o transplante de cabelos pode redistribuir os fios que permaneceram.

Infecção por fungos

Inicialmente formam-se pequenas áreas de descamação que podem se estender e resultar em áreas de fios quebradiços, eritema (vermelhidão), edema (inchaço) e infiltração. Essa infecção é contagiosa e mais comum em crianças. Tratamento com medicação oral leva à cura.

Cosméticos e cuidados inapropriados

Muitos homens e mulheres usam tratamentos químicos em seus cabelos, incluindo tinturas, água oxigenada, descolorantes, alisantes, permanentes e outros. Esses, raramente, danificam os cabelos se forem usados corretamente. No entanto, se usados com muita freqüência ou deixados por tempo prolongado, os cabelos podem tornar-se fracos e quebradiços. Também o uso de mais de um tipo de produto simultaneamente ou descolorantes em cabelos já previamente descoloridos pode danificar os cabelos. Se por estes motivos os cabelos se tornarem frágeis, o melhor é interromper o uso até o crescimento de novos fios.Lavar, pentear e escovar muito freqüentemente pode danificar os fios tornando-os quebradiços. Condicionadores e creme rinse podem ser usados após o xampu para facilitar o penteado. Quando o cabelo está molhado, é mais frágil, devendo-se evitar pentes, escovas e fricção intensa com toalhas. Não siga a antiga instrução de “dar 100 escovadas por dia”. Use sempre pentes e escovas macias. Evite os penteados que tracionem intensamente os cabelos, como “rabo de cavalo” e tranças. Estes, quando usados, devem ser alternados com os cabelos soltos, pois presos constantemente podem levar a quedas.


setembro 21st, 2010  
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Dicas de como evitar queda de cabelo

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A queda de cabelo é um problema que atingem os homens e mulheres de todo mundo. Segundo os dermatologistas a queda de cabelo pode ser causada por diversos fatores. As causas mais comuns para queda de cabelo são: distúrbios hormonais, estresse emocional, anemia, baixo nível de ferro no sangue, falta de vitaminas, alteração na tireóide e química, como por exemplo, alisamentos e tinturas.

O tratamento para queda de cabelo começa com a procura de um especialista para descobrir qual problema esta ocasionando a queda de cabelo e direcionar o tratamento especifico de maneira eficiente.

Abaixo seguem algumas dicas e cuidados para evitar a queda de cabelo.

Prefira alimentos com:

Beta-caroteno. O Beta-caroteno pode ser encontrado nos vegetais alaranjados como cenoura, e também em folhas de cor verde-intensa como rúcula e o agrião.

Vitamina A – Encontrada no bife de fígado, gema de ovo, leite e derivados.

Vitamina B – Encontrada em carnes magras, cereais integrais, legumes, grãos e nozes.

Zinco – Encontrado em ostras, fígado, leite e farelo de trigo.

Aminoácidos – Encontrado em carnes vermelhas.

Dicas e cuidados

Evite tinturas e escovas progressivas.

Evite: Mega-hair.

Evite temperaturas muito altas ao usar o secado de cabelo.

Evitar banhos quentes e demorados.


setembro 16th, 2010  
Tags: Alimentos, Alisamentos, Dicas, Queda de Cabelo, Tinturas



Calvície Feminina – Veja os tratamentos contra a queda capilar

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Calvície feminina é um problema que só da gente pensar já sente arrepios, afinal de contas ninguém discute a importância social do cabelo para as mulheres.

As vezes fica um pouco complicado a mulher perceber as primeira falhas, afinal a calvície feminina não é igual a masculina. O mais comum é a mulher perceber que o cabelo está caindo muito e então procurar um profissional. “É muito raro as mulheres terem entradas como os homens, o que normalmente acontece é o aparecimento de falhas. A linha que divide o cabelo pela metade começa a abrir, vai formando uma clareira. Quando não se consegue delimitar a linha média é porque a situação é grave.”

As causas mais comuns para queda de muitos cabelos são: antecedente familiar, regimes muito pesados (a mulher fica com deficiência de ferro e zinco o que faz com que os cabelos fiquem fracos) e pós parto. Nesse último não há motivo para desespero. “Durante a gravidez o cabelo para de cair, depois pode acontecer de cair muito. Mas isso não significa que a mulher possa ficar careca”.

As opções de tratamento são bastante variadas. O primeiro passo é submeter a paciente a diversos exames para saber qual doença está causando a queda de cabelo e então, se algo for diagnosticado, tratar a causa do problema. “O problema pode ser efeito de outra doença que se não for tratada o cabelo não vai crescer”.

Se não houver nenhuma doença por trás do problema ou então ela já tiver sido controlada, começa o tratamento para o cabelo crescer que são feitos na seguinte ordem: tratamento tópico (aplicação local de remédio); oral; injetável, laser e por último cirúrgico. Começa com o mais simples e, caso não resolva, vai chegando aos mais agressivos. “O laser só utilizamos para doenças inflamatórias, ele serve para tirar a inflamação”.

Já no caso do procedimento cirúrgico, também conhecido como transplante, ele só é usado quando nada deu resultado. “Tiramos fios de baixo e implantamos em cima. Vale lembrar que a resposta ao tratamento é lenta. Primeiro para a queda e só depois, de forma bem lenta, o cabelo começa a crescer”.


setembro 6th, 2010  
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Calvície atinge até 50% das mulheres

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Estatísticas apontam que 50% das mulheres de qualquer idade podem apresentar algum nível de calvície, seja de origem metabólica, hormonal ou auto-imune. Para as que têm tendência genética para o problema – estima-se que sejam 5% das mulheres – a queda pode começar a partir de 17 anos. “Além das causas genéticas, as mulheres podem perder cabelo por diversas razões como a dermatite seborréica, carência de ferro, hipotireoidismo, danos químicos nos cuidados com o cabelo, entre outros fatores”.

Atenção aos sinais

Todas as mulheres precisam ficar atentas a qualquer sinal de queda, principalmente aquelas que se submetem a tinturas, alisamentos e outras químicas capilares. “Quanto antes a paciente começar o tratamento, mais chances ela tem de prevenir a queda de outros fios. Além de loções e xampus manipulados, o especialista pode receitar vitaminas e outras substâncias que contribuem par ao tratamento”.


agosto 28th, 2010  
Tags: Alisamentos, Cabelo, Calvície, Cuidados, Ferro, Fios, hormonal, Idade, metabólica, Mulher, Mulheres, Problema, queda capilar, Queda do Cabelo, químicas capilares, sinal, Tendência Genética, testes, Tinturas, Tratamento



Química do Cabelo – Veja detalhes do seu fio

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Mal começa o dia e já tentamos arrumá-los, diante do espelho. Uns o querem mais lisos, outros, mais cacheados. Muitos, ainda, lutam para não perdê-los. O QMCWEB desta semana fala sobre o cabelo, a moldura de nosso rosto.
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Do que é feito, como interage com os xampus e com os condicionadores, de que maneira ele pode ser moldado, colorido e alisado pela adição de alguns compostos químicos. fio de cabelo visto em um microscópio de varredura eletrônica.

O cabelo é consituído, basicamente, de uma proteína: a alfa-queratina. As queratinas (alfa e beta) são, também, consitituintes de outras partes de animais, como unhas, a seda, bicos de aves, chifres, pêlos, cascos, espinhos (do porco-espinho), entre outros. Em cada fio de cabelo, milhares de cadeias de alfa-queratina estão entrelaçadas em uma forma espiral, sob a forma de placas que se sobrepoem, resultando em um longo e fino “cordão” protéico. Estas proteínas interagem fortemente entre si, por várias maneiras (veremos adiante), resultando na forma característica de cada cabelo: liso, enrolado, ondulado, etc.. testosterona.

A raiz de cada fio capilar está contida numa bolsa tubular da epiderme chamada folículo capilar. Estima-se que existam cerca de 5 milhões de folículos capilares no corpo humano. As únicas partes da pele que não têm folículos são as palmas da mão e as solas dos pés. O fulículo recebe irrigação na epiderme e, algumas vezes, pode apresentar disfunções, levando ou ao crescimento excessivo de cabelos (ou pelos) ou à queda de cabelos, um problema enfrentado por boa parte da população. A queda de cabelos é mais frequente nos homens, e estudos indicam que ela está associada à testosterona.

Este hormônio é convertido, por uma enzima encontrada nos folículos, em dihidrotestosterona (DHT), que é capaz de se ligar a receptores nos folículos. Segundo Dr. Richard S. Strick, um dermatologista na University of California em Los Angeles, “this binding can trigger a change in the genetic activity of the cells, which initiates the gradual process of hair loss”.

Números >um adulto tem cerca de 150 mil fios de cabelos na cabeça; > O número total, incluindo todos os pêlos, chega a mais de 1 milhão; >o cabelo cresce cerca de 2cm por mês; > apenas 3 meses após a fecundação, os primeiros fios de cabelo já nascem no feto; A cor do cabelo vem de pigmentos, como a melanina, que são agregados ao cabelo a partir do folículo capilar, o aparelho que é responsável pela produção do mesmo.

Em geral, a cor do cabelo está relacionada à cor da pele: pessoas com pele escura tendem a ter cabelos escuros, e vice-versa. Isto porque a pigmentação do cabelo depende da quantidade de melanócitos presentes. estrutura secundária da proteína.Uma proteína é uma sequência de amino-ácidos, um polipeptídeo.

A queratina é formada por cerca de 15 amino-ácidos diferentes, que se repetem e interagem entre si. Na conformação alfa, cada cadeia polipeptídica enrola-se sobre si mesma, no formato de uma hélice (como uma escada de caracol). Na conformação beta, as cadeias ficam semi-estiradas, dispostas paralelamente. A figura ao lado ilustra a proteína G, que apresenta as duas conformações: alfa, em lilás, e beta, em amarelo. As ligações intramoleculares entre os aminoácidos da mesma cadeia é que sustentam a configuração da cadeia. Entre os tipos de interação, destacam-se as pontes de hidrogênio e as pontes cistínicas, que são as pontes formadas entre os grupos -SH do amino-ácido cistina, presente na queratina.

Como se faz o cabelo “Permanente” ? cisteinaUm dos amino-ácidos presentes na queratina é a cisteína, responsável pelas ligações cisteínicas. A cisteína, RSH, pode interagir com outra cisteína da mesma cadeia polipetídica, e formar uma ligação convalente, RSSR. Estas ligações são responsáveis pelas “ondas” que aparecem em nossos cabelos. A possibilidade da interconversão entre as formas oxidadas (RSSR) e reduzidas (RSH) da cisteína é que permite ao cabelereiro “moldar” o seu cabelo, ou seja, alisar um cabelo crespo, ou fazer “cachos” e “ondas” em um cabelo liso. ácido tioglicólicoA primeira etapa consiste na redução de todos os grupos RSSR. Isto se faz, geralmente, com a aplicação do ácido tioglicólico (também conhecido como ácido 2-mercaptoacético) em uma solução de amônia (pH 9). Esta solução reduz os grupos RSSR para RSH. thioglycolic acid (also known as 2-mercaptoacetic acid) in an ammonia solution (about pH 9) reduces RSSR to RSH (os cabelereiros chamam esta solução de “relaxante”). A segunda etapa consite em imprimir no cabelo a forma desejada: lisa ou ondulada. Após se lavar toda a solução de ácido tioglicólico e se enrolar ou esticar o cabelo, o cabelereiro, então, oxida os grupos RSH para RSSR, com a aplicação de um agente oxidante, tal como o peróxido de hidrogênio (H2O2, água oxigenada) ou borato de sódio (NaBrO3) (os cabelereiros se referem a esta solução como “neutralizante”). O novo padrão imposto, então, dura até o crescimento do cabelo, quando será uma nova visita ao salão. Como o cabelo pode ser colorido? Existem, basicamente, 2 métodos: o primeiro consiste na incorporação de pigmentos na formação do fio de cabelo.

Este processo é lento e, em geral, é feito com pigmentos naturais, tais como o encontrado na henna ou na camomila. Devido ao uso constante, em xampus e/ou condicionadores, estes pigmentos começam a fazer parte dos novos fios de cabelos formados. O segundo método é a pintura imediata do cabelo, com a destruição dos pigmentos (descoloração) já existentes nos fios, e a incorporação de novos pigmentos. O processo de descoloração é ainda feito, na maioria das vezes, com peróxidos ou amônia, embora ambos os produtos sejam tóxicos. Um dos pigmentos mais utilizados, na coloração, é o acetato de chumbo, embora também seja tóxico. IndolAs indústrias investem muito em pesquisa nesta área. Recentemente, a americana L’Oréal chegou a uma solução original para o tratamento de cabelos grisalhos: desenvolveu um produto a base de dihidróxido-5-6-indol, um precursor natural da melanina, o principal pigmento do cabelo. A figura ao lado ilustra o indol, o reagente de partida para a síntese do produto da LÓréal. Como agem os xampus e condicionadores? Ambos possuem, em sua formulação, moléculas de surfactantes. O QMCWEB já fez uma aula virtual sobre surfactantes. Os xampus e condicionadores diferem, basicamente, na carga do surfactante: os xampus contém surfactantes aniônicos, enquanto que os condicionadores têm surfactantes catiônicos.

Quando o cabelo está sujo, ele contém óleo em excesso e uma série de partículas de poeira e outras sujeiras que aderem à superfície do cabelo. Esta mistura é, geralmente, insolúvel em água – daí a necessidade de um xampu para o banho. O surfactante ajuda a solubilizar as sujeiras, e lava o cabelo. Um problema surge do fato de que surfactantes aniônicos formam complexos estáveis com polímeros neutros ou proteínas, como é o caso da queratina.

O cabelo, após o uso do xampu, fica carregado eletrostaticamente, devido a repulsão entre as moléculas de surfactantes (negativas) “ligadas” à queratina. É aí que entra o condicionador: os surfactantes catiônicos interagem fracamente com polímeros e proteínas neutras, e são capazes de se agregar e arrastar as Tudo Mentira!!!moléculas de xampu que ainda estão no cabelo.

Nos frascos de condicionadores existem, ainda, alguns produtos oleosos, para repor a oleosidade ao cabelo, que foi extraída com o xampu. O cabelo, após o condicionador, fica menos carregado e, ainda, com mais oleosidade. Segundo este critério, não existe xampu “2 em 1″, ou seja, uma formulação capaz de conter tanto um surfactante aniônico como um catiônico. Os produtos encontrados no mercado que se dizem ser “xampu 2 em 1″ são, na verdade, xampus com surfactantes neutros ou, ainda, surfactantes aniônicos com compostos oleosos, que minimizam o efeito eletrostático criado pelo xampu normal.


agosto 24th, 2010  
Tags: alfa-queratina, Cabelo, cacheados, espelho, Fio, fio de cabelo, lisos, queratinas, Química do Cabelo



Trate bem o seu cabelo

Alimentos, Brasil, Cabelo, Calvície, Ceará, Cirurgias, Fortaleza, Implante Capilar, Mundo, Nutrientes, Queda de Cabelo, Tratamento, vitaminas 0 Comment »

Seu cabelo está caindo mais do que o normal? Então, vá a um profissional para fazer um diagnóstico. Os tratamentos contra queda de cabelo e calvície partem do princípio de que devem ser eliminadas as causas do problema e seus efeitos (crescimento de poucos fios, afinamento, seborréia – também conhecida como caspa – e a própria queda dos cabelos).

Para estimular o crescimento dos fios, é comum usar shampoos especiais, loções e medicamentos por via oral, indicados pelo médico. “Havendo necessidade, há procedimentos de estímulo do crescimento”. Entre eles estão a intradermoterapia capilar (introdução de medicamentos no couro cabeludo afetado), carboxiterapia capilar (infusão de gás carbônico para estimular a circulação do couro cabeludo e o crescimento dos cabelos), laser de baixa potência (que estimula o crescimento, reduz a queda e melhora a qualidade dos fios) e, nos casos mais avançados, a cirurgia de transplante capilar.

Mas você já pode começar desde cedo a tomar atitudes para evitar a queda acentuada. Uma boa alimentação ajuda bastante. Quem apresenta tendência a perder cabelos deve evitar refeições com pouca proteína, já que até 90% da composição dos fios pode ser protéica.

“Alimentos ricos em proteínas e antioxidantes [que reduzem e eliminam os radicais livres, moléculas responsáveis pelo envelhecimento precoce das células] são excelentes para o dia a dia”. E eles são encontrados em carnes, frutas, legumes e vegetais.

Caspa, eu?

E a temível caspa, aqueles pontinhos brancos que insistem em se acumular na linha dos ombros, se não tratadas adequadamente, podem agravar o quadro de quem apresenta tendência para calvície. Estudos indicam que elas atingem 50% dos brasileiros – tanto homens como mulheres – pelo menos uma vez por ano. Mas se você tem medo de que ela seja contagiosa, não se preocupe. Ela não é. Não se sabe exatamente sua causa, mas sabe-se que o quadro pode ser agravado pelo frio, transpiração, lavar pouco os cabelos e estados de tensão nervosa que propiciam o aumento de microorganismos como bactérias e fungos no couro cabeludo.

No caso da caspa, o tratamento é bem simples. Basta aplicar regularmente um shampoo anticaspa, para controlar os indesejáveis pontinhos brancos. A linha Clear é líder de mercado em várias partes do mundo. Com mais de 20 anos de experiência, foi relançada no Brasil pela Unilever em 2007, seus shampoos possuem uma fórmula exclusiva que remove a caspa com o uso regular, previne a coceira causada pela caspa, reduz a queda devido à quebra, nutre o couro cabeludo, diminui o ressecamento, limpa e refresca. E ainda tem propriedades condicionantes, deixando os cabelos hidratados. Há produtos para todos os tipos de cabelo e a linha Men foi desenvolvida especialmente pensando no couro cabeludo masculino.


agosto 16th, 2010  
Tags: antioxidantes, Cabelo, Caindo, Calvície, carnes, Frutas, legumes e vegetais, ombros, Queda de Cabelo, Tratamentos



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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