Dr. Marcio Crisóstomo conversa com Mariana Feitosa no Programa Espaço VIP, sobre os novos métodos para cura da calvície.
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É dos carecas que elas gostam mais? Aparentemente, não. E eles, os homens, também não ficam na dúvida e partem para a defesa da cabeleira em nome do bem estar! Confira como o homem contemporâneo pode solucionar a calvície!
“O implante capilar quando bem indicado e realizado por uma equipe experiente, apresenta resultados absolutamente naturais, imperceptívies, diferentes do aspecto artificial de técnicas mais antigas”.
A queda de cabelo preocupa e até assusta muitas pessoas. Homens e mulheres, cada vez mais jovens, ficam de olho no espelho checando a baixa nos fios. Mas, o que fazer para evitar e até corrigir esse problema? Em se tratando da ala masculina, que geralmente teme e se preocupa mais com a calvície, a solução pode estar no “transplante de cabelo“, ou “transplante capilar” – nome mais adequado para o procedimento também conhecido como “implante”, conforme explica o médico cirurgião plástico Dr. Marcelo Pitchon, presidente da Associação Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar (ABCRC).
O objetivo é “recuperar cabelos da cabeça, da face ou do corpo, que foram perdidos de forma definitiva”, esclarece o médico. E as causas para essa perda capilar podem ser várias, desde causas genéticas, no caso da calvície comum ou alopécia androgenética, como doenças, queimaduras, acidentes ou medicamentos. “No caso da calvície genética, a calvície comum, masculina e feminina, a restauração capilar é um desejo estético, cultural, social, muitas vezes ligada à vaidade positiva, sem futilidade e que, na maioria das vezes, influencia positivamente na autoestima, pela melhora da autoimagem, da beleza e da jovialidade resgatadas pelo crescimento definitivo dos fios nas principais áreas em que eles foram perdidos”.
“A cirurgia da restauração capilar é o único tratamento que pode restaurar de maneira definitiva e permanente as regiões calvas, diferentemente do uso de loções e medicamentos, que também utilizamos para manutenção dos fios originais que ainda não caíram”, endossa o presidente da ABCRC.
Nesse caso, a recomendação do médico Crisóstomo, é de que ”o paciente certifique-se que o cirurgião se dedica realmente à cirurgia de transplante capilar e que tem uma equipe especializada”. E “quando bem indicada e realizada por uma equipe experiente, apresenta resultados absolutamente naturais, imperceptívies, diferentes do aspecto artificial de técnicas mais antigas”.
Fique de olho:A Asociação Brasileira Cirurgia da Restauração Capilar (ABCRC) promove o IV Congresso Brasileiro de Cirurgia da Restauração Capilar, em Belo Horizonte, de 18 a 21 de Agosto de 2010, com a participação de importantes palestrantes do Brasil e 20 palestrantes do exterior.Saiba mais em: www.abcrc.com.br
1 – No dia da cirurgia, o cirurgião vai marcar, em conjunto com o paciente, a linha anterior, ou seja, a linha na região frontal (da cabeça) a partir de onde os fios serão implantados. Essa marcação é individualizada para cada paciente, seguindo o seu desejo e características próprias do rosto, da calvície e do tipo de cabelo. Esta linha anterior deve ser o mais natural possível, mimetizando a linha anterior de quem não fez cirurgia.
2 - É marcada também a área na região posterior e lateral da cabeça de onde são retirados os fios para o implante. o comprimento e a largura desta faixa de couro cabeludo, associados à densidade pilosa (número de fios por centímetro quadrado) é que vão determinar o número de fios que será transplantado. Este número pode ser variável conforme a necessidade e experiência da equipe. As melhores equipes realizam procedimentos de mega e gigasessão com a possibilidade de implantar mais de 9.000 fios em uma única cirurgia.
3 – A anestesia é local, e o paciente fica acompanhado por um médico anestesiologista durante todo o procedimento.
4 - A cirurgia dura em média 5 horas, incluindo a retirada da área doadora, preparo das unidades em microscópios especiais e implante destas na área calva.
5 – Após a cirurgia, o paciente permanece algumas horas no hospital e vai para casa no mesmo dia com um curativo para proteção e conforto. O curativo é retirado na clínica no dia seguinte, quando os cabelos são lavados.
6 – O paciente pode retornar a atividades usuais leves após 24 horas. o cabelo implantado começa a nascer em 3 a 4 meses após a cirurgia e cresce cerca de um centímetro por mês. O resultado pode ser observado então por volta dos 8 meses e é definitivo, pois o fios transplantados mantém a caracterísica da área doadora, ou seja, são imunes à queda.
FONTE: Dr. Márcio Crisóstomo, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, pós-graduado em Cirurgia Plástica no serviço do Prof. Ivo Pitanguy – RJ, Mestre em Cirurgia pela UFC.

O transplante capilar está consagrado como um procedimento cirúrgico de excelência para o tratamento da calvície. Ao oferecer um resultado natural e definitivo, diferente do aspecto artificial que técnicas inadequadas oferecem, tornou-se uma das cirurgias plásticas mais requisitadas por homens. A procura desta cirurgia por mulheres, embora em menor número, também tem mostrado crescimento nos últimos anos.
Para o preenchimento total da área calva, normalmente é necessário mais de um tempo cirúrgico, devido ao número de fios que se pode transplantar em uma sessão. Estes fios são retirados da área lateral e posterior da cabeça, pois não sofrem os efeitos da alopecia. O número de fios que pode ser retirado é limitado por características naturais do paciente como presença de cicatrizes, densidade pilosa (número de fios por centímetro quadrado, que é em média 60 unidades foliculares / cm2) e elasticidade do couro cabeludo.
Outros fatores que limitam o número de fios por sessão são o tamanho e a experiência da equipe cirúrgica. Uma equipe experiente implanta em média 5 a 7 mil fios em uma Megasessão. Esta quantidade é suficiente para tratar uma calvície de grau moderado e, em graus mais avançados, pode ser realizada mais de uma vez para o tratamento completo.
Normalmente o paciente quer resolver o problema da calvície com o menor número de cirurgias possível, para evitar desconfortos como afastamento de suas atividades usuais, custo, recuperação, etc.
Em alguns casos, se o paciente tiver uma área doadora favorável, com uma alta densidade pilosa (acima de 70 UF/cm2) e com boa elasticidade do couro cabeludo, pode ser realizado um procedimento chamado de Gigasessão, onde mais de 9 mil fios podem ser transplantados de uma única vez. Pouquíssimas equipes no Brasil realizam a Gigasessão, pois além de experiência é necessário que o cirurgião tenha uma equipe muito grande, sincronizada e comprometida com o resultado para realizar esta cirurgia que é considerada o máximo em transplante capilar.
A grande vantagem deste procedimento é que, como o número de fios é maior, pode-se cobrir uma grande área calva com uma sessão de transplante. Em muitos casos, mesmo em calvícies grandes, o paciente pode ter seu tratamento realizado uma única intervenção, evitando a realização de múltiplas cirurgias. Porém, a realização de um segundo procedimento para aumentar ainda mais a densidade pode ser feita após alguns meses, caso haja necessidade.
Claro que a Gigasessão tem uma indicação precisa para pacientes com calvície mais avançada e deve ser evitada em pacientes muito jovens, que ainda não têm a área calva definida. É também limitada em algumas cirurgias secundárias ou corretivas, pois a elasticidade da área doadora pode estar diminuída pela presença da cicatriz prévia. Só é possível saber se o paciente é candidato a uma Gigasessão durante a consulta médica, onde o especialista pode avaliar as características pessoais que indicam esta cirurgia.
Com a realização das Gigasessões, temos muita satisfação em colocar o nosso Estado no roteiro de referência quando o assunto é transplante capilar.

O roqueiro Jon Bon Jovi admitiu em entrevista a revista “Reader’s Digest” da Alemanha que está preocupado com o envelhecimento, principalmente por sentir-se como um jovem.
“Eu acho difícil acreditar que estou com 47 anos, pois ainda me sinto como se tivesse 18. Eu não planejo me tornar o próximo Mick Jagger e continuar fazendo shows depois dos 60, mas até o momento não vejo um bom motivo para parar”, afirmou.
Outra preocupação que surgiu com o passar dos anos foi a da calvície, que de acordo com o cantor tem sido tratado com massagens diárias na cabeça.
“Deixe-me dizer para você o quanto estou preocupado. Eu olho para caras como Sting e penso ‘Bom, ele é tranquilo quanto a perda de cabelo‘, mas eu tenho perdido bastante e estou me prevenindo. Alguém me disse que você precisa massagear regularmente a sua cabeça e é o que eu tenho feito toda hora. Você parece um idiota, mas vale a pena tentar”, concluiu.
Fonte IG
Queda de cabelos difusa é uma das queixas mais freqüentes em consultórios de dermatologia. Entre as mulheres gera muita apreensão por medo de ficarem calvas.
Existem muitas causas de queda difusa de cabelos, chamada eflúvio telógeno pelo fato de os cabelos se apresentarem na fase telógena, ou de recesso, do ciclo normal de funcionamento do folículo piloso. No sexo masculino, certamente a mais comum é a calvície hereditária. No sexo feminino, somente 5% dos casos são devidos ao gene da calvície, que afeta separadamente os dois sexos.
Quando uma mulher sofre de calvície, o gene vem de outra mulher na família, ou seja, o fato de ter pai ou avô calvos não tem relação com a calvície de alguma mulher. Em ambos os sexos, a calvície se manifesta precocemente, surgindo os primeiros sinais antes dos 20 anos.
Outras razões para a queda de cabelos são oleosidade e caspa do couro cabeludo, distúrbios endócrinos, doenças febris ou depauperantes, tratamento com medicamentos que possam influir no ciclo de crescimento dos cabelos, como os corticosteróides e os citostáticos, aplicação de tinturas ou cosméticos nos cabelos, período pós-parto ou cistos ovarianos produtores de hormônio masculino nas mulheres, regimes para emagrecimento sem equilíbrio de macro e micronutrientes e deficiências nutricionais por dieta viciosa, como a alimentação de muitos jovens, que contém excesso de gorduras, carboidratos e proteínas e falta de vitaminas e sais minerais.
Como um número excessivo de pessoas se declara “muito estressada”, muito comum é a pergunta sobre se o estresse pode causar queda de cabelos. Essa é uma idéia muito veiculada e muita gente acredita nela. São inúmeros os pacientes, predominantemente do sexo feminino, que relacionam a queda de cabelos, que os leva à consulta, ao fato de estarem, ou terem atravessado, período de elevada tensão emocional por concursos, estudos de final de ano, dificuldades financeiras, exigências excessivas no trabalho, problemas afetivos ou familiares.
Isso sempre foi tido como verdadeiro pelas evidências clínicas, embora não houvessem provas de fenômeno orgânico capaz de realmente afetar os cabelos a partir de pensamentos ou emoções.
Experiência
Uma experiência realizada na Escola de Medicina Charité, de Berlim, pela pesquisadora Petra Clara Arck, lança luz sobre o assunto. O trabalho, publicado pelo American Journal of Pathology, em março de 2003, utilizou fêmeas de ratos de 6 a 8 semanas de idade.
Essas ratas, nessa idade, demonstram a mais confiável e profunda resposta ao estresse e estão na fase de recesso do ciclo dos folículos pilosos (fase telógena). As ratas foram expostas a estresse gerado por ultra-som na freqüência de 300 hertz em intervalos de 15 segundos durante 24 horas, iniciando-se no 14º. dia após terem o dorso depilado para estimular a fase catágena, que é a fase de crescimento dos pêlos.
Os experimentadores relacionaram os seguintes fatos observados nos pêlos das ratas: 1) término prematuro da duração normal do crescimento dos pêlos; 2) alterações das células que produzem o pêlo, que é o componente epitelial mais sensível a agressões do folículo piloso; 3) reações inflamatórias no bulbo do pêlo, o que reflete uma ativação da imunidade contra o mesmo.
Eles demonstraram, também, que esses efeitos inibidores do crescimento dos pêlos podem ser reproduzidos pela aplicação, em ratas não estressadas, de uma substância responsável por controlar respostas do organismo ao estresse. Por outro lado, essas respostas puderam ser neutralizadas pela administração de um “antídoto” desta substância.
Primeira comprovação
Esse trabalho constitui a primeira comprovação experimental de que o estresse psico-emocional tem influência efetiva sobre o ciclo de atividade do folículo piloso e realmente pode causar queda de cabelos.
Isso justifica a utilização, em conjunto com a administração de produtos fortalecedores dos cabelos e bloqueadores da queda, de medidas anti-estresse no tratamento da queda difusa de cabelos, quando podem ser excluídas causas orgânicas e esteja presente um perceptível estado de estresse psicossocial.
Todos os recursos neutralizadores dos efeitos do estresse têm validade, como medicamentos calmantes, ansiolíticos, práticas mente-corpo, como relaxamento muscular, respiração profunda, meditação, auto-hipnose e visualização, e técnicas orientais, como yoga e tai chi. Tudo o que concorrer para mudar o estado bioquímico do organismo e para a liberação de endorfinas e substâncias de relaxamento, deve ser colocado em prática.
Abre-se, desse modo, um caminho para evidenciar que a alopecia areata, conhecida como pelada, também recebe influência do estresse, como se acredita há muito tempo. Essa queda de cabelos se manifesta por áreas isoladas, redondas, sem cabelos, freqüentemente primeiro percebidas pelo barbeiro ou pela cabeleireira. Se for confirmada a existência de um eixo cérebro-folículo piloso, restará desvendar por que e como se dá a caprichosa característica clínica da pelada.
Fonte Dermatologia Net
Jornalista contou que evento mais emocionante que já cubriu foi a morte do Papa João Paulo II.
Bonner confessou que ainda fica nervoso frente às câmeras. Em um momento descontraído do programa, ele ensina aos internautas e telespectadores a fazer o nó da gravata escolhida durante o Estúdio i.
Fonte Globo News
1- Arrancar 1 fio de cabelo branco faz nascer 2 no lugar?
Mito. Quando os fios de cabelo começam a ficar brancos, o processo ocorre gradativamente e outros fios vão ficar brancos também. A crença vem daí, a pessoa arranca o primeiro fio branco e quando se dá conta já surgiram outros, que iriam aparecer de qualquer forma, não porque aquele primeiro foi arrancado.
2- Lavar a cabeça todos os dias apodrece a raiz dos cabelos levando à sua queda?
Mito. A lavagem diária dos cabelos não interfere com os bulbos capilares. Os fios que caem durante a lavagem cairiam de qualquer forma, em outro momento, pois já estavam em fase de queda.
3- Lavar a cabeça com água quente faz cair os cabelos?
Mito. No entanto, em pessoas que apresentam dermatite seborréica, deve-se evitar a água quente, que estimula a produção de oleosidade, podendo piorar a doença e favorecer a queda dos cabelos.
4- Condicionador pode causar a queda dos cabelos?
Mito. Em pessoas sem tendência à queda de cabelo o condicionador não causará a queda dos mesmos. Entretanto, em pessoas com dermatite seborréica e queda de cabelo, deve-se evitar que o condicionador atinja o couro cabeludo, usando-o apenas nos fios pois, nestes casos, o produto pode agravar a dermatite seborréica e favorecer a queda.
5- Usar boné faz cair os cabelos?
Mito. O uso do boné não faz cair os cabelos mas pode, em algumas pessoas que não tiram o boné da cabeça o dia inteiro, agravar condições como a dermatite seborréica, favorecendo a queda dos cabelos.
6- O uso frequente de tintura faz cair os cabelos?
Mito. O uso da tintura afeta apenas a haste do fio, não interferindo com a raiz do pêlo, responsável pelo seu crescimento.
7- Cortar o cabelo estando a cliente ou a cabelereira menstruada, deixa o cabelo com fios grossos, queda acentuada ou até muda o tipo de lisos para cacheados e vice-versa?
Mito. Não existe o menor fundamento para tal fato. Cortar o fio do cabelo não interfere em nada com o seu crescimento nem provoca a sua alteração, independente da mulher estar menstruada ou não.
8- Os cabelos devem ter as pontas cortadas para ganhar força?
Mito. A crença vem da correlação com a poda das plantas. A diferença é que os galhos das plantas crescem pelas pontas, que são vivas. Já os fios de cabelos crescem pela raiz. As pontas são mortas e o corte não vai interferir com o crescimento.
9- Lavar os cabelos menstruada faz mal à saúde?
Mito. Não há a menor problema entre estar menstruada e lavar os cabelos, não causa absolutamente nenhum mal à saúde.
10- Depois do parto os cabelos caem por causa da anestesia?
Mito. Não é a anestesia a causa e sim o próprio parto (ou outro tipo de estresse físico ou emocional) que provoca uma queda intensa de cabelos cerca de 2 a 4 meses após o evento desencadeante. Chama-se eflúvio telógeno e estes pêlos voltarão a crescer normalmente depois de algum tempo.

O tenista americano Andre Agassi se aposentou em 2006, mas nos últimos dias tem causado muita polêmica.
O ex-número 1 do tênis vai lançar uma biografia em novembro e está revelando alguns fatos que têm chamado a atenção dos fãs.
Primeiro, Agassi conta que tomou metanfetamina por cerca de um ano e que foi flagrado em um exame antidoping. Ele teria mentido para escapar de punição.
Desta vez, o tenista revelou que usou peruca para esconder a calvície durante o Roland Garros de 1990. Ele disse ainda que era muito preocupado com a aparência e que, em uma das vezes, quase perdeu os cabelos postiços em quadra.
Fonte BAND
Já existem solução definitiva para a calvície, garante o cirurgião plástico Márcio Crisóstomo, referência em restauração capilar

A CALVÍCIE – PERDA DEFINITIVA DOS FIOS DE CABELO – Sempre foi motivo de preocupação para homens e mulheres. Muito mais que um problema estético, ela pode causar sérios danos à auto-estima e atrapalhar não só a vida pessoal, mas também a profissional. Para se ter noção da dimensão do problema, a calvície atinge – mesmo que de forma branda – metade dos homens com menos de 50 anos e, mesmo sendo menos comum em mulheres, chega ainda a afetar 15% delas.
Por esse motivo, entre 2006 e 2008 , a procura por tratamento aumentou 26%, segundo pesquisa realizada pela Sociedade Internacional de Cirurgia de Restauração Capilar – ISHRS, referência mundial no assunto. A pesquisa mostra ainda que os estudos na área capilar evoluem cada vez mais, buscando responder perguntas a respeito do surgimento da calvície e dos melhores tratamentos nas esferas clínicas e cirúrgica, tornando a restauração capilar mais precisa e detalhada.
“A calvície pode ser causada por problemas hormonais e nutricionais, mas na maioria dos casos é resultante de fatores genéticos“, quem afirma é Márcio Crisóstomo, especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, membro da Associação Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar e da ISHRS. O Dr. Crisóstomo especializou-se em cirurgia plástica com o Prof. Ivo Pitanguy, um dos mais renomados cirurgiões plásticos do mundo, e fez mestrado específico na área de transplante capilar. Com este curriculum e após visitar clínicas de referência no Brasil e no exterior, criou um centro que é referência quando o assunto é transplante capilar.
De acordo com ele, estágios iniciais ou intermediários de calvície podem ser revertidos com tratamentos clínicos, utilizando comprimidos e loções. Em casos mais avançados, quando há uma rarefação mais acentuada dos fios, o tratamento mais recomendado é o cirúrgico. A operação consiste na retirada de uma faixa de couro cabeludo da parte posterior e lateral da cabeça, já que “os fios dessa região são mais resistentes e não caem com o passar do tempo”, explica o Dr. Crisóstomo. Depois, “o couro cabeludo é dividido em finas unidades foliculares, contendo de um a quatro fios de cabelo cada, que são implantadas nas áreas calvas através de pequenas incisões que não deixam cicatriz”, garante o cirurgião.
ENTENDA A CIRURGIA DE TRANSPLANTE CAPILAR
O procedimento é feito com anestesia local, associada a uma leve sedação, e dura em torno de cinco horas, dependendo do grau de calvície. “Em cirurgias corretoras, onde a área doadora já foi manipulada, o processo é um pouco mais demorado”, esclarece o Dr. Crisóstomo. Após 48 horas, o paciente é liberado a voltar às atividades normais.
Os fios transplantados começam a crescer entre três e quatro meses após a cirurgia e, passado este período, o cabelo cresce em média um centímetro por mês, segundo o especialista. O resultado final é visto de oito meses a um ano depois. O mais importante é que o cabelo transplantado não cai mais e, por isso, o resultado é definitivo.
Já o aspecto natural conseguido, o Dr. Crisóstomo atribui a fatores como a técnica utilizada e, principalmente, a uma equipe de alto nível. “O cirurgião deve fazer um desenho natural para a linha de implantação, mantendo as chamadas ‘entradas‘ do paciente, e simular a linha anterior de uma pessoa não operada”, argumenta ele.
Segundo o cirurgião, os folículos mais finos são colocados nesta linha de frente, bem próximos uns aos outros, observando a direção natural dos fios para que o implante fique imperceptível.





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Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no