CIC – Centro de Implante e Transplante Capilar
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Cura da calvície? – Pesquisas com células-tronco podem ajudar na queda capilar

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Pesquisas feitas com células-tronco na Escócia e Suíça podem ajudar na descoberta da cura para calvície. Durante os estudos, os pesquisadores descobriram que as células do timo (órgão que ajuda a gerir o sistema imunológico) podem se “comportar” como células de outros órgãos, incluindo as que contém folículos pilosos. A descoberta foi feita quando os cientistas transplantaram as células do timo para a pele de ratos de laboratório.

“Essas células realmente mudaram, expressando genes diferentes e cada vez mais potentes”, disse o pesquisador e professor Yann Barrandon, chefe do laboratório de células-tronco da Universidade de Lausanne.

A cura para a calvície não era o objetivo quando os pesquisadores começaram os estudos. Na verdade eles faziam testes de transplante de pele para ajudar vítimas de queimaduras. Os pesquisadores pretendem continuar os estudos.

Fonte: quedadecabelo.com.br


agosto 31st, 2010  
Tags: Células-Tronco, Cura da calvície, Folículos Pilosos, Pesquisas, queda capilar, sistema imunológico, timo



Calvície atinge até 50% das mulheres

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Estatísticas apontam que 50% das mulheres de qualquer idade podem apresentar algum nível de calvície, seja de origem metabólica, hormonal ou auto-imune. Para as que têm tendência genética para o problema – estima-se que sejam 5% das mulheres – a queda pode começar a partir de 17 anos. “Além das causas genéticas, as mulheres podem perder cabelo por diversas razões como a dermatite seborréica, carência de ferro, hipotireoidismo, danos químicos nos cuidados com o cabelo, entre outros fatores”.

Atenção aos sinais

Todas as mulheres precisam ficar atentas a qualquer sinal de queda, principalmente aquelas que se submetem a tinturas, alisamentos e outras químicas capilares. “Quanto antes a paciente começar o tratamento, mais chances ela tem de prevenir a queda de outros fios. Além de loções e xampus manipulados, o especialista pode receitar vitaminas e outras substâncias que contribuem par ao tratamento”.


agosto 28th, 2010  
Tags: Alisamentos, Cabelo, Calvície, Cuidados, Ferro, Fios, hormonal, Idade, metabólica, Mulher, Mulheres, Problema, queda capilar, Queda do Cabelo, químicas capilares, sinal, Tendência Genética, testes, Tinturas, Tratamento



Química do Cabelo – Veja detalhes do seu fio

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Mal começa o dia e já tentamos arrumá-los, diante do espelho. Uns o querem mais lisos, outros, mais cacheados. Muitos, ainda, lutam para não perdê-los. O QMCWEB desta semana fala sobre o cabelo, a moldura de nosso rosto.
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Do que é feito, como interage com os xampus e com os condicionadores, de que maneira ele pode ser moldado, colorido e alisado pela adição de alguns compostos químicos. fio de cabelo visto em um microscópio de varredura eletrônica.

O cabelo é consituído, basicamente, de uma proteína: a alfa-queratina. As queratinas (alfa e beta) são, também, consitituintes de outras partes de animais, como unhas, a seda, bicos de aves, chifres, pêlos, cascos, espinhos (do porco-espinho), entre outros. Em cada fio de cabelo, milhares de cadeias de alfa-queratina estão entrelaçadas em uma forma espiral, sob a forma de placas que se sobrepoem, resultando em um longo e fino “cordão” protéico. Estas proteínas interagem fortemente entre si, por várias maneiras (veremos adiante), resultando na forma característica de cada cabelo: liso, enrolado, ondulado, etc.. testosterona.

A raiz de cada fio capilar está contida numa bolsa tubular da epiderme chamada folículo capilar. Estima-se que existam cerca de 5 milhões de folículos capilares no corpo humano. As únicas partes da pele que não têm folículos são as palmas da mão e as solas dos pés. O fulículo recebe irrigação na epiderme e, algumas vezes, pode apresentar disfunções, levando ou ao crescimento excessivo de cabelos (ou pelos) ou à queda de cabelos, um problema enfrentado por boa parte da população. A queda de cabelos é mais frequente nos homens, e estudos indicam que ela está associada à testosterona.

Este hormônio é convertido, por uma enzima encontrada nos folículos, em dihidrotestosterona (DHT), que é capaz de se ligar a receptores nos folículos. Segundo Dr. Richard S. Strick, um dermatologista na University of California em Los Angeles, “this binding can trigger a change in the genetic activity of the cells, which initiates the gradual process of hair loss”.

Números >um adulto tem cerca de 150 mil fios de cabelos na cabeça; > O número total, incluindo todos os pêlos, chega a mais de 1 milhão; >o cabelo cresce cerca de 2cm por mês; > apenas 3 meses após a fecundação, os primeiros fios de cabelo já nascem no feto; A cor do cabelo vem de pigmentos, como a melanina, que são agregados ao cabelo a partir do folículo capilar, o aparelho que é responsável pela produção do mesmo.

Em geral, a cor do cabelo está relacionada à cor da pele: pessoas com pele escura tendem a ter cabelos escuros, e vice-versa. Isto porque a pigmentação do cabelo depende da quantidade de melanócitos presentes. estrutura secundária da proteína.Uma proteína é uma sequência de amino-ácidos, um polipeptídeo.

A queratina é formada por cerca de 15 amino-ácidos diferentes, que se repetem e interagem entre si. Na conformação alfa, cada cadeia polipeptídica enrola-se sobre si mesma, no formato de uma hélice (como uma escada de caracol). Na conformação beta, as cadeias ficam semi-estiradas, dispostas paralelamente. A figura ao lado ilustra a proteína G, que apresenta as duas conformações: alfa, em lilás, e beta, em amarelo. As ligações intramoleculares entre os aminoácidos da mesma cadeia é que sustentam a configuração da cadeia. Entre os tipos de interação, destacam-se as pontes de hidrogênio e as pontes cistínicas, que são as pontes formadas entre os grupos -SH do amino-ácido cistina, presente na queratina.

Como se faz o cabelo “Permanente” ? cisteinaUm dos amino-ácidos presentes na queratina é a cisteína, responsável pelas ligações cisteínicas. A cisteína, RSH, pode interagir com outra cisteína da mesma cadeia polipetídica, e formar uma ligação convalente, RSSR. Estas ligações são responsáveis pelas “ondas” que aparecem em nossos cabelos. A possibilidade da interconversão entre as formas oxidadas (RSSR) e reduzidas (RSH) da cisteína é que permite ao cabelereiro “moldar” o seu cabelo, ou seja, alisar um cabelo crespo, ou fazer “cachos” e “ondas” em um cabelo liso. ácido tioglicólicoA primeira etapa consiste na redução de todos os grupos RSSR. Isto se faz, geralmente, com a aplicação do ácido tioglicólico (também conhecido como ácido 2-mercaptoacético) em uma solução de amônia (pH 9). Esta solução reduz os grupos RSSR para RSH. thioglycolic acid (also known as 2-mercaptoacetic acid) in an ammonia solution (about pH 9) reduces RSSR to RSH (os cabelereiros chamam esta solução de “relaxante”). A segunda etapa consite em imprimir no cabelo a forma desejada: lisa ou ondulada. Após se lavar toda a solução de ácido tioglicólico e se enrolar ou esticar o cabelo, o cabelereiro, então, oxida os grupos RSH para RSSR, com a aplicação de um agente oxidante, tal como o peróxido de hidrogênio (H2O2, água oxigenada) ou borato de sódio (NaBrO3) (os cabelereiros se referem a esta solução como “neutralizante”). O novo padrão imposto, então, dura até o crescimento do cabelo, quando será uma nova visita ao salão. Como o cabelo pode ser colorido? Existem, basicamente, 2 métodos: o primeiro consiste na incorporação de pigmentos na formação do fio de cabelo.

Este processo é lento e, em geral, é feito com pigmentos naturais, tais como o encontrado na henna ou na camomila. Devido ao uso constante, em xampus e/ou condicionadores, estes pigmentos começam a fazer parte dos novos fios de cabelos formados. O segundo método é a pintura imediata do cabelo, com a destruição dos pigmentos (descoloração) já existentes nos fios, e a incorporação de novos pigmentos. O processo de descoloração é ainda feito, na maioria das vezes, com peróxidos ou amônia, embora ambos os produtos sejam tóxicos. Um dos pigmentos mais utilizados, na coloração, é o acetato de chumbo, embora também seja tóxico. IndolAs indústrias investem muito em pesquisa nesta área. Recentemente, a americana L’Oréal chegou a uma solução original para o tratamento de cabelos grisalhos: desenvolveu um produto a base de dihidróxido-5-6-indol, um precursor natural da melanina, o principal pigmento do cabelo. A figura ao lado ilustra o indol, o reagente de partida para a síntese do produto da LÓréal. Como agem os xampus e condicionadores? Ambos possuem, em sua formulação, moléculas de surfactantes. O QMCWEB já fez uma aula virtual sobre surfactantes. Os xampus e condicionadores diferem, basicamente, na carga do surfactante: os xampus contém surfactantes aniônicos, enquanto que os condicionadores têm surfactantes catiônicos.

Quando o cabelo está sujo, ele contém óleo em excesso e uma série de partículas de poeira e outras sujeiras que aderem à superfície do cabelo. Esta mistura é, geralmente, insolúvel em água – daí a necessidade de um xampu para o banho. O surfactante ajuda a solubilizar as sujeiras, e lava o cabelo. Um problema surge do fato de que surfactantes aniônicos formam complexos estáveis com polímeros neutros ou proteínas, como é o caso da queratina.

O cabelo, após o uso do xampu, fica carregado eletrostaticamente, devido a repulsão entre as moléculas de surfactantes (negativas) “ligadas” à queratina. É aí que entra o condicionador: os surfactantes catiônicos interagem fracamente com polímeros e proteínas neutras, e são capazes de se agregar e arrastar as Tudo Mentira!!!moléculas de xampu que ainda estão no cabelo.

Nos frascos de condicionadores existem, ainda, alguns produtos oleosos, para repor a oleosidade ao cabelo, que foi extraída com o xampu. O cabelo, após o condicionador, fica menos carregado e, ainda, com mais oleosidade. Segundo este critério, não existe xampu “2 em 1″, ou seja, uma formulação capaz de conter tanto um surfactante aniônico como um catiônico. Os produtos encontrados no mercado que se dizem ser “xampu 2 em 1″ são, na verdade, xampus com surfactantes neutros ou, ainda, surfactantes aniônicos com compostos oleosos, que minimizam o efeito eletrostático criado pelo xampu normal.


agosto 24th, 2010  
Tags: alfa-queratina, Cabelo, cacheados, espelho, Fio, fio de cabelo, lisos, queratinas, Química do Cabelo



Transplante Capilar – Como escolher um cirurgião de calvície

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O transplante capilar é uma cirurgia que, quando realizada por equipes especializadas e de referência, tem resultados muito naturais. Porém, existe uma oferta de transplante capilar que nem sempre é realizada por especialistas nesta sub-especialidade, mesmo intitulando-se como tal. O resultado muitas vezes são cirurgias com padrão de qualidade que variam do aquém do desejado como pouco volume ou baixa integração dos enxertos (pega dos fios) até as seqüelas como tufos perceptíveis, linha anterior mal-posicionada e artificial, e cicatrizes na área doadora que inviabilizam um segundo procedimento. O saldo é negativo não somente para o paciente como para a especialidade, pois fala contra uma cirurgia que pode ter resultados excelentes quando bem realizada.

Como para o leigo é difícil diferenciar os profissionais, esperamos que as informações abaixo sejam úteis como um guia para a escolha do cirurgião adequado para a realização de uma cirurgia tão importante como o transplante capilar que, por apresentar resultado definitivo, deve ser realizada da forma mais perfeita possível.

1 – Formação

Verifique a formação geral do cirurgião e principalmente onde fez a residência de cirurgia plástica. Grandes escolas nem sempre são garantia de excelentes profissionais, mas com certeza a formação em um grande serviço geralmente é mais completa e o médico tem mais chances de sair bem formado.

2 – Especialização

O transplante capilar não é uma cirurgia realizada por todos os cirurgiões plásticos, pois não faz parte do curriculum normal da especialidade. Na maioria das residências, o cirurgião aprende usualmente a realizar mamoplastia, rinoplastia, lipoaspiração, reconstrução mamária entre muitas outras, mas pode passar os três anos sem participar de nenhum transplante capilar devido à necessidade de material e equipe especializada no preparo de unidades foliculares. O Transplante Capilar é uma sub-especialidade como por exemplo a cirurgia de mão ou a microcirurgia, portanto o cirurgião que pretende se dedicar a esta área deve visitar centros de referência, clínicas renomadas, se possível fora do país também e freqüentar os congressos nacionais e internacionais sobre transplante capilar.

3 – Tempo de formação

O tempo é fundamental na formação de uma equipe de transplante capilar de alto nível. Como esta é uma cirurgia que não depende somente do cirurgião, leva-se no mínimo 3 a 5 anos para que uma equipe fique sincronizada a ponto de oferecer bons resultados. Outro ponto importante é que o resultado desta cirurgia só é visto após um ano, tanto pelo paciente como pelo cirurgião, isto determina um tempo longo para que o médico realize ajustes nas técnicas utilizadas às suas características pessoais até desenvolver um estilo próprio. Claro que o tempo não significa muito se a equipe não tiver volume cirúrgico, ou seja, um número determinado de anos operando um paciente por mês é muito diferente do mesmo período de tempo operando 15 pacientes por mês.

4 – Experiência e dedicação em transplante capilar

Como o cirurgião plástico realiza outros procedimentos, a cirurgia de calvície não pode ser realizada esporadicamente. Esta cirurgia requer muita dedicação do cirurgião e sua equipe, portanto, deve ocupar 60 a 70% do volume cirúrgico do médico, pelo menos. O refinamento da técnica, tanto na retirada perfeita da área doadora, no preparo sob microscopia das unidades foliculares e o implante das mesmas de forma natural e em grande quantidade é diretamente proporcional ao talento, à dedicação pessoal e ao volume cirúrgico. Certifique-se que esta cirurgia é o “carro-chefe” do cirurgião e qual o seu volume cirúrgico semanal.

5 – Participação em congressos da especialidade

Nos congressos são discutidos os conceitos básicos e os últimos avanços da especialidade. A participação em congressos mostra que o médico tem acesso a informações que são importantes para a obtenção de bons resultados cirúrgicos. Os melhores especialistas são também convidados a conferir palestras nestes eventos para dividir a sua experiência com os demais, isto geralmente é um atestado de expertise no assunto. É importante que fique claro que a participação em um ou mais congressos não credencia o cirurgião como um especialista no assunto, já que os congressos fornecem muita informação e em alguns workshops pode-se inclusive assistir cirurgias ao vivo, mas é fundamental que o cirurgião coloque em prática as informações com uma equipe treinada e experiente.

6 – Publicações científicas

O médico que tem volume cirúrgico, muitas vezes tem idéias e contribuições à especialidade que são publicadas em criteriosas revistas científicas nacionais e internacionais. Se o seu médico tem no curriculum publicações além das apresentações em congressos, o nível de especialização e reconhecimento no meio médico é ainda maior, embora não seja um item obrigatório já que muitos excelentes especialistas não escrevem o que produzem na prática.

7 – Referências no meio médico

Este é um item muito importante já que geralmente os melhores especialistas são conhecidos entre os colegas médicos por seu trabalho. Se um cirurgião é indicado por um médico de confiança ou por vários médicos a possibilidade de ele ter um trabalho de qualidade é grande, principalmente em uma sub-especialidade tão restrita e difícil como o transplante capilar. Certifique-se também que a indicação não é feita apenas por amizade ou coleguismo, pergunte se o médico que indica conhece além da fama ou do “ouvi dizer que faz também”, os resultados do cirurgião.

8 – Referências de outros pacientes

Por último, mas talvez o mais importante, a indicação de outros pacientes tratados pelo cirurgião. Como o resultado da cirurgia de transplante capilar é facilmente avaliado visualmente, o ideal é que você veja outros pacientes operados, veja o resultado, a naturalidade, pergunte sobre a assistência pós-operatória, sobre o grau de satisfação. Se não for possível ver pacientes pessoalmente peça ao cirurgião que mostra fotos de resultados. O Conselho Regional de Medicina não permite a divulgação de fotos identificáveis, mas como o que será visualizado no transplante capilar será somente uma pequena região da testa que não identifica o paciente, é possível do ponto de vista ético que o médico mostre exemplos de resultados a título de informação durante a consulta. Peça para ver vários resultados em diferentes tipos de cabelo, diferente idades, calvícies com o grau semelhante ao seu e, muito importante, certifique-se que as fotos mostradas correspondem a fotos de pacientes operados pelo médico.


agosto 9th, 2010  
Tags: Calvície, Cirurgia, Cirurgia Plástica, Cirurgião, Cirurgias, equipes especializadas, Transplante Capilar, Tufos



Como cuidar bem de seus cabelos

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Lição de casa
Quando o assunto é cabelo, normalmente vamos atrás de todo tipo de conselhos sobre o que devemos fazer para tratar os fios da melhor maneira possível. Mas também é sempre importante lembrar daquilo que não se pode fazer para desfilar por aí com madeixas saudáveis e o corte perfeito. Confira as dicas.

- Não vá ao salão sem estar preparada para pedir e discutir o corte e estilo que deseja
Cabeleireiros não lêem mentes! Por isso, diga sempre o que quer, mas também escute o que o hairstylist tem a falar sobre a sua escolha. Como profissional, ele tem mais base para saber se determinado corte fica bem para o seu tipo de rosto, por exemplo.

- Não escolha um cabelo que seja impossível de manter sozinha
Ao contrário das celebridades, a maioria das mulheres não têm um exército de beauty artists a sua disposição para qualquer imprevisto ou saída de última hora. Sendo assim, é melhor escolher um corte que dê para arrumar em casa, sozinha.

- Não use as ‘ferramentas’ erradas
Isso quer dizer que você deve sempre basear suas escolhas – produtos, secadores, escovas e pentes – no seu tipo de cabelo. Um exemplo simples: se os fios são secos, use xampus e cremes para cabelos secos! Os efeitos de produtos para cabelos normais não serão tão bons quanto.

- Não exagere na quantidade de produtos
Aqui vale o ditado “menos é mais”. Quem exagera na quantidade de gel, mousse e sprays, entre outros, deixa o cabelo com uma aparência suja e pesada.

- Não copie o look de estrelas sem cautela
Não é porque o cabelo de Gisele Bündchen é maravilhoso nela que também vai ficar bem em você. Para o look ter o mesmo resultado, é preciso analisar o tipo fio e outras características físicas como o formato do rosto e cor dos olhos.

- Não seja escrava das tendências
Assim como a moda, cortes e cores de cabelos mudam constantemente. Mas isso não quer dizer que você também precisa se transformar na mesma velocidade. Mesmo porque nem tudo que é moda necessariamente combina com qualquer pessoa.

- Não se esqueça dos acessórios
Tiaras, laços e fivelas ajudam a dar um ‘up’ em qualquer visual. E não pense que eles são exclusividade das adolescentes. Qualquer mulher pode se beneficiar dos acessórios de cabelos e mudar o look sem visitar o salão.

Fonte Terra


agosto 2nd, 2010  
Tags: Adolescentes, Cabelo, Cabelos, cabelos secos, corte, Dicas, estilo, Fio, Gisele Bündche, madeixas saudáveis



Calvície – Sete passos para tratar e prevenir a queda capilar

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As principais vítimas da calvície são os homens no auge da juventude. Entre aqueles com tendência genética, 80% desenvolvem a calvície entre 24 e 26 anos e uma minoria, após os 30 anos.
O que é e quais as causas da calvície?

Calvície é uma forma de alopécia caracterizada por uma gradual e progressiva perda de cabelos devido a fatores hereditários. A perda gradativa dos cabelos é denominada alopécia androgenética (ou androgênica) e resulta de um processo intracelular, que ocorre no folículo piloso e acomete tanto homens (a maioria) como mulheres.

A calvície masculina pode ser causada por uma alteração genética herdada de uma substância de ocorrência natural chamada DHT (dihidrotestostetora), responsável pelo processo de miniaturização dos fios de cabelo. Ou seja, o cabelo não cai de uma só vez. Cada vez que há uma troca, nasce um fio mais fino e fraco. A consequência é a perda gradativa dos fios, em níveis que podem variar da queda nas entradas (região frontal) até a eliminação de todos os fios da parte superior da cabeça (em forma de círculo). Nas mulheres, a anemia é a principal causa de queda de cabelos.
O diagnóstico da calvície

O diagnóstico deve ser realizado por um médico dermatologista, por observação das entradas e da parte superior da cabeça para que este determine se o mesmo apresenta uma queda normal de cabelos ou se possui influência genética.
Os 7 passos para tratar e prevenir a calvície

1. Reconhecer o problema – as pessoas perdem naturalmente cerca de 70 a 100 fios de cabelo por dia sem perceber. Observar cabelos no travesseiro, carro, chão e roupas pode representar uma perda exagerada e requer investigação do problema.
2. Investigar o problema – pode ser temporário devido a alguns fatores como estresse, tinturas e processos químicos, gravidez, menopausa, amamentação dietas alimentares severas, problemas hormonais, uso de anticoncepcional, ou anemias. Nestes casos a queda normaliza-se em 3 a 5 meses (perda < que 50% dos fios).
3. Avaliar a genética familiar – caso os pais tenham histórico de perda de cabelos ou são calvos seu risco passa a ser maior e talvez seja interessante começar um tratamento de prevenção.
4. Checar outros problemas no couro cabeludo – como caspas, oleosidade excessiva, sinais de irritação devem ser tratados para evitar que o processo de queda se intensifique.
5. Iniciar tratamento clínico medicamentoso e tópico – procure um médico dermatologista.
6. Iniciar intradermoterapia capilar – aplicação de substâncias em pequenas quantidades diretamente no couro cabeludo em intervalos quinzenais. As baixas doses aplicadas diretamente no foco agem com maior efetividade sem causar efeitos colaterais indesejáveis, além disso, ativam a circulação do couro cabeludo melhorando a vitalidade.
7. Refazer avaliações dos resultados obtidos – através de fotografias seriadas ou de comentários de pessoas próxima. Veja como evitar a queda dos cabelos.

Fonte Tudo Global


julho 31st, 2010  
Tags: Calvície, prevenir, queda capilar, tratar



Tratamento médico diminue a calvície – A queda de cabelo atinge homens e mulheres

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Se seu cabelo cai toda vez que você o penteia ou o lava, saiba que você é uma pessoa normal. Nossos cabelos estão sempre caindo e sendo repostos. A calvície acontece quando a taxa de queda de cabelos é superior ao normal e não há a reposição desses fios.

Ela é bem mais comum nos homens, mas também acomete algumas mulheres. Mesmo que ela seja vista como um processo irreversível, e calvície pode ser combatida, sim.

Homens
A alopécia androgenética, ou calvície, é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença. A herança pode vir do lado paterno ou materno e é resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona).

Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima e é transformada em um hormônio que vai agir sobre os folículos pilosos, promovendo a sua diminuição progressiva a cada ciclo de crescimento dos cabelos, que vão se tornando menores e mais finos.

O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície. É bem comum os homens acharem que se trata de algo normal, mas vale à pena consultar um dermatologista quando sentir que os fios estão rareando. Isso porque o grau de recuperação depende de fatores como a idade do homem, o quanto ele já perdeu de cabelo e qual o objetivo final.

Resumindo: um homem que começou a perder o cabelo agora tem mais chance de que ele volte a crescer em relação a alguém que já é calvo há vários anos.
E nas mulheres?

A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação dos cabelos, que se tornam finos e têm seu tamanho diminuído. Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada.

O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, calvice só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos. Já a perda de cabelo depois da gravidez não tem nada a ver com a calvície. Isso é um processo normal do organismo feminino.

Os tratamentos

A chance contra o fim da calvície se deve ao uso de finasterida, um medicamento que atua bloqueando o processo que leva à perda dos cabelos. Segundo alguns estudos, a finasterida interrompe a evolução da calvície em 86% dos homens tratados.

O medicamento era originalmente utilizado para o tratamento do aumento da próstata. A observação de seus efeitos sobre a calvície de pacientes que utilizavam o produto para esta finalidade chamou a atenção de um laboratório, que acabou produzindo um medicamento próprio para tratar a calvície. Mas só mesmo o médico pode indicar o tratamento correto, mesmo porque, para as mulheres, a finasterida não costuma ser indicada.

Ajuda no tratamento

Mantenha uma vida saudável e uma alimentação rica em aminoácidos e proteínas, cobre, ferro, zinco, óleo de linhaça e complexo B, além de fazer exercícios físicos. Esses fatores contribuem para uma boa nutrição capilar e irrigação do couro cabeludo.

Lave sempre o cabelo com xampu neutro e sem sal para remover a sujeira e o sebo em excesso sem alterar o pH do couro cabeludo. Crie o hábito de massagear o couro cabeludo. A massagem deve começar na parte frontal da cabeça e nas têmporas, continuando na nuca e terminando no alto do crânio. Isso ativa a circulação.

Fonte: Minha Vida


julho 28th, 2010  
Tags: Alopecia Androgenética, Aminoácidos, Cabelo, Cabelos, Calvície, Cobre, Complexo B, diminue, Doença, Ferro, Fios, Folículos Pilosos, Homens, lava, Mulheres, Óleo de linhaça, penteia, Perda dos Cabelos, Proteínas, Queda de Cabelo, Tratamento Médico, Zinco



Como o corpo do homem envelhece: Cabelo e Pele

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Infográfico: A EXTENSÃO DA CALVÍCIE

O que acontece com o organismo masculino com o passar dos anos?
Conheça nas páginas a seguir um guia de saúde para entender os limites do corpo humano, com conselhos de especialistas para retardar o processo de envelhecimento

Cabelo + Pele

O que acontece ao longo dos anos 30 anos
Cai a produção de elastina e colágeno – responsáveis pelo viço e tônus cutâneo. Em alguns homens começa-se a notar o aparecimento de entradas no couro cabeludo.
O que os especialistas sugerem: use sempre filtro solar.

40 anos

Os pés-de-galinha ficam mais visíveis, as rugas se aprofundam.
55% dos homens na faixa dos 45 anos sofrem de algum grau de calvície.
O que os especialistas sugerem: um comprimido de finasterida por dia pode amenizar o problema da calvície. Para estimular a produção de colágeno, recomenda-se o uso de cremes à base de ácido retinóico na pele.

50 anos

As manchas, fruto da prolongada exposição ao sol, podem pipocar pelo corpo e rosto. O cabelo fica mais fino e a perda diária aumenta, se comparada à queda registrada aos 20 anos.
O que os especialistas sugerem: técnicas como a microabrasão ajudam a combater as manchas brancas. As mais escuras podem ser enfrentadas com o auxílio de peeling químico ou a laser, sempre sob a supervisão de um dermatologista. Continue com o comprimido de finasterida para evitar a queda de cabelo.

60 anos

É a idade crítica para o câncer de pele. A calvície se acentua e atinge cerca de 70% dos homens dessa idade. Os fios tendem a ficar brancos devido à perda da capacidade das células de produzir pigmentos.
O que os especialistas sugerem: ao surgir qualquer pinta de formato assimétrico, procure um médico.
Para a calvície em grau avançado, pode-se recorrer ao implante. As técnicas atuais resultam em uma aparência mais natural.


julho 25th, 2010  
Tags: Cabelo, colágeno, corpo, Couro Cabeludo, elastina, Entradas, envelhece, Especialistas, homem, Homens, organismo masculino, Pele, Problema, tônus cutâneo



Mitos e verdades sobre a calvície

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Estresse provoca queda de cabelos.
Verdade. O estresse, seja físico ou emocional, provoca alterações hormonais que podem levar à queda dos fios.

Lavar os cabelos diariamente aumenta a queda.
Mito. A detergência do xampu pode ressecar os fios, mas jamais levar à queda.

O que leva à perda de cabelo é o excesso de testosterona; logo os carecas são mais potentes.
Mito. Infelizmente, para os calvos, a perda de cabelo não é provocada por um aumento na produção de hormônios masculinos, mas sim pela quantidade maior da enzima 5-alfa-redutase, que é determinada geneticamente e não tem nada a ver com virilidade.

Usar gel causa queda de cabelo.
Mito. Usar gel não favorece a queda dos fios, mas é bom evitar dormir com gel nos cabelos, pois ficam endurecidos e podem quebrar com mais facilidade.

Os cabelos caem mais no inverno.
Verdade. Nos meses frios, sensores de luz localizados na pele recebem menos luminosidade. Essa mudança diminui o estímulo da divisão celular, o que gera um número menor de fios e ainda enfraquece a raiz. O resultado: além de os fios caírem mais rápido, eles também nascem mais devagar. É também nessa época de mudanças climáticas que aumenta a incidência de dermatite seborréica – a caspa.

O secador e uso da “chapinha” aumentam a queda.
Mito. A queda de cabelo está relacionada a problemas no couro cabeludo. O que pode acontecer é a quebra do fio devido à alta temperatura dos aparelhos.

Alguns esportes danificam os cabelos e levam à queda.
Mito. Atletas que tiverem tendência à calvície ficarão calvos independentemente do esporte ou atividade física.

A caspa favorece a queda.
Mito. Ela pode ser um coadjuvante da queda, mas não a desencadeadora. A confusão se dá porque cerca de 70% dos calvos têm dermatite seborréica (oleosidade e descamação do couro cabeludo).

Os cabelos crescem mais rápido no verão.
Verdade. O sol estimula a atividade de alguns hormônios, como a prolactina e a melatonina, que induzem o bulbo capilar a “trabalhar” mais, acelerando o crescimento dos fios.

Cortar os cabelos interfere na queda dos fios.
Mito. Cortar o fio do cabelo não interfere em nada com o seu crescimento e nem provoca a sua alteração. As causas de queda de cabelo de origem hormonal ou hereditária abrangem apenas a parte das raízes, onde o cabeleireiro não exerce influência.

Usar boné faz cair os cabelos.
Mito. O uso do boné não faz cair os cabelos, mas pode interferir em algumas pessoas que exageram no uso do boné. Pois pode agravar doenças como a dermatite seborréica, que pode ser um coadjuvante da queda.

Perco mais cabelos se penteá-los ou escová-los.
Mito. Caem apenas os cabelos que já completaram o seu ciclo de vida. Sendo assim, não faz diferença se isso ocorre durante a escovação ou mais tarde, espontaneamente.

Condicionador pode causar a queda dos cabelos.
Mito. O condicionador não causa a queda de cabelos, o que ocorre é que os fios que já estão na fase de queda cairão com mais facilidade. Mas o ideal é que o condicionador seja utilizado apenas nos fios e não diretamente no couro cabeludo, pois pode agravar a dermatite seborréica e favorecer a queda.

Técnicas de alisamento e tingimento podem causar queda dos fios.
Mito. A tintura e alisamento agem nos fios e não na raiz dos cabelos, e quando usadas corretamente e com intervalos de 30 dias, não influenciam na queda. O que pode ocorrer é o enfraquecimento da haste dos cabelos, resultando fios mais fracos, ressecados, com pontas duplas e com tendência a quebra.

Colocar anticoncepcional no shampoo faz os cabelos crescerem mais rápido.
Mito. O uso de hormônios femininos não faz os cabelos crescerem mais rápido, muito menos desta maneira, pois a absorção dos hormônios, se ocorrer, será mínima.

Os cabelos caem mais após o parto.
Verdade. Cerca de quatro meses após o parto (ou outro tipo de estresse físico ou emocional), muitos fios de cabelo podem entrar prematuramente na fase de queda, levando à perda de mais fios por dia do que o normal. Chama-se eflúvio
telógeno e estes pêlos voltarão a crescer normalmente após algum tempo.

Cortar os cabelos os faz ganhar força.
Mito. O fato de cortar o fio do cabelo não interfere em seu bulbo capilar, responsável por seu crescimento.

Cortar os cabelos durante a lua crescente os faz crescer mais rápido.
Mito. O fato de cortar o fio do cabelo não interfere em seu bulbo capilar, responsável por seu crescimento.

Calvície tem tratamento.
Verdade. Quanto mais cedo começar o tratamento contra calvície, melhor. Somente o dermatologista poderá prescrever o tratamento mais adequado.

Fonte Terra


julho 15th, 2010  
Tags: Calvície, Calvos, Carecas, Caspa, Dermatite Seborréica, Estresse, Hormônios Masculinos, Mitos, Queda de Cabelos, Queda dos fios, raiz, ressecar, Seborréica, Testosterona, Verdades



Queda capilar – Ataque de células do sistema imune pode estar ligado à calvície

Brasil, Cabelo, Calvície, Ceará, Dúvidas, Estudos, Fortaleza, Tratamento 0 Comment »

Estudo divulgado por uma equipe de cientistas da Universidade Columbia, em Nova York, constatou que uma doença que faz pessoas perderem os cabelos é provocada pelo ataque de células do sistema imune contra folículos capilares. A descoberta é o resultado de pesquisas em que genomas de mais de mil indivíduos, com alopecia areata, foram comparados a genomas de pessoas sem as doenças.

Segundo a Folha Online, como seria esperado de uma doença auto-imune, na qual o sistema imune se volta contra tecidos sadios do próprio organismo, todos os genes encontrados participam do controle de crescimento e multiplicação de células do sistema imunológico. A ligação mais forte foi com um gene chamado ULBP. Ele codifica uma proteína que é um poderoso ativador de células NK (“Natural Killers”, “assassinas natas” na tradução do inglês). Quando ativadas, as células NK atacam vírus e outros patógenos.

O grupo espera que as descobertas abram novos caminhos para o tratamento da doença.


julho 12th, 2010  
Tags: Alopecia Areata, auto-imune, Cabelos, Calvície, Células, células NK, Doença, Estudo, Folículos Capilares, genomas, imune, Proteína, queda capilar, Tratamento, ULBP



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Dr. Márcio Crisóstomo
Médico formado há mais de 10 anos, com residência de cirurgia geral no Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Pós-graduação em Cirurgia Plástica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy (Rio de Janeiro), um dos centros de formação mais prestigiados do mundo... Continue lendo
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